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quarta-feira, 6 de julho de 2016

UZ Games dribla crise e continuando crescendo

06/07 - InformaMídia


Maior franquia varejista de jogos do país prevê 7% de crescimento em 2016

Com a crise, as despesas com entretenimento tendem a ser as primeiras a serem cortadas. No mercado de games não tem sido diferente. Mas, a UZ Games, maior rede de franquias de jogos em mídia física do Brasil, continua crescendo. Em 2015, a empresa registrou uma alta de 7% em seu faturamento em relação ao ano anterior. Para 2016, a expectativa é manter a mesma média de crescimento.

A companhia varejista se tornou uma rede de franquias em 2008, entretanto já existe desde 1984, quando os filhos de uma família síria começaram a comercializar jogos dentro da loja de roupas dos pais, no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Com o tempo, o negócio tomou forma e cresceu, e já em 1986, a loja dos fundos passou de negócio secundário para um negócio único. O nome UZ vem de usados, já que a troca de títulos se tornou um dos aspectos principais do negócio.

De lá para cá, o segmento se expandiu muito. Segundo o Instituto de Pesquisa NewZoo, o Brasil é o 11º maior mercado consumidor de games mundial, tendo faturado US$ 1,28 bilhão em 2014. Além disso, o país é líder em consumo na América Latina. “Felizmente, a UZ Games tem aproveitado o crescimento desse mercado. O Brasil se tornou um grande player mundial, estando entre os mercados consumidores que mais crescem no mundo”, conta João Mendes, Diretor de Operações da companhia.

A empresa já ganhou diversos prêmios ligados à experiência de compra e comércio de games no Brasil, e agora pretende expandir ainda mais sua rede, que já conta com 65 unidades, entre lojas próprias e franqueadas, espalhadas pelas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste do país.

Recentemente, a empresa lançou a campanha Jogue e Troque, onde o game usado rende créditos para a compra de outros títulos, novos ou usados. “Reutilizar é a palavra da ordem. Aquilo que não serve mais para mim, pode servir para outro. E só há vantagens nisso: descarto corretamente o que não quero mais, faço outra pessoa feliz e ainda ganho créditos para continuar me divertindo”, pondera. A garantia é a mesma de games novos, três meses.

Em projetos como esse, a marca evidencia seus quatro pilares de posicionamento: ser a melhor opção em entretenimento para toda a família, por meio da venda de games que integrem e desenvolvam o raciocínio do jogador; entender o consumidor, já que possui 32 anos de mercado; oferecer um atendimento personalizado, independentemente de o cliente ser um hard player ou não; e incentivar a sustentabilidade, por meio da venda de games usados e do projeto de descarte adequado disponível em todas as lojas da rede.

Com essas iniciativas, a empresa vem fazendo história no segmento de games no Brasil. “Nos orgulhamos de fazer parte desse mercado e de ter ajudado a construí-lo. Vimos todas as transformações e estigmas que o segmento teve de superar para atingir os elevados índices de reconhecimento que possui hoje. Sem dúvida, essa é uma vitória da UZ também”, finaliza Mendes.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

In Loco Media participa da Maratona Valor PME Nordeste - Líderes Inspiradores, em Fortaleza

04/07 - Grupo Casa


André Ferraz, CEO da In Loco Media, primeira rede de publicidade mobile baseada em localização indoor do mundo com precisão de 1 a 2 metros, será um dos palestrantes da Maratona Valor PME Nordeste - Líderes Inspiradores, na próxima terça-feira (5), em Fortaleza, Ceará .

Empreendendo desde os 19 anos e com o intuito de inspirar o sucesso de outras pessoas, Ferraz compartilhará suas experiências como CEO e cofundador da In Loco Media, escolhida pelo Cannes Lions dentre as 10 startups mais promissoras do mercado publicitário e detentora da tecnologia de geolocalização  eleita como a mais precisa do mundo pelo Institute of Electrical and Eletrctonics Engineers (IEEE), pela Association of Computing Machinery (ACM) e pela Microsoft.  

"São necessários vários passos para que uma boa ideia resulte em um negócio. Empreender é um caminho que também envolve desafios e, durante a minha palestra, debaterei algumas questões decisivas que surgiram ao longo da minha carreira profissional a partir da  criação da In Loco", afirma André Ferraz.

Em sua segunda edição, o evento reunirá líderes empresariais para compartilhar  conhecimentos e gerar novas oportunidades de relacionamento e negócios. Organizado pelo jornal Valor Econômico, o evento reunirá mais de 300 empreendedores cearenses. 

Serviço
Maratona Valor PME Nordeste – Líderes Inspiradores
Data: 05/07/2016
Hora: 8h30 às 17h
Local: Hotel Gran Marquise. Av. Beira Mar, 3980 – Mucuripe – Fortaleza – CE.

Sobre a In Loco Media
A In Loco Media (www.inlocomedia.com) é a primeira rede de publicidade mobile baseada em localização indoor do mundo a disponibilizar os anúncios em locais definidos pelo anunciante com a precisão de 1 a 2 metros. Sua tecnologia exclusiva foi eleita a mais precisa do mundo em 2014 pela Microsoft Research e é 30 vezes mais eficaz que o GPS. Fundada em 2011, em Recife, a partir de um projeto criado por alunos do curso de Ciência da Computação na Universidade Federal de Pernambuco – UFPE, a empresa lidera o mercado de mobile advertising da América Latina. Graças à vocação para o pioneirismo e inovação, em 2015 a In Loco Media conquistou 2 troféus de ouro Lead Generation e Location Based  em parceria com a agência Ginga, além de ter sido considerada uma das 10 startups mais promissoras do mercado publicitário no  Cannes Lions. A meta da empresa em 2016 é a expansão internacional com abertura de escritórios em cidades como Nova Iorque e São Francisco e a conquista da liderança global no mercado de dados e anúncios geolocalizados.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Marketplace conquista cada vez mais adeptos

30/06 - Via Pública Comunicação / Por Ítalo Di Siervi


Largamente utilizada no exterior, a modalidade de negócio desde que chegou ao Brasil tem ganhado muitos adeptos

Nem é tão recente assim, mas a grande maioria das pessoas, e até profissionais das indústrias, ainda desconhece, tão pouco ouviu falar, em Marketplace. Pois bem, Marketplace é mais uma modalidade de negócio destinada a aumentar a gama de produtos ofertados, que teve início no Brasil em 2012 por iniciativa dos grandes sites de comércio eletrônico, que buscam cada vez mais equalizar a questão das margens que afetam fortemente os resultados das operações de e-commerce. Mas foi nos últimos dois anos que ganhou destaque.

Como oferecer maior gama de produtos sem onerar os estoques e o caixa? Como oferecer produtos com melhores condições comerciais aos consumidores? A saída foi propor aos fabricantes uma parceria “ganha-ganha-ganha”, na qual todos passam a realmente ganhar: revendedores, fabricantes e consumidores. Pode parecer algo simples, mas não é bem assim. Quem é do ramo sabe que é muito difícil essa equação. Normalmente, o consumidor tem que ter acesso aos melhores preços, o revendedor tenta manter suas margens, assim como a indústria, porém, a experiência mostra que um sempre saía perdendo, principalmente em tempos de queda nas vendas, como este que estamos passando.

O conceito é bem simples. Os sites passaram a “disponibilizar” seus espaços aos fabricantes e cobram uma “comissão” somente sobre os produtos vendidos. Esse fee pode variar de 10% a 25%, dependendo do segmento. A indústria, por sua vez, tem a possibilidade de expor em sites com milhões de visitantes todos os meses, boa parte, senão todo seu portfólio, até então limitado pelos entraves negociais que restringiam essa exposição. E vale ressaltar que, além de divulgar os produtos, poderá ter melhora significativa das margens, seja por não ter que pagar contratos de fornecimento, seja pelas verbas extras por baixos giros ou pela bitributação que deixa de existir.

Cabe o esclarecimento que as operações de Marketplace são, por enquanto, independentes dos sites convencionais, que compram e vendem produtos. A plataforma é a mesma, porém são diretorias totalmente separadas, criando até competição dentro do próprio ambiente. Assim, não é de estranhar que em alguns deles o consumidor encontre o mesmo produto anunciado duas vezes e com preços diferentes. Isso acontece porque o próprio site comprou e o produto foi também colocado no Marketplace. É bom alertar: não é uma prática aconselhável, pois cria desconfiança no consumidor.

Voltando ao funcionamento da operação, as indústrias precisam ter um site de vendas próprio de modo a alimentar as informações passadas aos demais. Vale destacar que os preços dos produtos no Marketplace são determinados pelo fabricante, assim como o faturamento e a entrega. O site vende e recebe do consumidor, passa as informações para a indústria, que cuida do restante. Ao final de 15 ou 30 dias, varia de site para site, os valores são repassados para a indústria com a comissão já deduzida. O prazo de pagamento é deliberação dos sites, mas pode ser negociado.

Por fim, os consumidores, por meio dessa nova prática, agora contam com vasta oferta de produtos, anteriormente não disponível, com condições bem mais atraentes. Na maioria dos casos, nem chegam a perceber que compraram de uma empresa e que a nota fiscal é de outra, mesmo os sites indicando na confirmação da compra que o produto está sendo gerado por outro CNPJ. Importante dizer que o consumidor pode ficar tranquilo quanto à garantia dos produtos: mesmo toda a parte de SAC sendo feita pelos sites, essa responsabilidade ficará sempre sob a tutela da indústria.

* Ítalo Di Siervi é gestor comercial da TOP PEOPLE, empresa especializada em trade marketing e recrutamento e seleção.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Dynatrace Leva o Monitoramento de Aplicação do Ciclo de Vida Total ao Pivotal Cloud Foundry

28/06 - Planin


A Dynatrace e Pivotal unem-se para acelerar e simplificar a transformação digital das empresas

A Dynatrace, líder mundial em soluções de Gerenciamento de Desempenho Digital, anuncia a união com a Pivotal®, companhia que acelera a transformação digital de empresas, para implantar suas soluções de monitoramento de aplicações na plataforma Pivotal Cloud Foundry® (PCF). O Monitoramento de Aplicações Dynatrace Service Broker Tile e Buildpack Extensions para Pivotal Cloud Foundry proporcionará profundos insights sobre desempenho para que as empresas ajam no aprimoramento de suas iniciativas em Nuvem.

De acordo com a Forrester Research, os desenvolvedores que estão embarcando na segunda onda de computação em Nuvem valorizam o gerenciamento de serviços em multi-Nuvem, a integração ágil e os serviços de plataforma expandidos. A Forrester indica uma aceleração da adoção de todas as categorias de serviços em Nuvem até 2020. Essa aceleração para a Nuvem direciona um maior foco sobre o desempenho digital de aplicações em Nuvem. A integração da Dynatrace com a Pivotal Cloud Foundry permitirá que as empresas aproveitem essa aceleração coletando analytics profundos para aplicações executadas em PCF, permitindo que elas detectem e atuem rapidamente nas falhas de desempenho, e otimizem de modo proativo as latências de transação fim a fim.

“A funcionalidade de análise de causa-raiz dos produtos da Dynatrace soluciona o novo conjunto de desafios criado pela arquitetura nativa de microsserviços baseada em Nuvem (por existirem muitas partes móveis, pode ser difícil identificar a causa subjacente de comportamentos anormais do sistema). Por exemplo, o Dynatrace Ruxit opera em um nível que proporciona causalidade real entre containers, VMs e serviços de dados - não apenas correlação de eventos e log streams. Combinado com o Monitoramento de Aplicações Dynatrace, nossos clientes terão uma análise da causa-raiz com um poderoso monitoramento de aplicações, containers e VMs sob gerenciamento“, afirma Joshua McKenty, Chefe de Ecossistema de Plataforma da Pivotal.   

A colaboração cria também novas oportunidades tanto para as bases de clientes das empresas – especialmente aquelas focadas em desenvolvimento de aplicação nativa baseada em Nuvem – quanto implantações de multi-Nuvem. O Dynatrace for Pivotal Cloud Foundry irá acelerar as iniciativas de migração de aplicações para a Nuvem ao permitir que as equipes:
- Tenham uma visão completa das transações em seu portfólio de aplicações e microsserviços;
- Identifiquem rapidamente e solucionem problemas de desempenho da aplicação;
- Criem baselines de desempenho para assegurar uma excelente experiência do usuário final antes e após a migração.

“Para usuários da Pivotal Cloud Foundry essa colaboração resultará em novos níveis de percepção que permitem ação em suas aplicações. Já para as empresas que lideram a abordagem nativa baseada em Nuvem, isso incentivará uma melhor colaboração através da transparência de dados, que é uma parte importante da entrega contínua na Nuvem”, afirma Rob Cohen, Vice-Presidente de Desenvolvimento Estratégico de Negócios na Dynatrace.

O Monitoramento de Aplicações Dynatrace Service Broker Tile beta e as Buildpack Extentions para o Pivotal Cloud Foundry já estão disponíveis. O Ruxit Service Broker para Cloud Foundry estará disponível em breve. Para mais informações, acesse: https://www.dynatrace.com/en/application-monitoring/technologies/cloud-monitoring/cloud-foundry/

Sobre a Dynatrace         
A Dynatrace é líder mundial em soluções de Gerenciamento de Desempenho Digital. A empresa oferece plataforma inovadora que apoia empresas de todos os setores na transformação de seus negócios e no desempenho digital, tornando visíveis e úteis as informações em tempo real. A Dynatrace ajuda seus clientes de todos os tamanhos a enxergar suas aplicações e canais digitais pelo ponto de vista dos usuários finais. Mais de 8.000 organizações utilizam nossa percepção para dominar a complexidade, obter agilidade operacional e aumentar a receita ao oferecer experiências com excelência aos clientes. Para saber mais sobre a liderança da Dynatrace em soluções digitais e nos segmentos de APM (Application Performance Management) e DPM (Digital Performance Management), acesse http://www.dynatrace.com/en/about-us/leadership.html. Siga a Dynatrace em: Twitter - Dynatrace, About:Performance Blog e CXBlog.

Sobre a Fundação Cloud Foundry
A Fundação Cloud Foundry é uma organização independente, sem fins lucrativos, formada para sustentar o desenvolvimento, promoção e adoção da Cloud Foundry como plataforma padrão da indústria para aplicações em Nuvem. A Cloud Foundry torna mais rápido e fácil construir, testar, implantar e escalar as aplicações. É um projeto sob licença Apache 2.0 disponível no Github: https://github.com/cloudfoundry. Para saber mais, acesse: http://www.cloudfoundry.org.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

A era do crowdsensing: o que falta para a sensorização decolar de verdade

27/06 - GAD Comunicação / por Paulo Henrique Pichini


Desde os tempos das cavernas que a humanidade entende e valoriza conteúdo ou, simplesmente, a INFORMAÇÃO. É ela a responsável pela descoberta de caminhos e atalhos que aumentem a eficiência e reduzam os desperdícios. Neste contexto, a tecnologia vem evoluindo a passos largos, disponibilizando cada vez mais informações centralizadas em locais de fácil e comum acesso por múltiplos dispositivos.

Esta onda aponta, agora, para a era do crowdsensing, resultado direto da disseminação dos dispositivos IoT (Internet of Things – Internet das Coisas). Formado por um ecossistema baseado em sensores de diversos formatos e diferentes engenharias, o IoT vale sobretudo pelo conjunto de informações que ele gera. As informações criadas pelos sensores IoT são essenciais para os mecanismos de tomada de decisão e melhoria de eficiência de processos que as empresas estão preocupadas em implementar. Essa é uma forma de explorar ainda melhor os investimentos feitos na infraestrutura IoT.

As “coisas” estão ficando smart ou inteligentes. Neste novo mundo do IoT, porém, mais do que espetar um sensor, ou sinalizar algo, da disponibilidade da garrafa de vinho na prateleira à temperatura de uma turbina hidrelétrica, o foco deve ser como explorar a informação gerada pelo dispositivo IoT.

O IoT transforma o mundo em um gigantesco sistema nervoso digital, com localização via GPS, olhos e ouvidos via imagem (câmeras de vídeo e microfones) e sensores capazes de medir pressão, temperatura, utilização e muito mais.

Para dar conectividade aos elementos deste sistema, temos as redes de longa distância (WAN), as metropolitanas (MAN), a local (LAN) e a novíssima rede pessoal (PAN), que tem sido responsável por grande parte da geração de dados na atualidade. 

Este é um mercado que, segundo o Gartner, vai gerar 6.4 bilhões de dispositivos conectados à rede mundial em 2016. O Gartner estima que, a cada segundo, 63 novos dispositivos IoT são conectados à Internet.

Diante deste quadro, o que temos visto é uma reinvenção radical dos mercados verticais, mesmo os mais tradicionais. Seja na área pública com cidades inteligentes, ou nas áreas de Indústria, Energia Elétrica, Saúde, etc., os investimentos em inteligência (IoT e os dados gerados pelos dispositivos IoT) para melhoria na eficiência têm sido uma constante. Isso é verdade especialmente nos países de primeiro mundo, mas algumas ações já estão acontecendo também aqui no Brasil. Afinal, inovação é sempre um bom caminho para driblar a crise e buscar novas oportunidades.

No Brasil, a maturidade dos ambientes de cloud tem alavancado projetos de IoT em diferentes mercados verticais – isso mostra que a sensorização é um processo sem retorno.

Além da nuvem, os dispositivos móveis são o assistente fundamental para uso e recepção das informações sensoriais. Note que o smartphone tem olhos (câmera), ouvidos (áudio), localização (GPS), acelerômetro (velocidade), movimento (giroscópio), bússola (direção), luz, etc.  Neste momento, em cidades preparadas, cada cidadão com seu dispositivo móvel torna-se um provedor de informações relevantes para melhorar a administração pública.

Os provedores de serviços e solução começam a desenhar novos modelos de negócios que consideram o cenário de elementos smart ou inteligentes (com sensor embutido).

A partir daí, esses provedores estão lançando o que chamam de “sensing as a service”.

Na verdade, este serviço traz todo o agregado de inteligência e análise de dados, seja de cidade inteligente ou de frota de transportes/logística. No futuro veremos o agregado de inteligência e análise de dados de coisas atuando também dentro de casa (geladeiras e utensílios domésticos). Em todos os casos, a meta é devolver ao usuário final dashboards e recomendações que otimizem processos, promovam a economia de recursos, etc.

Resultados como estes sinalizam a era do crowdsensing, onde os sensores, independentemente de tecnologia (NFC, RFID, Beacon, QR code, Wifi e o novíssimo vídeo como sensor de ambientes), estão a todo tempo sinalizando e disponibilizando online informações altamente qualificadas.

O que chama atenção é que as tecnologias de sensores e a evolução de modelos de implementação de IoT estão bastante acelerados. Os mecanismos de armazenagem em cloud, por outro lado, estão maduros. Os dispositivos de acesso, prontos.

Falta, apenas, a utilização de mecanismos de analytics que permitam os ganhos de eficiência vindos da depuração das informações geradas pela era do crowdsensing. Aí moram os investimentos dos gigantes do mercado. Aí temos percebido grupos de chamados cientistas de dados se empenharem duramente para lançar soluções de fácil utilização.

É esta sincronia entre as diferentes tecnologias e mundos IoT que torna a era do crowdsensing atraente e que dá destaque aos responsáveis por sua integração e transformação em solução. Estou falando de consultorias especializadas em projetar e mapear todo o universo IoT, coletar dados e, a partir daí, tornar o crowdsensing real. O IoT vai definitivamente alavancar o processo de sensorização das coisas e o mundo estará cada vez mais aceso (com comunicação) e disponível para seu acesso.

Esse quadro só é possível com a utilização das ferramentas de analytics. A soma da tecnologia de analytics com os serviços de empresas especializadas em projetos de crowsensing é o que torna o “sensing as a service” real, e muda o mundo.  

*Paulo Henrique Pichini é CEO & President da Go2neXt Cloud Computing Builder & Integrator 

sexta-feira, 24 de junho de 2016

C – Levels: entendam porque a nuvem é necessária para otimizar o crescimento de sua empresa

24/06 - Agência Arma / Fernando Cardoso

O número de empresas que fazem uso de nuvens públicas ou privadas para suas aplicações, emails e datacenters é considerável. A imagem abaixo, mostra alguns dos mais utilizados aplicativos e grandes empresas que utilizam das estruturas de nuvem de provedores, como Amazon Web Services, Microsoft Azure, IBM Softlayer, RackSpace e VMware vCHS.


O motivo de tantas marcas e organizações migrarem seus negócios do ambiente tradicional para nuvem, mostram a força de uma tendência que veio para ficar.

Abaixo, alguns pontos que mostram como a infraestrutura em nuvem pode otimizar consideravelmente a atuação de sua empresa:


1º Agilidade

Processos que demoravam em média 4 meses para serem realizados, podem ser feitos em minutos.  Graças aos sistemas de Cloud Computing, é possível subir 1.000 servidores para executar um processamento de dados ou até mesmo novos servidores para um lançamento de campanha de marketing. A maioria das Startups por exemplo, já iniciam suas operações dentro da nuvem, e utilizam dessas soluções para não perderem a agilidade no lançamento de novas versões, aplicações e funcionalidades para seus consumidores.

Muitas empresas que ainda mantém a infraestrutura tradicional, encaram processo bastante moroso: a compra e implementação dos servidores no datacenter, validação de configurações, instalação de sistemas operacionais e aplicações, realização de testes e outras etapas podem fazer com que a organização fique atrás de seus grandes concorrentes.

2º Inovação

Com o ganho de agilidade, é estimulada maior inovação dentro de toda a empresa e consequentemente lançamento de novos produtos e aplicações.

A inovação, permite também que a quantidade de recursos disponibilizados seja paga sob demanda “Pay-as-you-Go”, pelo uso de infraestrutura de nuvem, o que faz com que a equipe de desenvolvimento consiga ter mais recursos para resolver problemas de forma simples e eficaz.

Abaixo a quantidade de recursos e soluções que podem auxiliar consideravelmente a criação de uma nova aplicação, para uma empresa ou Startup usando a Amazon Web Services:


3º Automatização

Com o uso de Cloud Computing, conseguimos automatizar diversos processos de maneira muito simples. Utilizando apenas um script pré-definido podemos subir milhares de novos servidores com as aplicações instaladas, políticas de segurança associadas e outras configurações que cada ambiente necessite. Empresas como Netflix e Globo.com, utilizam disso para conseguirem suportar picos de acessos às suas aplicações e não resulte em problemas para seus usuários finais.

Para as empresas que ainda trabalham somente na infraestrutura tradicional, a sugestão é que repensem o uso de arquiteturas híbridas utilizando como parte da infraestrutura, Nuvens Públicas ou Privadas.  Os resultados poderão lhe surpreender.

* Fernando Cardoso é Engenheiro de vendas na Trend Micro.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Vendas pelas redes sociais: como não fazer besteira

20/06 - InformaMídia / por Daniel Galvão


A internet mudou os padrões de consumo e alterou drasticamente as estratégias de marketing, publicidade e vendas. Os alicerces do comércio ainda são os mesmos, mas os meios mudaram. Em vista de todas essas alterações nos padrões de comportamento, era apenas uma questão de tempo até que o comércio através das redes sociais se tornasse uma realidade.

Como nem toda empresa tem capital para investir em um e-commerce, muitas delas estão surgindo de forma mais simples, e se tornando uma alternativa disrruptiva para a realidade do comércio e serviços. É importante ressaltar que isso não é uma novidade. O comércio via redes sociais já existe desde os tempos do Orkut. Entretanto, as ferramentas que podem te ajudar a alavancar isso como muito mais do que um “bico”, estão cada vez mais desenvolvidas e disseminadas. Por isso, listei algumas dicas de como não fazer besteira nas redes sociais e perder a chance de se inserir em um mercado que cresce e pode ser a porta de entrada para algo muito maior.

O relacionamento via redes sociais já é uma experiência que está muito presente inclusive em grandes marcas, entretanto, quando se fala de social commerce, ele se restringe muito a negócios em seu início, quando o capital de giro é pequeno. A interação que gera a venda vem de usuário para usuário.

Essa interação é a alma desse tipo de negócio. Ela sempre acaba tendo de fugir da agregação de valor comum, disponibilizada pelas marcas comuns. A relação e a experiência são muito mais pessoais. O velho discurso de vendas só gera reações mornas. É preciso aumentar a interatividade. Porém, limitar isso ao cunho profissional, sem ser grosseiro, é uma tarefa complexa, afinal, se não tem como investir em dinheiro, há de se compensar em criatividade e trabalho duro.

Apesar da dificuldade, essa é uma relação muito mais humanizada e tem tudo para atingir grandes níveis de personalização, segmentação e exclusividade. Considerando que é isso que o mercado busca hoje em dia, o social commerce já começa na frente e no caminho certo.

Apesar disso e dos números que só crescem no ramo, é preciso dedicar um bom tempo de planejamento e organização de tudo aquilo que for ser compartilhado e divulgado. Quando se publica algo, seja um produto, uma oferta ou mesmo uma interação com usuário, a primeira impressão é a que fica, e é necessário alinhar cada ação com a missão, visão e valores da empresa, de forma que jamais haja discrepâncias que possam causar um problema futuro ou a perda de clientes.

Há de se evitar polêmicas, e isso inclui suas redes sociais pessoais. É importante lembrar que só por quê esse é um negócio em uma plataforma de mídia social, não quer dizer que ele não deva ser regulamentado como empresa, através de um MEI, por exemplo. Há sempre de se considerar a legalidade, e acima de tudo, dar ao seu consumidor meios de confiar na sua marca e garantir que seu serviço seja tão bom ou melhor do que o de seus concorrentes maiores.

Se apegue à personalização, à exclusividade, e tenha tudo alinhado, incluindo uma plataforma de gestão das mídias, garantindo que o negócio cresça organicamente, se mantendo sempre melhor no uso dos recursos que as próprias redes sociais e internet fornecem. Vale apostar no visual, usar mais de uma rede, gerar interação. É importante se lembrar que você, mais do que nunca é a imagem da sua empresa.

Acima de tudo, esteja onde seu cliente está. Uma análise de mídia é necessária para alguns momentos, mas sempre lembre-se de estar nas redes que o seu público alvo frequenta. Não adianta ter todas as redes, apenas as que interessam realmente para o seu negócio - e isso é muito particular.

É importante também estar de olho nas novas redes e novidades da tecnologia, além de exaurir o uso de ferramentas que já estão disponíveis, como a hipertextualização possibilitada pelas hashtags, por exemplo. Já existe muita coisa boa que pode ser usada.

Por fim, reforço a estratégia. Se você tem uma boa ideia, um bom produto e até um negócio em andamento, é possível que uma consultoria seja necessária. É importante planejar, e antes de investir em novidades e deixar o negócio crescer, é importante planejar esse crescimento e se certificar de que todas as possibilidades, tanto em termos de vendas, como em tecnologia, estejam sendo bem aproveitadas. Não feche seus olhos para as possibilidades e saiba ouvir, tanto a opinião profissional, mesmo que te custe algum investimento, quanto a dos seus clientes. Aqui está a chave para o crescimento do seu negócio.

*Daniel Galvão é publicitário especializado em mídias digitais e fundador da Mango Digital.

Sobre a Mango Digital: www.mangodigital.com.br / (11) 3424-3250

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Quanto Custa um Data Center Parado?

17/06 - GAD Comunicação / por Adiel Machado


Nos últimos anos, a demanda por armazenamento de dados vem crescendo significativamente. Por trás desta tendência está o aumento da geração de conteúdo através de mídias sociais, uso de marketing digital e até mesmo de cursos online. O resultado desta realidade é o crescente investimento em data centers. O data center é o coração da computação em nuvem e, em plena era da digitalização de serviços, está fadado a seguir crescendo em tamanho, capacidade e sofisticação.  Existem empresas de serviços que cinco anos atrás não eram nem imaginadas e hoje operam 100% através de plataformas online. O business dessas empresas acontece por meio de operações bancárias na internet, o que aumenta ainda mais a demanda dos data centers. Chega a assustar saber que 24 horas em tempo de gravações de vídeos são enviadas para o Youtube a cada minuto (mais de 34.560 horas em vídeos por dia!). Isso geraria o equivalente a 5 milhões de terabytes de dados. 

Este quadro nos leva a crer que o crescimento da demanda por serviços de data center aumenta proporcionalmente também os riscos e os custos de downtime da operação. Qualquer um de nós fica decepcionado ao não conseguir enviar uma mensagem via Whatsapp, consultar um extrato bancário. Em um mundo totalmente conectado, não aceitamos não conseguir efetivar uma compra na internet. Falhas ou atrasos em qualquer uma dessas operações significa muitas vezes a perda de uma venda ou de uma oportunidade. Problemas na infraestrutura digital podem, portanto, representar prejuízos para a operação de negócios. 

Essa realidade demanda a utilização de produtos e equipamentos que possam assegurar que os servidores, dispositivos de armazenamentos e periféricos de segurança estejam operando em condições adequadas e permaneçam funcionando sempre, mesmo com falta de energia e outros fatores não controláveis. Essa é uma condição sine qua non para a economia digital.

Além de contar com as melhores soluções de TI e de Telecomunicações no data center que atua na retaguarda do negócio digital, é imprescindível aderir às melhores práticas de gestão deste universo:

Manutenção preventiva
Todo investimento inicial em equipamentos de infraestrutura para manter o data center funcionando deve ser otimizado para atingir o tempo de vida útil estimado dos equipamentos em uma operação saudável. Em alguns casos, é possível estender um pouco este tempo de operação. Para que possa correr tudo como esperado, porém, é necessário programar revisões e manutenções preventivas em todos os equipamentos de climatização de precisão, UPS, réguas de energia, cabos e conexões, baterias e outros periféricos. As recomendações de manutenção preventiva periódica dos fabricantes devem ser observadas. Obviamente, os próprios fabricantes serão a melhor opção para realizar a manutenção de seus equipamentos, seja pela disponibilidade de peças ou pela responsabilidade da marca com sua plataforma. Uma boa prática é também identificar onde estão os maiores drenos de energia ou eficiência de seu data center, isso pode estar inclusive nos servidores. Leia mais sobre isso no sumário executivo sobre maiores drenos de recursos em TI clicando aqui.

Monitoramento de baterias dos UPS
Mesmo com a alta confiabilidade oferecida por equipamentos como UPS, baterias e painéis de distribuição de energia, é recomendável monitorar a atividade dessa infraestrutura e as condições de operação. No caso das baterias, por exemplo, recomenda-se a utilização de monitoramento em cada ponto de contato das baterias para estimar o tempo de vida útil, níveis de carga e conexão. Uma única bateria com qualquer tipo de defeito pode comprometer a empresa toda de operar e isso pode prejudicar sua instalação quando houver uma queda de energia. 

Acesso e Monitoramento Remoto de infraestrutura
É recomendado monitorar, também, todo o estado do data center, desde entrada de energia e operações do grupo gerador, qualidade da energia de entrada da concessionária, frequência e estado de operação dos UPS, baterias, sensores de temperatura, necessidades de umidificar ou desumidificar o ambiente, além de outros periféricos. Isso vale também para os servidores, switches KVM e rede. Será possível ter uma bola de cristal para prever o que está acontecendo dentro do data center? É possível sim “cultivar uma bola de cristal” sobre esse espaço missão crítica por natureza. Saiba mais através de nosso playbook para mudanças, clique aqui. A melhor prática é manter uma monitoração em tempo real e de forma remota sobre todo esse ambiente. 

Otimização do consumo de energia
Além de monitorar como está o consumo de cada ativo e equipamento de infraestrutura do data center, há boas práticas que podem aumentar o aproveitamento de energia e temperatura dos UPS e os próprios equipamentos de ar condicionado de precisão. Essas práticas incluem, por exemplo, igualar o fluxo de ar e a capacidade de refrigeração de cada uma das máquinas evaporadoras de acordo com a necessidade do site. Isso pode ser feito através de tecnologias de controladores inteligentes que possam comunicar-se entre as máquinas. Para saber mais sobre este tipo de tecnologia, acesse o portal sobre free-cooling clicando aqui. Já no caso de UPS, é recomendável buscar UPS com fator de potência de saída unitários ou o mais próximo disso.

Conclusão
A definição de quanto custa um data center parado depende da importância deste ambiente para a continuidade dos negócios da empresa. Imagine, por exemplo, uma empresa que vende a hospedagem de outros softwares online, websites e banco de dados. Seus clientes estão conectados ao menos 12 horas por dia trocando informações de maneira segura e criptografada. Se este data center está off-line por alguma razão, até mesmo os clientes dos clientes deste data center podem ser afetados. Isso inclui pessoas comuns (nós), que ficaremos frustrados e descontentes com a indisponibilidade de serviços.

Todos esses fatores devem ser levados em consideração ao se mensurar o valor de um data center parado. O valor de um data center parado está diretamente relacionado a quanto o negócio da empresa depende da tecnologia, da mão de obra e da aderência às melhores práticas da gestão deste ambiente. A visibilidade sobre o que se passa no data center precisa ser traduzida em valores tangíveis para o negócio. É a área de TI e Telecom falando a linguagem do negócio para enfatizar de forma clara a grande verdade de uma economia digitalizada: sem o data center, o dinheiro não entra, o dinheiro não sai. 

*Adiel Machado lidera o marketing na Emerson Network Power no Brasil 

Sua marca já postou um vídeo hoje?

17/06 - InformaMídia / Por Daniel Galvão


Pode parecer estranho pensar em criar um vídeo para internet se você é apenas um pequeno varejista, ou empresário de uma micro ou pequena empresa. Alguns podem achar que é algo grande demais para uma realidade mais simples, algo que grandes marcas é que fazem, através de grandes campanhas de marketing viral. Entretanto, é preciso considerar que, hoje, uma das maiores, se não a maior, forma de interação entre marcas e consumidores é através de vídeo.

Vou te provar o que estou dizendo. Pense em quantos vídeos você, como usuário, recebe por semana, seja no seu feed do Facebook, no seu WhatsApp ou mesmo no seu Youtube. O número é grande, não é? Vamos a um exemplo: quantas pessoas que compram carros realmente param para ler os seus manuais antes de ligar a chave e sair dirigindo? Mesmo levando em conta carros muito tecnológicos, com variações enormes de modelos de interação, incluindo botões, alavancas, entre outros, esse número é muito baixo. 

Agora, imagine que revolução seria para a experiência junto ao usuário se ele pudesse entender o funcionamento de todas as partes de seu veículo, além de tirar dúvidas, através de vídeos curtos que explicassem exatamente o problema que ele está enfrentando. Bom, isso não está distante da realidade. 

A empresa Cisco, especializada em telecomunicações e tecnologia digital, realizou um estudo, o Indice Visual Networking Cisco, que divulgou que em 2020 o tráfego de vídeos na internet representará 82% de todo o tráfego realizado por consumidores. Para mostrar como isso é uma tendência, o Facebook acaba de liberar comentários em vídeo para postagens. As grandes marcas já estão se adiantando.

Mas o que isso tudo tem a ver com meu negócio que é pequeno em relação a essas empresas? Bem... Tudo! Pense que agora um consumidor pode fazer uma reclamação ou retirar uma dúvida sobre um produto ou serviço, através de vídeo. Falar da sua marca em um vídeo curto é mais fácil, e ele se propaga muito mais rápido.

Ainda não acredita? Aposto que lembra da quantidade de pessoas que jogaram baldes de água fria em si mesmas em prol de uma campanha que buscava fundos para achar a cura para a esclerose lateral amiotrófica? Isso com certeza não teria se viralizando se fosse um texto ou uma foto. As ações de diversas pessoas, registradas em vídeo, é que marcaram a ação.

A Ideia era simples, foi bolada sem o intuito de ser uma campanha complexa, mas foi bem planejada e tinha potencial. Eles sabiam exatamente qual público eles iriam impactar e como poderiam receber este retorno. Agora imagine se na época, o Facebook já tivesse liberado essa função de vídeo comentário? Com certeza a viralização teria sido muito maior.

As pessoas respondem a conteúdo em vídeo. É o que é mais consumido hoje, e é o que mais será produzido em pouco tempo. Haja vista aplicativos como o Snapchat ou o Periscope. Então pensem bem, se não está na hora de pensar em produzir vídeos e interagir com o seu público. Essa pode ser a diferença que a sua marca vai apresentar para mudar sua relação com o público e crescer muito com isso.

*Daniel Galvão é publicitário especializado em mídias digitais e fundador da Mango Digital.
Sobre a Mango Digital: www.mangodigital.com.br / (11) 3424-3250 

segunda-feira, 13 de junho de 2016

UZ Games busca investidores na ABF Franchising Expo que tenham paixão pelo segmento

13/06 - InformaMídia


Brasil é o 4º maior mercado do mundo em número de consumidores e movimenta mais de R$ 1 bilhão por ano

Nem só de super-herói, código binário e games um “nerd” precisa viver. É possível unir os interesses particulares em uma oportunidade de negócio promissora. Essa é a proposta da UZ Games, maior rede brasileira de franquias de varejo de games, ao expor na 25ª edição da ABF Expo Franchising, que acontece entre os dias 15 e 18 de junho, em São Paulo.

O mercado de games movimentou mundialmente, em 2015, US$ 91,5 bilhões. De acordo com um levantamento do Instituto de Pesquisa NewZoo, o Brasil é o 4º maior mercado em número de jogadores. Em termos de faturamento, o país é o 11º no ranking, movimentando por ano cerca de R$ 1 bilhão.

Na contramão da crise, a UZ Games conseguiu dobrar seu volume de vendas e faturamento, aumentando seu market share e a relevância entre os concorrentes. A conquista deve-se em muito aos novos processos de gestão da empresa. “Temos pontos de vendas extremamente organizados, com um leque amplo de opções e focado no perfil de nossos clientes. Como a rede existe há 32 anos, temos know how suficiente para entender e atender bem cada cliente que entrar em uma de nossas lojas, seja ele um profundo conhecedor ou um leigo que busca um presente”, atesta João Mendes, diretor de varejo da UZ Games. 

Franquia - Outra estratégia que tem se mostrado extremamente acertada é a busca por um determinado perfil de investidor. “O primeiro requisito que analisamos é se a pessoa realmente se identifica com o nosso mercado. Gostar do que faz é o primeiro passo para o sucesso”, defende David Willian, gerente de expansão da rede.

E engana-se quem pensa que estamos falando apenas de homens. Segundo a pesquisa Game Brasil, em 2015, as mulheres representavam 47,1% dos consumidores de games no país. Apenas um ano depois, em março de 2016, esse número saltou para 52,6%, superando o mito de que trata-se de um segmento predominantemente masculino.

Outro tabu que a mesma pesquisa quebra é a de que game é coisa de criança ou adolescente. O dado mostra que 93,5% dos “jogadores” do país têm entre 16 e 54 anos. Apenas 2,3% têm menos de 15 anos. O restante, 4,2% é composto por pessoas com mais de 54 anos.

Os números mostram que grande parte dos apaixonados por games estão em idade produtiva, o que unido a um setor em franca expansão, representa a oportunidade certa para investir num ramo que, além de bons resultados financeiros, pode lhe trazer muito prazer. “Hoje temos 65 unidades em operação em todo o país. Quase a totalidade dos franqueados são pessoas que gostam muito de games. Tem desde um jovem que cuida da operação com o investimento feito pelo pai, quanto mulheres que se identificam com o setor e até mesmo casais, que trabalham e jogam juntos”, ilustra Willian.

Ao participar pela quinta vez consecutiva da ABF Franchising Expo, a UZ Games espera encontrar exatamente esse perfil entre os visitantes da feira. O plano de expansão da marca inclui a abertura de 20 novas unidades ainda em 2016. Há opções de quiosque, loja de rua ou shopping. “Queremos nos apresentar como a opção ideal para unir a paixão a um negócio fácil de operar e com alta rentabilidade”, finaliza o diretor de expansão.

Serviço:
ABF Franchising Expo
De 15 a 18 de julho
Das 13h às 21h - Sábado das 11h30 às 18h30
Expo Center Norte - Pavilhão azul e branco
Estande: Rua M - estande 119

Investimentos

Quiosque:
Investimento total: R$ 95 mil
Taxa de franquia: R$ 25 mil
Capital de giro: R$ 10 mil
Faturamento médio mensal: De R$ 40 a R$ 60 mil
Expectativa de retorno: 25 meses
Royalties: 3% sobre vendas
Marketing institucional: 1% sobre vendas

Loja de Rua:
Investimento total: R$ 180 mil
Taxa de franquia: R$ 50 mil
Capital de giro: R$ 30 mil
Faturamento médio mensal: De R$ 50 a R$ 80 mil
Expectativa de retorno: 27 meses
Royalties: 3% sobre vendas
Marketing institucional: 1% sobre vendas

Loja de Shopping:
Investimento total: R$ 280 mil
Taxa de franquia: R$ 50 mil
Capital de giro: R$ 50 mil
Faturamento médio mensal: De R$ 80 a R$ 160 mil
Expectativa de retorno: 21 meses
Royalties: 3% sobre vendas
Marketing institucional: 1% sobre vendas

Sobre a UZ Games:
A UZ Games é a maior e mais tradicional rede de franquia especializada em games do país. Fundada em 1984, a empresa possui mais de 65 unidades espalhadas em todas as regiões do Brasil. A companhia se posiciona como a melhor opção em entretenimento por ser uma profunda conhecedora do mercado e do perfil do gamer brasileiro. Suas parcerias com desenvolvedoras garantem a distribuição de lançamentos em tempo recorde, colocando o país na vanguarda mundial do mercado de games.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Google supera Apple e volta ao topo do ranking de marcas mais valiosas

08/06 - G1


O Google ultrapassou a Apple e reassumiu em 2016 a liderança do ranking BrandZ, desenvolvido pela consultoria de marketing e marca da WPP, a Millward Brown, que reúne as 100 marcas globais mais valiosas.

O valor da gigante de tecnologia cresceu 32% em um ano, atingindo US$ 229 bilhões, enquanto a Apple, vencedora no ano passado, caiu para a 2ª posição, com uma queda de 8% e US$ 228 bilhões.


quarta-feira, 1 de junho de 2016

ERP simples não precisa ser “tosco”

01/06 - InformaMídia / por Marcelo Lombardo


Dois fenômenos muito interessantes aconteceram de 2010 para cá no mundo dos sistemas de gestão: primeiro, as grandes e médias empresas - que formam o principal mercado consumidor dos ERPs - já foi quase que totalmente tomado pelos fornecedores tradicionais. Portanto, a única forma de crescer para essas empresas de tecnologia consolidados é tentar buscar a camada de baixo, mirando clientes cada vez menores.

Ao mesmo tempo, o governo deu uma ajuda: passou a gradativamente exigir mais e mais das pequenas empresas. Os especialistas dizem que o modelo tributário chamado de “Simples Nacional” já não é tão simples assim, e em muitos estados da federação as PMEs já precisam entregar SPED como qualquer multinacional gigante. Essa crescente pressão de compliance fiscal e organizacional faz com que a caneta e papel ou ainda o Excel não sejam mais suficientes. Todas as pequenas empresas necessitarão, mais cedo ou mais tarde, de um sistema de gestão. Isso traz para o baile do ERP milhões de novos clientes potenciais, dando uma super oxigenada no mercado!

Entretanto, esses tradicionais fornecedores de ERP tomaram o rumo mais previsível (e menos inovador) para tentar atender esse novo mercado: pegaram aquele sistema feioso de quase 30 anos de estrada, todo remendado e construído com tecnologia legada dos anos 90, cortaram algumas funcionalidades aqui e ali, rebatizaram com um nomes do tipo “First”, “Light”, "One", etc. e tentaram empurrar esse dinossauro moribundo garganta abaixo da PME. Não precisa dizer o resultado: sem preço adequado, sem produto moderno, sem estar focado na usabilidade, estão falhando miseravelmente.

Uma consequência desse novo mercado que se formou foi a aparição, quase que da noite para o dia, de dúzias de fornecedores de sistemas de gestão em nuvem que denominam a si próprios de “simples” e de “baixo custo”.

Seria essa a nova geração que substituirá os dinossauros?  Evidentemente que sim, mas temos dois (grandes) poréns.

O primeiro problema é o alcance de público alvo. Empresas de maior porte normalmente precisam customizar o ERP para adaptá-lo às suas práticas. Independente dessas práticas serem as melhores ou não, os novos sistemas de gestão na nuvem possuem baixo custo por serem padronizados, não permitindo adaptações ou customizações específicas. Em outras palavras, nenhum fornecedor que entende o jogo do mercado de massa das pequenas empresas vai fazer desenvolvimentos específicos para apenas um cliente, e certamente esse cliente manterá o dinossauro ainda vivo por um bom tempo.

O segundo e principal problema é o grau de profundidade (ou falta de profundidade) desses novos sistemas de gestão na nuvem. Eles se intitulam “simples”, mas na verdade  são “simplórios”. Como eu já disse outras vezes, essas duas palavras são muito parecidas, porém na verdade são opostas:

Simples é completo, sofisticado, é algo que encapsula a complexidade dos negócios através de uma interface fácil de usar. Agora simplório é despojado, incompleto, pobre. Simplório é ignorar a existência da complexidade tentando tapar o sol com a peneira, normalmente se aproveitando da falta de conhecimento do cliente inexperiente. Resumindo em uma única palavra bem popular, simplório é tosco.

O que mais atrapalha essa nova geração de ERPs na nuvem é que 99% deles se dizem simples, mas na verdade são toscos.

A consequência dessa “tosquice” pode ser observada diretamente nas altíssimas taxas de churn dessas novas empresas. Esse termo, comum nos mercados de telecomunicações, reflete o percentual dos clientes que cancelam ou param de utilizar o serviço dentro de um período. No caso da maioria dessa nova geração de ERPs, o churn chega a índices incríveis como 30% a 60% ao ano, ou seja, toda a base de clientes de um fornecedor desses vai para o lixo em um prazo médio de 2 anos, o que é bastante ruim quando levamos em conta todos os gastos com marketing para adquirir cada cliente. No caso do ERP dinossauro, essa taxa não passa de 10% ao ano, elevando neste caso o tempo médio de permanência do cliente para cerca de 10 anos.

Mas por que essas novas empresas de software de gestão na nuvem escolhem ser toscas ao invés de simples? Pelo que pude identificar analisando diversas delas, na maioria das vezes não é uma escolha consciente. É puro desconhecimento de quais são as reais necessidades de negócio das empresas e até das exigências legais. Um exemplo desse total desconhecimento pode ser notado em alguns players de nome já expressivo no mercado, que chegam ao absurdo de tornar opcional a emissão de nota fiscal em seus sistemas, facilitando e automatizando o caixa dois. Acho que eles sequer fazem ideia que estão sendo cúmplices de um eventual crime de sonegação fiscal cometido por algum de seus clientes (quero crer que fazem isso por ignorância e não por má fé).

Mas o ERP tosco não é de todo ruim. É fato que uma gestão superficial é melhor do que nenhuma gestão, mas por outro lado é uma chance perdida, pois a superficialidade do ERP tosco não gera um real ganho de tempo e agilidade para a empresa, e certamente vai frustrar as expectativas – o que explica o alto índice de churn.

Concluindo, não há dúvidas de que a nuvem chegou para trazer ofertas muito mais adequadas, modernas e de baixo custo para as pequenas empresas, porém tente descobrir antes se a solução na qual você está embarcando é realmente simples e não tosca, assim você evita perder tempo, dinheiro e se frustrar.

* Marcelo Lombardo é idealizador do produto Omie e CEO da Omiexperience.

Sobre Omie: www.omie.com.br
Omie é um ERP que oferece uma plataforma completa de gestão empresarial na nuvem para controlar todos os processos financeiros, de CRM, vendas e serviços, além de emissão de boletos e NF-e, com foco em PMEs. Com um visual simples e intuitivo, o sistema é muito fácil de ser operado e todas as informações fiscais e contábeis são integradas automaticamente com o contador, independente do software que ele utilize. Tudo isso, sem limites de usuários ou cobranças adicionais. “Ter uma gestão confiável é crucial para que uma empresa possa crescer. Acreditamos nisso e desenvolvemos um ERP capaz de atender as necessidades do negócio e ainda ser atrativo ao usuário”, esclarece Marcelo Lombardo, sócio-fundador da Omiexperience.

Como o Google pode ajudar seu pequeno negócio

01/06 - InformaMídia / por Daniel Galvão


Todos os dias eu meu pergunto como ainda existem empresas que não estão cadastradas no Google. Será que seus proprietários nunca se perguntaram o porque de seus concorrentes aparecerem, e eles não? Será que não sentem o impacto de não estar presentes no mundo digital? Recentemente passei por uma situação que fez realmente parar para pensar sobre o assunto.

Eu precisei me mudar de região em São Paulo, indo para um local geograficamente oposto a minha antiga casa. Isso me fez procurar uma nova escola para meu filho. Foi ai que meu primeiro desafio surgiu. Eu não conhecia ninguém nesse novo bairro que tivesse filho da mesma idade que o meu, e não tinha conhecimento algum sobre como eram as escolas da região. Como especialista em marketing digital, meu primeiro impulso, obviamente, foi buscar no Google escolas que fossem mais próximas, e posteriormente levantar os pontos positivos e negativos de cada uma, por fim decidindo para qual meu filho deveria ir.

O problema é que 80% das escolas da região não estavam cadastradas no Google. E não ache que estou falando apenas de escolas pequenas. Escolas de grande porte também não apareciam, principalmente as mais tradicionais. Isso me obrigou a pegar o carro e rodar a região em busca dessas escolas inexistentes na web, encontrando, no final, uma opção que aparentemente atendia minhas necessidades e expectativas.

Agora eu pergunto, e se eu não pudesse fazer esse “tour” de carro pelo meu novo bairro? E se eu tivesse que sair da cidade em busca de atender à minha necessidade, ou do estado, ou do país? Ou digamos apenas que meu tempo seja mais escasso do que a média e não posso me dar ao luxo de gastar horas olhando empresa por empresa cruzando a cidade?

É justamente nesse ponto que a ferramenta da Google, Google Meu Negócio pode ajudar. De uma forma muito simples, uma das regras de funcionamento do Google é que quando alguém busca algo na internet, quer seja um serviço ou um produto, o buscador da Google te oferece alternativas que coincidem com a proximidade da origem da busca. Ou seja, a chance daquele comércio que está do lado da sua casa, ou empresa, aparecer se torna muito grande.

Pode parecer óbvio no dia a dia, mas geralmente as pessoas não cruzam a cidade de um ponta à outra atrás de um serviço que podem encontrar nas proximidades. Quando falo disso, falo das pequenas empresas, dos negócios básicos, como uma padaria, uma papelaria, um mercadinho, não falo de um fornecedor grande. Até mesmo empresas precisam comprar coisas básicas, e não podem dispender do tempo de seus funcionários para ir a uma grande loja, ou jogar tempo fora aguardando um serviço no outro lado da cidade, como um encanador, por exemplo.

O mais interessante é que o cadastro no Google Meu Negócio, além de aproximar os pequenos negócios, é gratuito, e permite que seus clientes façam referências a sua loja, o que aumenta a visibilidade para outras pessoas que buscarem pelo mesmo tipo de produto ou serviço, na região. Isso amplia significativamente as entradas da empresa.

A dica é para as empresas, mas mesmo os donos delas podem ver esse processo na prática, basta buscar um restaurante, para almoçar, usando o seu “OK Google” do celular. Se você não bloqueia sua localização, algo que só 5% da população faz, a pesquisa irá te retornar locais próximos de onde você está.

A mesma coisa acontece com outros segmentos, como o de serviços. Veja a Mango, por exemplo. Se uma empresa precisa de uma agência de marketing digital e está em São Paulo ou em São José dos Campos, sempre que alguém buscar por esses termos, ela irá aparecer como sugestão de fornecedor, assim como outras empresas relacionadas ao serviço e que estejam na região. Eu sei do que estou falando, não só pela expertise do meu trabalho, mas também pela prática dessa dica na minha própria empresa.

Então, se sua empresa ainda não está no Google Meu Negócio recomendo que vá agora se cadastrar, te garanto que receberá novos leads, além de alimentar as conexões digitais da sua região de forma saudável, e que te possibilita receber recomendações e atestados de qualidade vindo diretamente do seu público alvo.

* Daniel Galvão é publicitário especializado em mídias digitais e fundador da Mango Digital.

Sobre a Mango Digital: www.mangodigital.com.br / (11) 3424-3250

terça-feira, 24 de maio de 2016

“Crise - um guia rápido para retomar o crescimento” é o novo e-book da InformaMídia Comunicação

24/05 - InformaMídia


Material apresenta inúmeras dicas para transformar a crise em oportunidade

Desde o ano passado, empreendedores têm sofrido com a recessão econômica do país. Agravada por um forte sentimento de insegurança e incerteza entre os consumidores, mesmo os empresários mais otimistas enfrentam dificuldades para crescer nesse momento. Pensando nisso, a InformaMídia Comunicação acaba de lançar o e-book “Crise - Um guia rápido para retomar o crescimento”. Com 26 páginas, o material apresenta uma análise atual do mercado e oferece dicas preciosas para que as empresas encontrem saídas estratégicas e principalmente oportunidades.

Segundo a diretora da agência, Marília Cardoso, a ideia de produzir o material surgiu depois de observar como as empresas podem potencializar seus resultados aliando uma estratégia de comunicação à metodologia do funil de vendas. “A comunicação é um instrumento poderoso para as empresas conquistarem novos leads. Contudo, em um mercado cada vez mais competitivo e cheio de estímulos, é preciso trabalhar com estratégia. E, sem dúvida, manter o departamento de vendas alinhado com o de comunicação é a melhor forma de fazer isso”, comenta a empresária.

Dentro desse contexto, o e-book destaca a metodologia do funil de vendas aplicado à comunicação como forma de impactar suas três primeiras fases: a atração do lead, através de uma presença efetiva na imprensa, o relacionamento com ele, por meio de uma efetiva atuação nas redes sociais e o despertar do interesse para seu serviço ou produto com o auxílio do marketing de conteúdo, que contribui significativamente para a melhora nos rankings de busca da internet.

Apresentado de forma bastante didática e de fácil leitura, o e-book exibe diversos gráficos que tornam o material ainda mais atraente, mostrando como utilizar corretamente essas ferramentas de comunicação para transformar a crise em uma oportunidade. “No ano passado, depois de adotarmos essa metodologia, tivemos um crescimento de 30% no faturamento. Por isso, resolvemos passar essa experiência para frente e, quem sabe assim, contribuir com tantas outras empresas que estão buscando um resultado semelhante”, anseia Marília.

Para baixar o conteúdo gratuitamente, acesso o link: http://bit.ly/1TknitJ.

Sobre a InformaMídia - www.informamidia.com.br / (11) 2834 9295
A InformaMídia é uma agência de comunicação focada no atendimento a empresas de pequeno e médio porte dos mais variados segmentos da indústria e serviços. A empresa realiza um diagnóstico 360º graus da comunicação de cada cliente, oferecendo soluções customizadas que auxiliam no atingimento de seus objetivos estratégicos de marketing e vendas e atuando diretamente na geração de resultados efetivos e de longo prazo. 

Software gratuito é solução para gestão financeira e contábil de pequenas empresas

24/05 - InformaMídia / Omie


Omie.FIT visa atender empreendedores individuais, profissionais liberais e microempresas

A saúde financeira de uma empresa depende, e muito, de uma boa gestão. Para cumprir sua missão de ajudar os pequenos empreendedores nos controles administrativos, a Omiexperience, desenvolvedora do Omie, o primeiro e único ERP parceiro do contador, acaba de lançar uma versão gratuita do software, o Omie.FIT. A ferramenta já está disponível no mercado.

Pensado para atender a necessidade de profissionais liberais e micro empresas, o Omie.FIT agrega inúmeras vantagens. Entre elas o acompanhamento financeiro, gestão de contas a pagar e a receber, fluxo de caixa, gerenciamento de custo de projetos, geração de gráficos e de indicadores e, o mais importante, geração de nota fiscal eletrônica (NFS-e).

“Nossa intenção foi criar uma ferramenta capaz de ajudar os escritórios de contabilidade a organizarem a gestão contábil e financeira de seus clientes menores, que não tem condições de contratar um ERP. O fato é que sem essa profissionalização da gestão, sofre o cliente e o contador, que tem mais dificuldades para prestar contas ao governo. Resolvemos acabar com o problema de ambos com um software fácil de usar e, o melhor, totalmente gratuito”, explica Marcelo Lombardo, CEO da Omiexperience.

O Omie.FIT foi criado a partir do Omie ERP. Por se tratar de um sistema integrado de gestão online, o cliente Omie pode controlar processos financeiros, de CRM, vendas, produção, estoque, serviços e contratos, além de emissão de boletos e notas fiscais de produtos e serviços. Tudo isso, sem limites de usuários ou cobranças adicionais. Omie ERP controla todos os processos operacionais de uma empresa, independentemente de ser comércio, indústria ou serviços. Oferece backup e segurança a cada transação executada, além de ser facilmente integrado ao contador da empresa. Todas as ações ficam concentradas numa única tela, com a vantagem de ser o único software com o modelo Kan Ban, que utiliza as funções de “arrastar” e “soltar” para diversas tarefas.

Para ter acesso ao Omie.FIT, a empresa ou profissional liberal precisa ser cliente de um escritório de contabilidade parceiro Omie. A Omiexperience já possui cerca de três mil escritórios parceiros em todo o país. E quer mais. “Existem mais de 50 mil escritórios contábeis no Brasil, e não descansaremos até sermos parceiros de todos eles. Só assim conseguiremos cumprir nosso propósito que é transformar a realidade da PME brasileira”, comenta Lombardo.

Sobre Omie: www.omie.com.br

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Violações de cibersegurança impactam nove em cada 10 organizações no Brasil

19/05 - CompTIA

Erros humanos são os que mais contribuem para o risco a segurança, é o que mostra pesquisa realizada pela CompTIA, com mais de 1.500 executivos em 12 países.

Nove em cada 10 organizações no Brasil foram atingidas, por pelo, menos uma violação de segurança no ano passado, sendo que a maioria das violações foram classificadas como graves, de acordo com o novo relatório divulgado pela CompTIA, associação do setor de TI, sem fins lucrativos e reconhecida mundialmente como referência em certificações vendor-neutral.

O relatório Tendências Internacionais em Segurança Cibernética também revela que as organizações estão alterando as práticas e políticas de segurança devido à maior dependência da computação em nuvem e soluções de tecnologia móvel.

Mais de 1.500 executivos de negócios e de tecnologia em 12 países foram pesquisados. O relatório inclui dados da Austrália, Brasil, Canadá, Alemanha, Índia, Japão, Malásia, México, África do Sul, Tailândia, Emirados Árabes Unidos (EAU) e Reino Unido (UK). No Brasil, 126 executivos foram pesquisados.

A pesquisa aponta que 73% das organizações relataram alguma brecha no ano passado. Na comparação com os demais países pesquisados, o Brasil ficou entre os mais vulneráveis a riscos de segurança. "Apenas 13% das empresas brasileiras afirmaram não ter tido qualquer tipo de experiência com violação de segurança", destacou a executiva de negócios da CompTIA, Tatiana Falcão.

"Nossa pesquisa também constatou que 90% das empresas brasileiras esperam que cibersegurança torne-se uma prioridade mais elevada ao longo dos próximos dois anos", disse Tatiana. Ainda segundo a executiva, existe uma forte tendência no País de direcionamento de recursos para o aprimoramento do desenvolvimento profissional dos funcionários. A CompTIA tem realizado grandes volumes de investimentos no Brasil e a procura pelas certificações duplicou no último ano, esse aumento também reflete a demanda crescente sobre cibersegurança no Brasil.


No Brasil 87% das organizações disseram que experimentaram pelo menos uma violação de segurança cibernética ou incidente nos últimos 12 meses.


Oitenta e um por cento das empresas brasileiras relatam violações de segurança cibernética relacionadas a dispositivos móveis, tais como dispositivos perdidos, malware móvel e ataques de phishing, além da desativação dos recursos de segurança pelos funcionários. Os erros humanos são os que mais causam riscos a segurança cibernética com 58%, contra 42% de erros tecnológicos.


Mudanças nas operações de TI, quer devido a uma maior dependência da tecnologia móvel, pelo uso de soluções baseadas em nuvem ou algum outro fator, são os principais caminhos para alterar as abordagens à segurança cibernética, de acordo com as empresas brasileiras pesquisadas para o relatório.

As organizações estão tomando medidas para avaliar e melhorar o conhecimento sobre cibersegurança entre os seus empregados. As práticas incluem orientação a novos funcionários, programas de formação contínua, cursos on-line e auditorias de segurança aleatória.

Mas os resultados até agora têm sido mistos. Apenas 27% das organizações avaliam sua educação sobre cibersegurança e seus métodos de treinamento como extremamente eficazes. Fazer o treinamento de funcionários ser obrigatório, entregar uma formação mais abrangente e mais frequente, com a combinação de testes e avaliações são algumas das medidas que melhorem a eficácia, disseram executivos.


Os principais pontos que necessitam de atenção na abordagem da cibersegurança no Brasil são:
- Mudanças nas operações de TI;
- Mudanças nas operações comerciais ou na base de clientes;
- Adquirir conhecimento por meio de treinamento e certificação;
- Foco em uma nova indústria vertical;
- Relatórios de violações na cibersegurança de outras empresas.

Nove em cada 10 executivos e gerentes no Brasil acreditam que é importante testar o funcionário após o treinamento de segurança cibernética para confirmar os ganhos de conhecimento, enquanto que 93% indicam que as certificações para profissionais de TI são valiosas ou muito valiosas como uma forma de validar conhecimentos e habilidades relacionadas à segurança cibernética.

O relatório International Trends in Cybersecurity é baseado em uma pesquisa online com 1.509 executivos de negócios e de tecnologia realizada em janeiro e fevereiro de 2016. Para baixar o relatório visite https://www.comptia.org/resources/international-trends-in-cybersecurity.

Sobre a CompTIA
A Computing Technology Industry Association (CompTIA), é uma associação sem fins lucrativos que atua como a voz da indústria de tecnologia da informação. Com cerca de 2.000 empresas associadas, 65.000 usuários registrados, 3.000 parceiros acadêmicos e de treinamento e mais de dois milhões de certificações de TI emitidas, a CompTIA é dedicada ao avanço e crescimento da indústria por meio de programas de ensino, pesquisa de mercado, eventos, certificações profissionais e defesa de políticas públicas.