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terça-feira, 18 de julho de 2017

Crianças têm oficinas de robótica e tecnologia em Curitiba

18/07 - HardSoft


Com a chegada das férias escolares e a quebra da rotina das crianças, fica difícil entreter os baixinhos, já que nem sempre os pais conseguem uma folga do trabalho no mesmo período. Para dar uma forcinha para as famílias que não querem deixar as crianças sem atividades, o Espaço NAV, localizado no Shopping Crystal, está disponibilizando uma programação especial para a Colônia de Férias de Inverno, que se entende até o dia 28 de julho.

Com a temática robótica e tecnologias, a cada dia, além de brincar, as crianças desenvolvem atividades lúdicas e têm a oportunidade de participar de oficinas criativas como batalha de robô e caça ao tesouro. A colônia é destinada para crianças entre 4 e 12 anos, e funciona de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h. A diária custa R$ 90, mas há também a opção de pacotes semanais, com custo de R$ 350. 

O Espaço NAV fica no piso L2 do Shopping Crystal (R. Comendador Araújo, 731 – Batel). Mais informações no site www.shoppingcrystal.com.br ou pelo telefone (41) 3222-4797.

Por P+G Comunicação Integrada

sexta-feira, 14 de julho de 2017

É preciso enxergar o futuro da experiência do cliente

14/07 - HardSoft

Trabalhar com a experiência do cliente hoje não se resume mais a atender bem, realizar uma venda ou responder às dúvidas com relação a determinado produto ou serviço. É preciso interagir e conhecer todo o histórico do cliente e aproveitar todos os dados captados para o planejamento de estratégias futuras. Mas como fazer isso? A análise preditiva pode ser uma das soluções.

É possível usar esse tipo de análise para resolver problemas que antes não eram percebidos. Ela ajuda a descobrir hábitos do passado que podem sinalizar o que está por vir e, com isso, identificar oportunidades de negócio ou até mesmo uma provável crise. A análise preditiva, que pode ser realizada por meio de ferramentas avançadas aplicadas em toda a base de interação com o cliente, será capaz de apontar padrões ocultos que o especialista humano não identifica, resultado de matemática aplicada. Ou seja, ela transforma dados comuns em informações analíticas para a tomada de decisão ou estratégia.

Se antes especialistas atuavam com base no histórico do cliente e usavam as informações coletadas somente no SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) para influenciar as operações, hoje contamos com a tecnologia para nos auxiliar na previsão de tendências e em como aprimorar a experiência do cliente nos mais diversos canais. Tudo isso tendo em vista a quantidade de dados que podemos extrair e que nem sempre temos como analisar e entender.

No modelo preditivo, várias funções matemáticas serão capazes de aprender e mapear tendências, tendo um conjunto de variáveis de entrada de dados e um objetivo como resultado desejado. Com este “treinamento” supervisionado a ferramenta otimizará o modelo, tornando possível extrair nomes de clientes que irão apresentar um comportamento que indique uma crise, uma possibilidade de churn (métrica para avaliar retenção de clientes e projetar crescimento) ou a receptividade para um cross selling (venda de produtos adicionais) ou up-selling (venda de produto superior e de maior valor).

Com essas informações conseguimos prever tendências como a necessidade de mudanças em produtos e serviços citados ou não nas redes sociais ou uma crise gerada por comentários negativos que podem tomar proporções que comprometam a marca ou o produto. Com a enorme quantidade de dados existentes que os clientes oferecem, cada vez mais será possível extrair a relevância das informações e definir estratégias de retenção, vendas e de necessidades de produtos e serviços.

*Guilherme Porto, CEO da Plusoft

Por Comunique-se

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quarta-feira, 7 de junho de 2017

Inep lança tutorial no Youtube de preenchimento do Censo Escolar 2017

07/06 - HardSoft


Para ajudar no preenchimento dos formulários do Censo Escolar deste ano, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) lançou um passo a passo de algumas funcionalidades do sistema Educacenso.

Na página do Inep foram inseridos tutoriais em vídeos com explicações práticas sobre como inserir os dados na área do Censo. O objetivo é ajudar os diretores ou responsáveis pelas escolas, além das secretarias municipais e estaduais de educação, a repassarem os dados para o sistema.

Para a Matrícula Inicial, etapa iniciada na última quarta-feira (31) e que fica aberta até 31 de julho, há tutoriais sobre o cadastro de usuário no Educacenso, declaração dos dados do gestor escolar, autenticação no sistema, informação de tempo integral e atualização de dados cadastrais.

Na página do Censo Escolar no portal do Inep, na seção Matrícula Inicial, é possível conferir informações detalhadas da coleta do Censo, com acesso aos documentos orientadores de preenchimento, às perguntas frequentes, à navegação guiada, aos documentos da migração e aos próprios vídeos tutoriais.

Censo
O Censo Escolar é o principal instrumento de coleta de informações da educação básica e o mais importante levantamento estatístico educacional brasileiro nessa área. É coordenado pelo Inep, órgão vinculado ao Ministério da Educação, e realizado em regime de colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de educação e com a participação de todas as escolas públicas e privadas do País.

Por Portal Brasil, com informações do Inep

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Concurso internacional de design de games tem inscrições abertas

19/05 - HardSoft


O Tribunal de Contas da União (TCU) convida interessados a participarem do “Concurso Internacional Design de Games”. O objetivo é selecionar e apoiar a implementação de dois projetos de jogos sérios digitais de interesse público, inéditos e originais, para internet e para dispositivos móveis. Jogos sérios (serious game) são voltados mais para educação e treinamento, por exemplo.

Em relação às tecnologias utilizadas, os jogos a serem propostos deverão ser compatíveis com pelo menos uma das seguintes plataformas: Android; iOS; Linguagem HTML5; ou Windows Phone. Os projetos que vencerem a disputa receberão, cada um, prêmio no valor de US$ 7,5 mil para desenvolvimento da iniciativa proposta. O prazo para envio de projetos vai até 25 de junho, pelo portal do TCU (http://portal.tcu.gov.br/desafio-jogos-digitais/o-desafio/) ou no endereço (http://www.olacefs.com/creacion-de-capacidades-ccc/).

Os jogos sérios de interesse público são utilizados por organizações internacionais, governos e empresas como ferramenta para conscientizar e educar os consumidores em relação a aspectos relevantes para suas vidas e também como instrumento para a mudança social.

No jogo sério, a educação - em sentido amplo e nas mais variadas formas -  é o objetivo principal, ao invés do entretenimento. Esse tipo de jogo deve ter pelo menos três componentes obrigatórios: objetivo de aprendizagem (explícito ou não); permitir simulação em mídia interativa envolvente; e ter algum elemento de jogo.

Já um jogo de interesse público é aquele que fomenta e qualifica o engajamento social na atividade de controle público. Esse fomento deverá estar relacionado a pelo menos um dos seguintes temas: controle social; prevenção e combate à fraude e à corrupção; e participação social no ciclo de políticas públicas.

Dessa forma, o concurso tem um campo de enquadramento amplo, dando aos proponentes flexibilidade para apresentarem projetos criativos. Serão aceitos projetos relacionados a um ou mais dos seguintes subtemas: accountability; facilitação de denúncia (whistleblower); papel das entidades fiscalizadoras superiores (EFS); e objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS).

A realizadora da competição é a Organização Latino-americana e do Caribe de Entidades Fiscalizadoras Superiores (Olacefs), por intermédio do seu Comitê de Criação de Capacidades (CCC), que é presidido pelo TCU, representado pela sua universidade corporativa, o Instituto Serzedello Corrêa (ISC). Só podem participar da disputa residentes dos países integrantes da Olacefs: Argentina, Belize, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Curaçau, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.

O edital do concurso pode ser acessado pelo link a seguir: http://portal.tcu.gov.br/desafio-jogos-digitais/o-desafio/.

Por: TCU

Mobile Only: a evolução inevitável da comunicação e do marketing

19/05 - HardSoft


Vivemos na atual era do Mobile First Strategy, que nada mais é do que a estratégia de marketing digital pensada para o ambiente mobile, considerando ele como primeira tela de impacto em seu consumidor. A experiência, a interação, tudo isso pensado com o smartphone como plataforma, compõem não só campanhas e ações, mas o modo de se pensar o marketing digital atual.

A evolução natural disso é o Mobile Only, onde já não se espera o que o impacto via outras telas de interação seja significativo. Essa visão de marketing considera que o celular, na forma do smartphone, é por onde a comunicação marketing X consumidor irá acontecer de forma absoluta, baseado no comportamento atual de milhares de pessoas, e principalmente da evolução natural do comportamento humano com dispositivos de interação e comunicação.

O smartphone mesmo já está mudando. Muita gente já não gosta de ser incomodado com ligações. Até o telefone como função está perdendo espaço para uma evolução natural do comportamento aliado à tecnologia, um surgindo interdependente ao outro e se retroalimentando.

As janelas de contato das pessoas com o conteúdo, seja ele entretenimento, informação ou publicidade, mudaram drasticamente nos últimos anos. Diferentes de épocas não tão distantes, essa mudança ocorreu de forma abrupta, quase dolorosa para alguns, e com certeza impactante para aqueles que já estavam aqui.

A TV teve décadas de era de ouro, ela reinou soberana por tanto tempo que hoje em dia é até estranho ver esse que já foi chamado de “membro da família”, às moscas. Já o desktop reinou como segundo lugar por pouco tempo, e quando atingia seu ápice, mesmo que através de notebooks, ele foi substituído pelo celular. Não houve mudança gradual, houve uma coexistência intensa, e agora ela tende a sumir.

A interatividade foi o que mais distanciou a experiência do consumo de conteúdo via TV para o do computador. Considerando esse aspecto, a progressão para o mobile, onde a interatividade é mais intensa, simplificada e ágil, é algo natural, tanto que as poucos se deixou de olhar para o celular como uma segunda tela de contato da pessoa com o conteúdo, e passou-se a ver o mobile como a primeira tela, onde a interação, o consumo, ocorrem primeiro

Aqueles que nasceram nas épocas de rápidas transições se acostumaram facilmente à mudança. Nossos bisavôs mal conheceram a TV, nossos avós viveram vidas inteiras a seu lado. Nossos pais lidaram com a presenta do computador junto da TV, mas ainda por anos, e nós a geração de transição vivemos com aparelhos que surgiram, ascenderam, quase deixaram de existir, vivemos com a TV na infância, com o computador na juventude, e hoje já mostramos a nossos filhos o mundo através da tela do celular.

Somos uma geração que viu mudanças rápidas e tivemos de nos adaptar a ela. Há cerca de quatro anos no máximo falávamos de como o mobile deixaria de ser a segunda tela e passaria a ser a primeira, fonte principal de interação com o mundo. Hoje falamos do Mobile Only. Isso porque o smartphone rompeu a logica da interação momentânea. Antes se precisava parar para usar a internet e estar conectado às pessoas.

Era preciso sentar na frente do computador, estar ligado a uma tomada, a um modem, e por ai vai. Hoje tudo isso ocorre sem esforço via smartphone, o que gerou uma mudança de comportamento nas pessoas, agora elas estão conectadas 24X7, não precisam mais dedicar um tempo a isso. Isso inclusive gera a necessidade de se “desconectar” de vez em quando.

O impacto disso na comunicação ao consumidor é enorme. Esse movimento transformou o impacto do marketing e publicidade que vinha através de um momento específico, para uma contínua sucessão de micro momentos que impactam o consumidor de um forma totalmente diferente. Olhamos para a tela do celular dezenas de vezes por dia, seja para o que for, e é nesses momentos que o marketing passou a atuar.

São inúmeros momentos de tomada de decisão por dia. Inúmeras oportunidades de impactar o consumidor e aos poucos construir sua imagem. Com o comportamento diferente, se tornou diferente a maneira de comunicar, se fazer publicidade e montar a estratégia de marketing. Agora a produção se foca em telas menores, em tempos menores de impacto, em resoluções melhores e interações contínuas.

O Mobile First é realidade e o Mobile Only o segue a passos largos. Aqueles que ainda não mudaram estão fadados a depender de um público que em breve deixará de existir. As informações via dispositivos moveis são mais completas, complexas e mutáveis. Hoje existimos no mundo online tanto quanto no mundo real, de forma que existe uma imagem atingível de cada um na internet.

Hoje é quase impossível distinguir se isso parte da tecnologia ou da necessidade, mas o importante é que é preciso se adaptar. A evolução é inevitável, estar preparado é a única opção.

Diego Puerta é formado em Sistemas de Informação, especialista em marketing digital, e Diretor da CRP Mango.

Por: InformaMídia

terça-feira, 2 de maio de 2017

Passo a passo para começar um e-commerce do zero

02/05 - HardSoft


Muitos empreendedores não sabem como dar os “primeiros passos” para abrir uma loja virtual. Qual a melhor forma de planejar o novo negócio? Como definir o nicho de mercado? Quem será o cliente em potencial? Como identificar os melhores fornecedores? De que forma criar uma estrutura que funcione? Essas dúvidas são comuns e algumas das mais frequentes entre aqueles que estão começando.

O pequeno empresário que decide apostar no comércio eletrônico para empreender geralmente tem necessidades e metas bem específicas: ele geralmente conta com poucos recursos financeiros, ainda não tem segurança suficiente para deixar o emprego, nem sempre possui experiência com negócios, entre outras dificuldades.

Levando em conta todos esses aspectos, qual será a melhor forma de começar?

O que você quer com esse novo negócio?

Ao abrir uma nova empresa, você precisa estar ciente de que esse é um passo muito importante, que poderá mudar para sempre o rumo da sua vida. Sendo assim, é fundamental fazer uma pergunta a si mesmo: onde quero chegar com isso?

A maioria dos empreendedores — me baseando no que ouço de leitores e alunos todos os dias — começa um e-commerce porque almeja liberdade e independência financeira. Além de mais tempo, também querem ganhar mais dinheiro no final do mês — uma quantia com a qual possam sustentar a família e ainda proporcionar confortos como viagens, um carro melhor, uma casa mais espaçosa, entre outros.

Por outro lado, algumas pessoas entram nesse “jogo” visando criar marcas multimilionárias, e, nesse caso, obviamente, o caminho a ser percorrido será totalmente diferente. Ou seja: no momento de começar um ecommerce do zero, você precisa estar ciente dos seus propósitos. Esse será o seu ponto de partida.

1º passo: Trace um mini planejamento

O primeiro passo, após definir o que pretende com o novo negócio, é traçar um mini planejamento respondendo a três perguntas fundamentais:

1.      O que você vai vender?

2.      Para quem você vai vender?

3.      De quem você vai comprar?

Perceba que as questões falam, respectivamente, sobre os seus produtos, seu público e seus fornecedores, pilares fundamentais que a partir de agora terão que ser estudados a fundo caso você queira mesmo montar um negócio de sucesso.

Nichos de mercado

Muitos empreendedores entram no mundo do e-commerce já com uma ideia bem clara sobre o que vão vender: por exemplo, eles são apaixonados por moda, então decidem montar um negócio de roupas e acessórios; ou gostam de frequentar a academia, então passam a vender artigos de moda fitness.

Caso você ainda não tenha certeza sobre o que vender na internet, é recomendável que comece pesquisando relatórios como o Webshoppers, divulgado pela Ebit. Lá você terá acesso a informações sobre os mercados que estão crescendo, além de outras informações bastante úteis sobre o mercado de e-commerce brasileiro.

Audiência

Uma vez definido o seu nicho de mercado, avalie com toda a atenção os clientes: sem eles a sua empresa não existirá.

Não se esqueça de ser bem específico na hora de delimitar um público-alvo: querer vender “tudo para todos” é uma das maiores razões pelas quais tantas operações quebrem já nos primeiros meses.

Fornecedores

Reserve algumas horas para pesquisar o fornecimento de produtos — você pode fazer isso de maneira bem simples, utilizando o Google.

Relacione o seu mercado a termos como “fornecedores”, “distribuidores”, “fabricantes”, “confecções” etc. Organize os principais resultados em planilhas, e depois entre em contato com cada um.

Logo nos primeiros contatos, procure falar de “igual para igual” com o fornecedor. Mostre que, embora você esteja começando do “zero”, você sabe o que quer e está planejando-se para dar certo e crescer nesse mercado.

Use muito a palavra “parceria”: é isso o que um fornecedor procura.

2º Passo: Crie uma estrutura

Agora que você já conhece os três pilares fundamentais do seu negócio um pouco mais a fundo, chegou a hora de criar a estrutura do e-commerce, ou seja, o mínimo necessário para fazer a engrenagem funcionar.

Mas por que o mínimo?

Como falamos no começo do texto, a maior parte dos pequenos empreendedores não têm muitos recursos financeiros no começo, então é preciso otimizar, focando todos os esforços somente nas ações que trazem o máximo de resultado.

Dentro dessa metodologia, sua estrutura consistirá, basicamente, em dois canais: um para gerar audiência e outro para concluir as vendas.

Canal de Audiência

Um canal de audiência é o meio pelo qual você irá encontrar, atender e interagir com os seus potenciais clientes.

Uma fanpage no Facebook ou um perfil no Instagram, por exemplo, são canais de audiência. Você não necessariamente vende seus produtos por meio deles, mas são de extrema importância para que potenciais clientes passem a conhecê-lo.

Canal de Conclusão de Vendas

Já o canal de vendas, por sua vez, é aquele onde o cliente conseguirá comprar os produtos que foram vistos na fanpage, por exemplo. É justamente nessa fase que muitos dos pequenos empreendedores começam a se confundir um pouco.

Apesar de existirem diversos canais de conclusão de vendas, nós tendemos a pensar que a contratação de uma plataforma é a melhor alternativa. Mas não é, por um motivo muito simples: ao contratar uma plataforma, você estará elevando o negócio a outro nível. A partir daí, terá que começar a configurar o layout do site, fazer parcerias com intermediadores de pagamento, montar banners, etc.

Tudo isso sem nem ao menos ter colocado os seus produtos no mercado… Afinal, será que os clientes vão mesmo querer comprar de você? Já imaginou montar toda a estrutura de uma loja virtual para, no final, descobrir que o mercado simplesmente não correspondeu às suas expectativas?

É por isso que sempre recomendo aos meus alunos que comecem em canais de venda mais simples, como o Mercado Livre ou o Elo7, por exemplo. Tudo já está pronto por lá, basta cadastrar os produtos e vender.

3º Passo: Gere valor para a sua audiência

E se um negócio já tem o seu canal de audiência e canal de vendas, cabe a você criar mecanismos para ligar esses dois pontos: os usuários precisam visualizar os produtos em um, para comprá-los em outro.

Nesse caso, o que faz a diferença é o quanto você estudou sobre o seu público, e o quanto você entende sobre ele. Só assim será possível gerar conteúdo de valor e, consequentemente, aumentar a sua visibilidade sem precisar gastar “rios” de dinheiro.

Vamos imaginar, por exemplo, que você esteja vendendo móveis para escritório. Quais são as dúvidas mais comuns entre os clientes? Do que você poderia falar para despertar o interesse dessas pessoas?

Faça posts sobre “Os 7 erros mais comuns na hora de decorar um escritório” ou “As “3 Dicas simples de arquitetura para triplicar a produtividade do seu escritório”. Descubra o que os usuários querem saber, e ofereça esse conteúdo a eles. Promova posts, teste anúncios em diferentes formatos e plataformas.

Somente assim conseguirá identificar o que funciona melhor para a audiência do seu negócio.

4º Passo: Invista no atendimento

Depois que as primeiras vendas já estiverem sendo feitas, é hora de pensar no atendimento. Por onde os seus clientes procuram o seu e-commerce? Em quais canais você está? Como você anda trabalhando a recorrência do negócio para que antigos clientes voltem a comprar? Quais as estratégias de fidelização?

Todas as questões acima têm uma base fundamental: o atendimento.

Pense e repense seu atendimento. Apesar de ser ignorado por grande parte dos empreendedores, um bom atendimento pode ser peça fundamental para o sucesso do seu e-commerce.

5º Passo: Encontre o caminho das vendas

Como qualquer negócio, um comércio eletrônico precisa dar lucro. Sendo assim, antes de passar para a próxima etapa, onde falaremos sobre “colocar combustível na máquina” e fazer suas engrenagens girarem cada vez mais rápidas, você precisa encontrar aquilo que chamo de caminho das vendas.

Você se lembra dos produtos que foram relacionados em seu mini planejamento? Pois é, chegou a hora de colocá-los à prova! Até porque, como dizem por aí, o papel aceita tudo, não é mesmo?

Um empreendedor sabe que encontrou o caminho das vendas quando está vendendo recorrentemente pelo menos um de seus produtos… Esse será o ponto de virada onde você, intuitivamente, vai perceber que as coisas estão realmente começando a dar certo.

Se essa sustentabilidade ainda não foi encontrada, existe algum problema com a sua oferta. Revise fatores decisivos como preço, qualidade, variedade, público-alvo etc.

6º Passo: Alavanque o negócio

Por fim, perceba que você já tem toda a engrenagem do negócio funcionando: o canal de audiência atrai clientes, o canal de vendas converte, você vem ganhando mais experiência em business, o caixa da empresa já não está vazio… Mas como jogar mais combustível para que essa “roda” gire cada vez mais rápido?

Chegou a hora de se sentar, reavaliar propósitos e enxergar nitidamente para onde a empresa está caminhando. Para acelerar o seu crescimento, talvez tenha chegado o momento de — agora sim — montar um site, contratar um ajudante, investir mais pesado em marketing…

Diversas ações podem ser tomadas. É hora de parar e ver o que deu certo até esse momento, e avaliar o que pode ser modificado para alcançar resultados ainda mais expressivos.

Lembre-se: mesmo as maiores empresas começaram do zero um dia, então não tenha medo de sonhar grande! Trace metas, planeje, execute, estude o que deu certo e não tenha medo de mudar o que não funcionou… Esse é o ciclo. Empenha-se para crescer apenas um pouco (0,5%) todos os dias, e você ficará impressionado com o que esse pouco poderá significar ao longo de alguns anos.

* Bruno de Oliveira é empreendedor no mercado digital há mais de dez anos,especialista em e-commerce e criador do Ecommerce na Prática.com.com e do método Viver de Ecommerce, além de idealizador da Semana do ECommerce, evento online gratuito que reúne cerca de 50 mil empreendedores a cada edição, onde ensina a montar o planejamento e o passo a passo para montar um e-commerce do zero.

Por: Ortolani Comunicação

terça-feira, 25 de abril de 2017

Etapa nacional do Prêmio Jovem da Água de Estocolmo recebe inscrições de projetos até dia 30 de abril

25/04 - HardSoft


Pela primeira vez, o Brasil sedia este ano a edição do Prêmio Jovem da Água de Estocolmo – SJWP, na sigla em inglês, criado há 20 anos. O prêmio é direcionado a alunos de 15 a 20 anos, que, até o dia 30 de abril, podem inscrever projetos com foco ambiental, científico, social ou tecnológico, voltados para o aprimoramento da qualidade de vida a partir da melhora da qualidade da água, da gestão de recursos hídricos, da proteção à água e do tratamento de água. Serão aceitos projetos desenvolvidos durante o ensino médio e que podem oferecer soluções criativas para o uso da água através das mais variadas áreas, desde ciências naturais e saúde, até esportes, arte e música. A inscrição pode ser feita gratuitamente no site http://acquacon.com.br/premioestocolmo/inscricoes.php.

A iniciativa é uma parceria da Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH) com o Parlamento Nacional da Juventude pela Água (PNJA), coordenado nacionalmente pela representante do Estado do Rio de Janeiro do PNJA, Ana Deveza, e que conta também com a colaboração da aluna do Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio) Ágatha Tommasi, embaixadora da América Latina e do Caribe do PNJA, engenheira ambiental e atualmente mestranda em Metrologia na Universidade.

O projeto vencedor será anunciado no dia 06 de junho em São Paulo, no evento da etapa nacional. O aluno selecionado ganhará R$ 10 mil (dez mil reais) e irá representar o Brasil na etapa internacional do prêmio, em agosto, em Estocolmo, na Suécia, com viagem paga pelo prêmio. A escola do representante brasileiro também será contemplada, com um prêmio de R$ 3 mil (três mil reais).

“O planeta Terra é um grande sistema integrado e a água é um dos elementos que garante a interconectividade de todos os seres vivos. E nós, brasileiros, somos abençoados com esse tesouro em abundância e, por isso mesmo, temos o direito e o dever de exigir a preservação das nossas nascentes e rios. Acreditamos na força da juventude para a formação de novas lideranças ambientais e os estudantes brasileiros têm tudo para concorrer com projetos de alto nível e um deles conquistar o título de campeão mundial do SJWP”, reforça Tommasi.

A aluna participou da COP 20 em Lima, em 2014, onde falou sobre a crise com falta de água do Brasil e também da COP 21, em Paris, em 2015, como articuladora nacional da ONG Engajamundo e representante latina do Parlamento Mundial da Juventude para a Água (WYPW), defendendo a equidade intergeracional e que clima é água. Com sua experiência, Tommasi já se prepara para o maior evento sobre o tema em 2018: ela é o ponto focal do WYPW na coordenação do tema “Capacitação e educação” do Fórum Mundial de Água, que será realizado pela primeira vez em uma país do Hemisfério Sul, em março, em Brasília.

Por: APPROACH Comunicação

Instituto de inovação busca startups no Brasil

25/04 - HardSoft

O CESAR, instituto de inovação localizado no Porto Digital, no Recife, está com chamada aberta para startups interessadas no seu programa de aceleração, o CESAR.LABS. A iniciativa é voltada para startups de setores como saúde, serviços financeiros, água, energias sustentáveis, entre outros, e as inscrições poderão ser realizadas até o dia o 2 de junho.

Com a duração de 9 meses, o programa de aceleração é executado pela equipe de empreendedorismo da instituição, além de contar com consultorias das equipes de negócios e engenharia que atuam no CESAR. São mais de 400 profissionais com conhecimentos em áreas de tecnologia como IoT, robótica, desenvolvimento de software, testes, segurança, Design Thinking e UX, bem como nas áreas de vendas, canais e marketing - todas essas competências podem ser acessadas pelas startups aceleradas no programa.

Outro diferencial desta chamada é que as startups irão atuar junto às empresas que fazem parte do Corporate Partners, programa criado pelo CESAR.LABS para aproximar startups e empresas maduras, que trazem, além de capital, acesso a rede de relacionamentos, clientes potencias e conhecimentos específicos de determinadas verticais de mercado.

“Já aceleramos oito startups, sendo quatro delas de hardware e quatro de software. Três delas estão indo muito bem, já tendo, inclusive, recebido novas rodadas de investimento. Uma das startups passou de faturamento zero ao seu ponto de equilíbrio em menos de 6 meses, com previsão de faturamento de R$ 5 milhões em 2017, seu terceiro ano de vida”, contou Filipe Pessoa, Executivo Chefe de Empreendedorismo do CESAR.

O programa, que poderá também ser executado remotamente, investe até R$ 200 mil por startup, sendo que metade dos recursos em serviços de valor agregado para o desenvolvimento das startups e a outra parte em capital financeiro.

Startups poderão atuar em diferentes áreas
Serão selecionadas até 8 startups para aceleração, preferencialmente, alinhadas com as áreas de interesse dos parceiros corporativos do CESAR.LABS. Um deles é a PROCENGE, empresa de tecnologia da informação, com 45 anos de mercado e especializada em soluções de gestão integradas, abrangendo desenvolvimento, implantação, consultoria e treinamento.  As startups selecionadas para receber investimento deste parceiro deverão atuar nas áreas Saúde Suplementar, Gás Natural, Saneamento.

Outro parceiro do programa é a Neurotech, pioneira no Brasil no desenvolvimento de soluções de inteligência artificial para todo o ciclo de decisão em operações de crédito, cobrança, risco e fraude, sempre conectando dados com inteligência por um futuro mais previsível. Aqui, o foco será em startups que atuem em Advertising Tech e Fintech.

O terceiro parceiro corporativo é a URJA SOCIAL, um grupo de empreendimentos sociais que une tecnologia da informação, logística e bem-estar. Neste caso, as selecionadas deverão atuar nos segmentos de Águas e Energias Sustentáveis.

É importante destacar que startups que atuam em outras verticais também podem ser contempladas, já que o CESAR.LABS conta com uma rede de investidores-anjo dispostos a investir em boas oportunidades independentemente do setor de atuação.

Inscrições:
As inscrições poderão ser realizadas por aqui: http://www.cesarlabs.com/. Os interessados têm até o dia 2 de junho para se escreverem no programa.

Por: Comunique-se

Start-up brasileira busca quebrar paradigmas da qualidade de atendimento no país

25/04 - HardSoft


A Octadesk, plataforma de sistemas voltada para a gestão de relacionamento com cliente, tem como missão elevar a qualidade do relacionamento entre empresas e clientes no Brasil. Por meio de um sistema automatizado, empresas têm acesso em um único local a todo o histórico de atendimento, feitos por diferentes canais.

“A Octadesk nasceu para ajudar empresas no relacionamento com seus clientes, pois ficou claro que a área de atendimento ao consumidor ainda era carente de soluções tecnológicas que tornassem os processos mais assertivos e colaborativos”, explica Ricardo Ricco, fundador e CEO da plataforma. “Hoje o cliente preza que as empresas tenham um atendimento rápido e preciso, independente do canal de preferência do contato, tornando o processo mais fluido, colaborativo e eficiente entre as áreas”, completa.

Atenta às tendências do mercado e aos constantes avanços tecnológicos, além de um sistema desktop que integra os departamentos envolvidos no atendimento ao cliente, a Octadesk também investe em tecnologia mobile para ganhar agilidade nos processos, em chat para contato em tempo real e em inteligência artificial para automatizar, personalizar e escalar o atendimento. O objetivo principal da startup é, além de facilitar o trabalho das equipes, suportar qualquer etapa da jornada do cliente e aumentar seu nível de satisfação e fidelização.

“Por ser uma empresa centrada no consumidor, a Octadesk adota diversas ações de pós-venda, como a criação da área de sucesso do cliente, que surge como um elemento fundamental para identificar, a partir das necessidades de cada um deles, as oportunidades para evoluir nosso produto e, com isso, manter o consumidor satisfeito. Custa quatro vezes mais fechar com um novo cliente do que vender mais para um cliente existente.", ressalta Ricco

Atualmente com o mercado globalizado, que está cada vez mais comoditizado, investir em pessoas, tecnologias e processos de atendimento ao cliente não é mais uma opção, mas uma necessidade de primeira ordem para se diferenciar da concorrência. A busca das empresas por melhorias nos processos de atendimento e relacionamento com o cliente fica clara com os dados de crescimento da Octadesk”, diz, ao lembrar que, em seu primeiro ano de atividade, a startup cresceu 300% e atraiu mais de 900 empresas. A Octadesk é um spin off da Essence IT, uma das maiores consultorias de SAP do Brasil, com atuação no mercado desde 2004.

Por: Jannete Xavier

LinkedIn alcança a marca de 500 milhões de usuários

25/04 - HardSoft


O LinkedIn, a maior rede social profissional do mundo, chegou hoje à importante marca de 500 milhões de usuários nos 200 países em que está presente.

Esse número se traduz em mais de 10 milhões de vagas anunciadas, acesso a informações de mais de 9 milhões de empresas e mais de 100 mil artigos escritos toda semana por usuários que mantêm a rede informada sobre os diferentes assuntos que impactam suas vidas profissionais.  

Aproveite a sua rede de conexões

Cada uma das conexões de um usuário dentro do LinkedIn representa uma força muito grande na vida profissional. Em média, cada nova conexão:

·         Representa 400 novas pessoas para as quais o usuário pode ser apresentado e começar uma nova relação profissional;
·         Engloba 100 novas empresas que podem estar à procura de habilidades e conhecimentos do usuário;
·         Representa a possibilidade de se candidatar a mais de 500 novas vagas.

Mantenha seu perfil sempre atualizado
Para tirar o melhor proveito de tudo o que o LinkedIn oferece ao longo do seu desenvolvimento profissional, é muito importante que você:

·         Tenha uma foto atualizada. Perfis com foto possuem 21 vezes mais visualizações;
·         Escreva um resumo com palavras-chave sobre sua carreira. Esse é o primeiro campo que os recrutadores leem em um perfil;
·         Detalhe experiências profissionais anteriores. Esses dados geram 12 vezes mais visualizações de perfil;
·         Customize a URL do seu perfil para que ele apareça logo no início das buscas no Google;
·         Publique artigos. Além de mostrar seu ponto de vista profissional sobre um assunto específico, o engajamento com conteúdo é 7 vezes maior do que com vagas.

Para saber mais informações sobre o anúncio, acesse o link: https://blog.linkedin.com/2017/april/24/the-power-of-linkedins-500-million-community

Sobre o LinkedIn
O LinkedIn é a maior rede social profissional do mundo. Ele conecta os profissionais ao redor do mundo para que sejam mais produtivos e bem-sucedidos, transformando a maneira como as empresas contratam, negociam e vendem. Nossa visão é a de criar oportunidades econômicas para cada membro da força global de trabalho por meio de um constante desenvolvimento do primeiro Economic Graph do mundo. O LinkedIn possui mais de 500 milhões de usuários no mundo, sendo 29 milhões no Brasil.

Por: In Press Porter Novelli

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Marco Civil da Internet pode perder força com novas leis, dizem pesquisadores

24/04 - HardSoft


Ontem (23) completaram-se três anos da sanção da Lei 12.965/14, o Marco Civil da Internet, apontado como referência mundial para as legislações que tratam da rede mundial de computadores. Os princípios da lei – especialmente a garantia da neutralidade da rede, da liberdade de expressão e da privacidade dos usuários – foram estabelecidos para manter o caráter aberto da internet.

A pesquisa O Brasil e o Marco Civil da Internet: o estado da governança digital, do Instituto Igarapé, organização dedicada a temas de segurança, justiça e desenvolvimento, indica que projetos de lei no Congresso Nacional que alegam a necessidade de facilitar investigações criminais põem em risco direitos como o da privacidade e o da liberdade de expressão.

Entre as propostas apontadas pela publicação como ameaça ao Marco Civil está o Projeto de Lei 215/2015, que exigiria, se aprovado, que todas as empresas de internet armazenassem informações do usuário como nome, CPF e endereço residencial. Também exigiria que essas empresas fornecessem as informações à polícia em investigações criminais sem ordem judicial, o que teria um efeito prejudicial para normas de privacidade online.

Segundo o autor do estudo, o pesquisador do Instituto de Política Internacional da Universidade de Washington Daniel Arnaudo, em maio de 2016, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre Crimes Cibernéticos aprovou seu relatório final recomendando projetos que contestam o Marco Civil.

“O relatório inclui uma iniciativa que permitiria a expansão da retenção de dados de usuários por aplicativos e provedores de internet (PL 3.237/2015) e outra que autorizaria o acesso a endereços de IP [protocolo de internet, código usado na transmissão de dados entre as máquinas em rede] em investigações criminais sem ordem judicial (PLS 730/2015)”, diz o autor, na pesquisa.

Para o cientista político e professor do curso de relações internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Maurício Santoro, o Marco Civil da Internet é uma lei com relevância global, que trouxe avanço considerável ao que se tinha, tendo sido amplamente debatido pela sociedade. Ele também avaliou que há uma série de ações no Congresso que podem enfraquecer o Marco Civil. “O que mais me assustou foi a CPI sobre crimes cibernéticos com um discurso contra o marco civil”.

Edição: Lidia Neves

Por: Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Desempenho na Prova Brasil de matemática é 13% maior em escola com sistemas de jogos educacionais

19/04 - HardSoft

O desempenho em matemática dos alunos da Escola Estadual Padre Pasquale Filippelli aumentou em 13% com a implantação e utilização do sistema de jogos educacionais. A constatação foi feita com base nos resultados da Prova Brasil, exame aplicado para todos os alunos do 5º ao 9º do ensino público fundamental.  

Os resultados da Prova Brasil mostram que, em 2013, a nota dos alunos da Pasquale Filippelli em matemática foi de 215. E, em 2016, com dois anos de utilização da ferramenta de gamificação, a nota saltou para 243.

O sistema de jogos matemáticos da Pasquale Filippelli foi desenvolvido e fornecido pela startup israelense Matific, especializada em gamificação para o ensino da matemática. A mesma ferramenta é utilizada atualmente por cerca de 100 mil alunos da rede pública e privada do estado de São Paulo, somando mais de 100 colégios.

A melhora do desempenho dos alunos da Pasquale Filippelli com o uso dos jogos educacionais também aparece na avaliação do Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (SARESP). Em 2013, a média de notas dos estudantes era de 218. Em 2015, esse número pulou para 227. Já na as notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), a instituição teve uma melhora de 23% em 2015, quando comparado com os resultados de 2013.

“Ensinar matemática por meio da gamificação substitui a visão negativa de que a disciplina é chata e difícil. A tecnologia educacional, quando bem aplicada e alinhada ao pedagógico, é uma grande ferramenta para os educadores e, ao mesmo tempo, se aproxima da realidade de uma geração que está acostumada com os sistema digitais”, comenta Dennis Szyller, diretor da Matific no Brasil.

Por: Agência Health

Análise de dados evita R$ 374 milhões em fraudes no seguro-desemprego

19/04 - Luís Osvaldo Grossmann / Convergência Digital


O cruzamento de dados do Ministério do Trabalho, Caixa Econômica Federal e Receita Federal já bloqueou 21,3 mil pedidos de seguro-desemprego desde que entrou em funcionamento, em dezembro de 2016. Segundo a pasta, até aqui esse bloqueio a partir de análise de dados significou uma economia de R$ 374 milhões no que, indica seriam tentativas de fraudes para receber o benefício.

“Foi feito um mapeamento das ações e começamos a verificar a incidência de determinados padrões. Esse sistema antifraude foi então desenvolvido a partir de trilhas de auditoria onde são estabelecidos parâmetros, que são aqueles padrões detectados em situações anteriores de fraudes”, explica, em entrevista ao portal Convergência Digital, o coordenador geral do seguro-desemprego e abono salarial, Jonas Santana Filho,

terça-feira, 18 de abril de 2017

Jogos educativos ajudam a reduzir a ansiedade da matemática nas escolas brasileiras

18/04 - HardSoft


As plataformas de jogos educativos são hoje grandes aliadas para reduzir a ansiedade da matemática. A afirmação é do especialista Brent Hughes, executivo da Matific, startup israelense especializada em gamificação para o estudo da matemática desde a educação infantil até o sexto ano, presente no Brasil em mais de 100 colégios públicos.

Segundo o especialista, pesquisas mostram que as crianças podem gostar ou não da matemática e que tudo vai depender de como são ensinadas e de quais crenças são passadas a elas pelos pais e educadores. “O ideal é dizermos às crianças o quanto é importante aprender os conceitos da matemática, principalmente em um mundo altamente tecnológico em que vivemos”, explica Hughes.

De acordo com o executivo, muitos jogos educativos trazem para as crianças situações reais do dia a dia, o que ajuda o aluno a entender os conceitos mais abstratos da matéria. “Como os jogos educativos contribuem para a construção do conhecimento, graças ao seu aspecto lúdico, tais plataformas têm ajudado a reduzir de forma significativa o medo da disciplina, além de aumentar o envolvimento dos alunos com a matéria”, diz Hughes.

A plataforma da Matific é utilizada atualmente por cerca de 100 mil alunos de São Paulo, de mais de 100 colégios públicos do estado paulista, além das principais instituições particulares de ensino.

Ansiedade da matemática é uma reação emocional debilitante relacionada à disciplina, que causa sentimentos de tensão que interferem no aprendizado, na vida acadêmica e na vida diária de forma geral. “A ansiedade da matemática pode ser leve ou severa e não afeta apenas a vida escolar, mas também todo o desenvolvimento. Pessoas que desenvolvem essa condição podem, por exemplo perder oportunidades de trabalho ao longo da vida, por exemplo”, explica Hughes.  

Durante os anos escolares, é natural, segundo o especialista, ter certo nível de ansiedade em relação aos conteúdos, e esse sentimento até ajuda no aprendizado. “Entretanto, se a ansiedade está fora do controle, esse sentimento inibe a predisposição para aprender, porque desorganiza as respostas cognitivas”, explica. “A ansiedade interfere também na memória de trabalho, aquela que permite que a mente retenha diversas informações de uma vez. A ansiedade “rouba” recursos dessa memória, afetando o processo de aprendizagem”, acrescenta.

“Como os conceitos matemáticos são abstratos, o aprendizado da matéria é um verdadeiro desafio e pode se tornar um problema emocional para boa parte dos estudantes, que acabam desenvolvendo a chamada ‘ansiedade da matemática. Os jogos educativos online, como os oferecidos pela Matific, podem mudar esse cenário’, conclui Dennis Szyller, diretor da Matific Brasil.

Por: Agência Health

Aplicativo aproxima família da rotina escolar do filho

18/04 - HardSoft


O Colégio Franciscano Pio XII, instituição de educação localizada no bairro do Morumbi, em São Paulo, desde 2016 adota o uso do aplicativo Pio XII, com o objetivo de conectar mães, pais e responsáveis ao dia a dia das crianças na escola. Via app, os pais recebem no celular informações sobre as atividades que os filhos estão desenvolvendo.

De acordo com Fátima Lopes Miranda, Diretora Adjunta do Colégio Franciscano Pio XII, a comunicação via app é rápida e permite que pais e responsáveis fiquem ainda mais próximos da rotina dos estudantes. “As famílias acompanham, em tempo real, por meio de fotos, vídeos e mensagens, o processo de aprendizagem do aluno. Desta forma, elas participam ainda mais desse trabalho, uma experiência sem dúvida positiva para todos”, explica Miranda.

As postagens mostram desde a hora do lanche das crianças até atividades pedagógicas dos adolescentes, dentro e fora da escola. A interação online permite ainda confirmar presença em reuniões, receber mensagens, lembretes e circulares, entre outros. “Com o aplicativo, temos um relatório gerencial de quem acessou, quem baixou as fotos, quem recebeu os comunicados, quem confirmou presença nas reuniões etc., o que também permite à escola agir e comunicar-se de forma mais efetiva”, completa a diretora.

Professores e coordenadores foram treinados para utilizar a novidade, que iniciou-se em 2016 para a Educação Infantil e em 2017 está disponível para todos os segmentos.

Sobre o Colégio Franciscano Pio XII

O Colégio Franciscano Pio XII foi fundado em 1954 com o compromisso educacional conduzido pela filosofia franciscana. Há mais de 60 anos forma gerações com o diferencial de educação em constante diálogo entre o conhecimento acadêmico e a formação humana, entendendo o educando como agente de transformação social, que atua em prol do fortalecimento de um mundo justo e fraterno.

Por: Communica Brasil

Ponemon Institute revela que empresas perdem até 9 mil dólares por minuto quando falta energia

18/04 - HardSoft


A Vertiv™, anteriormente Emerson Network Power, alerta que, segundo a edição 2016 do Estudo sobre as causas do downtime dos data centers, do Ponemon Institute, empresas perdem até US$ 8.851 por minuto cada vez que seus servidores param de funcionar devido à interrupção no fornecimento de energia elétrica em seus data centers. Como hoje existem corporações focadas em negócios 100% digitais, uma queda energética de apenas alguns segundos pode causar danos irreparáveis. “Existe uma relação direta entre o funcionamento dos data centers e o rendimento financeiro de uma empresa: se as instalações críticas caem, as empresas não podem realizar as operações mais básicas para as quais foram criadas, o que se traduz em perdas de lucros e de clientes”, afirma o relatório Ponemon. 

As empresas mais inovadoras do mercado, hoje, necessitam cada vez mais de armazenamento e processamento de dados para atender a mercados globais, que funcionam 24x7x365. A febre das redes sociais, do marketing digital e dos cursos online torna esse quadro ainda mais dramático. De acordo com o site Internet.org, a cada minuto é enviado ao Youtube o equivalente a 24 horas de gravações, ou 34.560 horas de vídeos por dia. “Uma falha, ou um atraso, em qualquer dessas operações se traduz na perda de uma venda, de uma oportunidade e da reputação da empresa”.

Partindo dessa premissa, é imprescindível que corporações que vão desde bancos digitais como o Nubank à empresas de transportes como o Uber e ou aplicativos como o Waze contem com sistemas de no-break para que suas operações de missão crítica não sejam interrompidas.

Para auxiliar as empresas a garantir a continuidade de seus negócios, a Vertiv lista, abaixo, as melhores práticas para assegurar o funcionamento da infraestrutura do data center.

Manutenção preventiva
Os investimentos iniciais em equipamentos para infraestrutura de data centers devem ser acompanhados de serviços para igualar ou exceder a vida útil estimada deles. Para obter o funcionamento esperado, devem ser feitas revisões e manutenção preventiva, conforme recomendado pelos fabricantes, nos equipamentos que requerem substituição periódica de componentes. É importante realizar de forma preventiva, também, testes para detectar e evitar falhas.

Monitoramento das baterias dos no-breaks
Mesmo quando os equipamentos de no-break, baterias e painéis de distribuição oferecem alta confiabilidade, é necessário monitorar essa infraestrutura e as condições de funcionamento. No caso das baterias, por exemplo, recomenda-se monitorar cada célula para estimar a vida útil, o nível de carga e as conexões. Uma única bateria danificada dentro do equipamento aumenta o risco de queda das instalações.

Acesso e Monitoramento Remoto da Infraestrutura
Recomenda-se monitorar também o estado geral do data center: a conexão elétrica, os sistemas geradores de eletricidade e a qualidade da rede elétrica. É importante controlar, também, o estado do no-break, as baterias, os sensores de temperatura e a umidificação/desumidificação do entorno – isso inclui periféricos, servidores, comutadores KVM e redes.

Otimização do consumo energético
Além de monitorar o consumo energético de cada ativo da infraestrutura do data center, existem boas práticas para se otimizar o uso da energia dos no-breaks e dos sistemas de ar-condicionado de precisão. Essas práticas incluem equalizar o fluxo de ar e a capacidade de refrigeração de cada uma das unidades de ar-condicionado com as necessidades do entorno. Isso é conseguido com controles inteligentes que se comunicam com todas as unidades do sistema e as fazem operar em conjunto, ou “teamwork”. Vale a pena, também, estudar tecnologias de free-cooling, que aumentam a economia de energia ao aproveitar as temperaturas baixas do exterior para refrigerar o data center.

Por: Gad Com

Thnk anuncia inscrições para Global Creative Leader Ship Program em São Paulo

18/04 - HardSoft


A THNK, renomada escola de liderança criativa de Amsterdã, anuncia que estão abertas as inscrições para o Global Creative Leadership Program. O curso será realizado pela Polifonia, representante da escola no Brasil. A proposta é desenvolver mindsets criativos e de negócios dos participantes, focando na criatividade como o aspecto central da formação de líderes do futuro.

O perfil dos participantes é composto por executivos de alta performance que atuam em empresas onde criatividade e inovação são elementos cruciais para o sucesso de seus negócios. Além disso, o curso desperta interesse de empreendedores que buscam por transformações nesse sentido, tanto em suas organizações quanto em sua vida pessoal.

“O foco do programa é promover uma experiência rica e intensa do que há de mais relevante no mundo quando o assunto é inovar com as próprias mãos. Os participantes deverão literalmente arregaçar as mangas para criar soluções inovadoras. Por meio das dinâmicas da THNK, todos poderão manter ferramentas e mindsets criativos que poderão ser aplicados imediatamente ao fim do curso”, comenta Guilherme Bcheche, Head da THNK no Brasil.

O Global Creative Leadership Program é dividido em três dias, onde são trabalhados os elementos do THNK Creative Leadership Model, metodologia própria da escola, que aborda temas como ação com paixão e propósito; aplicação de mentalidades experimentais; orquestração de equipes criativas; e condução de transformações efetivas, originais e inovadoras.

Segundo Berend-Jan Hilberts, reitor da THNK mundial, que estará em São Paulo para conduzir o programa com outros três facilitadores, a THNK tem a missão de acelerar e desenvolver a próxima geração de líderes criativos que terão profundos impactos sociais no mundo. “Nós reunimos executivos curiosos e modernos, líderes criativos e organizações ao redor do mundo, em diversos campos e indústrias, para uma experiência única no ensino da liderança criativa”, comenta.

A conceituada instituição holandesa possui um diferencial em relação a outras escolas de design e de negócios principalmente por possuir uma metodologia própria de design thinking, o THNK Innovation Flow, desenvolvido a partir de profundas pesquisas envolvendo o que há de mais relevante sobre o tema no mundo todo. Além disso, o curso é uma oportunidade única de criar um networking riquíssimo, com líderes de diversas empresas do Brasil e de fora, além de facilitadores altamente qualificados, responsáveis por ministrar programas para pessoas e empresas ao redor do mundo.

GLOBAL CREATIVE LEADERSHIP PROGRAM
Curso: dias 20, 21 e 22 de abril
Informações sobre inscrições: thnk@polifonia.com.br
Telefones: (11) 3586-4201/ (11) 99574-1816

Por: PiaR Comunicação

Empreendi na Rede completa três anos com 22 clientes corporativos e fecha parceria com a IBM

18/04 - HardSoft

Consolidada no mercado como uma empresa de educação empreendedora e desenvolvimento de negócios, focada na criação de projetos e empreendimentos inovadores, a Empreendi na Rede completa três anos em 2017 auxiliando organizações e empreendedores no desenvolvimento de soluções de negócios, desde a concepção da ideia até o lançamento do projeto.

Com uma metodologia própria, concebida com o apoio da Fundação Dom Cabral, escola brasileira de negócios focada no desenvolvimento e capacitação de executivos, empresários e gestores públicos, a Empreendi na Rede oferece soluções personalizadas baseadas nas necessidades do cliente, elaboradas para acelerar a concepção e execução de qualquer tipo de projeto, independentemente de sua natureza, porte ou área de atuação.

“A Executation, metodologia ágil lançada em 2014, é fruto de mais de quatro anos de estudos e validações. No total, estudamos 52 outras metodologias, métodos e ferramentas. Ela combina em uma única ferramenta, estratégia, inovação, design, planejamento, execução e gestão de projetos, simplificando a vida e economizando tempo e dinheiro das empresas e empreendedores. A metodologia é extremamente versátil e hoje é utilizada para diversos fins, dentre eles aceleração de startups, de projetos corporativos, educação (intra) empreendedora e formação de intraempreendedores”, explica Dante Lopes, fundador da Empreendi na Rede.

Com diversos clientes, entre eles a Algar, Danone e a Hydronorth, a Empreendi na Rede acaba de anunciar a parceira com a IBM, uma das maiores organizações de tecnologia do mundo, se tornando um parceiro no Programa Global para empreendedores da empresa, o GEP (Global Entrepreneur Program), no Brasil.

O programa visa auxiliar startups com grande potencial de crescimento, e proporciona diversos benefícios para os empreendedores e suas startups, dentre eles a concessão de créditos para utilização da principal plataforma da IBM, o Bluemix.

Com a parceria, a Empreendi ganha ainda mais fôlego para continuar fomentando o empreendedorismo no Brasil, articulando parcerias com empreendedores e startups locais. “Essa parceria é essencial e nos credencia de maneira considerável, nos colocando em outro patamar como empresa. Com isso, poderemos auxiliar mais startups e, principalmente, grandes empresas que estão trilhando o caminho da inovação”, comenta Dante.

A parceria também habilita o parceiro a oferecer os benefícios da IBM aos projetos, tais como US$10.000 em créditos por mês, por 12 meses, para utilização do Bluemix. Além disso, a equipe da IBM GEP realiza junto com cada parceiro o IBM DAY, em que o ecossistema do parceiro vai para dentro da IBM por um dia para ser apresentada às oportunidades que se abrem.

Por: PIAR Comunicação

Plataforma da Eicon traz novo modelo de educação para as escolas

18/04 - HardSoft


Com o objetivo de implantar uma plataforma de administração que respeite o contexto social e econômico das unidades escolares brasileiras, ajudando na formação dos futuros cidadãos do País, a Eicon – empresa provedora de soluções inteligentes para gestão pública – criou o programa Gestão Inteligente da Educação Responsável (GIER).

O sistema proporciona para o ambiente escolar uma importante melhoria na qualidade do ensino. Além de padronizar os processos de trabalho, monitora e administra o local, garantindo uma visão integral da unidade. A ferramenta auxilia no gerenciamento de todas as áreas escolares, que vai desde o controle de merendas, materiais de manutenção e transporte, até a interação entre pais e professores.

Para o CEO da Eicon, Luiz Alberto Rodrigues, a modernização das escolas facilita não somente na criação de um sistema de ensino extremamente eficiente, mas também desenvolve, acima de tudo, a responsabilidade de seus integrantes. “Desenvolvemos o GIER para ser uma plataforma que vai além dos sistemas já existentes e que, muitas vezes, ficam apenas no básico dos materiais escolares”, explica o executivo.

O programa pode ser acessado pela web e em aplicativos móveis, e nele estão disponíveis todo o calendário escolar do aluno, assim como informações de seu desempenho ao longo do ano, incluindo notas, faltas, reuniões e matérias aplicadas em aula. Na plataforma, que funciona do mesmo modo que uma rede social, os pais, professores e alunos se comunicam facilmente por meio de mensagens.

“Acreditamos que a escola é o momento em que se forma um cidadão, no qual a criança e o adolescente deixam de ser apenas um indivíduo para se tornarem um ser social. Por isso, o ensino não pode se restringir ao simples modelo de aprendizagem, é preciso ter algo maior que isso e que favoreça o crescimento do País através de um modelo social e participativo”, afirma o CEO.

Dentro das áreas administrativas e financeiras, a GIER realiza o controle de todos os recursos destinados às escolas por meio da Secretaria Municipal da Educação, apresentando à Secretaria da Fazenda um índice completo sobre cada estabelecimento escolar. Desta forma, o acompanhamento automatizado desses recursos possibilita a tomada de ações preventivas e corretivas do local, para assim distribui-las de maneira uniforme e de acordo com sua real necessidade.

A plataforma já chegou a mais de 230 mil alunos em cidades como Goiânia (GO), São Caetano do Sul, Cotia e Campinas (SP).

Por: S/A LLORENTE & CUENCA

Com inovação e acessibilidade digital, Hand Talk usa tecnologia para transpor barreiras entre surdos e ouvintes

18/04 - HardSoft


No Dia Nacional da Educação dos Surdos (23 de abril), cabe uma reflexão. De acordo com dados do Censo 2010, o Brasil possui quase 10 milhões de pessoas que declararam ter alguma deficiência auditiva, ou seja, 5% da população. A deficiência auditiva severa foi declarada por mais de 2,1 milhões de brasileiros – desses, 344, 2 mil são surdos e 1,7 milhão tem grande dificuldade de ouvir. Na análise educacional, vemos que cerca de 70% dos surdos brasileiros enfrentam limitações para compreender a Língua Portuguesa. Na prática, por serem alfabetizados na Língua Brasileira de Sinais (Libras) – e pelo português ser uma língua basicamente fonética – o aprendizado se torna mais difícil, demandando escolas bilíngues, ainda escassas no país. É como se um brasileiro fosse viver na China, sem entender ou ler chinês. Para mudar essa situação, três jovens empreendedores criaram a Hand Talk – negócio de impacto social que possui um aplicativo responsável pela tradução automática de texto e voz para Libras.

Acelerado pela Artemisia, o aplicativo é uma das grandes inovações nacionais do segmento de tecnologia assistiva. O termo, originado do inglês assistive technology, é utilizado para identificar recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar as habilidades funcionais de pessoas com deficiência, resultando em inclusão e melhor qualidade de vida.

“Nesse setor, potencializamos negócios que por meio da tecnologia oferecem produtos e serviços inovadores, que ampliam as habilidades das pessoas com deficiência. Na prática, gerando inclusão e promovendo autonomia – sobretudo da população menos favorecida, de baixa renda. Identificamos e apoiamos a Hand Talk por termos percebido a genuína intenção dos empreendedores e o grande potencial do impacto do negócio, que oferece uma solução inovadora e escalável, e que hoje já influencia a vida de milhares de brasileiros”, avalia Priscila Martins, gerente de Relações Institucionais da Artemisia.

A história do aplicativo começou em 2008, quando o publicitário Ronaldo Tenório, CEO da Hand Talk, teve uma ideia que mudaria não só a própria vida, mas a realidade de milhões de surdos nos quatro cantos do país – um projeto de faculdade, idealizado quando o empreendedor percebeu que poderia unir duas paixões: tecnologia e comunicação, para resolver um problema global e ajudar milhões de pessoas. A ideia ficou guardada por quatro anos. Em 2012, Tenório, em parceria com dois amigos e sócios – Carlos Wanderlan (analista de sistemas) e Thadeu Luz (arquiteto especialista em 3D) – se uniram para criar a Hand Talk e o simpático intérprete virtual, Hugo.

Dentro da empresa foi criado o aplicativo Hand Talk, um tradutor de bolso que é usado como um recurso de tradução para Libras, estreitando laços entre surdos e ouvintes. O app conta com a ajuda do Hugo, um intérprete virtual 3D, que traduz texto e voz para a Língua Brasileira de Sinais – que também está presente em uma sessão educativa chamada Hugo Ensina, com uma série de vídeos que ensinam expressões e sinais em Libras a crianças e adultos.

Segundo Ronaldo Tenório, devido à percepção das pessoas e empresas sobre a importância de tornar os canais acessíveis à comunidade surda, a solução já está presente em milhares de websites brasileiros. “O número de usuários tem aumentado exponencialmente. Existem planos para todos os tipos e portes de sites, de forma que a ferramenta pode ser adquirida por um pequeno blog até um grande portal. Quase 70% dos surdos têm dificuldade de compreender o português e, até então, a internet era inacessível para eles”, afirma, acrescentando que tem entre os clientes marcas como Magazine Luiza, Avon, Natura, Pinacoteca do Estado de São Paulo e Catraca Livre.

Desde a criação, a empresa vem recebendo prêmios no Brasil e exterior; foi eleito o melhor aplicativo de inclusão social do mundo no World Summit Award Mobile – prêmio criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), realizado em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. No ano passado, Ronaldo Tenório foi eleito pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology) como um dos 35 jovens mais inovadores do mundo (Innovators Under 35).

A história da Hand Talk começou a mudar em 2013, quando os empreendedores foram selecionados pela Artemisia para passar por um processo de aceleração. “Esse processo foi muito rico para nós. Tivemos muitos mentores, empreendedores e pessoas trabalhando com a gente. Saímos de Alagoas e participamos de vários eventos ao redor do país. Foi um processo esclarecedor em vários pontos de vista, principalmente para entendermos que um negócio de impacto social não é uma ONG: ele tem que ser sustentável, ter escala e receita para crescer e aumentar seu impacto”, conta Carlos, que hoje atende como CTO da empresa.

Hoje, o aplicativo ultrapassou a marca de 1 milhão de downloads e tem 150 mil usuários ativos por mês. Desde a criação, já impactou mais de 6 milhões de pessoas. Em 2017, o app se tornará uma ferramenta global ao incluir a Língua Americana de Sinais. Estima-se que 5% da população de um país seja de surdos, o que representa 15,9 milhões de pessoas nos Estados Unidos. “A expectativa é que até o final deste ano o aplicativo seja lançado nos Estados Unidos e, a partir daí, será mais fácil escalonar para outras línguas e países. Pretendemos, também, abrir uma nova e mais robusta rodada de investimento”, afirma.

Salto na educação

Como a maioria dos surdos tem dificuldade em compreender o português, a internet está praticamente offline para uma boa parcela da população. Diante dessa problemática, adotar o Hugo como tradutor em um website é inovador, estratégico e responsável socialmente. Para tornar isso possível, a Hand Talk também disponibiliza o Hugo para websites, levando acessibilidade a milhares de páginas de internet ao mesmo tempo, de forma simples e prática. O Tradutor de Sites é representado por um botão de acessibilidade que fica do lado direito da tela. Quando ativado, o Hugo traduz os textos selecionados pelos visitantes para Libras, automaticamente. Esses sites acessíveis passam a abrir portas para milhões de pessoas, que até então não eram alcançadas por aquele conteúdo, com isso, o surdo ganha autonomia para obter informação e conhecimento na web.

Desde 2002, a Libras é tida como segunda língua oficial do Brasil; em janeiro de 2016, a Lei Brasileira de Inclusão (LBI), entrou em vigor, sancionando diversas ações para a acessibilidade de todos os tipos de deficiência. Com o intuito de estabelecer uma aproximação ainda maior entre a comunidade surda e as organizações, nasceu o Movimento “Site Amigo do Surdo” – iniciativa da Hand Talk em prol da acessibilidade na internet, agrupando e categorizando todos os sites acessíveis em Libras com o Hugo em um único buscador, o “Google do surdo”. Acessando www.amigodosurdo.com, você encontra diversas categorias entre páginas de serviços, shoppings, restaurantes, e-commerces – todos acessíveis em Libras. O Site Amigo do Surdo oferece mais facilidade para a comunidade surda e uma vitrine segmentada para as organizações acessíveis.

ARTEMISIA

A Artemisia é uma organização sem fins lucrativos, pioneira na disseminação e no fomento de negócios de impacto social no Brasil. A missão da organização é inspirar, capacitar e potencializar talentos e empreendedores para criar uma nova geração de negócios que rompam com os padrões precedentes e (re)signifiquem o verdadeiro papel que os negócios podem ter na construção de um país com iguais oportunidades para todos. Fundada em 2004 pela Potencia Ventures, a Artemisia é signatária do Pacto Global das Nações Unidas; possui atuação nacional e escritório em São Paulo.

A Artemisia foi a primeira organização do Brasil a fazer parte da Omidyar Foundation, a mais respeitada organização no setor de investimento de impacto, fundada por Pierre Omidyar, empreendedor do Ebay. Recentemente, a ARTEMISIA também foi anunciada como uma das cinco organizações selecionadas, entre 115 de toda a América Latina, pelo edital da Rockefeller Foundation, Avina, Avina Americas e Omidyar. www.artemisia.org.br

Por: Printec Comunicação