segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Estudante faz maquete com 1.867 peças de computador e bate recorde

29/08 - João Gustavo Reva / Tecmundo


Preocupado com o problema global de lixo eletrônico, o estudante de Arquitetura e Urbanismo de Belo Horizonte (MG), Rafael dos Santos Silva teve uma ideia que se transformou em recorde. Ele construiu a Maquete com maior número de peças de computador, entrando para o RankBrasil em 2016.

São 1.867 itens, entre processadores, HD, leitor de CD/DVD, CDs, slots, disquetes, placa mãe, CPU, placas (de vídeo, de rede, de som), pente de memória RAM e outros. De acordo com o recordista, a matéria-prima utilizada foi obtida em lojas de informática e também com amigos que são técnicos.

Medindo 270 cm por 130 cm, a maquete traz cidades com prédios, indústria, subestação de energia, árvores, aeroporto, pirâmides, entre outras construções. Além de partes de computador, Rafael utilizou mais 73 peças recicláveis como papelão, tiras de papel e restos de insulfilm.

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É possível definir o nível de segurança que a sua empresa deve ter?

29/08 - Alexandre Maldonado* / Comunique-se


Quando o assunto é segurança digital, um dos desafios dos gestores é saber se sua empresa está realmente protegida dos ataques de malware, crimeware, ransomware entre outros.

A questão é saber qual o nível de segurança ideal para seu negócio.
No entanto, a resposta definitiva não existe. Cada organização conta com particularidades para a definição correta do teor de segurança necessário.

Para chegar a uma avaliação precisa é importante entender as regulamentações e legislações do setor, o tipo de negócio da empresa, o montante a ser investido e a maturidade da empresa para utilizar soluções de segurança da informação.

É esse conjunto de dados que vai possibilitar avaliar o cenário e ver o que é realmente necessário para cada companhia.
Por exemplo, se sua empresa trabalha com o conceito de IoT (Internet das Coisas), com certeza, ela deve se preparar para evitar vulnerabilidades complexas no sistema e ciberataques, já que o número de portas de entradas dos malware é potencializado com as integrações.

Segurança nas “coisas”
Segundo o instituto de pesquisa IDC, haverá cerca de 212 bilhões de objetos ou máquinas conectadas à internet até 2020. Como esses equipamentos geram mais tráfego e demanda de armazenamento de dados para as redes, também ficam mais suscetíveis as brechas de vulnerabilidades e ameaças.

Para se ter uma ideia das possibilidades de invasões e roubos de dados com o IoT desprotegido, em 2013, dois hackers americanos fizeram uma demonstração de uma invasão à um carro enquanto um repórter da Wired Magazine dirigia o veículo.

Conectando-se à porta serial do veículo e depois repetindo o ataque via wireless, os hackers foram capazes de interferir em várias funções do veículo como a estação de rádio, a temperatura do ar-condicionado e chegaram a parar o veículo em pleno funcionamento.

Hoje é possível, por exemplo, controlar o marcapasso de uma pessoa, o termostato de um lugar remotamente (imagine ficar sem aquecedor no inverno, na Rússia ou desligar um sistema de refrigeração de um data Center)?
Se esse tipo de controle cai nas mãos erradas, o estrago pode ser grande.
Diante disso é importante se preparar para evitar falhas de segurança com a IoT. Um dos caminhos é potencializar a visibilidade das imagens de ameaças às aplicações, dispositivos e dados. Adotar controles dinâmicos e automatizados é uma boa saída.

Entenda o tipo de ameaça
Outro ponto é entender o comportamento da ameaça: se é uma ameaça simples – vírus ou malware com um curto período de vida, que tem um comportamento “esperado” e sem um alvo específico – ou avançada, também conhecida como ataque direcionado – malware mais complexo criado e/ou customizado para um alvo específico.

Nesse último caso, o problema é mais complexo e difícil de ser resolvido. Isso requer pessoas, processos e tecnologia trabalhando em conjunto.
Portanto, para definir o nível de segurança adequada do seu negócio é importante entender o contexto de mercado, sua atuação e o grau de maturidade da empresa. Feito isso, o passo seguinte é criar estratégias para aumentar a segurança dos dados e garantir a proteção da propriedade intelectual da sua empresa.

*Alexandre Maldonado é Major Account Manager da Trend Micro Brasil

O curriculum em papel ainda existe?

29/08 - Fabiana Schneider* / P+G Comunicação Integrada


Vou começar com uma pergunta provocativa: você acha que o curriculum em papel ainda existe? Mesmo em tempos da “era da informação”, acredite ou não, ainda é necessário você ter seu Curriculum Vitae à disposição, online ou em papel, bem escrito, atualizado, de preferência em até duas folhas, citando as principais palavras-chave sobre você ou suas próprias “hashtags” e suas experiências profissionais, além de “vender” seus melhores projetos e resultados alcançados nas empresas em que trabalhou.  

Mas como um headhunter, como eu, vou poder conhecer você e incluí-lo em um processo seletivo que estou trabalhando se seu CV em papel estiver apenas com você? O Linkedin resolve este problema. Se você tiver um perfil online e em rede, atualizado e idêntico ao seu CV nesta que é a maior rede social profissional da atualidade com mais de 400 milhões de usuários no Mundo, fica muito mais fácil, rápido e assertivo aos recrutadores poder encontrar você! 

Se você está trabalhando, o LinkedIn é uma ótima plataforma de networking e benchmarking sobre projetos semelhantes aos que você trabalha hoje, trocando cases de sucesso, de fracasso ou dificuldades na implantação, e ainda poder ouvir uma proposta de emprego interessante para um novo projeto, por que não?  

Já se você está em transição de carreira e busca uma nova recolocação no mercado ele é uma excelente ferramenta gratuita para buscar novas oportunidades de trabalho. Inclusive compartilho uma dica valiosa sobre busca de vagas no LinkedIn, tanto no site quanto no aplicativo (LinkedIn Jobs): na aba “empregos”, selecione possíveis nomes de cargos e segmentos de atuação e assim busque por diversas opções de palavras-chave, empresas, localidades geográficas (CEP). Depois de selecionadas as mais aderentes a você, salve suas pesquisas e coloque no alerta diário. Pronto! Assim você acompanha as vagas publicadas no LinkedIn, que são bem mais estratégicas que outros sites de empregos. E fique tranquilo pois estes alertas e todas suas candidaturas a vagas poderão ser vistas apenas por você mesmo.  

Vale lembrar que esta mesma dica acima pode ser usada para quem está insatisfeito com seu trabalho atual e quer saber passivamente como anda o mercado de trabalho pois assim você mesmo pode mapear o mercado por meio das vagas abertas para sua área, cargo ou segmento buscando por títulos semelhantes ao seu hoje, por exemplo. E caso não encontre nenhuma vaga para seu perfil ou encontre vagas pouco aderentes, reflita bem sobre sua real insatisfação e sua resiliência em continuar mais um tempo em sua empresa atual.

Por outro lado, se você busca proativamente inscrever seu CV em empresas que admira ou até mesmo quer confirmar informações antes de aceitar uma nova proposta de emprego, vale a dica de seguir estas empresas no LinkedIn e ainda se conectar com profissionais que trabalham lá para poder conhecer mais da cultura e clima organizacional no dia-a-dia, sempre com muito bom senso, objetividade e paciência se não for respondido. 

E para as empresas, estas mesmas estratégias podem ser utilizadas para fazer o mesmo mapeamento de mercado, público-alvo, concorrentes, oxigenar e ampliar sua rede para alcançar um maior número de prospects para seus produtos ou serviços, ou ainda conhecer novos parceiros, fornecedores ou futuros sócios. No LinkedIn você consegue buscar muitas destas informações estratégicas para seu negócio de forma fácil, rápida, assertiva e gratuita. Cuide de seu perfil no LinkedIn e mantenha-o atualizado sempre que iniciar ou concluir algum novo curso ou quando iniciar ou terminar um projeto. 

*Fabiana Schneider é professora do ISAE/FGV, de Curitiba (PR), e tem mais de 18 anos de experiência profissional na área comercial, atuando em empresas nacionais e multinacionais.

Três dicas fundamentais para melhorar o seu videoatendimento

29/08 - Renato Batista / Comunique-se


O atendimento ao cliente tornou-se uma das principais preocupações das empresas na era digital. Os canais de comunicação estão cada vez mais abertos e ter um bom atendimento pode ser o diferencial da sua marca. Por isso, as empresas buscam novas soluções que as aproximem do seu consumidor – seja estar presente e ter um SAC nas redes sociais, canais exclusivos de atendimento a clientes premium ou mesmo ir em direção a uma comunicação direta, cara-a-cara com o cliente. Os robôs de atendimento podem ajudar muito neste processo, mas há aqueles momentos em que o cliente quer mesmo é ver com quem está falando.

Para facilitar esta exigência, o atendimento ao cliente por vídeo está cada vez mais comum. Seja na área de saúde, para seguradoras, bancos e até mesmo companhias aéreas, possibilitar um contato próximo com o cliente pode ser o ”pulo do gato”. Mas não é simplesmente adotar a tecnologia e pronto. Seguem algumas dicas para fazer o seu atendimento por vídeo realmente diferenciado:

1)     Humanize o atendimento – quando se está frente-a-frente com um cliente, ainda que hajam padrões de atendimento a serem seguidos, é importante ter jogo de cintura e simpatia. Os roteiros de atendimento podem ser um bom guia, mas sair deles e estabelecer realmente um diálogo empático com o consumidor é fundamental.

2)     O ambiente importa – ninguém mais quer ouvir a voz do atendente ao lado quando liga para um atendimento ao cliente. Com vídeo, então, é necessário tomar mais cuidado. Mostrar um ambiente neutro e organizado para o seu cliente dá mais valor à sua empresa (o mesmo vale quando atendemos uma chamada com vídeo).

3)     Tenha opções de acesso para o cliente – a possibilidade de resolver um problema sem ter que sentar à frente de um computador ou estar em frente a um totem é muito importante. Hoje já existem plataformas de videoatendimento em nuvem, que permitem acesso a partir de qualquer dispositivo com acesso à internet.

Pode parecer simples, mas adotar uma nova forma de atendimento requer treinamento e, neste caso, muita atenção aos detalhes. Afinal, aproximar-se do cliente é fundamental, mas é uma via de mão dupla – com o videoatendimento, o cliente verá sua empresa refletida na experiência dele.

Opera é hackeada e 1,7 milhão de senhas são comprometidas

29/08 - Lucas Agrela, de EXAME.com


A Opera, conhecida por seu navegador de internet concorrente do Chrome, emitiu um alerta aos seus usuários para informar sobre uma invasão aos seus servidores. Dados de mais de 1,7 milhão de pessoas podem ter sido comprometidos.

As informações vazadas são do serviço Opera Sync, que sincroniza o histórico de navegação, englobam nomes de login e senhas.

A empresa sueca, agora, pede que todos os usuários troquem suas senhas, como medida de segurança. 

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