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segunda-feira, 26 de junho de 2017

Facebook, Microsoft, Twitter e YouTube lançam grupo de combate ao terrorismo

26/06 - Contabilidade na TV


As empresas de tecnologia da informação Facebook, Microsoft, Twitter e YouTube anunciaram nesta segunda-feira (26) que formaram um grupo para combater o terrorismo através de um trabalho conjunto, da promoção de pesquisas e da colaboração com outras organizações e instituições. A informação é da agência EFE.

A coalizão empresarial, chamada Fórum Global da Internet para Combater o Terrorismo (Global Internet Forum to Counter Terrorism), ajudará a transformar as quatro empresas em espaços "hostis aos terroristas e aos extremistas violentos", afirmaram fontes do Twitter e do YouTube em diferentes comunicados postados em seus blogs corporativos.

O novo grupo desenvolverá seu trabalho a partir de iniciativas como o Fórum Europeu de Internet ou a base de dados compartilhada de "hashes" (impressões digitais específicas de cada arquivo) que seus integrantes desenvolveram em dezembro do ano passado.

"A propagação do terrorismo e do extremismo violento é um problema global e um desafio crucial para todos nós", indicou o fórum, que ressaltou que as suas "políticas e práticas de eliminação" de conteúdos extremistas mostram "posturas firmes".

Maior impacto
"Acreditemos que trabalhando lado a lado e compartilhando os melhores elementos tecnológicos e operacionais dos nossos esforços individuais, podemos ter um maior impacto sobre a ameaça do conteúdo terrorista na rede", declararam.

Ainda que o campo de ação do Fórum Global  possa variar em função das sempre "mutáveis táticas de terrorismo e extremismo", o mesmo se centrará essencialmente em fornecer soluções tecnológicas, promover a pesquisa e compartilhar conhecimentos sobre o assunto.

As empresas planejam trocar experiências, desenvolver técnicas de detecção e classificação de conteúdos sensíveis e definir métodos de aviso transparente para sua eliminação. A investigação que a coalizão de empresas promoverá tem por objetivo nutrir as iniciativas destinadas a restringir  discursos terroristas ou extremistas, bem como dar fundo às decisões técnicas ou de políticas que girem em torno da eliminação desses conteúdos.

O grupo compartilhará informação com especialistas em contraterrorismo, e também com governos, grupos civis, instituições acadêmicas e empresas, para "aprender lado a lado sobre o assunto". Neste sentido, estabelecerá uma rede de intercâmbio de colaboração com o Escritório de Contraterrorismo do Conselho de Segurança da ONU e da iniciativa ICT4Peace [ONG voltada para a proteção da dignidade humana através da Tecnologia da Informação e Comunicação – ICT].

Junto a estas duas organizações, o Fórum Global da Internet para Combater o Terrorismo anunciou que promoverá uma série de oficinas de aprendizagem no Vale do Silício (EUA) e outros locais.

As quatro empresas líderes da internet aproveitarão também suas iniciativas existentes destinadas a combater os discursos de ódio na rede mundial para "empoderar e formar organizações civis ou indivíduos que possam dedicar-se a um trabalho similar".

Por Agência EFE / Agência Brasil

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Facebook, Google e Microsoft: como fica seu direito à privacidade?

13/10 - Dane Avanzi* / InformaMídia


Que redes sociais, como o Facebook, e privacidade nunca andaram de mãos dadas, isso não é novidade para ninguém. Ocorre que, já há alguns anos, o Facebook e o Whatsapp têm sido questionados severamente na Justiça sobre sua política de privacidade, não somente aqui no Brasil, mas principalmente na Europa.

Em 2011, Max Schrems, um estudante de direito austríaco de Viena, evocou as leis de proteção de direito à privacidade e requereu ao Facebook todas as informações que a empresa detinha sobre ele. Em resposta, teve um dossiê de 1.222 páginas, o qual relacionava todas as páginas que ele compartilhava, incluindo comentários - até os que havia apagado - além de locais que havia frequentado.

Tal experiência fez com que ele fundasse o grupo “Europa contra Facebook”, sendo que a entidade já teve algumas vitórias sobre a gigante norte-americana, como proibi-la de usar uma ferramenta que automaticamente vinculava um nome a um rosto de pessoa em fotos de terceiros. Entre mortos e feridos, recentemente, o Facebook ganhou uma ação contra a autoridade de proteção de dados da Bélgica, a qual buscava impedir que a companhia rastreasse a atividade online de pessoas que não são usuárias do Facebook, mas visitaram páginas da rede social.

Cabe ressaltar que o Facebook conseguiu ganhar essa causa alegando que a Corte de Bruxelas não tem jurisdição sobre suas atividades, porquanto a empresa controla suas operações europeias da Irlanda, país que não faz parte da União Europeia. Via de regra, na Europa a vida não tem sido fácil para o Facebook, pois o continente, além das rígidas leis de proteção a privacidade dos cidadãos, conta com organismos independentes de fiscalização, como o Data Protection, da Irlanda - o mesmo que proibiu o aplicativo de reconhecimento facial.

A questão de coleta de informações do Facebook e de outras empresas norte-americanas, como Google e Microsoft, vai além da possível violação à privacidade do cidadão. Na sociedade da informação, ao monitorar e controlar o comportamento de milhões de pessoas em diferentes nações, tais empresas, intimamente vinculadas ao governo dos Estados Unidos, mesmo que não divulguem nenhuma informação a terceiros, se tornaram os grandes players do jogo geopolítico global.

Enquanto na Europa quem passa apertado é o Facebook, aqui no Brasil é a outra empresa do grupo, o WhatsApp, que vem sendo severamente inquirida pela Justiça brasileira, mas por razões diferentes. Fenômeno do mundo digital, o WhatsApp, com quase 1 bilhão de usuários no mundo, aproximadamente um terço dos internautas, é muito utilizado pelos brasileiros, e segundo seus representantes, não tem condições de armazenar todas as conversações de seus usuários.

A Justiça brasileira, através do despacho de vários magistrados, tem entendido que a empresa tem sim que se estruturar para fornecer as informações requeridas e deve se adequar. Essa e outras questões devem ser objeto de lei complementar ao Marco Civil da Internet, que já fez dois anos e poucos efeitos práticos benéficos para o cidadão brasileiro. Para que essa realidade seja mudada, faz-se necessário um esforço conjunto entre Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, a Anatel e Congresso Nacional, no sentido de definir uma agenda para regulamentar importantes questões como essa, intimamente ligada a liberdade - maior bem do cidadão.

Dane Avanzi é advogado, empresário de telecomunicações e Presidente da Aerbras - Associação das Empresas de Radiocomunicação do Brasil.

Sobre a Aerbras:
www.aerbras.com.br / (11) 2219 0130

A Associação das Empresas de Radiocomunicação do Brasil - Aerbras - é uma entidade sem fins lucrativos que reúne as associações dos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. O principal objetivo é integrar as empresas do setor e aumentar a projeção dos associados no mercado nacional, além de promover a radiocomunicação no Brasil em encontros, palestras, feiras e congressos.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Facebook terá função para postar fotos de 360º

10/06 - G1 / Reuters


O Facebook lançou nesta quinta-feira um recurso que permite aos usuários fazer upload de fotos com vista de 360 graus.

Além de fotos tiradas de câmeras de 360 graus, fotos panorâmicas tiradas com telefone móvel podem ser convertidas para uma vista de 360 graus pelo site, informou a companhia nesta quinta-feira.


sexta-feira, 27 de maio de 2016

Microsoft e Facebook vão construir cabo transatlântico de Internet

27/05 - G1 / France Presse


A Microsoft e o Facebook anunciaram, nesta quinta-feira (26), que vão trabalhar juntos para construir um cabo de Internet de alta velocidade através do fundo do Oceano Atlântico.

O novo cabo submarino, chamado MAREA, está previsto para o final de 2017, com o objetivo de responder à crescente demanda de conexões de dados mais rápidos e confiáveis dos clientes de companhias tecnológicas.


segunda-feira, 2 de maio de 2016

Facebook e Big Data: como usá-los a favor do meu negócio?

02/05 - Daniel Galvão


Nos tempos de hoje, a expressão da moda no mundo digital é Big Data, que nada mais é que um processo de união de um volume altíssimo de dados, processados por um algoritmo que tenta encontrar um padrão e definir melhores resultados para o que é buscado. Um exemplo claro desse sistema é a ferramenta de buscas da Google. Ao digitar uma palavra no buscador, o usuário mal sabe o que ocorre por trás do sistema, que realiza uma busca surreal em termos de volume de dados, cruzando informações, analisando fatores diversos e entregando um resultado que melhor representa o termo buscado.

Mas, como sugere o título desse texto, qual a relação entre o Big Data e o Facebook? E mais: como isso pode impactar o meu negócio? A resposta é simples. Não é de hoje que o Facebook faz investimentos altíssimos em ferramentas de captação de análise de dados. Curiosamente, por vezes eles compraram novas redes sociais que não gerarão lucro algum, mas servirão para alimentar seu banco de dados e melhorar suas políticas de busca de informações dos consumidores.

Em termos de análise de dados para segmentação - algo crucial para estratégias de marketing atualmente - o Facebook é de longe a melhor das ferramentas. Ele capta dados de seus usuários 24 horas por dia. Duvida disso só porque você não fica logado 24 horas? Bom, na verdade você fica, mesmo que não saiba.

Mais de 80% dos usuários utilizam a rede via celular, dessa forma facilitando muito a captação. Logo, se você viajou, seu Facebook sabe. Ele sabe até quando uma pessoa está com dificuldades no relacionamento e, provavelmente, irá se separar, já que a forma como a pessoa navega na web muda em tempos assim. Ele sabe quando está com amigos, se é casado, solteiro, se está só de passagem por um lugar ou se mora lá. Tudo isso graças a análises de padrões e os dados que ele monitora com você logado 24 horas no celular e em outros aparelhos.

Contudo, a pergunta chave é: o que eu, como empresário, faço com essa informação? Aí entra o uso do Facebook no Big Data, pois todos esses dados estão disponíveis para serem usados em prol do seu negócio. Com eles, você consegue entender bem quem é seu cliente e seu consumidor potencial, criando campanhas segmentadas para esse público específico.

Essa é a nova realidade da estratégia de marketing, a linha guia no mundo dos negócios online e offline. Saber usar essas poderosas ferramentas e analisar uma quantidade imensurável de dados é o que diferencia os processos de marketing atuais dos do século passado. Foi visando atender a isso que fundei a Mango Digital.

A quantidade de informação com que trabalhamos, a quantidade de pessoas que buscamos atingir, tudo isso atingiu números incalculáveis para uma análise humana. É por isso que o Big Data é uma revolução tão importante, e é por isso que uma empresa de rede social criada para encontrar amigos e “pares”, se tornou uma das mais poderosas armas para a captação de leads e geração de demanda no mundo todo. Fique atento. As mudanças estão apenas começando.

* Daniel Galvão é publicitário especializado em mídias digitais e fundador da Mango Digital.

Sobre a Mango Digital: www.mangodigital.com.br / (11) 3424-3250

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Facebook lança ferramenta de inteligência artificial para Messenger

13/04 - G1


Na conferência F8, realizada pelo Facebook para desenvolvedores nesta terça-feira (12), o fundador da rede social, Mark Zuckerberg, detalhou seus planos pelos próximos dez anos. No palco do evento em São Francisco, nos Estados Unidos, ele falou sobre uma nova ferramenta de inteligência artificial no aplicativo "Messenger", aparelhos de realidade virtual e de realidade aumentada.

Em palestra transmitida ao vivo por seu perfil na rede social, Zuckerberg anunciou o BETA! Messenger bots, uma série de ferramentas para ajudar os desenvolvedores a construírem programas de inteligência artificial no "Messenger".


A caixa postal oculta do Facebook que talvez você não conheça

13/04 - G1 / BBC


Talvez você já tenha recebido mensagens no Facebook que realmente interessam, mas que você sequer ficou sabendo que tinha recebido.

E isto acontece graças ao serviço de mensagens da rede social, que tem uma caixa de correio oculta. E não é a pasta "Solicitação de Mensagem".


quarta-feira, 6 de abril de 2016

Vídeos ao vivo no Facebook ganham "reações", convites e canais temáticos

06/04 - G1 / Helton Simões Gomes


O Facebook vai promover a partir desta quarta-feira (6) a primeira grande mudança nas transmissões de vídeo em tempo real desde que liberou a ferramenta a usuários em agosto de 2015. As exibições serão reunidas em canais temáticos, permitirão convites a amigos e a inclusão das “reações”, os botões animados alternativos ao “curtir”.

“A razão pela qual a gente acha que isso dá certo no Facebook é que o ‘Live’ é realmente um jeito de as pessoas compartilharem com seus amigos exatamente aquilo que estão vendo”, afirmou ao G1 Will Cathcart, vice-presidente de produto do Facebook. “Você não tem de ser um cinegrafista para captar algo sensacional”.


segunda-feira, 28 de março de 2016

Facebook se desculpa por "status de segurança" de ataque no Paquistão

28/03 - G1


O Facebook pediu desculpas neste domingo (27) por enviar notificações a usuários do mundo todo perguntando se estavam bem após um ataque suicida matar 72 pessoas no Paquistão.

A ferramenta do site em questão é o “status de segurança”, ativado durante grandes incidentes para usuários da rede social nas proximidades do evento avisem amigos e parentes de que estão bem. “Nós ativamos o ‘status de segurança’ em Lahore, no Paquistão, depois de uma explosão. Nós esperamos que as pessoas na área do bombardeio achem o ‘status de segurança’ uma maneia útil e prestativa para avisar seus amigos e familiares de que estão okay”, informa o Facebook.

terça-feira, 15 de março de 2016

Facebook, Google e Whatsapp elevarão criptografia de dados

15/03 - G1 / EFE

Alguns dos principais gigantes tecnológicos do mundo, Facebook, Google e Whatsapp planejam aumentar os sistemas de codificação de dados dos usuários em seus serviços, revelou nesta segunda-feira (14) o jornal britânico "Guardian".

Os especialistas das empresas líderes do Vale do Silício trabalham em tecnologias próprias de privacidade, enquanto a Apple está em uma batalha legal com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.


segunda-feira, 14 de março de 2016

Facebook ativa "status de segurança" pela 1ª vez no Brasil por chuva em SP

14/03 - G1


O Facebook ativou pela primeira vez no Brasil o sistema para usuários da rede social avisarem parentes e familiares de que estão bem. O “Status de Segurança” foi liberado às 15h30 desta sexta-feira (11) para nove cidades do interior e da região metropolitana de São Paulo devido a fortes chuvas que provocaram inundações e deslizamentos.

Essa é a quarta vez que o serviço é liberado na América Latina e vale para Atibaia, Caieiras, Cajamar, Francisco Morato, Franco da Rocha, Guarulhos, Itatiba, Itapevi e Mairiporã.


quinta-feira, 10 de março de 2016

Facebook compra Masquerade, app que altera rostos em selfies e vídeos

10/03 - G1

O Facebook comprou o aplicativo Masquerade, que cria filtros para alterar o rosto dos usuários em selfies e vídeos em primeira pessoa.

Recentemente, o serviço, chamado de MSQRD, ganhou um recurso que troca os rostos de duas pessoas fotografadas uma ao lado da outra. Facebook e Masquerade confirmaram a transação nesta quarta-feira (9), mas nenhuma delas revelou qual foi o valor da transação.


sexta-feira, 4 de março de 2016

Temos respeito pelas leis do Brasil, diz executivo do Facebook que foi preso

04/03 - G1


Diego Dzodan, vice-presidente do Facebook na América Latina, já estava de volta ao trabalho e às postagens na rede social nesta quarta-feira (2), poucas horas após deixar o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pinheiros, em São Paulo.

“Nós temos o maior respeito pelo Brasil e por suas leis”, escreveu o executivo em seu perfil pessoal, após passar uma noite no presídio porque a empresa descumpriu a decisão judicial de enviar à polícia informações que circularam no aplicativo de mensagens WhatsApp e que abasteceriam uma investigação sobre tráfico de drogas. Veja abaixo a íntegra da publicação do executivo.


Prisão do Vice-Presidente do Facebook. É preciso chegar neste nível?

04/03 - Rony Vainzof


Há menos de 03 meses (dezembro de 2015) discutíamos a proporcionalidade da decisão judicial que determinou a suspensão dos serviços do WhatsApp no Brasil, em razão do descumprimento da determinação judicial para fornecimento de dados para a investigação de crimes.

Hoje, conforme nota da Polícia Federal (PF), foi cumprido “um mandado de prisão preventiva, expedido pelo Juiz Criminal da Comarca de Lagarto/SE, em desfavor do representante do site e serviço de rede social Facebook na América do Sul. A prisão foi representada pela Polícia Federal em Sergipe, em razão de reiterado descumprimento de ordens judiciais, de requerimento de informações contidas na página do site Facebook. Essas informações foram requeridas para produção de provas a serem utilizadas em uma investigação de crime organizado e tráfico de drogas, a qual tramita em segredo de justiça naquele Juízo Criminal. O representante encontra-se neste momento prestando declarações na Superintendência de Polícia Federal em São Paulo, onde permanecerá preso à disposição da Justiça”.

Se por um lado as autoridades policiais precisam da cooperação dos provedores de aplicação para tornarem mais efetivas as investigações de ilícitos cibernéticos, de acordo com o ordenamento jurídico brasileiro e as ordens judiciais competentes, por outro, a ausência de acordos internacionais (multilaterais) eficazes, que possibilitem a troca rápida de informações visando a prevenção e investigação dos respectivos ilícitos, por vezes, criam grande dificuldade para aplicações estrangeiras, que prestam serviços e exploram o mercado brasileiro, em atenderem as respectivas ordens judiciais, diante da possível violação, no caso de cumprimento, de leis de seu país de origem, local em que os dados usualmente estão hospedados.

Enquanto não chegamos nesse nível de tratativas internacionais, quando uma aplicação estrangeira pensa em prover serviços e explorar outro mercado, é importante avaliar as regras locais que estarão sujeitas, visando diminuir os riscos de responsabilização civil da companhia e até mesmo criminal dos seus representantes.

É negativa, em todos os sentidos, a prisão do executivo de uma empresa como o Facebook, conforme afirma a PF, por reiterado descumprimento de ordem judicial. Se o que impede os provedores de aplicações é a ausência de acordos internacionais eficazes, precisamos trabalhar de forma urgente com as nações que sempre tiveram boas relações com o Brasil (incluindo os Estados Unidos da América), visando o estabelecimento de tais acordos, para que o nosso país continue sendo um território livre e frutífero para relações comerciais, sob pena de colocarmos em risco a economia digital e a liberdade de ir e vir de empresários.

*Rony Vainzof é Professor e Coordenador do MBA em Direito Eletrônico da Escola Paulista de Direito e da Pós Graduação em Compliance Digital na FADISP;  Sócio do Opice Blum, Bruno, Abrusio e Vainzof Advogados Associados.

quarta-feira, 2 de março de 2016

"Felizes", diz Facebook sobre soltura de vice-presidente preso em SP

02/03 - G1


O Facebook voltou a classificar, nesta quarta-feira (2), que a prisão do vice-presidente da empresa para a América Latina, o argentino Diego Jorge Dzodan, em São Paulo, foi uma medida extrema e desproporcional, e informou que os executivos ficaram "felizes pelo Tribunal em Sergipe ter emitido uma liminar ordenando a sua liberação".

Segundo o comunicado da rede social, prender uma pessoa que não tem qualquer relação com uma investigação em andamento é uma medida arbitrária. O Facebook disse estar preocupado com os efeitos dessa decisão para as pessoas e a inovação no Brasil, mas se colocou à disposição para responder quaisquer perguntas que as autoridades brasileiras".

terça-feira, 1 de março de 2016

Polícia prende vice-presidente do Facebook na América Latina em SP

01/03 - G1


Policiais federais prenderam na manhã desta terça-feira (1º) em São Paulo o vice-presidente da rede social Facebook na América Latina Diego Jorge Dzodan. A ação foi tomada a pedido da Justiça de Sergipe após a rede social descumprir decisão judicial de compartilhar informações trocadas no WhatsApp por suspeitos de tráfico de droga. O Facebook é dono do WhatsApp desde o começo de 2014.

Dzodan estava indo para o trabalho no Itaim Bibi, Zona Sul da capital paulista, quando foi preso. Ele foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) e depois prestará depoimento na Polícia Federal. Procurado pelo G1, o Facebook informou que não comentaria a prisão do executivo.


segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Facebook libera transmissões ao vivo para Android

29/02 - G1


O Facebook anunciou nesta sexta-feira (26) uma expansão das transmissões em vídeo ao vivo para aparelhos que rodam Android e para usuários de todo o mundo.

Na semana passada, o recurso que, estava presente apenas para aplicativos iOS, chegou a outros 30 países além dos Estados Unidos, incluindo o Brasil.


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Facebook libera cinco novos botões alternativos ao "curtir"

24/02 - G1 / Helton Simões Gomes


Não se assuste se as publicações no Facebook começarem a serem bombardeadas por carinhas amarelas com nomes engraçados como "Uau", "Amei" e "Grr". A partir desta quarta-feira (24), os usuários do Facebook no Brasil poderão fazer mais do que “curtir” um post na rede social . O site começa a liberar as “reações”, botões em forma de emoji que expressam mais do que só a aprovação do “joinha”.

Em inglês, os cinco novos botões se chamavam: "Love", "Haha", "Wow", "Sad" e "Angry". No Brasil, as “reações” passarão a ser "Amei", "Haha", "Uau", "Triste" e "Grr", respectivamente. “As pessoas vão ao Facebook para compartilhar todo tipo de coisa, coisas que as deixam felizes, tristes ou bravas”, diz Sammi Krug, gerente de produto do Facebook, ao G1. A novidade será liberada gradualmente.


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Facebook cria central de prevenção ao bullying no Brasil

17/02 - G1 / Helton Simões Gomes


O Facebook aproveitou a volta às aulas para lançar a versão brasileira de sua central de prevenção ao bullying nesta terça-feira (16). Em parceira com Unicef e Safernet Brasil, a iniciativa é voltada a estudantes, pais e professores e vai ao ar pouco mais de uma semana após entrar em vigor a lei que obriga escolas e clubes a adotarem medidas de prevenção e combate ao bullying.

O Facebook é a maior rede social do mundo, com 1,59 bilhão de usuários, e possui outros serviços populares como os aplicativos Instragram, de fotos, e WhatsApp, de mensagens. O Brasil possui uma das maiores populações no site, sobretudo jovens. "Se a gente não tornar a rede mais segura, sabemos que nossos usuários não estarão nela", afirmou Bruno Magrani, diretor de políticas públicas da empresa.


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Facebook celebra aniversário de 12 anos com vídeos de "Dia do Amigo"

04/02 - G1


O Facebook completa 12 anos nesta quinta-feira (4). Para celebrar a data, que passou a chamar de “Dia do Amigo”, criou vídeos automáticos que podem ser editados com lembranças publicadas na rede social para que os usuários compartilhem com seus amigos.

Apesar de o Facebook apelidar o dia de seu aniversário de “Dia do Amigo”, a data comemorativa já existe. No Brasil, é celebrada em 20 de julho. Já o Dia Internacional da Amizade ocorre em 30 de agosto, segundo o calendário da Organização das Nações Unidas (ONU).