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quarta-feira, 10 de maio de 2017

iOS segue ganhando participação na Europa e nos Estados Unidos; China ainda é desafio para Apple

10/05 - HardSoft
Os dados mais recentes sobre sistemas operacionais de smartphones da Kantar Worldpanel ComTech revelam que, apesar do relatório de lucros da Apple não ter atendido às expectativas de Wall Street no primeiro trimestre de 2017, a empresa continuou ganhando participação na maioria dos mercados internacionais ante o mesmo período do ano anterior, exceto pela China urbana. O maior aumento para o sistema iOS veio da Grã-Bretanha, com 40,4% das vendas de smartphone, que corresponde a um crescimento de 5,6%, e nos Estados Unidos, com 38,9% das vendas e um aumento de 5,2% em relação ao mesmo período do ano passado.

“O primeiro trimestre de 2017 produziu a menor participação de mercado do iOS na China desde o segundo trimestre de 2014, com 12,4% da venda de smartphones. O sistema Android continuou a registrar ganhos ano a ano, com 87,2% da venda de aparelhos”, afirma Lauren Guenveur, diretora de Consumer Insight da Kantar Worldpanel ComTech. “Para o iOS, isso representa uma queda de 9,1 pontos percentuais em relação ao primeiro trimestre de 2016. Ao mesmo tempo, o iPhone 7 continuou a ser o dispositivo mais vendido na China urbana, com 3,8% de um mercado cada vez mais fragmentado", completa.

“Como uma porcentagem das vendas de Android, a Huawei continua a dominar a China urbana, com 36% do mercado. A Oppo, que tomou o mercado chinês de repente em 2016, se tornou a segunda maior marca de Android, com 13% das vendas. A Samsung caiu para o sexto lugar, atrás de vendedores locais, como Xiaomi, Meizu e Vivo, com apenas cinco por cento das vendas”, informa Tamsin Timpson, diretora de Strategic Insight da Kantar Worldpanel ComTech Asia.“A força da Oppo está em sua presença massiva, que responde por 86% de suas vendas de smartphone. Isso contrasta com a maioria das outras marcas no mercado, que fazem pelo menos um terço de suas vendas online, exceto pela Vivo”, destaca.

Nos cinco maiores mercados da Europa (Grã-Bretanha, Alemanha, França, Itália e Espanha), o Android foi responsável por 76,3% das vendas de smartphones no primeiro trimestre de 2017, quase em linha com o mesmo período do ano anterior, que foi de 75,6%. O iOS registrou ganho de 1,9% e alcançou 20,7% das vendas de smartphones.

“Por meio dos cinco maiores mercados europeus, as marcas chinesas têm crescido ao longo do ano e respondem por 22% das vendas”, diz Dominic Sunnebo, diretor de Business Unit da Kantar Worldpanel ComTech Europe.“A Huawei, segunda maior marca com sistema Android na França, Itália, Alemanha e Espanha, começou também a marcar presença na Grã-Bretanha, mercado que, historicamente, se esforça para conquistar. Ela corresponde a 6,3% das vendas de smartphones na ilha britânica no primeiro trimestre de 2017, um recorde de todos os tempos, e se tornou a terceira maior marca de Android neste mercado, atrás da Samsung e Sony.”

Nos Estados Unidos, o Android responde por 59,2% das vendas de smartphones, comparado a 63,4% que tinha um ano antes, enquanto o sistema iOS capturou 38,9% das vendas, com aumento em relação ao ano anterior, quando registrou 33,7%. A queda na participação de mercado do Android tem sido impulsionada, em grande parte, pela diminuição das vendas de telefones Samsung e Moto, a maior e terceira maior marca com o sistema no mercado, respectivamente.

“Enquanto os vendedores chineses estão aproveitando o crescimento em lugares como os cinco maiores mercados europeus, América Latina e Índia, o mesmo não pode ser dito nos Estados Unidos, que continua dominado pela Apple (39%), Samsung (30%) e LG (12%)”, afirma Guenveur. "O declínio das vendas de smartphones Samsung no primeiro trimestre de 2017 foi provavelmente devido a compradores antecipando o lançamento do novo Samsung Galaxy S8, em 21 de abril. Esperamos ter os resultados de lançamento do S8 nos próximos 60 dias. Também devemos saber se o S8 vai superar os problemas da Samsung com o modelo Note 7 e se vai empurrar os iPhones 7 e 7 Plus para fora do topo de venda”, finaliza a executiva.


Por Kantar Worldpanel

quarta-feira, 8 de março de 2017

Principais barreiras ao inovar na era digital – Parte 2

08/03 - HardSoft


Ao implantar a cultura de inovação, empresas se deparam com dificuldades que em muitos casos não foram previstas

Como vimos na primeira parte deste artigo, uma das características muito presentes nas companhias é a alta confiança que possuem em seus produtos, serviços ou segmentos de atuação. Porém, a velocidade com que as inovações acontecem e a agilidade dos clientes em mudar seu foco fazem com que exista uma corrida entre as empresas para ver quem consegue se antecipar aos movimentos dos clientes e mercado e obter uma vantagem competitiva, uma diferenciação e, assim, tomar o mercado.

Ao realizar investimentos em inovação, as empresas se deparam com dificuldades que em muitos casos não foram previstas. Em artigo publicado por Maria de Fátima Bruno-Faria e Marcus Vinicius de Araújo Fonseca, ambos da Universidade Federal do Rio de Janeiro, foram identificados fatores que influenciam ou contribuem para o sucesso de inovação nas organizações, os quais devem ser considerados. 

Fatores que afetam a inovação e criatividade


Por não considerar todos as variáveis os fatores necessários para que os projetos de inovação sejam bem-sucedidos, há uma grande taxa de falhas, seja por se insistir em ideias inviáveis, por se exceder na inovação e esquecer da solução do problema em questão, entre inúmeros outros motivos de falha. Segundo Philip Kotler, autor do livro “A Bíblia da Inovação”, apenas 8% dos projetos de inovação são bem-sucedidos, o que indica que o impacto dessas barreiras é bem significativo e não deve ser negligenciado. 

De acordo com o contexto da empresa, em termos de posicionamento no mercado, capacidade de investimento e clima organizacional de seus colaboradores, uma estratégia de inovação pode ser planejada. Este planejamento é determinado por ameaças internas e externas conhecidas, indicando potenciais ganhos em termos de retenção de clientes atuais bem como obtenção de novos clientes. Segundo Trías e Kotler, há quatro níveis em que a inovação pode ser aplicada e, dependendo da análise feita pelo ativador da inovação, o nível identifica a abrangência e o grau de disrupção requerido pelo processo para inovar.


Quanto maior o nível de inovação requerido, maior é o risco da inovação quanto aos seus resultados. 

Além de questões organizacionais, há também os aspectos culturais, pois há uma perceptível diferença de abordagem e preparação das pessoas para atuar ou conviver com iniciativas de inovação e operações. Como os profissionais em uma organização são avaliados em termos de seu desempenho por critérios muito mais voltados aos resultados esperados pela operação, há uma falta ou baixo incentivo para que esses profissionais busquem a inovação. 

É preciso balancear os objetivos e metas entre operação e inovação, assim há um melhor convívio. 
Comparativo entre operações e inovações

Comparativo entre operações e inovações


Esperar que um profissional, que atua numa operação existente e que é cobrado continuamente por resultados previamente planejados, consiga conciliar seu tempo e atenção para pensar em inovações e novos produtos, que muitas vezes entram em conflito com o modelo de negócio atual, se mostrou em diversos casos inadequado.

Por Lucas Ricardo Mendes de Souza, especialista Inmetrics

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

HardSoft - Programa 710

Bloco 1
Saiba tudo sobre estabilizadores, nobreaks e filtros de linha.


Bloco 2
Apresentação do game Incredible Dracula Chasing Love Collector's Edition - jogo de estratégia/casual produzido por New Bridge Games.

 

Bloco 3
Saiba como traduzir arquivos em PDF.

HardSoft - Programa 709

Bloco 1
Saiba quais as vantagens e desvantagens de particionar um HD.


Bloco 2
Apresentação do game de aventura Downfall produzido pela Harvester Games.

 

Bloco 3
Conheça o Iperius, software para backups.

HardSoft - Programa 708

Bloco 1
Interatividade sobre antivírus.



Bloco 2
Cornerstone The Song Of Tyrim - game infantil.

 

Bloco 3
Aplicativo para amantes do rádio.

HardSoft - Programa 707

Bloco 1
Conheça tudo sobre os notebooks de alta performance.


Bloco 2
Color Symphony 2: Jogo de plataforma.

 

Bloco 3
Veja uma matéria sobre raciocínio, compreensão e lógica.

HardSoft - Programa 706

Bloco 1
Dicas para melhorar o sinal do wifi.



Bloco 2
Shadwen - game que tem recurso de voltar no tempo, uma mistura de aventura e ação.

 

Bloco 3
Nesse bloco aprenda a melhorar o sinal de sua wifi com uma lata de batata frita.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

HardSoft - Programa 705

Bloco 1
Quadro Help do HardSoft, solucionando dúvidas dos telespectadores enviadas pelo mural ou por e-mail: - É necessário instalar um antivírus? - Qual é o antivírus mais leve?


Bloco 2
Game "Faceted Flight ".

 

Bloco 3
Extensões úteis para o Google Chrome.

HardSoft - Programa 704

Bloco 1
Aprenda a editar de vídeos no APP para Windows Phone "Vídeo Shop".



Bloco 2
Veja dicas do game Cast of the Seven Godsends.

 

Bloco 3
Conheça o Windows Live.

HardSoft - Programa 703

Bloco 1
Faça fluxogramas com o Clickcharts.


Bloco 2
Apresentação do game de plataforma "The Magic Circle".

 

Bloco 3
Assista um vídeo da evolução da escrivaninha.

HardSoft - Programa 702

Bloco 1
Aprenda programação com o Visualg


Bloco 2
Apresentação do game de plataforma "Color Guardians".

 

Bloco 3
Conheça a tecnologia que a Samsung desenvolveu para as rodovias

terça-feira, 16 de agosto de 2016

HardSoft - Programa 701

Bloco 1
Quadro Help do HardSoft, solucionando dúvidas dos telespectadores enviadas pelo mural ou por e-mail:
- Programa para atualizar drive de pc
- Qual a diferença entre Linux e Mnics
- Pode trocar o sistema da TV?


Bloco 2
Apresentação do game de estratégia "Locoland".

 

Bloco 3
Conheça o site somentecoisaslegais.com.br

HardSoft - Programa 700

Bloco 1
Matéria sobre o Wondershare Video Editor.


Bloco 2
Apresenação do game de ação e corrida "RUMP! - It's a Jump and Rump!".

 

Bloco 3
Matérias com dicas do Power Point.

HardSoft - Programa 699

Bloco 1
Matéria sobre "Feed Me Oil", jogo para windows phone.


Bloco 2
Apresentação do game de Ação/Luta "Streets of Fury EX" Intrusion 2 desenvolvido por Guard Crush Games.

 

Bloco 3
Matéria com dicas avançadas do painel de controle do Windows.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

2ª EletroExpo traz as tecnologias eletrônicas mais recentes para o público

15/07 - Rafael Farinaccio / Tecmundo


A Segunda edição da EletroExpo ICEEB já começou e vai expor as mais recentes tecnologias ligadas ao mundo da eletrônica no Pavilhão Amarelo da Expo Center Norte, em São Paulo. Com 120 expositores instalados em um espaço de 5 mil m², a feira pretende trazer para o mercado brasileiro – o 4º maior consumidor de eletrônicos do mundo – as novidades desse setor.

Além de trazer inovações e lançamentos em produtos, a EletroExpo ICEEB pretende servir como um incentivo para a troca de conhecimentos nessa área. O evento vai contar com palestras de especialistas, serviços de suporte em Comércio Exterior e intérpretes, tudo para facilitar a comunicação entre os expositores (em sua maioria chineses) e o público da exposição.

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quarta-feira, 13 de julho de 2016

Novos Nexus podem ser os smartphones Android mais poderosos de 2016

13/07 - Eduardo Harada / Tecmundo


Em 2016, espera-se que a Google disponibilize dois novos smartphones para a marca Nexus, honrando o que foi feito no último ano com o lançamento do Nexus 5X e do Nexus 6P. Porém, diferente do que aconteceu em 2015, os dois aparelhos trarão um hardware idêntico e, como novidade, terão um "desempenho acima de qualquer Android já disponível até o momento".

Pode parecer estranho, mas a Google geralmente oferece os seus smartphones da linha Nexus com especificações um pouco "datadas". Entretanto, isso não deve acontecer com os aparelhos de codinome Sailfish e Marlin. Graças ao recente anúncio do Snapdragon 821, chipset mais recente da Qualcomm, acredita-se que a Gigante das Buscas vá apostar nesse componente para equipar seus novos dispositivos.

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Despertador para iOS analisa o trânsito para acordar usuário na hora certa

13/07 - Eduardo Harada / Tecmundo


Trabalhadores e estudantes que moram em grandes metrópoles sabem como o trânsito pode atrapalhar completamente a rotina do dia a dia. Acordar 20 minutos atrasado pode ser o indício de que você vai pegar um engarrafamento sem fim e perder a hora de todos os seus compromissos. Porém, um aplicativo para iOS promete levar em conta o trânsito e outros fatores na hora de estipular um horário para o usuário acordar.

Batizado de Snorelax, esse app reúne dados de diversas fontes para ajudar o usuário a não se atrasar para seus compromissos. Entre os meios utilizados para a coleta de informações estão os sistemas de tráfego, histórico de viagens do usuários e até mesmo as condições climáticas. Porém, diferente de um despertador comum, não é selecionado a hora que se deseja acordar, mas sim o horário em que se quer chegar ao destino, a rota que será traçada e o tempo que levado para se arrumar.

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terça-feira, 12 de julho de 2016

UE e Estados Unidos fecham acordo para proteger a privacidade na internet

12/07 - France Presse / G1


A Comissão Europeia e os Estados Unidos anunciaram nesta terça-feira (12) o lançamento oficial do novo marco jurídico sobre a transferência dos dados pessoais com fins comerciais, que tem como objetivo proteger os direitos dos cidadãos europeus de tentativas de espionagem.

A comissária europeia de Justiça, Vera Jourova, e a secretária americana de Comércio, Penny Pritzker, apresentaram a versão final do acordo, batizado de "Privacy Shield" (Escudo de Privacidade).

Este acordo substitui o "Safe Harbour" (Porto Seguro), em vigor desde 2000, mas que a Justiça europeia invalidou em em outubro de 2015 devido à espionagem em massa da Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA, na sigla em inglês).

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Por que o navegador Google Chrome usa tanta memória RAM?

12/07 - Altieres Rohr / G1


Costumava ser o caso que só usuários mais "exigentes" precisavam de bastante memória no computador. De uns anos para cá, porém, a simples navegação na web se tornou uma das maiores vilãs no consumo de RAM e, na liderança dessa tendência, está o navegador Google Chrome, que chega a ser "vítima" de piadas na web (como esta). Por que isso acontece?

Na verdade, uma boa parte disso tem a ver com a segurança. O Chrome possui uma tecnologia de isolamento (chamada de "sandbox") bastante agressiva. É por isso que o Chrome, além de consumir bastante memória, aparece listado várias vezes no "Gerenciador de Tarefas" (o programa do Windows aberto com a combinação CTRL-SHIFT-ESC e que lista os programas em execução no computador).

O isolamento usa muita memória. Além de exigir que algumas tarefas e dados sejam duplicados, porque o isolamento não deixa os processos se comunicarem entre si, ainda é preciso um processo adicional para controlar tudo isso - saber qual tarefa está em qual processo, gerar a interface do navegador, etc, para que o internauta não tenha a impressão de que o programa está "fragmentado". (Você pode acessar isso dentro do Chrome com a combinação SHIFT-ESC).

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http://g1.globo.com/tecnologia/blog/seguranca-digital/post/por-que-o-navegador-google-chrome-usa-tanta-memoria-ram.html

Conectividade entre brasileiros é aposta da indústria

12/07 - Versátil Comunicação


Até 2050, a população mundial urbana deve chegar a 70%, segundo projeções da ONU. Atualmente, mais de 50% das pessoas já vivem nas cidades. Isso significará que o planejamento para a conexão dessas concentrações urbanas será ainda mais importante. O investimento em internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) que tem a função de conectar os itens utilizados no dia a dia à rede mundial de computadores, como PCs, smartphones, tablets, smartTVs, relógios inteligentes, será US$ 140 bilhões até 2019, sendo que em 2014 foi de US$ 50 bilhões. Em 2020, 6 bilhões de dispositivos de IoT serão usados pelas próprias cidades. Estimativas da Business Intelligence (BI) é de que, ainda em 2020, existirão 34 bilhões de dispositivos em todo o mundo conectados à internet. Serão mais de quatro dispositivos para cada humano no planeta. A população mundial é de 7,426 bilhões de pessoas.

Para o vice-presidente de vendas para a América Latina da Qualcomm, Marcos Lacerda, que participará do Global Mobile Internet Conference (GMIC -http://saopaulo.thegmic.com/) – um programa internacional de conferências que explora o impacto na sociedade causado pelas tecnologias mobile – no dia 24 de agosto, no WTC Events Center em São Paulo (SP), o Brasil não vai ficar de fora de todo esse avanço tecnológico. “A integração e a conectividade são caminhos naturais no Brasil, ainda mais quando vemos que quase tudo têm sua versão conectada, mas isso no Brasil irá ocorrer de forma gradual, mas exponencial, ou seja, o ritmo de integração irá acelerar mais do que o momento atual nos sugere”, explica. 

Já o gerente sênior de produtos da divisão de dispositivos móveis da Samsung Brasil que estará presente no GMIC São Paulo, Renato Citrini, lembra que “isso é apenas o começo de tudo o que ainda está por vir. A conectividade e realidade virtual, por exemplo, proporcionam um novo modo para o consumidor jogar, experimentar, compartilhar e visitar qualquer lugar do mundo, ao acessar conteúdos como fotos e vídeos. Uma experiência totalmente imersiva em um ambiente simulado e conectado, com ou sem interação do usuário”. 

O cálculo da BI ainda indica que a IoT tem o poder de revolucionar todas as coisas – casas, negócios e cidades inteiras. Apenas a IoT deve demandar investimento no quinquênio 2015/2020 de US$ 6 trilhões, ou 1,25% do PIB global no mesmo período. Esses US$ 6 trilhões gerarão retorno (ROI) de US$ 12,6 trilhões na década compreendida entre 2015-2025. “Podemos esperar que a conectividade revolucione a indústria automobilística e a mobilidade como conhecemos, por exemplo. 

Afinal, ao ganharem conectividade de qualidade, as possíveis aplicações e usos em um automóvel serão impossíveis de prever, e podem ser tão disruptivas quanto o Waze está sendo para o mundo dos dispositivos GPS”, afirma Lacerda que, ainda, prevê “deverão surgir uma infinidade de aplicativos e serviços específicos que irão tornar a experiência do condutor e dos passageiros mais confortável, segura e interativa. A grande maioria destas ofertas não virão diretamente das próprias montadoras ou empresas da indústria automotiva, mas sim de startups baseadas em modelos de negócio inovadores”, finaliza.

Em curto prazo adicionar conectividade a automóveis representará a continuidade da experiência que o consumidor já tem com o smartphone, com todas as facilidades e vantagens. Segundo a Nielsen, são quase 80 milhões de pessoas com acesso à internet pelo smartphone. À longo prazo, empresas e negócios irão desfrutar das vantagens, porque a conectividade afetará significativamente a forma como as pessoas se movem, principalmente em áreas urbanas, gerando oportunidades de negócios.

De olho nas necessidades e oportunidades do mercado, são 4179 startups cadastradas no país, entre os principais mercados investidos, são SaaS – Software as Service; Educação e Internet, de acordo com a Associação Brasileira de Startups. Para Citrini, esse movimento das startups é consequência da compreensão de que “o smartphone não está restrito apenas às ligações telefônicas ou demais funções básicas, como ouvir música ou responder mensagens de texto. 

O uso atualmente vai além, com o consumidor reconhecendo um maior valor agregado na adição de produtos e serviços para serem utilizados em conjunto de seus dispositivos, seja ele um relógio inteligente ou um dispositivo de realidade virtual. Para construir um ecossistema correto é necessário mais do que lançar novos acessórios, é preciso conhecer e entender quais são as demandas do consumidor para, a partir daí, oferecer benefícios que gerem maior valor para eles”, finaliza.

Para a União Internacional das Telecomunicações (ITU), em 2018, pelo menos metade do mundo estará conectado à internet. Atualmente, o índice é de 46,4%, segundo a Internet World Stats. Esses bilhões de dispositivos deverão ser usados, principalmente, por corporações e governos. As aplicações, afirma o estudo, orientam-se para as mais diversas áreas. Por segmento, devem se beneficiar com esse avanço da IoT, a indústria do petróleo, as manufaturas, o setor financeiro, as operadoras de telefonia, as companhias de energia, o varejo, o segmento de viagens e transportes, a indústria da alta tecnologia, o ramo farmacêutico, o automobilístico e, por fim, a indústria de mídia e entretenimento. 

Neste cenário, é que serão discutidos o futuro da indústria de tecnologia mobile pelo vice-presidente para a América Latina do Twitter, Guilherme Ribenboim; o gerente sênior de produtos da divisão de dispositivos móveis da Samsung Brasil, Renato Citrini; o CEO Movile, Fabricio Bloisi; o CEO P-Safe, Marco De Mello e o gerente geral da Baidu Brasil e Presidente ABO2O, Yan Di durante o Global Mobile Internet Conference (GMIC São Paulo).

Agenda                                                                                                                   
Data: 24 de agosto de 2016, das 08h às 20h
Local: WTC Events Center em São Paulo – Av. das Nações Unidas, 12551, Brooklin Novo, São Paulo - SP, CEP 04578-903