Quando a taiuanesa Foxconn Technology acertou em abril de 2011 que fabricaria produtos da Apple no Brasil, a presidente Dilma Rousseff e seus conselheiros prometeram que até US$ 12 bilhões em investimentos nos seis anos seguintes transformariam o setor de tecnologia brasileiro para colocá-lo na vanguarda do desenvolvimento de telas sensíveis ao toque.
Uma nova cadeia de suprimentos seria criada, o que geraria empregos de alta qualidade. Isso derrubaria os preços dos cobiçados aparelhos eletrônicos. Após quatro anos, no entanto, nada disso se tornou realidade.
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Escrito por: Reuters





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