25/07 - Eduardo Harada / Tecmundo
Embora a Lei de Moore e sua complexidade tenham sido extensamente questionadas no passado e muitos tenham tentado prever o seu fim, é preciso admitir que uma tendência tem se mostrado verdadeira entre as fabricantes de chips: a redução no tamanho do componentes. Porém, até mesmo esse paradigma está para ser deixado para trás de acordo com uma previsão das principais empresas desse setor.
Segundo um documento publicado pela The Semiconductor Industry Association – conglomerado que reúne empresas como IBM e Intel –, esperasse que a diminuição dos transistores chegue ao fim em 2021. De modo simplista, pode-se dizer que isso vai acontecer porque não será mais financeiramente prático continuar a reduzir o tamanho dos chips, o que resultaria em custos elevados para as empresas que compram esses componentes.
Em vez de diminuir de tamanho, as fabricantes passariam a apostar em tecnologias inovadoras e que aproveitem melhor o espaço disponível. A técnica dos chips 3D, por exemplo, é uma das que mais se destaca entre aquelas que vão ajudar a manter a Lei de Moore viva por um pouco mais de tempo, embora seu ritmo possa diminuir consideravelmente.
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