18/07 - Gabriela Castilho e Adriano Oliveira / G1 Ribeirão e Franca
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| Foto: Gabriela Castilho/G1 |
Com suspeita de dengue, o analista de sistemas Sérgio Oliveira Campos, de 30 anos, procurou atendimento em uma unidade pública de saúde, mas, desistiu da consulta ao ser informado que o tempo de espera no Pronto-Socorro seria de oito horas.
Sem plano de saúde, Campos aceitou a indicação de um amigo e buscou um médico particular em um aplicativo de celular. Duas horas e meia depois, o analista saía do consultório com a confirmação do diagnóstico e o receituário nas mãos. “Muito melhor do que convênio”, avalia.
Exemplos como esse estão se multiplicando em São Paulo e Minas Gerais, após o lançamento do Hippo Drs., software desenvolvido por alunos da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP, com a promessa de democratizar e desburocratizar os atendimentos de saúde.
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