07/05 - Washington Post / Redação Olhar Digital
A IBM tem em suas mãos o supercomputador Watson, que a empresa promete ser capaz de fazer praticamente tudo (ele já foi usado até para cozinhar). A nova proposta parece ser efetivamente útil: usar sua capacidade enorme de processamento para ajudar a combater o câncer.
A empresa está abrindo a possibilidade de que institutos do combate ao câncer nos Estados Unidos possam sequenciar o genoma de tumores malignos aproveitando a capacidade do Watson. Assim, também seria possível acessar as informações médicas mais relevantes para indicar um tratamento adequado.
Na fase inicial do programa, o Watson será usado para analisar os dados genômicos de pacientes que estão lutando contra vários tipos de câncer: linfoma, melanoma, e câncer pancreático, ovariano, cerebral, pulmonar, de mama e colorretal. Caso os tratamentos mais comuns (cirurgia, quimioterapia e radioterapia) tenham falhado com estas pessoas, elas terão a possibilidade de tratamentos de isolamento que miram especificamente as mutações que causam o câncer.





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