sexta-feira, 24 de março de 2017

Na Internet um clique separa a navegação pelas maravilhas da Rede e o submundo

24/03 - HardSoft


Para que a experiência com o mundo digital seja segura para crianças e adolescentes a própria Internet oferece ferramentas de controle

Quem já navegou pelas maravilhas do mundo digital sabe que num clique você pode conhecer países, continentes, museus, bibliotecas ou compartilhar sua rotina, gostos e desgostos com o mundo. Mas nem só de maravilhas é feito a Internet. O submundo digital está mais próximo do que você possa imaginar.

Um clique define por onde você irá navegar, nas maravilhas ou nos perigos digitais. Esta escolha requer maturidade, o que leva tempo e este tempo é o que os pequenos navegadores ainda não tiveram.

Embora muitos aplicativos exijam idade mínima para acesso, a regra constantemente é burlada por crianças e adolescentes e, muitas vezes, com a anuência dos seus responsáveis.

Especialistas de todas as áreas avaliam aspectos positivos e negativos do acesso dos pequenos a rede mundial de computadores. Mas cabe aos pais monitorar em que mundos eles navegam.

O diretor da Toledonet Telecom, Marcos Claudemir Thielke considera que esta nova geração já nasceu digital, o acesso é irreversível. “Temos que entender que esta é uma realidade que faz parte deste mundo, não podemos ignorar isso. Até porque os nossos filhos não irão ignorar. Cabe a nós responsáveis orientar, colocar limites e usar as ferramentas disponíveis para ajudar nesta tarefa”.

Thielke adverte que não basta os pais se tornarem amigo dos filhos na rede social. “Este é um controle mínimo, pois não garante que seu filho vá acessar conteúdo que possa ser nocivo a sua formação. Além de muito diálogo é preciso precaver para que o uso da Rede seja de forma positiva”.

Há diversas ferramentas de bloqueio e monitoração, algumas gratuitas e outras pagas que os pais ou responsáveis podem configurar e assim garantir que a navegação de crianças e adolescentes seja segura e colaborativa para sua formação.

Thielke dá algumas dicas destas ferramentas:

O Controle Parental do Windows possibilita limitar o tempo de uso do computador. A Microsoft também oferece a ferramenta Windows Live proteção para a família.

A MetaCert tem recursos gratuitos e pagos para proteger crianças de adolescentes da pornografia on-line.

O K9 Web Protection é um programa gratuito de monitoramento da internet que possibilita o registro das atividades na Rede e bloquear sites, aplicar restrições de tempo e configurar os buscadores (como o google) de forma segura para as crianças, forçando a opção "Safe Search".

O PC Blindado é um programa pago, mas com versão de teste de monitoramento da internet, possibilitando o controle das atividades e o bloqueio de sites e categorias de sites (como adultos).

A Norton Family oferece ferramentas de proteção do computador, smartphones e tablets, e também de controle de websites, monitoramento de redes socais, controle de tempo, entre outros.

Para o diretor da Toledonet Telecom estas são algumas das ferramentas disponíveis, mas o fundamental é o acompanhamento de pais e responsáveis. “Não só o mundo digital oferece riscos, o mundo real também, por isso a presença da família é fundamental. E também não podemos ser ingênuos que o fato dos nossos filhos estarem a poucos metros de nós, em nossa casa, no quarto deles que estão seguros. É preciso entender que não há mundo hoje sem a Internet, tudo que podemos pensar de alguma forma utiliza recursos de Internet, então cabe uma escolha de onde vamos navegar. As ferramentas estão aí e podem nos ajudar nesta tarefa”, advertiu Marcos Thielke.

Conheça estas ferramentas:

Controle Parental do Windows

MetaCert

K9 Web Protection

Norton Family

PC Blindado

Por: Agência Casa de Notícias

quarta-feira, 22 de março de 2017

Acordo Sebrae-Embrapii subsidiará pesquisas dos pequenos negócios

22/03 - HardSoft


As micro e pequenas empresas brasileiras podem alcançar um novo patamar no desenvolvimento de pesquisas de inovação tecnológica. Um contrato assinado entre o Sebrae e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), no dia 17, vai subsidiar projetos com esse objetivo. A iniciativa é voltada para o credenciamento de empresas desse segmento nas cooperações com instituições de pesquisa científica e tecnológica, públicas e privadas. 

O Sebrae vai aportar R$ 20 milhões para garantir o atendimento aos pequenos negócios. Do valor total de cada projeto apresentado pelas empresas, um terço será bancado pela Embrapii nacional, até um terço pela unidade Embrapii onde o estudo será desenvolvido e o restante ficará sob encargo da empresa, mas com subsídio do Sebrae. “A ideia é fazer com que, ao compartilharem riscos de projetos, essas empresas terminem sendo estimuladas a inovar mais e com maior intensidade tecnológica para, assim, potencializar a força competitiva dos setores onde atuam, tanto no mercado interno como no mercado internacional”, explica o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

“A parceria com o Sebrae será estratégica para nosso planejamento. Ela traz um segmento importante, que são as micro e pequenas empresas, e que agora poderão contar com a expertise EMBRAPII para desenvolver seus projetos de inovação com recursos subsidiados, contribuindo, assim, no aumento da competitividade de seus produtos”, destaca o diretor-presidente da Embrapii, Jorge Guimarães.

O Sebrae estima que cerca de 200 dessas micro e pequenas empresas sejam credenciadas. No convênio foram definidas duas linhas de financiamento: a primeira, voltada para desenvolvimento tecnológico, destina-se apenas às micro e pequenas empresas; a segunda é de encadeamento tecnológico e pode contar com empresas de todos os portes – sendo que os recursos investidos pelo Sebrae serão destinados apenas à primeira linha. A parceria permitirá que a sinergia entre as micro e pequenas empresas com instituições de pesquisa tecnológica e empresas industriais possa ser feita nas 23 unidades credenciadas Embrapii.

Por: Agência Sebrae de Notícias

Startups são selecionadas para novo ciclo do InovAtiva

22/03 - HardSoft


O resultado divulgado na segunda-feira (20) das 300 startups selecionadas para a primeira etapa do programa InovAtiva, realizado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e o Sebrae, mostrou entre os vencedores desta fase uma predominância de projetos apresentados por empresas dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Foram escolhidos projetos de pesquisa que envolvem desde sites para trocas de brinquedos aos setores de aeronáutica, agronegócios, indústria da moda, automobilística e de alimentação, entre outros segmentos.

A divulgação, feita pelo site do programa, deixou entusiasmados vários dos responsáveis por essas startups. Um deles, o empresário Michel Constantino, da Kernel Engenharia, de Belo Horizonte (MG), contou que os pequenos negócios brasileiros precisam desse tipo de estímulo. Com o nome de AviaThinks, o protótipo desenvolvido pela empresa de Michel consiste em uma estação meteorológica que vai subsidiar informações em tempo real sobre as condições climáticas durante viagens de aeronaves de pequeno porte em voos feitos entre municípios do interior. A ideia surgiu quando o empresário, que fez curso de engenharia de automação e, em paralelo, trabalhou como piloto de helicópteros, percebeu as dificuldades que as aeronaves encontram para sobrevoar essas áreas.

“Hoje, empresas como a nossa trabalham muito com manutenção de máquinas. Desenvolver um produto novo para uma área como a aeronáutica é um grande passo, principalmente com esse apoio que estamos recebendo”, afirmou Michel. Em São José dos Campos (SP), o engenheiro eletrônico Sérgio Miranda tem experiência parecida. O projeto de sua autoria, intitulado Baliza Fácil, também entre os selecionados, consiste em um aplicativo com orientações e medições que permitem aos motoristas fazerem baliza com precisão. Segundo Miranda, a pesquisa já está em fase de testes, mas precisa de aporte para ser aprimorada e de orientações para que o produto possa ser oferecido no mercado. “Programas como esse ajudam a firmar as startups no mercado”, destacou.

Em outro segmento, também chamam a atenção projetos voltados para a área de tecnologia da informação, como o site Brincou, Ganhou. Autor do projeto, Daniel Pinho afirmou que a ideia é possibilitar que pais e responsáveis por crianças economizem com a troca de brinquedos que filhos, netos e sobrinhos costumam deixar de lado. Os brinquedos são oferecidos mediante o estabelecimento de uma moeda virtual e conforme critérios de qualidade e estado de conservação. Criado em 2015, o negócio consegue fazer uma troca por dia. “Nosso propósito com essa seleção é participar das mentorias do Sebrae e receber a qualificação e orientação adequada por parte dos eventos a serem oferecidos ao longo do programa”, disse.

Este ano, o InovAtiva Brasil recebeu 1.793 inscrições e selecionou 300 startups para serem aceleradas no ciclo deste semestre. “O InovAtiva traz uma série de impactos positivos para as empresas participantes, que têm a oportunidade de acessar mentorias, cursos, hackathons, pitchs, aproximando-se dos diversos atores desse ecossistema. Esses resultados podem ser percebidos pela conquista de novos mercados, aumento de faturamento e valorização de suas marcas”, destacou a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes. O programa foi implantado em 2013 pelo MDIC. Em parceria do Sebrae, oferece capacitação em empreendedorismo inovador, por meio de cursos gratuitos; acesso a mentores nacionais e internacionais; conexão com possíveis parceiros, investidores e grandes empresas, e outras atividades.

Por: Agência Sebrae de Notícias

terça-feira, 21 de março de 2017

Senai SC integra consórcio de internet industrial

21/03 - Contabilidade na TV


O SENAI/SC, entidade da FIESC, é a terceira instituição brasileira a integrar o Consórcio de Internet Industrial (IIC) criado em 2014 nos Estados Unidos pela AT&T, IBM, GE e Intel. A criação da Associação Brasileira de Internet Industrial (ABII), em 2016, em Joinville, é inspirada neste consórcio internacional. A ABII tem como fundadores a FIESC, a Embraco e a Pollux Automation, que já integra o IIC, que conta com cerca de 250 associados de mais de 30 países.

Para o presidente da FIESC, Glauco José Côrte, a internet industrial está mudando a forma com que as empresas dentro de uma cadeia de suprimentos se relacionam, desde o fornecedor da matéria-prima até o cliente final. “Aderir aos conceitos da internet industrial não é uma opção, mas um requisito da competitividade da indústria e do País”, afirma Côrte, para quem esta nova onda da revolução industrial está promovendo inúmeras mudanças na sociedade e no mundo do trabalho.

Internet Industrial, manufatura avançada, indústria 4.0 são termos que definem um fenômeno que ocorre em todo o planeta, com reflexos na economia e no comportamento humano. Esse fenômeno está baseado na hiperconectividade, avanço do big data e de sistemas de sensoriamento, inteligência artificial e customização em massa.

O IIC é um consórcio internacional aberto, sem fins lucrativos, que está definindo a estrutura de arquitetura e as direções para a internet industrial. A missão do consórcio é coordenar as vastas iniciativas do ecossistema que irá conectar e integrar objetos com pessoas, processos e dados utilizando arquiteturas comuns, interoperabilidade e padrões abertos.

A ABII tem como missão promover a aceleração do crescimento da Internet Industrial no Brasil e coordena um ecossistema para promover iniciativas para a integração entre máquinas, processos e pessoas por meio de conexões seguras com o objetivo de trazer resultados transformadores para as indústrias.

A FIESC e suas entidades atuam em diversas frentes que contribuem para o incremento de uma economia baseada na internet industrial. Em uma vertente estão os serviços educacionais, que, com cerca de 350 mil matrículas anuais, estimula a educação profissional (SENAI), básica (SESI) e executiva (IEL). Por meio do movimento Santa Catarina pela Educação, a Federação contribui para a melhoria dos padrões educacionais do Estado como um todo. O desenvolvimento tecnológico representa outra linha de ação, pela qual as indústrias recebem apoio para inovar e gerar novos modelos de negócio.

Os três institutos de inovação e os sete de tecnologia que o SENAI está implantando no território catarinense cumprem com este objetivo. Por fim, o fortalecimento de saúde e segurança no trabalho pretende garantir qualidade de vida dos trabalhadores, que se tornam mais produtivos e satisfeitos. A Aliança Saúde e Competitividade e o Instituto SESI de Inovação em Tecnologias para Segurança e Saúde no Trabalho são duas iniciativas da FIESC para atuar nesta linha de ação.

Por: Osni Alves Jr. / Portal Contábil SC

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segunda-feira, 20 de março de 2017

Experiência da Campus Party será levada a todo país

20/03 - HardSoft

Foto: Agência Luz
A experiência inovadora da Campus Party será levada para todo o país durante o ano inteiro, em ações presenciais e on line. O Sebrae e o Instituto Campus Party celebram acordo que estabelece um trabalho conjunto e contínuo para fomentar o empreendedorismo digital não apenas nos cinco dias em que a #CPBR acontece em São Paulo. O convênio de cooperação técnica e financeira é válido por 18 meses e prevê investimentos de R$ 2 milhões para atender campuseiros e jovens interessados em empreender em todo o Brasil. 

“A aproximação com a Campus Party e, consequentemente com os campuseiros, possibilita um relacionamento mais próximo com esse público e amplia as possibilidades de atuação do Sebrae, que ajuda boas ideias se transformarem em negócios”, afirma o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos. Segundo ele, uma pesquisa realizada pela Campus Party Brasil em 2013 revelou que 40% dos jovens entrevistados tinham planos de abrir seu próprio negócio nos dois anos seguintes e que eles possuíam de duas a três ideias que realmente acreditavam que poderiam dar certo no mercado. 

O Sebrae vai gerenciar, em conjunto com a Campus, a comunidade de empreendedorismo da plataforma campuse.ro, que possui aproximadamente 60 mil participantes em todo o mundo. Para isso, serão criados 300 vídeos com conteúdo de interesse desse público que serão catalogados de acordo com os momentos de maturidade dos empreendedores (Curiosidade, Ideação, Operação e Tração). 

Os conteúdos serão disponibilizados no portal Sebrae Like a Boss (www.sebrae.com.br/likeaboss) e  na plataforma campuse.ro, que funciona como uma rede social, atualmente com mais de 400 mil pessoas cadastradas no mundo, sendo mais de cem mil no Brasil. Para participar das ações, os interessados devem se cadastrar na plataforma campuse.ro e marcar #empreendedorismo como área de interesse no preenchimento do perfil.

Além disso, serão realizadas experiências pockets da Campus Party em eventos realizados pelo Sebrae, como a Feira do Empreendedor, até setembro do ano que vem. Elas serão transmitidas on line e a ideia é que ocorram em estados fora da região Sudeste onde não são realizadas edições presenciais do evento. 

O principal objetivo do convênio é ampliar a relação do Sebrae com empreendedores digitais. Desde 2011, o Sebrae é parceiro nas ações de empreendedorismo da Campus Party, mas atualmente o contato acontece de forma presencial em momentos pontuais. A ideia é, a partir de agora, criar uma relação contínua e permanente com a comunidade de campuseiros interessados na temática empreendedorismo pela internet. 

Por: Agência Sebrae de Notícias