terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

2017 será o ano da gamificação dentro das empresas

21/02 - Leonardo Guilherme* / Passo Avanti


A cada ano acompanhamos o crescimento da gamificação em diversas áreas de nosso cotidiano, grandes exemplos da adoção dessa estratégia são aplicativos que usamos para manter o controle de nossos estudos, exercícios físicos e até mesmo noites de sono e o consumo de água durante um dia de trabalho. Outro grande exemplo do crescimento da gamificação é o alto número de campanhas publicitárias utilizando a técnica de criar games para fidelizar clientes, hoje até cinemas investem nesse setor para manter o público cada vez mais imerso em seu ambiente.

Um ponto extremamente positivo que acompanhamos nesse cenário é que o uso desses aplicativos nasce de uma necessidade criada pelos próprios usuários. Com o ganho de mercado dos smartphones e tablets, crescimento das redes de internet, eles se tornam imprescindíveis não apenas para acompanhamento de desempenhos em tempo real, mas também servem como motivo para manter o foco em diversos tipos de atividades.

Porém, mesmo com tantos exemplos e facilidades, pouco é difundido o valor que a gamificação agrega aos departamentos de recursos humanos das empresas e, mais diretamente, o valor aos funcionários quando os assuntos são engajamento e performance. A gamificação, além de ser um fator novo e chamar atenção por si só, ela também se apresenta como uma das principais aliadas quando se procura inovação para processos e metodologias de trabalho.

A implementação de uma ação de RH gamificada resolve imediatamente dois grandes problemas: Aproxima membros de uma mesma equipe e também entre diferentes setores de vendas, além de fornecer dados e criar uma base que serve para avaliações mais reais e justas pelos gestores. Um ambiente gamificado estimula (ou trás de volta) o prazer de fazer parte de uma equipe e desejo em fazer dela vencedora e merecedora de premiações e elogios.

Já pude ver estudos que chegavam a expor um número de apenas 13% dos funcionários como sendo os que verdadeiramente se engajavam profissionalmente. Ok, não vamos chegar ao ponto de criar uma teoria do caos e falar que funcionários que não se engajam podem chegar ao ponto de sabotar a própria empresa em que atuam, mas gestores saberão muito bem falar o quanto deixam de ganhar quando possuem um colaborar que não sente a famosa “dor” pela empresa e por resultados abaixo do que é esperado.

Portanto, pare e pense: O que a sua empresa tem feito para manter essa “dor” sempre presente nos colaboradores? E, o principal, como tornar isso algo positivo, principalmente para os próprios funcionários? Afinal, sabemos que a falta de engajamento não representa prejuízo tão somente para a empresa, com ela o colaborador também tem a sua carreira atrasada, ficando para trás e, muito vezes, levando junto os seus companheiros de empresa.

* Leonardo Guilherme é diretor de vendas da Gamific.

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Para Bill Gates, robôs que roubarem empregos terão de pagar impostos

21/02 - IDGNow


O cofundador e ex-CEO da Microsoft, Bill Gates, acredita que os robôs que roubarem empregos dos seres humanos no futuro terão de pagar impostos.

O bilionário defende a taxação desse trabalho feito por robôs como uma maneira de financiar os serviços sociais da sociedade, como saúde, infraestrutura e policiamento.

“Você simplesmente não pode desistir deste imposto”, afirmou Gates em uma entrevista recente. Para Gates, as empresas não podem ficar com os lucros gerados por esse trabalho automatizado sem pagar algum tipo de imposto.

Salto tributário inibe avanço do pequeno provedor de internet

21/02 - Henrique Julião / DCI-SP

Responsáveis por 10,9% do market share de banda larga fixa e por 426 mil do 1,1 milhão de novos acessos registrados no ano passado, as provedoras independentes de internet (ou ISPs) poderiam performar melhor caso as inscritas no Simples Nacional - ou 65% do setor - não enfrentassem um salto tributário tão grande na hora de deixar o programa.

"Há um fosso intransponível", alerta o presidente da Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint), Erich Rodrigues. "As empresas do Simples pagam um ICMS [Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços] máximo de 3,95%. Quando elas saem, esse valor pula para entre 25% e 38%, dependendo do estado. Somos o único setor que tem um aumento de carga tão alta, porque em todos os outros o Simples vai subindo e quando a empresa sai, a taxa tributária nova é quase a mesma do último degrau do Simples", afirma o dirigente - que classifica o atual regime como um fator que 'desincentiva' o crescimento do segmento. Atualmente, o limite para o enquadramento no Simples é um faturamento anual de R$ 3,6 milhões.

No caso das ISPs [do inglês internet service provider] nacionais, a questão impacta mais da metade do mercado: de acordo com um estudo elaborado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) a pedido da Abrint, das pouco mais de 9 mil associadas à entidade, cerca de 5,9 mil são optantes do Simples Nacional - ou 65,7% do total. "O ideal é que houvesse uma lei prevendo o escalonamento do ICMS. Foi aprovada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) em 30 de janeiro uma resolução de Santa Catarina que cria um escalonamento para as empresas do estado. É um ponto de partida, mas ainda assim há dificuldades para a adesão", avalia o presidente da Abrint.

O Leão ataca a economia digital

21/02 - Roger Marzochi / Isto É Dinheiro


Poucas coisas geram tantas reações como os serviços da economia digital. Eles são ao mesmo tempo amados e odiados. Mas uma crítica que sempre alveja empresas como Uber, Netflix, Spotify ou Deezer é a de que elas não pagam impostos. Ao menos, os mesmos que setores semelhantes da economia tradicional são obrigadas a recolher. Com isso, teriam uma vantagem sobre os concorrentes. Pouco a pouco, no entanto, o Leão dos tributos começa a mostrar suas garras para esses aplicativos. No fim do ano passado, o presidente Michel Temer sancionou uma lei que obriga as empresas de streaming de música e de vídeo a pagar ISS de no mínimo 2% sobre o seu faturamento.

No dia 8 de fevereiro, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que a transmissão de música pela web é uma execução pública, sobre a qual o Escritório Central de Arrecadação (Ecad) tem a prerrogativa de fazer a cobrança de direito autoral. Não havia dúvida de que, em algum momento, essas empresas seriam enquadradas pela legislação brasileira. Por um lado, o objetivo é dar tratamento isonômico. Por outro, uma parte dessa conta pode ser paga pelos consumidores, por meio de aumento de preços.

Os aplicativos de transporte de passageiros, como Uber e Cabify, foram os primeiros a serem enquadrados. Em várias cidades ao redor do Brasil, eles já pagam um outorga para que seus carros possam rodar. Em São Paulo, por exemplo, o custo é de R$ 0,10 por quilômetro rodado.“ É um valor que dá para administrar, mas é alto”, diz Daniel Velazco-Bedoya, CEO do Cabify. O ataque do Leão sobre as companhias da economia digital pode dar início a uma guerra jurídica. A razão é simples: não existe no País a definição de atividade de empresas de streaming, seja de música, como Deezer, Spotify, Apple Music, ou de vídeo, como Netflix, Globo Play e Amazon Prime Vídeo.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Udesc Joinville sediará maior evento de startups do mundo a partir de hoje

17/02 - Osni Alves Jr. / Portal Contábil SC


De sexta a domingo; empreendedores, desenvolvedores, designers e entusiastas se reunirão no Centro de Ciências Tecnológicas (CCT), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Joinville, para compartilhar ideias, formar equipes e criar startups. O Startup Weekend é o maior conjunto de eventos de startups do mundo, com edições realizadas em quase 500 cidades em todos os continentes.

A partir das 18h da sexta-feira, 17, o palco do Centro de Convivência da instituição estará aberto aos participantes para compartilharem suas ideias e inspirarem outros a se juntarem a seus times. As mais bem votadas são escolhidas. Durante o sábado e o domingo, os times se focam em encontrar um modelo de negócios e criar um produto viável mínimo, utilizando metodologias e ferramentas como Lean Startup, Business Model Generation e Desenvolvimento de Clientes. Durante a maior parte do tempo haverá mentores convidados à disposição dos participantes. No domingo, os times apresentam o que construíram e recebem feedbacks valiosos de jurados experts. Os melhores são premiados!

Internet of Things (IoT)

“Internet of Things” (ou “Internet das coisas”, em português) é o termo utilizado para uma revolução tecnológica que tem como objetivo conectar itens que utilizamos em nosso dia a dia à internet. Já foram criados diversos eletrodomésticos, relógios, automóveis e roupas que são conectados à internet e a outros dispositivos como computadores e smartphones. A tendência é que o mundo físico e o digital se tornem um só, por meio de aparelhos que se comuniquem diretamente com data centers e suas nuvens. Especialistas acreditam que a partir de 2020, a IoT será o maior mercado de dispositivos do mundo com mais de 200 milhões de gadgets conectados.

Para fazer a inscrição no evento ou obter mais informações basta acessar o site www.up.co/communities/brazil/joinville/startup-weekend/10182.