terça-feira, 15 de agosto de 2017

McAfee anuncia segurança avançada para a Amazon Web Services

15/08 - HardSoft
A McAfee anunciou o lançamento da solução McAfee® Virtual Network Security Platform (vNSP da McAfee®) para Amazon Web Services (AWS). Diferentemente de outras soluções, a vNSP da McAfee oferece uma proteção no nível da carga de trabalho, eliminando uma falha gerada por outras soluções de rede.

“A AWS tem um amplo espectro de proteção, assim como a segurança da nuvem, porém, os usuários ainda são os responsáveis pela sua segurança na nuvem – incluindo a segurança em seus sistemas operacionais, aplicativos e tráfego de dados”, diz Shishir Singh, Vice-presidente e gerente geral da unidade de negócios de segurança em rede, McAfee. “Enquanto as configurações de firewall forem importantes, as equipes de segurança e os arquitetos de nuvem precisam abordar a prevenção de vulnerabilidades, a proteção contra malwares e obter visibilidade do movimento lateral das ameaças. Com a McAfee Network Security Platform, os usuários poderão ir além das proteções básicas e obter sistemas de proteção mais sofisticados para a sua rede na nuvem”.

Um malware avançado pode chegar até as cargas de trabalho da AWS de uma organização, através do tráfego de rede, junto com scripts entre sites, botnets e ataques de injeção de SQL. A implementação da infraestrutura na nuvem também pode abrir a janela para novas vulnerabilidades que não são, de fato, responsabilidade do cliente – caso um servidor virtual na AWS esteja comprometido, o malware poderá ir até outros servidores vulneráveis dentro do mesmo ambiente do cliente. Este trajeto lateral é conhecido como tráfego de rede “Leste-Oeste”, e normalmente representa a maior parte da comunicação dentro dos ambientes virtualizados.

A vNSP da McAfee foi criada do zero para trabalhar na infraestrutura da AWS altamente distribuída para descongestionar um pouco a rede. Ao invés de seguir os passos tradicionais, monitorando um segmento completo de rede para realizar a proteção de uma única carga de trabalho, a vNSP da McAfee faz a proteção em nível individual. Este tipo de estratégia é significativamente diferente de outras soluções de mercado, garantindo a visibilidade do tráfego intersegmental, eliminando uma falha na rede e usando, de forma eficaz os recursos de segurança somente quando for realmente necessário. A solução de vNSP da McAfee criada especificamente para a AWS também pode ser gerenciada a partir do mesmo console como NSP local da McAfee.

As equipes de desenvolvimento podem facilmente inserir a segurança no seu processo de implementação de aplicativo, utilizando estruturas de automação como modelos de formação de nuvens, Chef and Puppet para implementar e gerenciar a vNSP da McAfee na AWS. Os controles de segurança de rede são abrangentes e incluem a prevenção de explorações online, junto a um aplicativo de proteção da web, detecção de malwares de dia zero e isolamento da carga de trabalho através da segmentação e da detecção de um ataque vindo de todas as partes.

A vNSP da McAfee para AWS representa o compromisso da McAfee de realizar uma segurança melhor para os clientes da AWS.

Segurança da carga de trabalho da nuvem para AWS
A McAfee também lançou recentemente a nova Amazon Machine Image (AMI) para o McAfee Public Cloud Server Security Suite (PCS McAfee), que fica disponível por hora no mercado da AWS. Esta AMI paga é uma opção flexível para proteger as cargas de trabalho da AWS desde que não haja a necessidade de calcular o seu uso e de obter uma licença prévia antes de usá-la. Os usuários também podem acessar o PCS da McAfee na AWS Marketplace.

Por Medialink Comunicação

Segurança da informação nos bancos em tempos de alta conectividade

15/08 - HardSoft

Com a transformação digital, há mais risco de violações de dados em trânsito e no momento do armazenamento; controle em tempo real e feito em camadas é essencial para evitar ataques
A palavra de ordem hoje, em qualquer banco, é alta conectividade: a capacidade de operar em um sistema de rede para atender o cliente onde e como ele quiser - e de maneira segura e rentável para o negócio. Mas, para estar digitalmente pronto é importante que toda a  implantação e monitoramento sejam feitos da maneira correta, proporcionando proteção para os dados e permitindo mais produtividade aos colaboradores. Isso porque, com a mesma velocidade que as companhias adotam tecnologias para atuar no cenário hiperconectado atual, crescem as ameaças à segurança da informação, com criminosos digitais bem preparados e com conhecimento sobre o nível de proteção de seus alvos.

Só em 2016, as instituições financeiras investiram R$ 18,6 bilhões em tecnologia no Brasil e 21,9 bilhões de transações bancárias foram feitas pelo mobile banking, com alta de 96% em relação ao ano anterior, segundo pesquisa feita pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Com a digitalização, é essencial contar com uma estratégia de segurança que inspecione todo o tráfego. O aumento da conectividade híbrida pode apresentar riscos de violações tanto enquanto os dados estão em trânsito, quanto no momento em que estão sendo armazenados. Veja, a seguir, os pilares mais importantes:

1. Controle de cloud em tempo real
A estratégia de defesa multicamadas, que abrange os usuários finais, aplicações e centros de dados, é essencial na era dos ataques multivetores. A plataforma de segurança baseada em nuvem – provisionado de gateways de internet distribuídos regionalmente – pode inspecionar o tráfego criptografado em alta velocidade, protegendo smartphones, tablets, PCs e servidores com atualizações contínuas em resposta a ameaças.

2. Big Data como aliado
Fala-se muito do uso da inteligência de robôs para realizar o atendimento ao cliente, mas é essencial, também, usar essa inteligência para detectar ameaças e ataques. O tempo médio para que as empresas detectem por conta própria uma ameaça vem diminuindo nos últimos anos (chegou a ser 243 dias em 2012, segundo dados da Arbor Networks), porém, essa detecção é mais efetiva quando feita por especialistas em segurança digital. Ter um ambiente integrado para análise das informações - como uma plataforma de informações de segurança e gerenciamento de eventos (SIEM) - ajuda a correlacionar alertas de proteção e transformá-los em inteligência acionável. A análise de Big Data potencializa a visualização de ameaças em tempo real e dinamiza a resposta a incidentes e a pós-eventos, o que possibilita descobrir o que está acontecendo ao redor do mundo e identificar ações maliciosas, com análise de comportamento.

3. Autenticação de usuários
A gestão de identidade e acesso integrado (IAM) dá aos funcionários e parceiros aprovados ingresso à nuvem e aplicações a partir de qualquer dispositivo usando apenas um login. A autenticação segura protege o acesso VPN por meio de conexões de internet inseguras, e é vital para proteger os sistemas de dados sigilosos dos bancos. As informações mais delicadas, como registro de clientes, devem ser criptografadas e protegidas por tokens antes de serem processadas ​​e armazenadas em centros de dados privados ou em cloud. Há algumas formas de fazer isso, como pela disponibilização de chaves de segurança e confirmação de códigos enviados via SMS, além dos programas que devem ser instalados pelo cliente para criptografar os dados, chamados de guardião.

4. Gerenciamento de riscos estratégico
Contar com um Centro de Operações de Segurança (CyberSOC), com disponibilidade 24 horas nos sete dias da semana, é essencial. Trata-se de um grupo de especialistas em segurança que mostram à instituição quais dados são mais importantes e devem ser priorizados, e as formas de reduzir os riscos de ataque. O CyberSOC controla os fluxos de tráfego, identifica exceções e age decisivamente quando um ataque ocorre, com políticas baseadas em geolocalização e listas negras, com o intuito de reduzir o risco de ataques via botnets, sites de hospedagem de malware e spam. Seus robôs detectam ataques e desviam o tráfego para servidores de filtragem centralizados onde podem ser bloqueados.

Mas nada disso fará sentido, se a instituição não treinar - e conscientizar - o público interno e externo sobre a importância da segurança da informação. A empresa pode contar com inúmeros filtros, mas, se apenas um funcionário tiver uma atitude indevida, abre a brecha de toda a rede. Aposte em treinamentos de como usar a internet e todos os dispositivos móveis, com vídeos educativos e informes frequentes. A principal forma de evitar ataques, em tempos de alta conectividade, ainda é, a conscientização das pessoas.

*Leandro Laporta é gerente de pré-vendas Brasil da Orange Business Services

Por Aboutcom

O que é preciso saber sobre contratos societários em startups

15/08 - HardSoft

Especialista lista pontos importantes para quem vai abrir empresa de tecnologia em sociedade 
Apesar da crise, o ecossistema brasileiro de startups cresce a todo vapor. Segundo dados da levantados pela ABS (Associação Brasileira de Startups), até o final de 2015, o número de empresas em desenvolvimento chegava a 4.151, contabilizando crescimento de 18,6% num período de seis meses. Porém, nem todas se estabilizam. Um estudo realizado pela aceleradora Startup Farm aponta que 74% das startups brasileiras fecham após cinco anos de existência e 18% delas antes mesmo de completar dois anos. Segundo o advogado Rodrigo Valverde, sócio do Schroeder&Valverde, um dos motivos que levam ao fechamento são os conflitos entre os sócios e a desvalorização no mercado.

Algumas medidas, como a discussão e revisão do contrato social, podem ser tomadas entre os fundadores e sócios para garantir a estabilidade da empresa. Abaixo, o especialista listou as dúvidas recorrentes sobre contratos societários e o que eles devem conter para que parte dos problemas sejam previstos em startups. Confira:

- Dedicação dos fundadores e executivos
É preciso estar bem claro no contrato se os fundadores e diretores serão exclusivos ou se trabalharão meio-período até que a empresa atinja um nível capaz de pagar uma remuneração adequada a eles. O desalinhamento de expectativas entre o tempo e disponibilidade que cada sócio vai dedicar ao negócio costuma ser fonte de discussões e problemas.

- Cláusula non-compete
Um ponto importante é deixar claro se após ou durante o término da relação societária/contratual, o sócio poderá atuar no mesmo segmento da empresa criada.

- Cláusula non-solicitation
Aqui fica claro se o fundador poderá convidar pessoas do time para trabalhar em outros projetos, durante ou após o término da relação societária/contratual.

- Afastamento do fundador
Independentemente do motivo, as consequências para esta hipótese precisam estar bem detalhadas. Na maioria das vezes, existe a compra da participação societária, mas não ficam definidos o critério para avaliação da empresa – e da participação do sócio que se retira. Parte dos critérios utilizados em negociações recorrentes, como múltiplo de Ebitda, ou valor patrimonial ou valor contábil, não se aplicam a startups. Também por isso é importante que a discussão sobre a forma de avaliar a participação dos sócios deve ser o mais simples e objetiva possível. O critério também deve ser escolhido antes da briga ou da saída do sócio, nunca no calor da emoção do momento.

- Saída e entrada de sócios
Os critérios para considerar a entrada de um novo sócio, que pode ser fundamental para o negócio, e também para decidir a saída de alguém que não esteja mais alinhado com o projeto, são pontos que devem constar nos contratos societários.

- Aporte de capital
Qual será a forma de diluição e recomposição de participação societária, a partir da entrada de recursos na companhia e das entregas feitas pelos executivos e fundadores.

- Diluição de fundadores por executivos

Na empresa, se existe intenção de premiar ou recompensar executivos com um programa de compra de ações e engaja-los no projeto, deve estar claro quais as medidas, percentual e critérios para a concessão deste benefício.

*Rodrigo Valverde - Sócio do Schroeder&Valverde, Rodrigo Valverde é advogado com mais de 11 anos de experiência no setor.

Por Ludmilla Amaral

Professor da FGV analisa o papel da Inteligência Artificial no mercado de trabalho

15/08 - HardSoft 
A discussão sobre Inteligência Artificial (I.A.) voltou após o Facebook encerrar seu projeto que criou uma linguagem própria que não pode ser compreendida por humanos. Com isso volta à pergunta: devemos temer o cenário que o cinema costuma relatar com a aniquilação da humanidade pelos robôs? Para o coordenador acadêmico do MBA em Marketing Digital e do Post-MBA em Digital Business da FGV, André Miceli, isso não deve acontecer, mas teremos problemas.

De acordo com o professor da FGV, o problema é como a população vai lidar com a Inteligência Artificial. Miceli alerta para o fato de que robôs diminuíram de tamanho, tiveram sua capacidade de aprendizado ampliada nos últimos anos, deixaram de ser usados apenas para atividades físicas e passaram para as intelectuais.

"Esse movimento trará grande impacto para as economias e deverá impulsionar a automação. Muitos profissionais serão substituídos por máquinas. Essa automação está a poucos passos de ganhar uma escala que vai mexer com todos nós", afirma o especialista.

André Miceli, no entanto, diz que a medicina pode ser uma das beneficiadas. "Muito provavelmente será possível checar uma radiografia ou exame de sangue logo após a coleta, e relacionar todos os testes com desdobramentos de doenças, até mesmo prevendo o que vai acontecer com o paciente no futuro", acredita.

O professor da FGV, porém, salienta que o processo de transformação acelerada da automação também vai mudar a estrutura organizacional das empresas e desconstruir a relação milenar que temos com o trabalho. Miceli cita o exemplo dos critérios usados pelos agentes “tomadores de decisões”. "Que tipo de decisão que a máquina vai tomar? Ela pode criar formas excludentes de tratamento, como a diminuição de mulheres em cargos específicos ou elaborar relatórios com discursos hegemônicos sobre determinado tema", expõe Andre Miceli.

Por fim, o especialista afirma que será necessário pensarmos em alternativas econômicas, pelo simples fato de que não haverá emprego para todos nesse novo cenário que se aproxima. “Precisaremos nos adaptar a um mundo novo e estar dispostos a abraçar as inovações tecnológicas, uma vez que quem não estiver liderando a mudança, poderá ser atropelado por ela", avalia o professor da FGV.

Por Insight Comunicação

22% dos internautas têm o hábito de comprar em sites e aplicativos de descontos, mostra pesquisa do SPC Brasil e CNDL

15/08 - HardSoft

Restaurantes, comida delivery e itens de vestuário são os principais produtos comprados. Valor médio das compras é de R$ 246 
Com o aumento no número de usuários de smartphones, é comum encontrar quem acessa sites ou aplicativos de ofertas e descontos para fazer compras.  Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que 22% dos consumidores brasileiros que realizaram alguma compra pela internet no último ano, possuem o hábito de utilizar sites e aplicativos de descontos.

De acordo com o levantamento, pratos em bares e restaurantes (48%), comidas delivery (39%) e itens de vestuário, calçados e acessórios (33%) são os produtos mais comprados em sites ou aplicativos exclusivos de oferta de descontos. Em média, o valor das compras realizadas nestes sites é de R$ 246.

Segundo o educador financeiro do SPC Brasil e do Meu Bolso Feliz, José Vignoli, por mais que os descontos sejam de fato bons, os consumidores têm que tomar cuidado para não exagerarem nas compras. “Com a grande quantidade de produtos ofertados com preços tentadores e as notificações no celular a cada momento lembrando das ofertas, fica difícil controlar a ansiedade e evitar a compra desnecessária, mas isso tem que ser feito para que o orçamento não seja comprometido com aquisições supérfluas”, indica o especialista. “O consumidor tem que refletir antes de adquirir um produto, pois o simples fato de haver desconto não significa que seja um bom negócio. O melhor a fazer é comprar de forma planejada e checar a possibilidade de reembolso no caso da não utilização do cupom de desconto.”

Na comparação com os anos anteriores, 52% consideram ter diminuído a frequência de compras nesses sites e aplicativos e 25% mantiveram a mesma quantidade. Seis em cada dez entrevistados (61%) usufruíram de todos os cupons e/ou descontos adquiridos, mas 40% já deixaram de utilizar algum. Entre os produtos que foram comprados e não utilizados estão: passagens (27%), pacotes de viagem (25%) e cursos (23%). O principal motivo para deixar de usar o cupom/desconto é a expiração do prazo (43%).

Já entre os que utilizaram ao menos um dos cupons adquiridos, 78% ficaram satisfeitos com os produtos e serviços, ao contrário dos 22% que não ficaram. Para estes, o principal problema foi o atendimento do lugar, que deixou a desejar.
 
Metodologia
A pesquisa ouviu 673 internautas das 27 capitais que realizaram compras pela internet no último ano. A margem de erro é de 3,4 pontos a uma margem de confiança de 95%.

Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Por SPC Brasil