“O plano original do PNBL é aproveitar as fibras óticas que já existem e estão em pose das estatais, mas elas não estão presentes em todos os municípios. O plano também prevê saltos de rádio, mas isso só pode ser levado para até 100 quilômetros de distância das fibras”, explica.
Para os municípios que não estão nessa área –cerca de 1.200--, será usada a internet por satélite, segundo Coimbra. “São principalmente na região Norte e Nordeste. São regiões como o centro-sul do Pará e o Amazonas”, disse.
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Escrito por: Amanda Demetrio




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