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terça-feira, 17 de maio de 2016

Um ano de web sem o Flash Player: proteja-se desativando o plugin

17/05 - G1 / Altieres Rohr


Abandonei o Adobe Flash no início de 2015 como um "experimento" para tentar responder a pergunta: é possível navegar na web sem Flash? No início, a resposta não era tão simples, porque muita coisa não funcionava direito; agora, porém, poucas vezes consigo até lembrar que desativei o Flash no meu navegador.

Precisei do Flash apenas duas vezes neste ano de 2016: para acessar um portal de serviços ao contribuinte de uma prefeitura (é injustificável criar algo dessa natureza em Flash, mas é a realidade) e para realizar um teste de velocidade depois da troca de provedor de internet (mais compreensível). No mais, pude navegar na internet sem Flash, mesmo assistindo vídeos e interagindo com infográficos. O Facebook, que muito causou incômodo no início deste site em 2015, hoje funciona perfeitamente sem Flash.


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Adobe corrige erro do Creative Cloud que apagou arquivos no Mac

16/02 - G1 / Altieres Rohr


Nem sempre é preciso da ajuda não solicitada um vírus ou de uma falha de hardware para que seus dados desapareçam.

Foi isso que usuários do Creative Cloud (CC) em computadores da Apple descobriram após a instalação de uma atualização recente do programa. Um erro de programação fez o aplicativo apagar a primeira pasta na raiz do dispositivo de armazenamento do sistema.

O Creative Cloud é o programa para administrar a assinatura dos programas pagos da Adobe, como editor de imagens Photoshop, o criador de animações Animate (antigo Flash) e o editor de vídeos Premiere.


terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Líderes de grandes empresas contam à Adobe quais as expectativas e tendências para o Marketing Digital em 2016

15/12 - Adobe Systems Incorporated


Mais de 70 empresas, entre elas Emirates, Twitter e Visa, revelam ao CMO.com quais as ideias inspiradoras que irão colocar em prática no próximo ano para a entrega de experiências verdadeiramente diferenciadas aos seus clientes e usuários

Com o ano de 2016 cada vez mais próximo, a Adobe foi atrás dos líderes de marketing de grandes empresas globais para que contassem as principais resoluções para o próximo ano nas ações de Marketing Digital. As expectativas e tendências foram reveladas no CMO.com, veículo editado pela Adobe com conteúdo exclusivo – como artigos, insights e entrevistas – sobre a indústria de marketing para a inspiração dos profissionais no gerenciamento de marcas na era digital.

Foram ouvidos mais de 70 especialistas – entre CMOs e executivos de marketing – de companhias espalhadas pelo mundo: Estados Unidos, Europa, Ásia e região do Pacífico. Os profissionais, que atuam em empresas de grande representatividade, como Emirates, Twitter, Visa, Deloitte e muitas outras, responderam à pergunta “Como você irá trazer mais criatividade e uma experiência diferenciada e ousada para o Marketing Digital de sua empresa em 2016?”.

Um dos pontos destacados para implantar melhorias no Marketing Digital das companhias em 2016 foi a necessidade de assumir riscos e ir além das expectativas dos clientes para criar experiências memoráveis por meio do storytelling. A criatividade em foco e a proposta de sair da rotina também foram apontados como elementos-chave para engajar as pessoas.

Confira abaixo alguns dos mais de 70 depoimentos de líderes de grandes empresas – os demais estão disponíveis no CMO.com. Para as respostas, um desafio: as resoluções não poderiam ultrapassar 144 caracteres.

- Jonathan Copulsky, CMO da Deloitte Consulting:
“Usar o storytelling para demonstrar como nós auxiliamos nossos clientes a agirem com confiança e atingir um impacto de qualidade.”

- Sameer Poonja, Head de Digital e Mobile Experience da Emirates:
“Usar a tecnologia e o aprendizado digital como os fatores chave para uma inovação ousada no marketing.”

- Kinjil Mathur, VP de Marketing do FourSquare
“Nós iremos sair dos moldes e questionar premissas sobre a nossa marca. Esperamos por novas parcerias inesperadas e ótimos insights sobre dados de localização.”

- Robin Zucker, Playboy
“Começando o ano removendo um dos principais atributos do DNA de nossa marca por mais de 60 anos, agora enxergamos toda uma era de inovações e possibilidades abertas para nós.”

- Karen Stocks, Gerente e Diretor do Twitter na Australia
“Em 2016, nós iremos dar às agências mais oportunidades para destacar vídeos criativos e outros conteúdos ricos em informação promovidos pelo perfil @TwitterMoments.”

- Chris Curtin, Chefe de marca e marketing de inovação da Visa
“À medida que as linhas entre o conteúdo e anúncio continuam a se dissolver, as marcas devem se esforçar para serem ótimas storytellers e desenvolverem criatividade que inspire.”

- Don Anderson, Diretor e Gerente regional (Singapura) do We are Social
“Consumidores querem interações com conteúdo. Nós iremos provocar empresários para repensarem as vias tradicionais e juntarem-se ao movimento de criar autenticidade e relações de marca focadas no consumidor.”

Sobre a Adobe Systems Incorporated
A Adobe está mudando o mundo por meio de experiências digitais. Para mais informações, visite www.adobe.com/br/.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Adobe Digital Index registra US$ 2,72 bilhões em vendas online na Black Friday dos EUA

02/12 - Adobe Systems Incorporated


Montante representa crescimento de 14% em relação a 2014; entre os produtos mais comprados pelos norte-americanos, estão TVs Samsung, iPad Air 2, Xbox, Lego Star Wars e brinquedos Shopkins

Adobe Digital Index também observou novo recorde na participação de vendas via dispositivos móveis, que chegou a 34% – entre smartphones e tablets, iPhones (67%) e iPads (84%) foram os gadgets mais utilizados

A Adobe confirmou as expectativas de vendas no comércio eletrônico dos Estados Unidos durante a Black Friday, com movimentação total registrada de US$ 2,72 bilhões – um aumento de 14% em relação a 2014. De acordo com o levantamento Previsão de Compras Online 2015 para as compras de fim de ano – feito pela Adobe Digital Index e anunciado no início de novembro –, durante a data promocional estava prevista uma renda de cerca de US$ 2,7 bilhões no e-commerce norte-americano. O montante, somado às compras online realizadas um dia antes no feriado de Ação de Graças, representa um recorde no valor de US$ 4,45 bilhões.

"Os consumidores norte-americanos transformaram-se em ninjas das compras digitais nesta temporada de fim de ano, e os varejistas continuam a se adaptar ao enorme fluxo de compradores usando smartphones", disse Tamara Gaffney, analista principal da Adobe Digital Index.

Os cinco produtos eletrônicos mais vendidos na Black Friday foram as TVs 4K da Samsung, o iPad Air 2 da Apple, o Xbox One da Microsoft, o iPad Mini da Apple e o PS4 da Sony. Os cinco brinquedos mais visados foram o Lego Dimensions, bonecas Shopkins, o Lego Star Wars, a Barbie Dream House e o Lego Friends. As ofertas online conhecidas como doorbusters – produtos em quantidade limitada e disponíveis por um tempo limitado – foram responsáveis ​​por 40% de todas as vendas online.

O levantamento da Adobe durante a Black Friday apresentou forte aumento das compras feitas por meio de dispositivos móveis, com 34% de participação do total das vendas, enquanto o uso de tablets registrou declínio – esses aparelhos responderam por 15% nas vendas, uma redução de 2% em relação ao ano anterior. A participação nas vendas via smartphones bateu um recorde, chegando a 22%, um crescimento de 70% em comparação com 2014. Os iPhones e iPads continuaram a liderar a participação nas vendas feitas via dispositivos móveis, com 67% e 84%, respectivamente, dentro das categorias smartphone e tablet.

Os produtos vendidos online tiveram uma média de 24% de desconto. As mídias sociais e os anúncios em display se tornaram um tesouro escondido – apesar de oferecerem os maiores descontos, menos de 3% dos consumidores conseguiram aproveita-los na Black Friday.

Outros resultados da Black Friday:

· Gasto total: O gasto online de US$ 2,72 bilhões na Black Friday teve valor médio de US$ 141,00 por pedido, uma queda de 2% em relação ao ano anterior.

· Produtos indisponíveis (fora de estoque): Os cinco produtos que esgotaram mais rapidamente foram o Amazon Fire 7" 8GB, os fone de ouvido Beats Solo (Vermelho), o game NBA 2K16 para o PS4 da Sony, o brinquedo Pie Face Game e os bonecos de seis polegadas da série Star Wars - The Force Awakens.

· Descontos: Os clientes conseguiram uma média de 24% de desconto. A maioria acabou se voltando para as menores promoções, indicadas por sites comparadores de preços e por sites de avaliação de compradores, tais como o RetailMeNot e o CNET (34% de participação nas vendas online), seguidos dos anúncios de busca (27% de participação) e das vendas diretas (21% de participação).

· Participação dos dispositivos móveis: Na Black Friday, os dispositivos móveis lideraram os acessos para compras, com 53% de participação (40% em smartphones e 13% em tablets), resultando em US$ 583 milhões em vendas. Os smartphones com sistema Android foram responsáveis por 33% das vendas.

Dia de Ação de Graças:

· Gasto total: Os consumidores gastaram US$ 1,73 bilhão, 25% a mais do que em 2014. O valor médio dos pedidos foi de US$ 162,00, um aumento de 9% em comparação com 2014.

· Descontos: Os descontos aumentaram no período da tarde e da noite, terminando o dia com uma média de 26%.

· Principais produtos: Os produtos mais vendidos foram as TVs 4K da Samsung, o iPad Air 2 da Apple, o Xbox One da Microsoft, o Lego Dimensions, a Barbie Dream House e o Lego Creative Box. Incidentes com produtos indisponíveis tiveram um aumento de 600% para eletrônicos e 300% para brinquedos. 

· Participação dos dispositivos móveis: Pela primeira vez, os dispositivos móveis, e não os desktops, lideraram os acessos para compras, com 57% de participação (43% em smartphones e 14% em tablets), sendo responsáveis por 37% das transações online (22% em smartphones e 15% em tablets). As compras feitas em dispositivos móveis geraram mais de US$ 639 milhões em vendas, um novo recorde.

Produzido a partir da Adobe Marketing Cloud, o relatório da Adobe baseia-se em dados agregados e anônimos de 150 milhões de visitas a 4.500 sites de varejo e usa seu comprovado modelo preditivo para prever as horas restantes da Black Friday. A Adobe mensura 80% de todas as transações online dos 100 maiores varejistas dos EUA, mais do que qualquer outra empresa de tecnologia. Cerca de US$ 7,5 de cada US$ 10 gastos online com os 500 maiores varejistas norte-americanos passam pela Adobe Marketing Cloud.

O enorme volume de dados faz com que a Adobe esteja em uma posição única, capaz de fornecer, com base no censo, valores totais, preços e tendências de disponibilidade de produtos referentes às vendas online.

Sobre o Adobe Digital Index
O Adobe Digital Index publica pesquisas sobre marketing digital e outros temas de interesse para altos executivos de marketing e e-commerce em todos os setores. A pesquisa é baseada na análise dos dados selecionados, anônimos e agregados de mais de 4.500 empresas em todo o mundo que usam a Adobe Marketing Cloud para obter dados acionáveis ​​e análises de atividade em seus sites. A margem de erro da Previsão de Compras Online 2015 é de 3%, com um nível de confiança de 90%.

Sobre a Adobe Systems Incorporated
A Adobe está mudando o mundo por meio de experiências digitais. Para mais informações, visite www.adobe.com/br/

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Adobe corrige nova vulnerabilidade crítica no Flash

20/10 - G1 / Altieres Rohr


A Adobe corrigiu uma nova falha crítica no plugin do Flash, usado por navegadores web para reproduzir animações, vídeos e conteúdo interativo na web. Com a brecha, um criminoso poderia criar um site na web que carregasse uma animação para atacar o computador por meio do plugin, instalando um vírus na máquina.

A atualização do Flash foi divulgada na sexta-feira (16), mas a distribuição dela depende do navegador. A maioria dos usuários deve receber a atualização automaticamente, mas, em alguns casos, especialmente para Firefox, talvez seja preciso baixar o programa manualmente na página da Adobe.


sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Apple, Google, Intel e Adobe fazem acordo de US$ 415 milhões em ação

04/09 - G1


Apple, Google, Intel e Adobe fizeram um acordo para pagar US$ 415 milhões e colocar um ponto final em uma ação coletiva que acusava as empresas de conspirar para não contratar os empregados das outras companhias, segundo a agência Efe.

Durante o processo, que teve início há quatro anos e no qual participaram 65 mil funcionários e ex-empregados do setor tecnológico, foram gerados mais de 3,2 milhões de documentos.


terça-feira, 14 de julho de 2015

Flash Player é bloqueado no Firefox e Adobe lança atualização de emergência

14/07 - G1 / Altieres Rohr


O programa Flash Player, que é usado junto de navegadores web para reproduzir vídeos, animações e jogos em sites, recebeu sua segunda atualização de emergência em duas semanas. A Adobe, desenvolvedora do programa, corrigiu outra vulnerabilidade grave que foi identificada graças ao vazamento de dados da empresa de vigilância eletrônica italiana Hacking Team.

A atualização ocorre horas após a Mozilla, desenvolvedora do Firefox, instituir um bloqueio na versão 18.0.0.203 do Flash Player no navegador Firefox. Por regra, a Mozilla bloqueia versões inseguras de plug-ins instalados no navegador. Antes de a Adobe lançar a correção, todas as versões eram vulneráveis. Por isso, na prática, o Flash estava totalmente bloqueado no Firefox.


quinta-feira, 9 de julho de 2015

Adobe atualiza Flash para corrigir falha usada pela espionagem da Hacking Team

09/07 - G1 / Altieres Rohr


A Adobe lançou nesta quarta-feira (8) uma atualização do programa Flash Player, usado para exibir vídeos e animações em sites, para corrigir uma falha de segurança que era usada pelos códigos da empresa de vigilância eletrônica italiana Hacking Team. A vulnerabilidade foi identificada com o vazamento dos dados da empresa no fim de semana.

Usando essa brecha no Flash, a Hacking Team era capaz de criar páginas web que instalavam automaticamente o software de vigilância da empresa no sistema. Os programas de espionagem da empresa eram chamados de “RCS” (Sistemas de Controle Remoto), na sigla em inglês. “Da Vinci” e “Galileo” eram versões desse programa.