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segunda-feira, 4 de julho de 2016

Trend Micro desvenda cibercrime brasileiro no Telegram: Grupo com 05 mil hackers é encontrado

04/07 - RMA Comunicação

Credenciais de cartão de crédito e assinaturas Netflix roubadas são oferecidas gratuitamente

Conhecidos por sua pouca idade e por disseminarem o resultado de seus roubos em redes sociais, a Trend Micro - empresa especializada na defesa de ameaças digitais e segurança na era da nuvem – verificou que os cibercriminosos brasileiros, estão se especializando cada dia mais no aprimoramento de seus golpes e novas plataformas para atacarem seus alvos.

Depois do bloqueio temporário do WhatsApp no Brasil, em dezembro de 2015, os hackers encontraram alternativa em outro aplicativo de mensagens instantâneas, para evitar a vigilância das autoridades, enquanto dão continuidade aos seus esquemas cibercriminosos. 

Os tribunais brasileiros solicitaram ao WhatsApp que fornecesse informações em relação a investigações criminais no final de 2015. Negando a solicitação, uma ordem judicial foi emitida para que os provedores de telecomunicações bloqueassem o acesso ao WhatsApp, forçando os usuários, incluindo os cibercriminosos, a procurarem um novo meio de se comunicar.

Antes dessa ordem judicial, o WhatsApp tinha 93 milhões de usuários no Brasil. Desde então esse número diminuiu, com os usuários passando a usar o Telegram, uma plataforma de troca de mensagens baseada em nuvem.

Coincidência ou não, o recurso de mensagens seguras do Telegram tornam a plataforma perfeita para que seja explorada por indivíduos com intenção maliciosa.

Do WhatsApp para o Telegram
Já há algum tempo que os cibercriminosos exploram o WhatsApp e aplicativos similares de troca de mensagens para realizar transações comerciais ilícitas.

Para a Trend Micro, a gradual substituição feita para o Telegram, pode ser analisada sob alguns pontos. Os usuários consideram o aplicativo, atraente devido a recursos como: fácil acesso em diversos dispositivos, "conversas secretas" (é possível autodestruir mensagens), capacidade de compartilhar vários tipos de arquivos de até 1,5 GB além de "grupos e canais de conversas".

Uma das razões prováveis para os cibercriminosos terem optado pelo Telegram, é que assim como o WhatsApp, ele criptografa as mensagens enviadas por meio de sua rede. Com isso, se torna muito mais difícil para a polícia, provar a natureza ilícita de transações cibercriminosas realizadas.

Os grandes grupos que podem hospedar até 5.000 membros cada, funcionam de forma bem parecida com os fóruns nas quais boa parte das negociações entre cibercriminosos ocorre. Os participantes só precisam criar um apelido (sem vínculos com um endereço de e-mail) para participarem.

Durante a pesquisa, a Trend Micro encontrou dois grupos do Telegram com cerca de 10.000 usuários no total, realizando atividades suspeitas. Os apelidos não necessariamente facilitam a identificação, quando comparados com endereços de e-mail.

Outro recurso que facilita a disseminação das atividades destes criminosos, é que o Telegram permite que os usuários criem "canais" onde o indivíduo pode tornar seu número de telefone anônimo.

Qualquer potencial comprador pode simplesmente enviar ao administrador (provavelmente o vendedor) uma mensagem privada para dispor do crimeware.

Que produtos são oferecidos nos canais do Telegram?
As ofertas de produtos vendidos nos canais observados pela Trend Micro, incluem desde cartões de crédito roubados a credenciais para contas hackeadas do Netflix.

O interessante, é que tais mercadorias estavam disponíveis gratuitamente. Provalvemente, hackers iniciantes que desejam construir uma reputação ou notoriedade, na esperança de serem reconhecidos como os melhores entre o grupo.


Em alguns canais, os cibercriminosos até mesmo incentivam a participação do grupo, pedindo aos usuários bem-sucedidos nos roubos de credenciais, para que provem suas conquistas por meio de screenshots. A Trend Micro constatou também um canal "pessoal", cujo proprietário individual reclamou de outros grupos que segundo ele, copiaram seus materiais.



O phishing, um dos golpes que fazem maior número de vítimas no Brasil, foi também encontrado: um dos grupos falsificou o perfil de uma loja online brasileira. Anúncios publicitários de páginas falsas, também foram vistos.


Tendência do mobile
A maioria dos brasileiros, confiam mais em smartphones do que em computadores para acessar a Internet. Por isso não é surpresa, que as pessoas por trás dos canais suspeitos do Telegram tenham como alvo os usuários de dispositivos móveis. Vários aplicativos nocivos com diferentes capacidades foram vistos pela Trend Micro, sendo oferecidos nesses canais. Alguns desses aplicativos maliciosos são exploradores excepcionais e conseguem gerar informações de cartão de crédito.


Dinheiro fácil e aprendizado autodidata
Com base em postagens encontradas pela Trend Micro, os vendedores de credenciais roubadas ainda estão no ensino médio com idade provavelmente abaixo dos 20 anos. Não se sabe se trabalham sozinhos ou em grupos, mas a maioria certamente é autodidata, com conhecimentos e habilidades obtidos por meio da adesão e participação em fóruns. Isso pode ser constatado pelo número de tutoriais e guias de hacking/carding compartilhados com os membros do grupo.

O ganho monetário rápido e a oportunidade de adquirir habilidades com novas ferramentas, são provavelmente as principais razões pelas quais cada vez mais pessoas se envolvem em atividades cibercriminosas. Não ajuda também o fato de que qualquer aspirante a cibercriminoso pode facilmente aprender como fazer o serviço em manuais de treinamento vendidos ou compartilhados clandestinamente na Deep Web.

Em tempo
Segundo a Trend Micro, até o momento os cibercriminosos estão na ativa e grupos deste tipo estão se multiplicando.

Sobre a Trend Micro:
A Trend Micro Incorporated, líder global em segurança em nuvem, proporciona a empresas e consumidores um mundo seguro para a troca de informações digitais, por meio da segurança para conteúdo na internet e gerenciamento de ameaças. Com mais de 20 anos de experiência, a empresa é pioneira em segurança para servidor. Nós oferecemos segurança altamente conceituada, baseada em cliente, servidor e em nuvem, que atende às necessidades de nossos consumidores e parceiros, impede ameaças mais rápido e protege dados em ambientes físicos, virtualizados e em nuvem. Potencializados pela infraestrutura Trend Micro™ SmartProtection Network™, nossos produtos, serviços e segurança, líderes na indústria de cloud-computing, impedem a ação de ameaças de onde quer que elas surjam, na internet, com o apoio de mais de 1.200 especialistas em inteligência de ameaças em todo o mundo. Para informações adicionais, visite www.trendmicro.com.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Filtro bolha: a verdade por trás do que aparece no seu feed

28/06 - InformaMídia / Por Daniel Galvão


Imagine um mundo onde todas as pessoas a sua volta discutem os mesmos assuntos, têm as mesmas opiniões, e, portanto, concordam com você. Ouvem as mesmas músicas, leem os mesmos livros, trabalham no mesmo segmento, etc. Seria tediosamente estranho e perigosamente alienador! Graças ao que ficou conhecido como Filtro Bolha, esse mundo existe e chama-se internet.

Eli Pariser, em 2011, fez uma apresentação no TED falando sobre o tema. Segundo ele, o filtro bolha é uma característica da web de apresentar como resultado de busca apenas o que é relevante para o usuário. No inicio do discurso, Eli apresenta essa “ferramenta” como algo positivo da internet e como as preferências e relevância dos temas seriam importantes para separar o joio do trigo em um universo de informações. No entanto, no decorrer, ele desconstrói esse argumento e começa a defender que, no frigir dos ovos, isso é algo prejudicial.

O fato é que o filtro bolha aprisiona os internautas a verem, ouvirem, assistirem e comentarem apenas sobre assuntos que conhecem e concordam. Com as ferramentas de buscas e as timelines programadas para nos mostrar nossas preferencias, fica cada dia mais difícil chegar à conteúdos que nos desafiem e nos façam mudar de opinião, gosto ou preferência.

O que pouca gente sabe, é que todos os dados apresentados pelas redes seja facebook ou até mesmo a pesquisa do Google sofrem interferência dos seus algoritmos para que apresentem apenas aquilo que realmente te interessa, aquilo que a tecnologia acredita ser de extremo valor para o que você procura ou quer ver.

Façamos um teste. Role sua timeline e tente encontrar aquele seu amigo com quem você não interage faz alguns meses. Certamente você não o encontrará. Não porque ele parou de postar, mas sim porque o seu algoritmo entendeu que aquela pessoa não é relevante para você e parou de mostra-la na sua timeline. Para aprimorar esse teste, faça uma busca no Google sobre um assunto aleatório e peça para que seu amigo faça a mesma pesquisa na ferramenta dele, você perceberá que os resultados não serão os mesmos.

Até ai ok, a final de contas é relativamente fácil recriar preferências e reprogramar essas condições de navegação. O problema é que 30% da audiência de um portal de notícias é gerada por meio das redes sociais. E os jornais, por sua vez, para conquistarem relevância digital e atraírem leitores para suas páginas, precisam ser cada dia mais partidários, sensacionalistas e, por que não dizer, caçadores de clicks.

A primeira vista, parece assustador descobrir que estamos imersos em uma bolha sem ver ou interagir com o mundo lá fora. A internet nasceu para democratizar o acesso a informação, por isso mesmo parece difícil acreditar que exista dentro desse contexto algo tão contraditório. Não estou falando para sair das redes sociais, parar com as pesquisas no Google e viver na época das caverna. Minha proposta é que passemos a buscar a fonte de cada conteúdo, e entender o contexto geral dos temas do dia a dia. Buscar ler opiniões contrárias, que além de enriquecer o discurso, vão desafia-lo e àquilo que você tem como verdade absoluta. Sugiro que tomemos o controle sobre o conteúdo que consumimos, antes que alguém faça isso por nós.

* Daniel Galvão é publicitário especializado em mídias digitais e fundador da Mango Digital.

Sobre a Mango Digital: www.mangodigital.com.br / (11) 3424-3250

terça-feira, 21 de junho de 2016

Empreendedor social premiado mundialmente, Bruno Aracaty ministra palestra no News Cities Summit, no Canadá

21/06 - Casa do Bom Conteúdo


Criador da rede social Colab.re debaterá sobre melhorias urbanas no evento que ocorre no Canadá entre amanhã e quinta-feira desta semana

Bruno Aracaty, criador do Colab.re, rede social de gestão colaborativa de cidades, ministra palestra na conferência mundial de melhorias urbanas News Cities Summit, que acontece entre amanhã e quinta-feira em Montreal, no Canadá.  Em 2013, a ferramenta foi eleita o Melhor Aplicativo Urbano do Mundo em disputa com projetos de várias partes do mundo durante este evento. Agora, o empreendedor social participa do News Cities Summit como conferencista, falando sobre o impacto da tecnologia na melhoria da gestão de cidades e da saúde pública.

Sob os conceitos de empoderamento dos cidadãos e tomada de decisões com base na participação popular, o Colab.re conecta brasileiros ao poder público no que se refere ao aperfeiçoamento de questões urbanas. Por meio da web (www.colab.re) e de aplicativos nas versões Android e iOS, cidadãos podem fiscalizar, propor melhorias e avaliar a qualidade dos serviços e instituições públicas. O usuário registra a sua demanda na rede social – que pode ser de diversas naturezas, como calçadas esburacadas, iluminação deficiente e estacionamentos irregulares, por exemplo –, por meio de geolocalização, foto e descrição do fato. O órgão responsável, então, acessa um painel de monitoramento a fim de apurar a situação descrita, dando o devido encaminhamento para a solução de cada caso.

O Colab.re conta com mais de 150 mil usuários conectados a 100 prefeituras, entre elas Recife, em Pernambuco, Santo André e Campinas, em São Paulo, e Niterói, no Rio de Janeiro. São mais de 55 mil demandas geradas em mais de 2.000 municípios brasileiros. As situações mais comuns são estacionamentos irregulares, buracos em vias, entulhos em calçadas, limpeza pública e lâmpadas apagadas em vias públicas. Em algumas das prefeituras parceiras da ferramenta, o índice de solução das demandas reportadas é superior a 70%.

Desde o ano passado, a ferramenta iniciou projeto-piloto de consultas públicas com a participação popular na tomada de decisão dos investimentos das cidades. Depois da experiência em Campinas, o orçamento participativo digital agora está sendo implantado em Santos, ambas cidades paulistas.

Em janeiro deste ano, o Colab.re criou a plataforma Sem Dengue (Sin Zika para os demais países da América Latina), permitindo que milhares de pessoas pudessem contribuir com informações para auxiliar os governos a tomar decisões relativas à prevenção de epidemias, além de monitorar os focos do mosquito Aedes aegypti e mapear os sintomas de Dengue, Zika e Chikungunya. Dezenas de prefeituras estão usando a plataforma para tornar a atuação dos agentes de saúde mais eficiente, melhorando as condições de saúde da população e reduzindo custos de tratamento das doenças.

"O evento New Cities Summit foi um grande marco para o Colab.re em 2013, quando fomos eleitos o melhor app de cidades do mundo. Agora, três anos depois, voltamos ao evento com muito mais maturidade, na condição de palestrantes, trazendo experiências pioneiras em nível mundial em diversos segmentos, como o orçamento participativo digital, a gestão da saúde, a relação das cidades com as novas gerações e a criação colaborativa de espaços urbanos”, afirma Aracaty. “Além de ser uma honra enorme ver o Colab.re entre as principais referências globais, participar de discussões e estar entre os líderes e formadores de opinião é um aprendizado muito importante para continuarmos na vanguarda da melhoria das cidades através da participação das pessoas", finaliza.

Sobre a Colab.re
O Colab.re é uma rede social que permite aos cidadãos fiscalizar, propor melhorias e avaliar a qualidade de serviços e instituições públicas. É o canal de relacionamento em tempo real oficial de 100 cidades brasileiras, como Curitiba (PR), Niterói (RJ), Santos (SP) e Teresina (PI). Em 2015, a ferramenta foi eleita o Negócio de Maior Impacto Social do Mundo e a Startup de Maior Potencial Global pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e um dos melhores aplicativos de governo do mundo pela ONU (Organização das Nações Unidas). O Colab.re tem mais de 150 mil usuários cadastrados em todo o Brasil e está disponível na web (www.colab.re) e em aplicativos Android e iOS.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Vendas pelas redes sociais: como não fazer besteira

20/06 - InformaMídia / por Daniel Galvão


A internet mudou os padrões de consumo e alterou drasticamente as estratégias de marketing, publicidade e vendas. Os alicerces do comércio ainda são os mesmos, mas os meios mudaram. Em vista de todas essas alterações nos padrões de comportamento, era apenas uma questão de tempo até que o comércio através das redes sociais se tornasse uma realidade.

Como nem toda empresa tem capital para investir em um e-commerce, muitas delas estão surgindo de forma mais simples, e se tornando uma alternativa disrruptiva para a realidade do comércio e serviços. É importante ressaltar que isso não é uma novidade. O comércio via redes sociais já existe desde os tempos do Orkut. Entretanto, as ferramentas que podem te ajudar a alavancar isso como muito mais do que um “bico”, estão cada vez mais desenvolvidas e disseminadas. Por isso, listei algumas dicas de como não fazer besteira nas redes sociais e perder a chance de se inserir em um mercado que cresce e pode ser a porta de entrada para algo muito maior.

O relacionamento via redes sociais já é uma experiência que está muito presente inclusive em grandes marcas, entretanto, quando se fala de social commerce, ele se restringe muito a negócios em seu início, quando o capital de giro é pequeno. A interação que gera a venda vem de usuário para usuário.

Essa interação é a alma desse tipo de negócio. Ela sempre acaba tendo de fugir da agregação de valor comum, disponibilizada pelas marcas comuns. A relação e a experiência são muito mais pessoais. O velho discurso de vendas só gera reações mornas. É preciso aumentar a interatividade. Porém, limitar isso ao cunho profissional, sem ser grosseiro, é uma tarefa complexa, afinal, se não tem como investir em dinheiro, há de se compensar em criatividade e trabalho duro.

Apesar da dificuldade, essa é uma relação muito mais humanizada e tem tudo para atingir grandes níveis de personalização, segmentação e exclusividade. Considerando que é isso que o mercado busca hoje em dia, o social commerce já começa na frente e no caminho certo.

Apesar disso e dos números que só crescem no ramo, é preciso dedicar um bom tempo de planejamento e organização de tudo aquilo que for ser compartilhado e divulgado. Quando se publica algo, seja um produto, uma oferta ou mesmo uma interação com usuário, a primeira impressão é a que fica, e é necessário alinhar cada ação com a missão, visão e valores da empresa, de forma que jamais haja discrepâncias que possam causar um problema futuro ou a perda de clientes.

Há de se evitar polêmicas, e isso inclui suas redes sociais pessoais. É importante lembrar que só por quê esse é um negócio em uma plataforma de mídia social, não quer dizer que ele não deva ser regulamentado como empresa, através de um MEI, por exemplo. Há sempre de se considerar a legalidade, e acima de tudo, dar ao seu consumidor meios de confiar na sua marca e garantir que seu serviço seja tão bom ou melhor do que o de seus concorrentes maiores.

Se apegue à personalização, à exclusividade, e tenha tudo alinhado, incluindo uma plataforma de gestão das mídias, garantindo que o negócio cresça organicamente, se mantendo sempre melhor no uso dos recursos que as próprias redes sociais e internet fornecem. Vale apostar no visual, usar mais de uma rede, gerar interação. É importante se lembrar que você, mais do que nunca é a imagem da sua empresa.

Acima de tudo, esteja onde seu cliente está. Uma análise de mídia é necessária para alguns momentos, mas sempre lembre-se de estar nas redes que o seu público alvo frequenta. Não adianta ter todas as redes, apenas as que interessam realmente para o seu negócio - e isso é muito particular.

É importante também estar de olho nas novas redes e novidades da tecnologia, além de exaurir o uso de ferramentas que já estão disponíveis, como a hipertextualização possibilitada pelas hashtags, por exemplo. Já existe muita coisa boa que pode ser usada.

Por fim, reforço a estratégia. Se você tem uma boa ideia, um bom produto e até um negócio em andamento, é possível que uma consultoria seja necessária. É importante planejar, e antes de investir em novidades e deixar o negócio crescer, é importante planejar esse crescimento e se certificar de que todas as possibilidades, tanto em termos de vendas, como em tecnologia, estejam sendo bem aproveitadas. Não feche seus olhos para as possibilidades e saiba ouvir, tanto a opinião profissional, mesmo que te custe algum investimento, quanto a dos seus clientes. Aqui está a chave para o crescimento do seu negócio.

*Daniel Galvão é publicitário especializado em mídias digitais e fundador da Mango Digital.

Sobre a Mango Digital: www.mangodigital.com.br / (11) 3424-3250

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Instagram muda para destacar posts de perfis mais curtidos por usuário

06/06 - G1


O Instagram começou a organizar fotos e vídeos exibidos de forma mais parecida com a aplicada pelo Facebook. Anunciada em março, a mudança é a maior já feita pelo aplicativo lançado em 2010 e passou a ser liberada na quinta-feira (2). Com isso, os conteúdos publicados pelos perfis mais apreciados serão exibidos primeiro, o que deixará de lado a organização por postagens recentes.

"Em média, as pessoas perdem 70% do que está em seus 'feeds'. Fica mais difícil se manter atualizado à medida que aumentam os vídeos e fotos postados no Instagram", informa a empresa.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

As 4 mudanças do Twitter para tentar ser mais simples e ganhar novos usuários

03/06 - G1 / BBC


O Twitter está mudando algumas de suas regras básicas de funcionamento para tentar facilitar seu uso e, ao mesmo tempo, atrair mais usuários.

Nos próximos meses, a rede social vai permitir que os usuários acrescentem mensagens multimídia aos tuítes, incluindo fotos e vídeos, sem que estes consumam o limite de 140 caracteres de cada mensagem.


quinta-feira, 12 de maio de 2016

ICQ: conheça uma alternativa ao WhatsApp em smartphones e no computador

12/05 - G1 / Ronaldo Prass


Após o WhatsApp ter sido bloqueado pela segunda vez no Brasil, e obrigado os seus usuários a terem que procurar alternativas para se comunicarem por mensagens de texto ou instalarem programas que permitem navegar através de uma VPN. Reaparece um dos programas de troca de mensagens mais antigos da internet - o ICQ Messenger. 

O ICQ já foi tão popular quanto o WhatsApp é hoje, mas com o surgimento do MSN Messenger aos poucos a sua liderança na preferência dos usuários foi diminuindo até quase cair completamente no esquecimento. 


terça-feira, 10 de maio de 2016

Mídias sociais: como minha empresa deve se comportar?

10/05 - Daniel Galvão


É estranho pensar que deve haver uma espécie de código de bom comportamento empresarial dentro das redes sociais. Um ambiente tão livre e que sempre incentiva essa liberdade, como a internet, pode parecer isento desse tipo de normatização, e utilizar uma espécie de guia de conduta pode parecer estar na contramão dessa liberdade de expressão.

O ponto é que não estamos falando apenas de opiniões e posições pessoais. Quando a rede social é da empresa, ela deve se posicionar como empresa. Ou seja, os mesmos valores e missão que valem dentro da empresa, valem para sua imagem na web.

Como empresa, você deve representar a solidez e ética que seu consumidor espera. Seu público aceita que haja maior descontração? Ótimo! Mas não é sempre assim, muitas vezes os clientes e público alvo da empresa são justamente pessoas mais conservadoras, e arriscar demais pode te fazer ser mal visto.

Além disso, é importante que você converse sempre com seu alvo e, se seu alvo comercial tem opiniões diversas, é bom não tomar partidos. Um exemplo comum são discussões políticas. Para a empresa, não importa a posição pessoal do seu fundador, do seu analista de redes sociais, ou mesmo da maioria de acionistas. O que importa é o cliente e o consumidor, e se ele está em ambos os lados de uma discussão, é bom simplesmente se isentar.

Essas restrições se estendem aos principais chefes da empresa. A imagem deles está atrelada demais à da empresa, então sim, sua liberdade como indivíduo fica um pouco tolhida, mas isso não é o fim do mundo.

É bom sempre buscar ser idôneo e partilhar apenas aquilo que te mantém seguro. Da mesma forma que você não fornece seus dados pessoais para um estranho que te liga, você não deve fazê-lo na internet, seja lá em qual rede social você esteja.

Sua postura como empresa faz a diferença, e as pessoas estão de olho. Além disso, os próprios mecanismos de Big Data se aproveitam disso. Se sua empresa mostra uma postura e investe naquela rede social, ela vai aparecer principalmente para o tipo de consumidor que se alinha às suas ideias.

Ou seja, assumir uma posição te ajuda a estar entre aqueles que você está buscando quando investe em campanhas online. É bom sempre montar uma estratégia de posicionamento de marca que se reflita nas redes sociais.

Ações de marketing devem considerar o ambiente online, mas devem se perguntar coisas simples, como “estou ofendendo alguém?”, “para quem estou falando isso?”, “estou alinhado como minha missão e valores como empresa?”.

É bom contar com analistas e pessoas especializadas para cuidar de sua estratégia de marketing. Às vezes, algo inofensivo a seus olhos, pode fazer toda a diferença para a empresa em um futuro próximo - e não é toda marca que consegue suportar críticas pesadas, mesmo que momentâneas, até que haja correções de uma postura.

Tome cuidado antes de fazer uma conta em uma rede qualquer e sair por aí falando e compartilhando tudo que vê. Essas coisas demandam estratégia e isso será visível em termos de prevenção de perdas, gerenciamento de crise e, inclusive, na captação de novos leads. Mídia social, hoje em dia, é coisa série e, como tal, merece planejamento e atenção.

* Daniel Galvão é publicitário especializado em mídias digitais e fundador da Mango Digital.

Sobre a Mango Digital: www.mangodigital.com.br / (11) 3424-3250

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Você realmente se preocupa com a sua postura no ambiente digital?

27/04 - iBLISS 


Os desafios da proteção dos dados pessoais fazem parte de uma atitude segura, que deveria ser conhecida e absorvida como um hábito

No momento em que discutimos a limitação de planos de dados pelas operadoras de telecom, é preciso refletir também sobre o quanto estamos informados ao ponto de estabelecer uma atitude mais consciente quanto a nossa privacidade. Estar informado pode evitar (literalmente) que nossa liberdade seja cerceada e também permite a tomada de precauções simples, que vão mudando a maneira como empresas e instituições regulatórias enxergam e se relacionam conosco: consumidores e usuários.

Quando você acessa uma conexão gratuita, os riscos relacionados a privacidade das informações trafegadas pelos diferentes serviços/App utilizados aumentam significativamente e expõem vulnerabilidades sistêmicas, que acabam por deixar usuários e até as empresas extremamente suscetíveis à ataques.

O primeiro passo é entender que “segurança é um processo, não um estado. No ambiente digital, a percepção de segurança desaparece e por isso os processos de gestão de cibersegurança são fundamentais para permitir uma comunicação segura entre os dispositivos e os serviços online. Além dos investimentos por parte das empresas provedoras, é preciso focar esforços nas atitudes dos usuários e na criação de uma cultura de segurança mais ampla, já que é hábito acessar informações corporativas e pessoais do celular, por exemplo”, explica Leonardo Cavallari Militelli, CEO e fundador da iBLISS, consultoria de Segurança Estratégica para Negócios.

A Segurança da Informação se traduz em um conjunto de medidas (gestão) que mantém a confidencialidade, a integridade e a disponibilidade de uma informação, de um serviço ou aplicação. Portanto, no momento em que alguém conecta seu smartphone ou tablet a uma rede wi-fi aberta, um usuário mal intencionado conectado à mesma rede pode capturar todas informações que você está acessando pela internet – as fotos que você está publicando em uma rede social, o conteúdo escrito em mensagens e até a sua senha.

A sua segurança irá depender do conjunto de controles existentes nos pontos em que a informação é transmitida: seu dispositivo, a rede em que está conectado, o serviço que se está utilizando e a forma como o mesmo armazena seus dados.

Em uma rede gratuita, deve-se evitar o acesso à e-mail, transações por internet banking, acesso a sistemas corporativos, preencher formulários que solicitem informações pessoais como CPF, usuário e senha, etc. “Um usuário comum não tem como identificar se uma rede é segura. Essa não é uma tarefa simples e, ainda que a rede seja de uma entidade integra, pode existir o risco de incidente, caso os controles de segurança não estejam adequadamente implantados”, esclarece Flavio Kazuo Shiga, Gerente de Serviços da iBLISS.

11 dicas para adotar uma postura online mais consciente:

1- Evite o uso do dispositivo (Smartphone e Tablet) em redes abertas. A segurança da comunicação de dados por cada um dos aplicativos não pode ser identificada facilmente.

2- Não utilize os serviços de nuvem para informações confidenciais, você não sabe como elas estão sendo armazenadas.

Lembre-se de perguntar antes de utilizar um novo serviço ou dar acesso as suas informações a esse serviço: ‘Será que se esta informação for capturada por outra pessoa, vou me sentir constrangido ou terão acesso a algo que eu não quero que acessem?’

4- Instale um aplicativo de localização de seu dispositivo, para casos de perda ou roubo, desta forma você poderá apagar os dados no caso de perda do dispositivo.

5- Tenha cautela ao usar seu dispositivo pessoal para armazenar e ou acessar informações corporativas, isso pode gerar punição da empresa em alguns casos.

6- Desabilite o wireless/bluetooth do seu aparelho, quando não utilizado. Essas tecnologias abrem portas para serem exploradas indevidamente.

9- Mantenha seu dispositivo e seus aplicativos atualizados. As atualizações corrigem falhas de segurança conhecidas pelo desenvolvedor do App.

10. Leia as informações de acesso que os aplicativos solicitam ao serem instalados em seu dispositivo e avalie a coerência. Por exemplo: um aplicativo de localização não necessita do acesso aos contatos do seu telefone para indicar o melhor caminho para um destino

11. Se você perceber que algum dos seus serviços não está funcionando adequadamente em determinada rede, desconecte-se imediatamente.

Sobre a iBLISS 
A iBLISS é uma consultoria de Segurança da Informação Estratégica para o Negócio. Fundada em São Paulo em 2009, conta com um time de 15 especialistas com vasta experiência em projetos de segurança da informação de alta criticidade. Oferece consultoria em inteligência cibernética, gerencia e monitora a segurança de mais de 50.000 ativos/mês, além de fornecer serviços como testes de invasão, avaliações de segurança de aplicações, baselines e monitoramento de ameaças para 60 clientes. 

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Comunicação no WhatsApp está criptografada "ponta-a-ponta". E agora?

08/04 - Caio César Carvalho Lima, sócio do Opice Blum, Bruno, Abrusio e Vainzof Advogados


Foi divulgado no blog oficial do WhatsApp a informação de que todas as comunicações (texto, imagem, áudio, vídeo e ligação) por meio da aplicação (quer entre duas pessoas, ou em grupos) estão integralmente criptografadas - criptografia "ponta-a-ponta" ou "fim-a-fim". Com isso, ninguém (nem mesmo os funcionários da aplicação e o Poder Judiciário, por consequência) conseguirão ter acesso a esse conteúdo.

Diante disso, a principal pergunta que surge é: Como serão cumpridas medidas judiciais determinando a interceptação do fluxo das comunicações entre os usuários do WhatsApp? Resposta curta: não serão cumpridas, de forma alguma!

Esclarecendo um pouco melhor a dúvida, importante questionar, primeiramente, se realmente existe lei obrigando que tal interceptação seja levada a efeito por provedores de aplicações de internet. Lembramos que, no Brasil, a Lei 9.296/1996 dispôs acerca da interceptação de comunicações telefônicas, de qualquer natureza, regulamentando a parte final do inciso XII do artigo 5º da Constituição Federal do Brasil, estando a doutrina dividida acerca da efetiva aplicabilidade dessa norma à interceptação de comunicações realizadas, como no caso em referência.

Visto esse cenário de incertezas, independentemente da definição sobre o tema, será que não existiriam opções à aplicação para que, sem violar a criptografia "fim-a-fim", consiga contemplar eventuais ordens judiciais emitidas de acordo com os ditames legais de cada nação, mitigando dúvidas sobre a legalidade no seu funcionamento? Nos parece que sim...

Para ficar apenas em um exemplo, soa bastante razoável que a aplicação desenvolva artifício tecnológico que possibilite a adição de usuários invisíveis às comunicações via aplicativo (neste caso alguém da polícia, após ordem judicial específica neste sentido), de tal forma que não haja óbice aos procedimentos investigativos. Desse modo, é possível garantir a privacidade dos usuários com a criptografia das comunicações, contemplando a segurança, que é tão relevante e deve ser prestigiada!

Com essa declaração pública do WhatsApp de que não mais será possível cumprir ordens de interceptação do fluxo das comunicações, não será novidade se, em breve, tivermos novas decisões determinando o bloqueio da aplicação em todo o território nacional, e, em situações extremas, até mesmo a prisão de altos executivos da companhia.

Esperamos que a aplicação também venha a público, tal como o fez na situação em comento, e esclareça, entre outros, se realmente não há qualquer alternativa técnica que possa ser utilizada com o objetivo de, mantendo a criptografia, propicie a identificação daqueles usuários que utilizem o WhatsApp como escudo para a prática de atos ilícitos, sempre, claro, mediante ordem judicial específica, atendendo aos ditames da lei.

Marketing digital: como não deixar sua empresa afundar na crise

08/04 - Daniel Galvão


Muito já se falou sobre a crise e como além de tudo ela pode representar uma oportunidade para alguns, gerando matéria prima para atender novas e antigas necessidades do público consumidor. Não é a toa que muitos especialistas estão trabalhando dia e noite atrás de fórmulas para sair da crise, ou usá-la em seu proveito.

Curiosamente, muitos não percebem que já temos ferramentas à disposição há muito tempo, e essa é mais uma questão de aplicação, algum investimento e criatividade, não de encontrar fórmulas mágicas, há muito perdidas ou escondidas.

De acordo com o Relatório Focus, divulgado pelo Banco Central do Brasil, em outubro de 2015, a perspectiva de crescimento da economia brasileira para o ano de 2016 é de -3%. É o pior ano para o PIB brasileiro desde antes do Plano Real, em 1990, quando se registrou uma contração de 4,20%. Sem dúvida alguma a crise é real, e os cintos serão apertados como não são há muito tempo.

Curiosamente há muitos trabalhadores desse mercado atual que jamais lidaram com uma crise. Talvez por isso é que muitos estão perdidos, acreditando que há algo mágico a ser descoberto para lidar com o problema. O cenário é mesmo assustador.

O Brasil perdeu o selo de “bom pagador” ao ter seu grau de investimento rebaixado pela agência de risco Standard and Poor, e aliado a isso há instabilidade política atual que tem impulsionado, cada vez mais, a alta do dólar. Isso tudo sem falar do desemprego que não para de crescer. O pessimismo faz parte das manhãs do brasileiro, e isso o cega para as oportunidades.

A cegueira mais clássica é a do Corte de Gastos. A fim de poupar, evitar prejuízos, as empresas param de investir, justamente no momento em que o investimento é mais necessário e ainda mais crucial para manter a estabilidade da empresa. Às vezes a escolha é remar sem parar para não sair do lugar, pois mesmo que você não vá para frente, ao menos não vai para trás.

Um dos primeiros investimentos a serem cortados é o de marketing. É uma contradição quase surreal pensar que retirar a visibilidade da sua marca é algo que vai ser positivo. Marcas gigantescas podem se dar ao luxo de poupar em algumas ações de marketing, por um tempo, pois suas imagens estão gravadas no cotidiano do consumidor de forma absurda, mas até mesmo ela sofreriam com o tempo e o desgaste, afinal novos consumidores surgem a  todo momento e antigos param de comprar a todo minuto, também.

Marcas de PMEs, sobretudo, não podem se deixar cair no esquecimento jamais! O corte de gastos é uma solução paliativa, e não é que eu esteja dizendo para gastarem tanto quanto gastavam em momentos de bonança, mas simplesmente não há como parar.

Nesse caso, o melhor caminho é ponderar e ser assertivo nos investimentos. O mundo digital é onde, atualmente, mais se tem retorno do consumidor, pois essa geração é cada vez mais conectada. Sendo assim é importante garantir que a sua empresa esteja com uma estrutura financeira e operacional focada nas melhores oportunidades de negócios, e que os gastos em marketing sejam feitos com base no melhor retorno possível.

Com um estudo acertado e uma análise crítica, os investimentos podem ser melhor direcionados e trabalhados, e campos como o mundo digital, podem ser melhor explorados, já que são, obviamente, o campo fértil dessa geração. Isso trará saúde financeira para seus investimentos.

Estratégia é fundamental, é a base. Conhecimento e criatividade são as matérias primas para a construção, e o mundo digital o campo fértil. Una essas ferramentas e ai sim aplique bem o seu dinheiro, invista onde o retorno vai trazer saída e proveito, transformando a crise em oportunidade.

Além do mais você irá aproveitar diversas brechas, como a ausência de concorrência no marketing digital, já que muitos preconceitos são partilhados entre empresas. Você estará no lugar certo, poderá evidenciar sua marca como criadora de conteúdo, poderá usar o Big Data para melhorar a experiência do seu consumidor criando diferenciais no atendimento e ainda conseguirá medir tudo isso em tempo real. Além disso, essa estratégia é mais acessível que o marketing convencional.

Não existe fórmula mágica, existe apenas estratégia e trabalho duro, mas com isso bem direcionado, os esforços e o trabalho terão um norte, e com certeza, com as milhares de ferramentas disponíveis, haverá retorno. A visibilidade criada no campo certo garantirá que sua marca não seja esquecida.

Quem é lembrado sobrevive. Concentre-se em ser lembrado nos lugares certos, pelas pessoas certas; o consumidor é seu objetivo, por isso não se afaste dele, traga-o cada vez mais para perto. Faça da crise uma oportunidade, você consegue!

Daniel Galvão é publicitário especializado em mídias digitais e fundador da Mango Digital.

Sobre a Mango Digital: www.mangodigital.com.br / (11) 3424-3250 

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Twitter lança botão para compartilhar tuítes através de mensagens diretas

06/04 - G1

O Twitter lança nesta terça-feira (5) um novo botão em seus aplicativos para aparelhos Android e iOS que facilita o compartilhamento de tuítes através de mensagens diretas.

A função já existia, mas era necessário segurar a publicação desejada até que aparecesse a opção "Enviar por Mensagem Direta".


sexta-feira, 1 de abril de 2016

Ferramenta identifica bullying em texto antes de postagem nas redes

01/04 - G1


Uma nova extensão para o navegador Google Chrome promete ajudar pais e professores na tarefa de combater o bullying. A ferramenta chamada "Reword" foi desenvolvida na Austrália e sua principal função é identificar e marcar palavras quando o usuário escreve insultos ou ameças em comentários no Twitter, Facebook e YouTube. A meta é promover a reflexão e impedir que os posts sejam publicados com as ofensas.

A extensão foi desenvolvida pela empresa "headspace" em parceria com a National Youth Mental Health Foundation.


terça-feira, 22 de março de 2016

Twitter completa 10 anos, foca em imediatismo e usa Brasil de modelo

21/03 - G1 / Cesar Soto


O Twitter completou 10 anos nesta segunda-feira (21) com a proeza de manter seu princípio mais básico: publicações com 140 caracteres.

A rede social busca manter a relevância diante de Facebook e Snapchat ao apostar no imediatismo e utilizando o Brasil, um de seus cinco mercados mais importantes, como modelo para estratégias em países emergentes.


sexta-feira, 18 de março de 2016

Campanha: “O que você tem a dizer sobre corrupção?”

18/03 - InformaMídia


InformaMídia lança projeto para ajudar a reescrever o Brasil!

Os últimos acontecimentos no país tem despertado a atenção para um tema que, na maioria das vezes, passa despercebido no cotidiano das pessoas e empresas: a corrupção. Motivada a não se manter alheia, a InformaMídia, agência de comunicação especializada em empresas de pequeno e médio porte, coloca toda a sua estrutura e conhecimento em prol da campanha “O que você tem a dizer sobre corrupção?”.

Fundada há oito anos pela jornalista especializada em comunicação empresarial e marketing, Marília Cardoso, a InformaMídia vem se destacando na construção e solidificação da imagem de empresas que tem algo interessante a compartilhar com a sociedade por meio da imprensa. A ideia agora é colocar toda essa expertise a favor dos cidadãos que querem amplificar suas opiniões para além das redes sociais. “A agência foi criada para democratizar o acesso à imprensa brasileira. Agora queremos democratizar também o acesso de pessoas comuns, que tem algo relevante a dizer sobre o que estamos vivendo”, afirma.

A empresa está convocando toda a sua rede para produzir artigos opinativos, de no máximo três mil caracteres com espaço, abordando o tema corrupção sob os mais diversos aspectos. Será enviado um texto por semana à imprensa, que poderá publicá-lo na íntegra nos cadernos de opinião ou até mesmo convidar o autor para entrevistas e debates. O conteúdo, que é de responsabilidade exclusiva da fonte, não pode ter teor agressivo, partidarista ou radical. Os textos devem ser enviados para o e-mail campanha@informamidia.com.br.

Segundo Marília, o objetivo é contribuir para a construção de um debate mais produtivo e realmente enriquecedor para o país. “As pessoas tem se manifestado de forma muito binária nas redes sociais. Estão de um lado ou de outro. São contra ou a favor. Na verdade, entendemos que tudo o que está acontecendo é muito mais complexo e que, por isso mesmo, merece uma abordagem mais profunda, sob pontos de vista variados. Queremos dar voz e vez a quem tem o que dizer. Achamos que é possível, necessário e urgente, reescrever o Brasil”, finaliza.  

Sobre a InformaMídia
www.informamidia.com.br  (11) 2834 9295
A InformaMídia é uma agência de comunicação focada no atendimento a empresas de pequeno e médio porte dos mais variados segmentos da indústria e serviços. A empresa realiza um diagnóstico 360º graus da comunicação de cada cliente, oferecendo soluções customizadas que auxiliam no atingimento de seus objetivos estratégicos de marketing e vendas e atuando diretamente na geração de resultados efetivos e de longo prazo.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Uber cria perfil "família" para ser usado por até 10 pessoas

17/03 - G1


O Uber lançou nesta quarta-feira (16) um novo tipo de perfil para que até 10 pessoas compartilhem o mesmo meio de pagamento. A novidade, chamada de “Family Profile” vale, por ora, somente em três cidades dos Estados Unidos: Atlanta, Dallas e Phoenix.

O serviço de transporte alternativo se o novo recurso será levado a outros países. No Brasil, já funciona um modo alternativo de conta, o “Perfil Business”, voltada a corridas pagas por empresas.


quarta-feira, 16 de março de 2016

Apps para smartphone se tornam canal nº 1 de bancos brasileiros

16/03 - G1 / Helton Simões Gomes


Pegar fila no banco para quê? Os aplicativos para smartphone se tornaram o maior canal de transações dos bancos brasileiros, segundo levantamento do G1.

A mudança de hábito dos clientes fez bancos tentarem transformar as agências em consultorias. Com isso, levaram aos apps funções como a contratação de crédito veicular e o desconto de cheques. Mas com a agilidade da internet e mobilidade de uma agência bancária carregada no bolso.


segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Pets: nova rede social conecta quem curte animais

29/02 - Sniff


No aplicativo Sniff, donos postam fotos, status e vídeos dos pets, interagem com outros e ainda organizam vacinas e agenda

Já está disponível o Sniff (www.sniff.mobi), a rede social exclusiva para o universo pet em que donos podem se cadastrar de graça. O produto, desenvolvido em parceria entre um brasileiro e um indiano, acaba de ser lançado em todo o mundo. Com poucos cliques, apaixonados por animais criam o seu perfil no aplicativo e associam a ele todos os seus companheiros de estimação, detalhando informações sobre peso, altura, raça e personalidade de cada um.

É possível compartilhar, por exemplo, o que o seu cachorro ou gato anda aprontando por meio de fotos, vídeos, textos e emoticons exclusivos. Tudo pode ser postado em uma timeline só dele, vinculada ao perfil do responsável. “É uma forma moderna de documentar os momentos marcantes da vida desse integrante da família”, explica Michel Faingezicht, cofundador do aplicativo e médico veterinário com 12 anos de experiência.

O participante ainda pode seguir os animais preferidos de outros usuários e enviar presentes virtuais, que incluem brinquedinhos, ração e acessórios. Para curtir a atualização de outros pets ou humanos, basta clicar em Sniff, ou “farejada”, do inglês. Além de divertido, o app é uma ferramenta útil para organizar o calendário de vacinas e a agenda do bichinho, com datas de banho e tosa, por exemplo. E não existe restrição, todos os animais são aceitos: peixe, periquito, tartaruga, coelho, cavalo etc.

Veterinários, pet shops, marcas e outros prestadores de serviços também têm o seu lugar no Sniff. O app permite criar gratuitamente um perfil e divulgar o portfólio da empresa. É uma oportunidade para estar em contato direto com o consumidor final, que pode curtir a marca ou itens que chamem a sua atenção.

“Quisemos criar também uma plataforma para as marcas promoverem seus produtos e serviços de uma maneira fácil para os usuários finais”, esclarece Pranay Agarwal, o outro sócio fundador. O aplicativo Sniff é gratuito, está disponível na versão para iOS e Android e unicamente em inglês.

Sobre o Sniff
Rede social voltada ao mundo pet. No aplicativo, donos podem criar o seu perfil e adicionar os seus animais de estimação. É possível compartilhar fotos, vídeos e status dos bichanos e organizar informações sobre raça, porte, vacinas e agenda. Marcas também podem criar a sua página para divulgar portfólio de produtos e/ou serviços. www.sniff.mobi

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Facebook libera cinco novos botões alternativos ao "curtir"

24/02 - G1 / Helton Simões Gomes


Não se assuste se as publicações no Facebook começarem a serem bombardeadas por carinhas amarelas com nomes engraçados como "Uau", "Amei" e "Grr". A partir desta quarta-feira (24), os usuários do Facebook no Brasil poderão fazer mais do que “curtir” um post na rede social . O site começa a liberar as “reações”, botões em forma de emoji que expressam mais do que só a aprovação do “joinha”.

Em inglês, os cinco novos botões se chamavam: "Love", "Haha", "Wow", "Sad" e "Angry". No Brasil, as “reações” passarão a ser "Amei", "Haha", "Uau", "Triste" e "Grr", respectivamente. “As pessoas vão ao Facebook para compartilhar todo tipo de coisa, coisas que as deixam felizes, tristes ou bravas”, diz Sammi Krug, gerente de produto do Facebook, ao G1. A novidade será liberada gradualmente.


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Facebook cria central de prevenção ao bullying no Brasil

17/02 - G1 / Helton Simões Gomes


O Facebook aproveitou a volta às aulas para lançar a versão brasileira de sua central de prevenção ao bullying nesta terça-feira (16). Em parceira com Unicef e Safernet Brasil, a iniciativa é voltada a estudantes, pais e professores e vai ao ar pouco mais de uma semana após entrar em vigor a lei que obriga escolas e clubes a adotarem medidas de prevenção e combate ao bullying.

O Facebook é a maior rede social do mundo, com 1,59 bilhão de usuários, e possui outros serviços populares como os aplicativos Instragram, de fotos, e WhatsApp, de mensagens. O Brasil possui uma das maiores populações no site, sobretudo jovens. "Se a gente não tornar a rede mais segura, sabemos que nossos usuários não estarão nela", afirmou Bruno Magrani, diretor de políticas públicas da empresa.