segunda-feira, 22 de maio de 2017

Clientes digitais versus empresas analógicas

22/05 - HardSoft


A palavra transformação digital pode até parecer mais uma tendência tecnológica, afinal, todos ainda falam em nuvem, e da mesma forma como o cloud computing veio para ficar, a transformação digital também. A prova disso são as estimativas de mudanças em diversos setores da economia que são preditas em estudos.

O primeiro, da IDC, mostra que essa transformação terá um impacto superior a US$ 1 trilhão nos gastos das empresas esse ano; outro, da Accenture, afirma que até 2020, 25% de toda a nossa economia será digital e 48% do trabalho que fazemos hoje já não existirá em cinco anos. Por último, a mais recente pesquisa do Facebook afirma: até 2020, 80% dos serviços de customer service como conhecemos hoje não existirão. Mas, será que as empresas estão preparadas para o impacto dessas mudanças?

Vamos falar sobre o setor de manufatura
A indústria nunca esteve tão tumultuada e aquecida como atualmente. Mesmo falando em novos progressos, modelos de negócios e aquecimento do setor, há, ainda, uma dificuldade com o básico, que é demonstrado pelas baixas taxas de crescimento ocasionadas por atrasos em processos operacionais e de gestão. Mas, de que lado a indústria vai ficar? No das oportunidades ou das barreiras?

É evidente que o setor pode ter sucesso com a próxima geração de tecnologias, pois a digitalização, internet das coisas, machine learning, big data e realidade virtual aumentada mudarão a forma de trabalho em muitos setores, permitindo que as indústrias, por exemplo, tenham uma visão completa do presente e futuro da sua cadeia de abastecimento.

Embora o setor esteja lidando com dores constantes, a digitalização na manufatura já está acontecendo. Existem diversos casos de sucesso que comprovam isso, vemos empresas como Ferrari, Dunlop Aircraft Tyres, JR Watkins aproveitando o melhor das aplicações em nuvem e dos ERPs. Hoje, com o apoio da tecnologia, essas empresas conseguem melhorar a produtividade e ter uma visibilidade melhor dos seus negócios.

O que Uber e Airbnb têm para ensinar?
Foco no cliente e na experiência do consumidor. É assim que empresas com o modelo de entrega de serviços, como Uber e Airbnb, têm para ensinar. Hoje, serviços básicos de carona e hospedagem podem ser solicitados por um custo relativamente menor do que os ofertados pelos modelos tradicionais, e com uma experiência superior, mas o que essas empresas podem ensinar às indústrias está resumido nos seguintes pilares:

    Desenvolvimento de uma estratégia centrada no cliente
    Preocupação com a experiência do consumidor
    Foco no efeito final e não apenas no produto

Hoje, as tecnologias têm o potencial de fazer grandes mudanças e virar o jogo para o setor de manufatura, que pode ir muito além da indústria 4.0, com modelos de negócios centrados em ofertar serviços de valor e personalizados aos seus clientes.

As tendências como machine learning, internet das coisas e big data estão aí para ensinar a indústria que é possível pensar à frente do seu tempo. Afinal, a era da digitalização da manufatura exigirá que as empresas não pensem apenas no design do produto, emissão da ordem de pedido, embarque e entrega. Será preciso estar atento à experiência pós consumo, e, para isso, o setor de manufatura precisará respirar analytics e KPIs, pois toda boa experiência começa nos bastidores: com a compreensão do que os dados têm a dizer. 

*Gabriel Lobitsky, diretor de Vendas da Infor

Por: Mayra Feitosa - BRSA

Comissão discute marco regulatório para a proteção de dados pessoais

22/05 - HardSoft


A comissão especial da Câmara dos Deputados sobre o tratamento de proteção dados pessoais tem audiência pública, nesta quarta-feira (24), para discutir um marco regulatório para o setor.

O colegiado discute o Projeto de Lei (PL) 4060/12, apensado ao PL 5276/16, do Executivo). O evento foi proposto pelo deputado Thiago Peixoto (PSD-GO).

Convidados
Foram convidados para discutir o assunto com os integrantes do colegiado:

o secretário nacional do Consumidor, do Ministério da Justiça, Arthur Luis Mendonça Rollo;
a professora da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) Cintia Rosa Pereira Lima;
o diretor-presidente do InternetLab, Dennys Antonialli;
o especialista e diretor-geral da Redpoint Eventures, Manoel Lemos;
a diretora-presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Maria da Glória Guimarães dos Santos; e
o secretário de Política de Informática do Ministério de Ciência e Tecnologia, Inovações e Comunicações, Maximiliano Salvadori Martinhão.

A audiência ocorrerá em plenário a definir, a partir das 14h30.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Da Redação – NA

Por: Agência Câmara de Notícias

Anúncios de seguro na internet serão debatidos na Comissão de Finanças e Tributação

22/05 - HardSoft


A comercialização e a propaganda de produtos de seguro pela internet serão discutidas na quinta-feira (25) pela Comissão de Finanças e Tributação, atendendo a requerimento do deputado Lucas Vergílio (SD-GO).

Segundo o deputado, os anúncios de seguro veiculados pela internet pregam a venda direta de apólices, mas a propaganda, além de agressiva, pode iludir o consumidor ao dizer que o corretor de seguros não é necessário.

“Tal prática pode estar afrontando direito básico do consumidor, conforme prevê artigo do Código de Defesa do Consumidor”, argumenta. Neste sentido, de acordo com Vergílio, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) já analisa um pedido de autorização de constituição para seguradora.

"Dessa forma, objetivamos discutir essas inovações de mercado sem descuidar da proteção dos interesses dos cidadãos e demais agentes envolvidos com os mercados de seguros”, justifica o deputado.

Foram convidados para o debate o diretor-presidente da Caixa Seguridade Participações S.A, Paphael Rezende Neto; o presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Magalhães Occhi; o presidente da Youse Caixa Seguradora, Thierry Claudon; e representantes da Susep, de seguradoras digitais e de advogados.

A audiência está marcada para o plenário 4, às 10 horas. 

Da Redação/RN

Por: Agência Câmara de Notícias

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Bootcamps reúnem 300 startups em 15 capitais

19/05 - HardSoft


Empreendedores à frente de 300 startups têm encontro marcado neste sábado (20), em 15 capitais brasileiras. Eles participam do programa InovAtiva Brasil, voltado para a aceleração de crescimento de pequenas empresas de vários segmentos, que vai realizar nesse dia a primeira etapa presencial do Ciclo I/2017. Neste ano, os bootcamps serão realizados junto com o Sebrae Startup Day, idealizado pelo Sebrae em todo o país com o objetivo de fomentar o ecossistema inovador brasileiro e apresentar a experiência de startups exitosas nos estados. 

Durante todo o dia 20, as 300 empresas selecionadas na primeira etapa do InovAtiva Brasil vão contar com uma programação intensa de capacitações e mentorias de alto nível. A programação prevê workshops em Vendas e Marketing Digital, que complementarão os cursos on-line, disponíveis no site www.inovativabrasil.com.br. Já os momentos presenciais com os mentores (duas mentorias por empresa) serão exclusivos para as startups do InovAtiva. Além das startups, participam 191 mentores e 496 empresas de grande porte. 

A diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes, afirma essas ações são muito importantes, pois vão orientar e preparar os projetos que serão selecionados para participarem da segunda etapa do programa. “É um excelente momento para confirmarmos e comemorarmos a integração entre startups e mentores, além do crescimento do InovAtiva no país”, destaca. Os chamados bootcamps são espaços específicos para a realização de capacitações e treinamentos rápidos, com atividades intensivas. “A programação é resultado de estratégia e esforço conjunto para propiciar às startups o que há de melhor em termos de capacitação, mentoria de alto nível e conteúdo de ponta”, destacou Heloisa. 

Segundo Marcos Vinícius de Souza, secretário de Inovação e Novos Negócios do MDIC, este é o momento para os startupeiros provarem a competência e por que devem ir até o Demoday InovAtiva e serem colocados em contato com investidores e clientes. “Nos últimos dois meses, os empreendedores passaram por cursos de altíssima qualidade na plataforma digital e, agora, vão consolidar o que aprenderam no evento presencial. O contato frente à frente com outros dois mentores é fundamental para que todos possam reconhecer as falhas, melhorar os planos de negócios e, assim, amadurecerem para serem conectados aos investidores”, comenta Souza.  

Leandro Carioni, diretor do Centro de Empreendedorismo Inovador Fundação Certi, reforça o avanço do programa. “O crescimento do programa desde o início é notório. Com um perfil capaz de oferecer aceleração para startups em todos os lugares do país, aumentamos a procura a cada ano e, por esse motivo, o número de capitais que realizam o bootcamp regional cresceu de nove para 15 lugares”, lembra. As cidades que sediarão esse encontro presencial são Manaus (AM), Salvador (BA), Fortaleza (CE), Brasília (DF), Vitória (ES), Goiânia (GO), Belo Horizonte (MG), Belém (PA), João Pessoa (PB), Recife (PE), Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e São Paulo (SP). 

O programa foi criado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), tem o Sebrae como correalizador e a Fundação Certi como executora. 

Por: Agência Sebrae de Notícias

Governo propõe modernizar imposto para taxar serviços de streaming

19/05 - Olhar Digital


Na última terça-feira, 16, a Agência Nacional do Cinema (Ancine) apresentou um relatório com recomendações para regulamentar o segmento de vídeos sob demanda no Brasil. A ideia é encaixar no âmbito legal do país um mercado que vem crescendo vertiginosamente há anos — e isso inclui o pagamento de impostos específicos.

Há basicamente duas propostas dentro do que foi divulgado pela Ancine, e são polêmicas que aparecem de tempos em tempos para assombrar o setor: impor cota de conteúdo nacional e o pagamento da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine) às provedoras desses serviços.

"[A] Ancine recomenda que a regulação determine que seja disponibilizado um percentual mínimo de 20% de conteúdos audiovisuais brasileiros de espaço qualificado nos catálogos, sendo, pelo menos a metade, produzidos por produtora brasileira independente e que os provedores realizem investimentos anuais em produção ou licenciamento de obras brasileiras independentes", diz a agência.