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terça-feira, 28 de junho de 2016

Dynatrace Leva o Monitoramento de Aplicação do Ciclo de Vida Total ao Pivotal Cloud Foundry

28/06 - Planin


A Dynatrace e Pivotal unem-se para acelerar e simplificar a transformação digital das empresas

A Dynatrace, líder mundial em soluções de Gerenciamento de Desempenho Digital, anuncia a união com a Pivotal®, companhia que acelera a transformação digital de empresas, para implantar suas soluções de monitoramento de aplicações na plataforma Pivotal Cloud Foundry® (PCF). O Monitoramento de Aplicações Dynatrace Service Broker Tile e Buildpack Extensions para Pivotal Cloud Foundry proporcionará profundos insights sobre desempenho para que as empresas ajam no aprimoramento de suas iniciativas em Nuvem.

De acordo com a Forrester Research, os desenvolvedores que estão embarcando na segunda onda de computação em Nuvem valorizam o gerenciamento de serviços em multi-Nuvem, a integração ágil e os serviços de plataforma expandidos. A Forrester indica uma aceleração da adoção de todas as categorias de serviços em Nuvem até 2020. Essa aceleração para a Nuvem direciona um maior foco sobre o desempenho digital de aplicações em Nuvem. A integração da Dynatrace com a Pivotal Cloud Foundry permitirá que as empresas aproveitem essa aceleração coletando analytics profundos para aplicações executadas em PCF, permitindo que elas detectem e atuem rapidamente nas falhas de desempenho, e otimizem de modo proativo as latências de transação fim a fim.

“A funcionalidade de análise de causa-raiz dos produtos da Dynatrace soluciona o novo conjunto de desafios criado pela arquitetura nativa de microsserviços baseada em Nuvem (por existirem muitas partes móveis, pode ser difícil identificar a causa subjacente de comportamentos anormais do sistema). Por exemplo, o Dynatrace Ruxit opera em um nível que proporciona causalidade real entre containers, VMs e serviços de dados - não apenas correlação de eventos e log streams. Combinado com o Monitoramento de Aplicações Dynatrace, nossos clientes terão uma análise da causa-raiz com um poderoso monitoramento de aplicações, containers e VMs sob gerenciamento“, afirma Joshua McKenty, Chefe de Ecossistema de Plataforma da Pivotal.   

A colaboração cria também novas oportunidades tanto para as bases de clientes das empresas – especialmente aquelas focadas em desenvolvimento de aplicação nativa baseada em Nuvem – quanto implantações de multi-Nuvem. O Dynatrace for Pivotal Cloud Foundry irá acelerar as iniciativas de migração de aplicações para a Nuvem ao permitir que as equipes:
- Tenham uma visão completa das transações em seu portfólio de aplicações e microsserviços;
- Identifiquem rapidamente e solucionem problemas de desempenho da aplicação;
- Criem baselines de desempenho para assegurar uma excelente experiência do usuário final antes e após a migração.

“Para usuários da Pivotal Cloud Foundry essa colaboração resultará em novos níveis de percepção que permitem ação em suas aplicações. Já para as empresas que lideram a abordagem nativa baseada em Nuvem, isso incentivará uma melhor colaboração através da transparência de dados, que é uma parte importante da entrega contínua na Nuvem”, afirma Rob Cohen, Vice-Presidente de Desenvolvimento Estratégico de Negócios na Dynatrace.

O Monitoramento de Aplicações Dynatrace Service Broker Tile beta e as Buildpack Extentions para o Pivotal Cloud Foundry já estão disponíveis. O Ruxit Service Broker para Cloud Foundry estará disponível em breve. Para mais informações, acesse: https://www.dynatrace.com/en/application-monitoring/technologies/cloud-monitoring/cloud-foundry/

Sobre a Dynatrace         
A Dynatrace é líder mundial em soluções de Gerenciamento de Desempenho Digital. A empresa oferece plataforma inovadora que apoia empresas de todos os setores na transformação de seus negócios e no desempenho digital, tornando visíveis e úteis as informações em tempo real. A Dynatrace ajuda seus clientes de todos os tamanhos a enxergar suas aplicações e canais digitais pelo ponto de vista dos usuários finais. Mais de 8.000 organizações utilizam nossa percepção para dominar a complexidade, obter agilidade operacional e aumentar a receita ao oferecer experiências com excelência aos clientes. Para saber mais sobre a liderança da Dynatrace em soluções digitais e nos segmentos de APM (Application Performance Management) e DPM (Digital Performance Management), acesse http://www.dynatrace.com/en/about-us/leadership.html. Siga a Dynatrace em: Twitter - Dynatrace, About:Performance Blog e CXBlog.

Sobre a Fundação Cloud Foundry
A Fundação Cloud Foundry é uma organização independente, sem fins lucrativos, formada para sustentar o desenvolvimento, promoção e adoção da Cloud Foundry como plataforma padrão da indústria para aplicações em Nuvem. A Cloud Foundry torna mais rápido e fácil construir, testar, implantar e escalar as aplicações. É um projeto sob licença Apache 2.0 disponível no Github: https://github.com/cloudfoundry. Para saber mais, acesse: http://www.cloudfoundry.org.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Cisco investe US$ 10 milhões em programa global de bolsas de estudo em Segurança Digital

20/06 - Cisco do Brasil


Empresa intensifica esforços para prover capacidade técnica necessária para manter organizações seguras e produtivas na era digital

A segurança digital oferece a base essencial e necessária à proteção das empresas para que elas possam gerar confiança, operar com agilidade, agregar valor e crescer. Entretanto, pesquisas apontam que haverá, no mundo, uma escassez de dois milhões de profissionais de segurança digital até 2019. Para ajudar a suprir esta necessidade de competências na área, a Cisco está lançando o Global Cybersecurity Scholarship - um programa global de bolsa de estudos em segurança digital com investimento de US$ 10 milhões, além de anunciar atualizações em seu portfólio de certificações em segurança.

Global Cybersecurity Scholarship - Programa global de bolsas de estudo em segurança digital
- Para resolver o déficit de talentos em segurança digital, a Cisco planeja investir US$ 10 milhões, durante dois anos, em um programa global de bolsas de estudo em segurança digital, aumentando a disponibilidade de talentos com proficiência crítica nessa área.
- A Cisco oferecerá capacitação, mentoria e certificação alinhados à função de um analista de segurança.
- Cisco oferece este programa com parceiros-chave (Cisco Authorized Learning Partners), a partir de agosto de 2016. Este curso tem como objetivo resolver o déficit de competências críticas que existe atualmente no setor, proporcionando a disponibilidade de talentos necessária ao mercado de trabalho para enfrentar os desafios atuais e futuros de segurança de rede.

Atualizações no portfolio de certificações
- A Cisco está anunciando a adição de uma nova certificação Ciber Ops ao seu portfólio de certificações de segurança, além de atualizar a certificação CCIE (Cisco Certified Internetwork Expert) em Segurança.
- A certificação CCNA (Cisco Certified Network Associate)  Cyber Ops é dirigida à função do analista de segurança que trabalha em um Centro de Operações de Segurança (SOC – Security Operations Center) para monitoramento de sistemas e detecção de ataques. O curso apresenta aos profissionais de TI algumas das competências necessárias para trabalhar em um SOC, oferecendo conhecimento sobre como as respostas podem ser coordenadas.
- A certificação CCNA Cyber Ops amplia as opções de certificação existentes da Cisco para o nível de associado, incluindo a denominada CCNA Security, que foca na função de administrador de segurança de rede.
- A atualização da certificação CCIE Security aborda novas competências em nível avançado e o conhecimento necessário para o preparo dos funcionários de segurança para tecnologias e ameaças de segurança em constante evolução. Esta revisão inclui avaliações sobre as mais recentes tecnologias de segurança, incluindo proteção avançada contra ameaças e malware, última geração de IPS (Intrusion Prevention System), virtualização, automação e intercâmbio de informações. Inclui ainda uma nova abordagem de avaliação com o objetivo de garantir que os candidatos demonstrem conhecimentos e habilidades em tecnologias em evolução, como Programação de Rede, Cloud e Internet das Coisas (IoT).

Para Jeanne Beliveau-Dunn, vice-presidente e gerente geral de serviços da Cisco, "a segurança digital é essencial para o sucesso no mundo digital. Muitos CEOs, em todo o mundo, nos contam que sua capacidade de inovação é freada pelas preocupações com a segurança no mundo digital. Isso gera uma grande demanda futura por um conjunto de habilidades que, atualmente, não existe em grande escala. A Cisco desenvolve este programa de bolsas para impulsionar o aumento de novos talentos. Isso inclui a oportunidade de diversificar a indústria de segurança de TI, atingindo pessoas em todo o mundo, incluindo os mais velhos, as mulheres e jovens iniciando suas carreiras, inspirando-os a entrar na profissão de segurança digital. Este é apenas um começo em termos de capacitação, treinamento e reeducação da força de trabalho de TI, para que eles possam se transformar nos profissionais de segurança necessários para resolver a atual escassez de talentos.
- Para mais informações e para inscrever-se no programa global de bolsas Cisco Global Security Scholarship, visite: http://www.cisco.com/go/securityscholar.
- Para informações sobre a certificação CCNA Cyber Ops em Segurança Digital visite: www.cisco.com/go/ccnacyberops.

Mídias sociais:

Sobre a Cisco
A Cisco (NASDAQ: CSCO) é líder mundial em Tecnologia da Informação, que ajuda empresas a aproveitarem as oportunidades do amanhã, demonstrando que coisas surpreendentes acontecem quando se conecta o que antes estava desconectado. Para informações sobre a Cisco, acesse http://www.cisco.com.br. Para notícias sobre Brasil, acesse: http://americas.thecisconetwork.com/site/index/lang/pt/

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Transformação digital. E você com isso?

03/06 - P+G Comunicação Integrada / por Rafael de Tarso Schroeder


Não importa a sua área de atuação, seus interesses, hobbies, aversão ou dificuldade com a “tal da tecnologia”. Não importa se quer criar seus filhos desconectados ou isolados dos perigos da web. A verdade é que parte da evolução do mercado está intimamente ligada ao conceito de negócios digitais. Sendo assim, não se assuste se durante as férias as crianças passarem um tempo programando jogos ou reunidos em hackathons criando empresas digitais de milhares de dólares. O novo imperativo exige uma nova linguagem, um novo jeito de criar experiência para o consumidor, de tentar, errar, testar, prototipar, mas, principalmente, virtualizar e tornar disponível para o mundo.

É fato que a transformação digital é muito maior que a área de suporte da sua empresa, mais conhecida como TI. Se você tem um pequeno negócio ou atua em grandes projetos, você precisa entender que parte do seu futuro depende da capacidade de trazer para o centro da discussão esse processo. Você não precisa pensar muito para concluir o quanto Whatsapp, Airbnb, Bla Bla Car, Uber, Netflix,  Nubank, entre outros aplicativos e empresas, mudaram a forma como você consome, interage e até vende seus  serviços.

A pergunta que me fiz e acredito que você  provavelmente irá se fazer é: Por onde começo? Claro que depende do que você  está buscando, mas acredito que um passo é tornar a área de TI cocriadora das estratégias organizacionais. Em pequenos negócios é importante construir parcerias ou contar com aquele amigo mais tecnológico para orientar quanto às possibilidades. Fato é que de um jeito ou de outro, você deverá incorporar à sua cultura, conhecimento ou em sua equipe, pessoas que possam traduzir a tecnologia para você e trabalhem para simplificar o dia a dia da empresa. Nuvem, realidade aumentada, internet das coisas, impressão 3D, aprendizado de máquina, marketing digital, entre outros temas e tecnologias podem contribuir para a elaboração de uma rota.

Porém, essas são as ferramentas, mas não necessariamente estratégias. Considere estudar dois assuntos que podem contribuir para colocar estas ferramentas em prática: Design Thinking e Modelo de Negócios. O design thinking virou moda entre consultorias, grandes empresas e empresas nascentes (startups), mas na prática é um método que orienta o negócio de forma empática, contribui para você estruturar seus clientes e as necessidades deles em nichos ou grupos de características, às quais você responderá com o seu modelo de negócio.  O que significa definir um conjunto de serviços, produtos e canais alinhados à priorização de novas tecnologias e processos digitais que criarão valor e consequentemente resultados inovadores.

Por isso, a combinação entre tecnologia e capacidade de criar uma experiência inovadora é fundamental para o sucesso neste processo sem volta chamado transformação digital. Governos,  empresas, organizações e famílias estão estabelecendo novos processos para responder a este momento. E você? O que vai fazer com isso?

*Rafael de Tarso Schroeder é especialista em Sustentabilidade, empreendedorismo e inovação, e atua como professor do Instituto Superior de Administração e Economia (ISAE), de Curitiba (PR).

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Governo começa a entregar 372 mil kits de TV digital no DF nesta quinta

02/06 - G1


O Ministério das Comunições começa a distribuir nesta quinta-feira (2) 372 mil kits com conversores e antenas para TV digital a famílias de baixa renda do Distrito Federal e de nove cidades do Entorno. A ação faz parte do processo de desligamento do sinal analógico em Brasília, previsto para ser concluído em 26 de outubro deste ano.

Os equipamentos estarão disponíveis nos centros de distribuição. Para retirar os kits é preciso agendar a entrega pela internet ou pelo telefone 147. Os itens permitem que aparelhos antigos de televisão recebam o sinal digital de TV.


quarta-feira, 1 de junho de 2016

Sociedade dos dados

01/06 - RV&A Oficina de Comunicação / por Frank Meylan


Imagine o seguinte cenário: você precisa de um empréstimo e, então, efetua o login em uma plataforma on-line, digitando informações pessoais e detalhes da solicitação. Em poucos segundos, algoritmos de diferentes intermediários financeiros fazem uma leitura completa dos dados e das transações financeiras mais recentes e, com base na análise de risco, você obtém cotações de diferentes concorrentes. A partir daí, basta escolher a melhor opção e dar o consentimento em relação aos termos e às condições para receber o dinheiro na conta em questão de minutos. Tudo automatizado, sem intervenção humana.

Diante da rápida evolução tecnológica e das inúmeras possibilidades que a análise de dados oferece, é quase certo que situações como a que acabou de ser apresentada tornem-se realidade. Em muitos setores, a habilidade de interpretar os padrões das informações será o diferencial. Uma pesquisa científica recente sobre dados bancários reforça essa percepção. Nela, cientistas constataram que poderiam alcançar uma pontuação de crédito quase 50% mais precisa do que a realizada pelos bancos já que eles conseguem analisar fontes de dados externas e, consequentemente, examinar o novo campo de atuação da física social — como, por exemplo, o comportamento do consumidor — em vez de apenas dados bancários tradicionais como idade, renda ou histórico de pagamentos.  Isso implica grandes oportunidades de obter vantagens competitivas.

No caso do setor financeiro, isso não ocorre somente devido ao grande número de possibilidades de análise de dados (Data & Analytics), mas também em decorrência da legislação que está sendo aplicada aos países da Europa. Acredita-se que a Diretiva de Serviços de Pagamento (Payment Services Directive - PSD) da Comissão Europeia irá estremecer o cenário financeiro e indicar novos caminhos para inovações. Uma das provisões na PSD é que os bancos serão obrigados a conceder acesso a outras partes (que não sejam bancos) de dados de pagamento, o que permitirá novos produtos e serviços. Por meio do uso de Interfaces de Programação de Aplicativos (Application Programming Interfaces - APIs), terceiros podem abrir a caixa de Pandora dos bancos e oferecer aos consumidores um leque de opções para que eles interajam com bancos, desde que tais clientes concordem explicitamente com isso.  

Mas não é apenas o setor financeiro que se beneficiará. Na Suíça, por exemplo, uma nova lei federal em relação a registros eletrônicos de pacientes será implementada no ano que vem. Os hospitais e os lares para idosos precisarão se adaptar a essa legislação, incentivando a digitalização do setor de serviços de saúde, o que vai permitir aos pacientes acessarem os próprios registros. Isso oferece oportunidades para novos produtos, serviços e modelos operacionais de serviços de saúde em setores relacionados, como o farmacêutico, além de influenciar o modo como as prestadoras de serviços de seguro interagem com os clientes e processam os casos de sinistro.

Há de se convir que um pouco de imaginação pode resultar em inúmeras novas possibilidades. Todos os setores que se baseiam em informações passarão por grandes transformações nos próximos anos. Temos observado que concorrentes em determinados setores da economia têm avançando fronteiras e introduzindo modelos de negócio disruptivos.  Reflita sobre os setores de viagens, seguros e táxis, a indústria da música e até o setor automotivo, nos quais novas empresas oferecem propostas novas com base no uso inteligente de dados. Vinte anos atrás ninguém considerava esses setores como sendo ricos em dados.  Atualmente, essas informações estão no cerne das estratégias de negócio.

O fato é que muitas áreas ainda não foram exploradas.  Embora as empresas e as instituições estejam tomando as medidas iniciais rumo a uma sociedade orientada a dados, é difícil imaginar até onde esse desenvolvimento pode chegar. Tudo isso nos remete aos anos 90, época em que surgiu a internet, quando ficou evidente que o mundo estava diante de uma grande mudança, mesmo que ainda não tivesse ficado muito claro qual seria.

No mercado atual, as leis do Darwinismo digital implicam que não são as empresas mais fortes — as líderes no mercado — que serão as vencedoras de amanhã, e sim as que são capazes de adaptar-se às mudanças da melhor forma possível e com mais rapidez. Isso terá como consequência o fato de muitas delas, mesmo as já estabelecidas no país, ainda precisam mudar rapidamente para se tornarem bem-sucedidas e, dessa forma, salvaguardar um modelo de negócio viável para o futuro.

* Frank Meylan é sócio da KPMG no Brasil

Sobre a KPMG
A KPMG é uma rede global de firmas independentes que prestam serviços profissionais de Audit, Tax e Advisory. Estamos presentes em 155 países, com mais de 174.000 profissionais atuando em firmas-membro em todo o mundo. As firmas-membro da rede KPMG são independentes entre si e afiliadas à KPMG International Cooperative (“KPMG International”), uma entidade suíça. Cada firma-membro é uma entidade legal independente e separada e descreve-se como tal. No Brasil, somos aproximadamente 4.000 profissionais distribuídos em 13 Estados e Distrito Federal, 22 cidades e escritórios situados em São Paulo (sede), Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Joinville, Londrina, Manaus, Osasco, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, São Carlos, São José dos Campos e Uberlândia.

CoinBR explica a alta histórica do Bitcoin

01/06 - CoinBR


Desvalorização do Yuan chinês levou a moeda digital a passar a marca dos US$ 500 nos últimos dias

A cotação do Bitcoin chegou a um valor acima de US$ 500 nos últimos dias e vem se mantendo com tendência de alta. Em 2016, foi a primeira vez que isso aconteceu, já que a moeda digital se manteve estável na média de US$ 450. A CoinBr, referência em serviços de blockchain no Brasil e na América Latina, explica os motivos da alta no Bitcoin.

“Um ajuste de apenas 0,3% na cotação do Yuan chinês realizado no último dia 26 de maio levou a uma alta na demanda pela moeda digital, com o valor atingindo o máximo de US$ 550 por unidade na maior casa de câmbio de bitcoins do mundo, a OKcoin, da China”, explica Safiri Felix, CEO da CoinBr. A última vez que o valor do Bitcoin passou dos US$ 500 foi em novembro de 2015.

A desvalorização do Yuan em relação ao dólar feita pelo Banco Central da China levou a moeda local ao nível mais baixo dos últimos cinco anos. “Com Yuan baixo e 95% das negociações de bitcoin do mundo ocorrendo na China, ficou claro que o preço ia subir, e subiu”, comenta Felix.

No Brasil, o Bitcoin segue comercializado acima de R$ 2.000,00, refletindo a crescente demanda local, com o mercado movimentado acima de R$ 1 milhão diariamente.

Além do Yuan valendo menos, o protocolo Bitcoin se prepara para mudanças em junho, com a redução pela metade na capacidade mundial de mineração de bitcoins. Essa redução de capacidade é prevista e ocorre a cada 4 anos.

O e-book Guia básico sobre Bitcoin está disponível para download gratuito em: https://www.coinbr.net/blog/wp-content/uploads/2016/02/GuiaBTC.pdf

Para entender a alta do bitcoin e o futuro das moedas digitais, entre em contato com a GamePlan – marilu@gameplan.com.br.

Sobre a CoinBR
A CoinBR é referência em serviços de blockchain no Brasil e na América Latina e atua nas áreas de mineração, câmbio, soluções e incentivos relacionados a Bitcoin e moedas digitais. Fundada em 2013, a empresa tem escritórios em São Paulo e Florianópolis e produtos incluem a compra e a venda de bitcoin, mineração e gerenciamento de carteira eletrônica via aplicativos (iOS e Android) e o primeiro caixa eletrônico de Bitcoin do Brasil. Saiba mais em coinbr.net.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

CAF, CEPAL e Cisco juntam esforços para digitalizar a Educação na América Latina

19/05 - Cisco do Brasil


Primeira reunião regional para abordar o papel da conectividade e tecnologia na educação e nos processo educativos será realizada em maio, com a presença de autoridades de alto nível dos governos

Melhorar e transformar a qualidade da educação na América Latina, proporcionar conectividade à Internet em toda sala de aula e digitalizar a educação. Com esses objetivos, o Banco de Desenvolvimento da América Latina (o CAF) e a Comissão Econômica das Nações Unidas para América Latina e Caribe (a CEPAL), em seu papel como Secretaria Técnica da eLAC, contarão com o apoio da Cisco para envolver os legisladores de toda a região na priorização destes temas em nível nacional.


O CAF, a CEPAL e a Cisco estão organizando uma série Fóruns sobre os Benefícios da Digitalização da Educação na América Latina, iniciando com evento em São Paulo, no dia 19 de maio. Estão programados também eventos na Argentina, Costa Rica, Colômbia, Equador, México e Peru. Os eventos são dirigidos a líderes do setor de educação, organizações não-governamentais, representantes da indústria, legisladores, e outros membros do governo envolvidos em questões políticas relacionadas à tecnologia da informação, telecomunicações e finanças.

Além disso, a CEPAL vai sediar o primeiro encontro regional entre setores para analisar o papel da Tecnologia da Informação e das Comunicações (TIC) na conectividade de banda larga das salas de aula e na transformação  da educação. O encontro será uma plataforma para o intercâmbio de ideias, de melhores práticas e lições aprendidas, e contará com a presença de autoridades governamentais.  O objetivo da CEPAL, do CAF e da Cisco com a reunião é desenvolver e estabelecer um conjunto de metas concretas para esta iniciativa de educação digital, angariando o apoio de todas as autoridades envolvidas.  

Em todo o mundo, cerca de 58 milhões de crianças não têm acesso à educação básica primária. Mais de 250 milhões de crianças de quarta e quinta série não são aptos para escrever, ler ou efetuar operações básicas de matemática. Habilitada especificamente através de uma conectividade de qualidade à Internet em salas de aula, a digitalização da educação oferece uma oportunidade única para resolver desafios na América Latina. Quando combinada com o desenvolvimento de currículos e programas especializados para a formação de professores – ambos pensados no contexto e no nível de complexidade do ambiente de aprendizagem -, a educação digital tem o potencial de transformar novas gerações de estudantes em pensadores do século XXI.

Experiências de países como Estados Unidos, Irlanda, Nova Zelândia, Portugal, Uruguai, entre outros, demonstraram que levar a Internet para a sala de aula, por meio de programas para melhorar o ambiente da educação e os resultados dos alunos, ajuda a complementar os objetivos da educação formal e auxilia os estudantes com habilidades necessárias para sua vida, trabalho e para ter sucesso em um mundo digital crescente. Os resultados fazem parte do relatório da Cisco, “Programa de Conectividade do Século XXI”, que também destacou que a vontade política e a autorização de programas que facilitam o fluxo constante de financiamento tornam possível conectar as salas de aula de um país em um período de sete anos ou menos.

O relatório completo pode ser acessado em:

Citações de apoio:
Mauricio Agudelo, Especialista Sênior de Telecomunicações da CAF
"Todos os países latino-americanos têm desenvolvidos programas para a modernização e o aumento da conectividade das escolas públicas à Internet. A motivação por trás dessas iniciativas tem sido a de facilitar o acesso aos conteúdos digitais e aplicativos, de modo a ampliar o impacto sobre a qualidade da educação. No entanto, estas iniciativas podem ser afetadas pela disponibilidade de banda larga e tecnologias inadequadas nas escolas. Por um lado, a experiência internacional mostra serviços de conectividade de alta velocidade por meio de redes de banda larga para apoiar verdadeiramente a educação digital, bem como as melhores ferramentas educacionais para os professores. Por outro lado, a implementação de conteúdos, aplicativos e serviços apoiados por ferramentas tecnológicas requerem o desenvolvimento e a coordenação de políticas públicas que resultem em um salto qualitativo para a educação".

Mario Castillo, Chefe de Novas Tecnologias e Inovação da CEPAL
"Atualmente, a adoção de TI é crucial para o desenvolvimento econômico e social. Para isso são necessárias políticas que promovam o acesso e o uso da tecnologia em áreas de alto impacto, como a educação. Neste sentido, consideramos que esta iniciativa fortalecerá o processo de coordenação e favorecerá a adoção de tecnologia nos centros de educação da região".

Andrez Maz, Diretor de Políticas Públicas para a América Latina da Cisco
"A tecnologia tem o potencial de melhorar o processo de aprendizagem: ela dá aos alunos a possibilidade de acessar uma maior quantidade de conteúdo de mais qualidade e fornece aos professores acesso a novos recursos que podem melhorar e complementar o seu trabalho diário. A tecnologia traz a possiblidade de transformar completamente a educação. Vamos trabalhar para fazer esta transformação possível em cada escola na América Latina.

Sobre o CAF
O CAF é um banco de desenvolvimento fundado em 1970 e formado por 19 países - 17 da América Latina e o Caribe, Espanha e Portugal - assim como por 14 bancos privados da região. Promove um modelo de desenvolvimento sustentável através de operações de crédito, recursos não reembolsáveis e apoio em estruturação técnica e financeira de projetos dos setores público e privado da América Latina. Com sede em Caracas, Venezuela, possui escritórios em Buenos Aires, La Paz, Brasília, Bogotá, Quito, Madri, Cidade do México, Cidade do Panamá, Assunção, Lima, Montevidéu e Porto Espanha. Para mais informações: www.caf.com. Twitter: @AgendaCAF

Sobre a CEPAL
A Comissão Econômica para a América Latina – cujo acrônimo em espanhol é CEPAL - foi estabelecida em 25 de fevereiro de 1948. É uma das cinco comissões regionais das Nações Unidas e sua sede está em Santiago do Chile. Foi fundada com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento econômico da América Latina, coordenando as ações para este fim e reforçando as relações econômicas dos países entre si e com as outras nações do mundo. Posteriormente, este escopo foi ampliado aos países do Caribe e a promoção do desenvolvimento social da região foi incorporado como um objetivo.

Sobre a Cisco
A Cisco (NASDAQ: CSCO) é líder mundial em Tecnologia da Informação, que ajuda empresas a aproveitarem as oportunidades do amanhã, demonstrando que coisas surpreendentes acontecem quando se conecta o que antes estava desconectado. Para informações sobre a Cisco, acesse http://www.cisco.com.br. Para notícias sobre Brasil, acesse: http://americas.thecisconetwork.com/site/index/lang/pt/.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

A Internet das Coisas como propulsora de inovação do cenário digital

05/05 - Leandro Hernández


Enquanto a ideia de cidades e empresas completamente conectadas ainda nos parece algo saído de um não tão distante futuro, a IoT - ou “Internet of Things” -, posiciona-se como a tecnologia atual com possibilidades reais de inovação, e o que já é uma realidade em mercados mais maduros como o Americano e o Europeu, vem ganhando cada vez mais espaço também no Brasil. A expectativa é que projetos envolvendo essas iniciativas cresçam exponencialmente, como mostra o levantamento publicado pela IDC em janeiro sobre as previsões para o mercado de TIC no Brasil em 2016, que afirma que a IoT deve movimentar mais de quatro bilhões de dólares no país apenas neste ano.

No universo corporativo, para acompanhar essas mudanças e conquistar os benefícios possibilitados pela IoT, as empresas precisam digitalizar seus negócios, desenvolvendo assim uma nova forma de atuação. Para isso, é necessário que as companhias revisitem suas operações, invistam na transformação de seus processos e migrem suas atividades tradicionais para um ambiente totalmente digital, baseado em uma arquitetura tecnológica que suporte a incessante transação de dados gerada por todos os dispositivos conectados à sua rede.

Eu não tenho dúvidas que a IoT vai cada vez mais se consolidar como uma poderosa propulsora dos novos modelos de negócios. Para isso, é necessário que as corporações tenham sua estratégia e inteligência baseadas em plataformas preparadas para a implementação dessas iniciativas e que permitam que seus dispositivos dialoguem entre si independentemente da ação de usuários o que resultará em ambientes totalmente integrados, flexíveis e estáveis.

E como podemos medir o sucesso das conexões entre objetos e processos? Como garantir a otimização do trabalho nas empresas e a comunicação eficiente de máquinas e funcionários? Não existem fórmulas! Até mesmo porque, com a velocidade com que o mercado se reinventa, não é mais possível fazer grandes previsões.

Por isso acredito que o segredo do sucesso esteja ligado à digitalização dos negócios que mencionei acima, uma vez que ela garante a agilidade necessária da adequação às tendências e demandas que ainda veremos despontar.

É nesse cenário que percebemos a importância do desenvolvimento e integração das APIs (Application Programming Interface) - tecnologias que permitem que dispositivos se comuniquem uns com os outros por meio de códigos, sem a necessidade de qualquer intervenção. A digitalização dos negócios passa pela utilização de uma plataforma que integre – de forma inteligente – essas tecnologias, possibilitando assim a implementação de iniciativas de IoT.

Isso porque a plataforma de integração atua unificando diferentes ambientes e ampliando a capacidade de captura de eventos complexos e suas correlações preditivas, o que facilita a identificação dos dados emitidos por qualquer dispositivo conectado à  internet. Dessa forma, esses eventos podem ser capturados e analisados em questão de nano segundos e resultar em uma ação. Um exemplo prático – uma geladeira, conectada a internet, pode emitir informações sobre a quantidade que possui de determinado produto, possibilitando que o supermercado abasteça, preditivamente, aquele endereço.

As rápidas mudanças pelas quais passa o mercado têm dois pilares principais: tecnologia e pessoas. A tecnologia está ai, altamente desenvolvida e a nossa disposição, para criarmos saídas inovadoras para os nossos desafios. Já as pessoas estão cada vez exigentes e querem, tanto no ambiente corporativo quanto no doméstico, a mesma qualidade dos serviços e produtos.

É fundamental que os decisores tenham consciência que a transformação digital dos negócios é mandatória para atender às atuais expectativas mercadológicas e dos consumidores. Se até 2020, as 37 bilhões de “coisas” - dentre elas smartphones, tablets e carros - estiverem conectadas, os grandes projetos de IoTs deixarão de ser algo do futuro e serão inseridos, definitivamente, em nosso dia a dia.

* Leandro Hernández é diretor de Operações da Software AG para a América Latina.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Tecnologia torna palestras virtuais mais produtivas do que as presenciais

04/05 - LinkEDU


LinkEDU lança portal de palestras virtuais integrado às redes sociais onde os usuários podem comentar e avaliar palestras e palestrantes

Em todo o mundo, consultores e consultorias utilizam as palestras como seu principal canal de vendas, mas esse é ainda um mercado quase totalmente presencial, ou seja, as pessoas deslocam-se para assistir as palestras de seu interesse. Segundo a Society for Human Resource Management, instituição voltada para o segmento de gestão de pessoas nos EUA, o universo das palestras presenciais é um mercado que movimenta US$ 12 bilhões anuais no mundo. No Brasil, a Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) calcula que as empresas gastem cerca de R$ 100 milhões por ano em palestras para seus empregados, seja em eventos em hotéis e centros de convenções ou até mesmo dentro das próprias organizações.

Mas a virtualização das palestras é um fenômeno crescente, ainda que misto, ou seja, muitas palestras presenciais terminam sendo transmitidas pela Internet, segundo um modelo bem conhecido por “webinar”. Um exemplo é o site TED.com, que publica na Internet as cerca de 1.400 palestras gravadas em eventos presenciais em todo o mundo, inclusive no Brasil. No país, algumas organizações realizam congressos virtuais, transmitindo palestras pela Internet, mas ainda o fazem seguindo o modelo presencial, onde os eventos acontecem com data e hora marcada e ficam disponíveis por tempo limitado.

LinkEDU – O LinkEDU, site de palestras virtuais lançado pelas empresas Future Press e YouMobi, chega ao mercado com o objetivo de criar um negócio de palestras 100% na Internet, voltado para atender necessidades de consultorias, associações e outras instituições que promovem palestras com o objetivo de mostrar seus serviços. Segundo Armando Levy, diretor da Future Press e idealizador do LinkEDU, algumas instituições repetem no Brasil o modelo americano de “webinar” sem considerar aspectos como a infraestrutura de telecomunicações do Brasil, onde a banda larga é muito inferior àquela encontrada nos Estados Unidos:

“A precariedade dos serviços de telecomunicações no Brasil afeta diretamente a possibilidade de visualização de uma palestra presencial transmitida pela Internet, levando a experiências muito ruins, que terminam irritando os usuários e gerando baixas audiências. Muitos que assistem esse tipo de palestra se frustram porque o vídeo trava e, principalmente, porque não há uma interação muito eficiente entre o palestrante e a apresentação. Em muitas palestras transmitidas pela Internet a sala está escura e mal conseguimos ver o palestrante e sua apresentação. Essa experiência ruim leva muitas pessoas a se afastarem das palestras virtuais. Com o LinkEDU resolvemos mudar essa equação”, explica Levy.

As palestras no LinkEDU são produzidas exclusivamente para transmissão pela Internet, com uma integração total entre a apresentação e o vídeo do palestrante. Além disso, as palestras ficam disponíveis no site por tempo indeterminado, no horário que mais convém ao participante. Segundo Luiz Orlandini, CEO da YouMobi, desenvolvedora da infraestrutura técnica do LinkEDU, o portal de palestras aprimorou a experiência de assistir uma palestra, tornando a palestra virtual mais produtiva e informativa do que as palestras presenciais:

“Com o LinkEDU, a pessoa não precisa se deslocar para assistir a palestra, podendo acessá-la de sua casa, no trabalho ou até pelo celular, enquanto espera a hora de embarcar no próximo voo. Criamos um canal que permite ao visitante enviar perguntas diretamente ao palestrante, algo que é limitado e controlado em eventos presenciais. Outra vantagem é que ao acessar uma palestra, o usuário tem acesso aos comentários de outros visitantes postados em redes sociais como Facebook e Liked In, o que ajuda o interessado a compreender as virtudes da palestra e se aquele conteúdo é útil para suas necessidades. Em muitos congressos presenciais no Brasil, a audiência que paga para ver uma palestra só acessa as apresentações alguns meses depois do evento, o que é algo negativo na era da informação em que vivemos e termina por desqualificar o evento. Por fim, criamos um controle de audiência que nos permite assegurar que o usuário assistiu a palestra na íntegra, portanto, empenhou seu tempo, e podemos certificar isto para que ele possa anexar ao seu currículo, apresentar como comprovação junto à seus empregadores, que eventualmente podem ter financiado aquele treinamento ou na faculdade, por exemplo, para comprovar horas de estudo.”, assinala Orlandini.

Outro diferencial do LinkEDU é que as palestras, assim que lançadas, entram em um processo de divulgação que inclui atividades de assessoria de imprensa e promoção nas redes sociais. Segundo Levy, a integração dessas mídias é decisiva nos dias de hoje:

“Percebemos como tem sido difícil para as empresas que promovem palestras presenciais divulgarem seus eventos. Por isso estruturamos as ações no LinkEDU de modo integrado, divulgando a palestras via ações de relações públicas, mas também oferecendo conteúdo atrativo nas redes sociais para gerar visitas à palestra”, explica.

Modelo de negócios – O LinkEDU estreia no mercado com três opções de acesso. O usuário pode acessar vídeos curtos sobre vários temas de modo livre, sem precisar sequer se cadastrar. Além disso, há palestras de acesso gratuito que o visitante pode acessar mediante um rápido cadastro, seja por um formulário ou mesmo via Facebook ou Linked In. E, finalmente, há as palestras pagas, que são acessíveis após pagamento via Pay Pal. O site LinkEDU pode ser acessado no endereço www.linkedu.com.br e já conta com palestras nos segmentos de Comunicação, Gestão de Projetos, Gestão de Pessoas, Inovação, Empreendedorismo, entre outros. Entre os palestrantes que já podem ser encontrados no portal estão Ozires Silva, fundador da Embraer, Carlos Faccina, ex-diretor de RH da Nestlé, Luiz Alberto Machado, diretor da Faculdade de Economia da FAAP e Maria Helena Magalhães, consultora de varejo.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Ensino Superior do futuro começa a transformar o presente

03/05 - Antonio Carbonari Netto


O Ensino Superior tradicional realiza-se nas salas de aula. Por muitos anos, foi sendo alterado, na forma dos conteúdos, na didática, na quantidade crescente de alunos e nos equipamentos. Há pouco tempo, a lousa transformou-se num monitor de TV. E chegaram os notebooks, tablets e smartphones, que permitem aos estudantes aprenderem quando e onde estiverem!

Hoje, milhões de pessoas estudam on-line. Milhares têm seus cursos exclusivamente dessa maneira. Há vários aspectos nesse modelo que, pedagogicamente, são melhores e mais eficazes. O ensino presencial deixa muito a desejar. Em muitas instituições, a falta de infraestrutura tecnológica, de treinamento e recapacitação dos professores tem influenciado negativamente no aprendizado.

O sistema on-line permite muitas melhorias: os dados sobre frequência dos estudos, participação e realização de tarefas discentes, perguntas e respostas individuais e coletivas, simultâneas ou não, dos alunos aos professores, reposição, reestudo e suplementação de temas e conteúdos. O docente moderniza suas funções, tornando-se tutor.

É muito provável que o conceito de qualidade dos cursos on-line seja duramente criticado nos próximos anos. Os conservadores justificarão suas posições contrárias com muita força! Afinal, “Narciso acha feio o que não é espelho” (Caetano Veloso, em Sampa). Ouviremos muitas conjunções adversativas! Dirão que são favoráveis ao novo processo, mas, porém, contudo, todavia... Poucos enfatizarão o essencial: o resultado de uma aprendizagem eficaz, útil e aplicável e não mais o que e como foi ensinado!

Também é preciso considerar os custos dos cursos presenciais, como locomoção e alimentação, e o tempo despendido nessas atividades. Será cada vez mais inevitável que os estudantes questionem quanto dos seus gastos com educação referem-se de fato ao aprendizado: prédios, lanchonetes, salas para laboratórios, times de basquete, futebol, espaços para recreação... Nada disso fará sentido se puderem estudar on-line.

Num futuro bem próximo, como já está acontecendo, será possível comprar cursos e materiais pedagógicos de diferentes provedores de conteúdos, obtendo-se a certificação em uma instituição universitária. Há organizações que já fazem isso. O sistema atual, que se torna obsoleto, reflete explicitamente os dogmas da revolução industrial do século passado. Hoje, estamos na era da aprendizagem e desenvolvimento de competências, úteis aos estudantes para que desenvolvam seus projetos de vida, nem sempre regulamentados e claramente ofertados pelo mercado.

A educação passará a ser feita sob medida para o aluno do Século 21, atendendo às suas necessidades, desejos e custos acessíveis. Muito do novo Ensino Superior será mais personalizado, não coletivo. As modernas tecnologias e seus recursos (tablets, smartphones e plataformas amigáveis de autoaprendizado) farão com que os bons educadores, que serão os grandes “astros” das séries de filmes, novelas e entretenimento da aprendizagem, produzam suas aulas para estudantes de muitos lugares, no município, no país e no mundo!

Ou seja, as funções dos mestres mudarão drasticamente! Sem salas de aula e a presença física dos alunos ou da maioria deles, os professores serão tutores de orientação dos estudos. Assim, contribuirão muito, atendendo número cada vez maior de estudantes, para que estes tenham sucesso em suas aspirações profissionais e projetos de vida. Tais avanços têm alcance e relevância global, mas seu impacto em países emergentes, como o Brasil, será maior quanto à imperiosa democratização do acesso ao Ensino Superior.

*Antonio Carbonari Netto é matemático pela PUC-Campinas, MBA em Gestão Universitária e Mestre em Administração, Educação e Comunicação pela Universidade São Marcos, membro da Academia Brasileira de Ciências da Administração e vice-presidente do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Ensino Superior do Estado de S. Paulo. 

Ministério lança software que traduz conteúdo digital para Libras

03/05 - G1 / Gabriel Luiz


O Ministério do Planejamento lança nesta quinta-feira (5) o software público VLibras, que permite traduzir textos, áudios e vídeos na língua dos sinais para pessoas com deficiência auditivas. Criado em parceria com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), o programa gratuito recorre a um intérprete de libras virtual – como aqueles que aparecem em transmissão de sessões do Congresso – para transcrever planilhas, páginas na internet ou filmes, por exemplo.

Segundo o coordenador do projeto, César Bomfim, o programa pode beneficiar cerca de 10 milhões de brasileiros com algum grau de surdez uma vez que boa parte não é alfabetizada na língua escrita. “O software consegue identificar 11 mil códigos [sinais] diferentes. É uma tecnologia de ponta que pode ser usada por qualquer um e inclusive ser adaptada para a TV digital”.


O satélite EUTELSAT 65 West A, que cobre o Brasil, já está em funcionamento

03/05 - Eutelsat


Localizado na posição orbital 65° Oeste, o satélite tem cobertura para toda a América Latina

A Eutelsat Communications (NYSE Euronext Paris: ETL) informa que o satélite EUTELSAT 65 West A, lançado em 9 de março, já está em operação e pronto para servir todo o Brasil e a América Latina. O satélite inaugura a presença da Eutelsat na posição 65 ° Oeste, que é considerada uma das melhores para transmissão e recepção de sinais de TV pelas emissoras.

Satélite "tri-band" com múltiplas funções
O EUTELSAT 65 West A é um satélite "tri-band" desenvolvido para atender mercados de rápido crescimento em toda a América Latina através de uma combinação única de bandas C, Ku e Ka. A alta potência na banda Ku foi otimizada para a recepção de DTH e prover conectividade ao mercado corporativo brasileiro, bem como na América Central, no Caribe e na região andina. O satélite também dispõe de uma cobertura em banda C transatlântica que ajudará na tarefa de distribuir vídeo (canais de TV) entre continentes. Além de possuir múltiplos feixes (spotbeams) em banda Ka. A Hughes do Brasil (Hughes) fechou um acordo de 15 anos para o uso de toda a capacidade de cobertura de banda Ka para o Brasil para dar suporte ao lançamento de seu serviço de internet banda larga via satélite, o HughesNet®. O serviço vai atender consumidores finais e empresas em áreas que não são atendidas, ou que são servidas de maneira insuficiente pelas redes terrestres. A Stargroup é outro provedor de banda larga por satélite que utilizará capacida e de banda Ka para oferecer os mesmos serviços para o México, Colômbia e Peru.

Lançamento de um NOC (Network Operations Center) no Brasil
Para oferecer todo o apoio necessário aos clientes nas Américas, a Eutelsat montou um Centro de Operações de Rede (NOC), localizado em Santana do Parnaíba, no estado de São Paulo. O teleporto que hospeda o NOC também é equipado com amplos recursos de telemetria, comando e controle de alcance (TCR) do EUTELSAT 65 West A, e terá sistemas de monitoramento de radiofrequência e de vídeos para garantir a qualidade dos serviços em bandas C, Ku e Ka fornecidos por meio de sete satélites da frota da Eutelsat com cobertura para as Américas.

Programa de apoio técnico ao Mercado de TV aberta e TV paga
Com o lançamento EUTELSAT 65 West A, a Eutelsat iniciou um programa de apoio técnico ao mercado de TV aberta e dos operadores de TV paga, incluído os headends das operações de TV a cabo, que visa a troca ou adaptação dos kits de antenas parabólicas para a recepção dos sinais do novo satélite. Quando esta operação estiver concluída, o satélite estará apto a servir 100% das operações que atendem os assinantes de TV paga no Brasil.

Sobre a Eutelsat Communications
Estabelecida em 1977, a Eutelsat Communications (Euronext Paris: ETL, código ISIN: FR0010221234) é uma das maiores operadoras de satélites de comunicação do mundo. A empresa mantém uma frota de 40 satélites e atende clientes que incluem radiodifusores (TV aberta), operadoras de TV paga, provedores de serviços de Internet, dados e vídeos, empresas e agências governamentais. Os satélites da Eutelsat têm cobertura total na Europa, Oriente Médio, África, Ásia e Pacífico e nas Américas, permitindo que comunicações de vídeo, dados, banda larga e de governos sejam realizadas de modo independente por seus próprios usuários. Sediada em Paris, com escritórios e centrais de telecomunicação ao redor do mundo, a Eutelsat tem uma força de trabalho formada por mais de 1.000 pessoas de 37 países que são especialistas em suas áreas e que trabalham com seus clientes para fornecer a mais alta qualidade de serviço. Para mais informações sobre a Eutelsat, visite www.eutelsat.com

segunda-feira, 2 de maio de 2016

GamePlan expande negócios e fecha contratos para expansão internacional

02/05 - GamePlan


Startup de São Paulo amplia suas áreas de atuação ao firmar parceria com a Gamma Law e a ONEPr Studio, de São Francisco.

A GamePlan, startup que presta consultoria especializada para empresas interessadas em atuar nos mercados brasileiro e latino-americano, anuncia que fechou duas parcerias para ajudar seus clientes a expandir negócios também nos Estados Unidos e Ásia. As parcerias foram firmadas com a Gamma Law, especializada em consultoria jurídica para entretenimento digital, e com a ONEPr Studio, focada em comunicação para imprensa também na vertical de entretenimento digital.

A Gamma Law é um escritório de advocacia com foco em negócios de mídia, tecnologia e videogame. A parceria com a GamePlan permitirá a ampliação dos negócios da Gamma Law no Brasil, por conta do crescente mercado de games local. Muitas vezes, desenvolvedores brasileiros tentam exportar seus produtos, mas nem sempre contam com o apoio legal necessário para lidar com questões relacionadas a direitos autorais e a propriedade intelectual. Com a consultoria da GamePlan em parceria com a Gamma Law no Brasil, esses desenvolvedores terão à disposição serviços e soluções de que necessitam para atuar no mercado internacional.

“A Gamma Law enxerga todo o potencial do mercado produtor de games no Brasil. Nosso papel é ajudar empresas a explorar esse potencial com o auxílio de nossos serviços de desenvolvimento de negócios criando oportunidades em parceria com este renomado escritório de advocacia”, comenta André Faure, CEO da GamePlan.

Já a parceria com a ONEPr Studio amplia os recursos dos serviços de inteligência de imprensa oferecidos pela GamePlan. Desse modo, os clientes da GamePlan interessados em relacionamento com a mídia de games nos Estados Unidos podem divulgar seus produtos e serviços.

“A ONEPr Studio complementa nossa estratégia 360° de inteligência de imprensa, permitindo que nossos clientes, interessados em atingir também mídia e influenciadores de games no mercado norte-americano, sejam mais competitivos”, conclui Faure.

Essas duas parcerias já estão em andamento. Para mais informações, entre em contato com a GamePlan.

Sobre a GamePlan
A GamePlan (www.gameplan.com.br), é uma startup 100% bootstrapped que presta consultoria especializada para empresas interessadas em atuar no mercado brasileiro e latino-americano. Fundada em 2014, a GamePlan está sediada em São Paulo. Seu slogan é Creative resources, Smart choices e sua missão é ser um destino único de soluções criativas e inteligentes para seus clientes.

A GamePlan é a única consultoria associada à Abragames, pois, apesar de ser uma empresa que não produz jogos, oferece este tipo disruptivo de serviço para o mercado de games e tecnologia. A GamePlan realiza uma abordagem 360° para seus clientes, com foco em quatro principais competências: Estratégia e Desenvolvimento de Negócios, Localização, Comunicação e Conteúdo Digital, que podem ser contratadas como um pacote, por competência ou por um único serviço.

Acesse a FanPage da GamePlan no Facebook: facebook.com/getinbrazil/

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Você realmente se preocupa com a sua postura no ambiente digital?

27/04 - iBLISS 


Os desafios da proteção dos dados pessoais fazem parte de uma atitude segura, que deveria ser conhecida e absorvida como um hábito

No momento em que discutimos a limitação de planos de dados pelas operadoras de telecom, é preciso refletir também sobre o quanto estamos informados ao ponto de estabelecer uma atitude mais consciente quanto a nossa privacidade. Estar informado pode evitar (literalmente) que nossa liberdade seja cerceada e também permite a tomada de precauções simples, que vão mudando a maneira como empresas e instituições regulatórias enxergam e se relacionam conosco: consumidores e usuários.

Quando você acessa uma conexão gratuita, os riscos relacionados a privacidade das informações trafegadas pelos diferentes serviços/App utilizados aumentam significativamente e expõem vulnerabilidades sistêmicas, que acabam por deixar usuários e até as empresas extremamente suscetíveis à ataques.

O primeiro passo é entender que “segurança é um processo, não um estado. No ambiente digital, a percepção de segurança desaparece e por isso os processos de gestão de cibersegurança são fundamentais para permitir uma comunicação segura entre os dispositivos e os serviços online. Além dos investimentos por parte das empresas provedoras, é preciso focar esforços nas atitudes dos usuários e na criação de uma cultura de segurança mais ampla, já que é hábito acessar informações corporativas e pessoais do celular, por exemplo”, explica Leonardo Cavallari Militelli, CEO e fundador da iBLISS, consultoria de Segurança Estratégica para Negócios.

A Segurança da Informação se traduz em um conjunto de medidas (gestão) que mantém a confidencialidade, a integridade e a disponibilidade de uma informação, de um serviço ou aplicação. Portanto, no momento em que alguém conecta seu smartphone ou tablet a uma rede wi-fi aberta, um usuário mal intencionado conectado à mesma rede pode capturar todas informações que você está acessando pela internet – as fotos que você está publicando em uma rede social, o conteúdo escrito em mensagens e até a sua senha.

A sua segurança irá depender do conjunto de controles existentes nos pontos em que a informação é transmitida: seu dispositivo, a rede em que está conectado, o serviço que se está utilizando e a forma como o mesmo armazena seus dados.

Em uma rede gratuita, deve-se evitar o acesso à e-mail, transações por internet banking, acesso a sistemas corporativos, preencher formulários que solicitem informações pessoais como CPF, usuário e senha, etc. “Um usuário comum não tem como identificar se uma rede é segura. Essa não é uma tarefa simples e, ainda que a rede seja de uma entidade integra, pode existir o risco de incidente, caso os controles de segurança não estejam adequadamente implantados”, esclarece Flavio Kazuo Shiga, Gerente de Serviços da iBLISS.

11 dicas para adotar uma postura online mais consciente:

1- Evite o uso do dispositivo (Smartphone e Tablet) em redes abertas. A segurança da comunicação de dados por cada um dos aplicativos não pode ser identificada facilmente.

2- Não utilize os serviços de nuvem para informações confidenciais, você não sabe como elas estão sendo armazenadas.

Lembre-se de perguntar antes de utilizar um novo serviço ou dar acesso as suas informações a esse serviço: ‘Será que se esta informação for capturada por outra pessoa, vou me sentir constrangido ou terão acesso a algo que eu não quero que acessem?’

4- Instale um aplicativo de localização de seu dispositivo, para casos de perda ou roubo, desta forma você poderá apagar os dados no caso de perda do dispositivo.

5- Tenha cautela ao usar seu dispositivo pessoal para armazenar e ou acessar informações corporativas, isso pode gerar punição da empresa em alguns casos.

6- Desabilite o wireless/bluetooth do seu aparelho, quando não utilizado. Essas tecnologias abrem portas para serem exploradas indevidamente.

9- Mantenha seu dispositivo e seus aplicativos atualizados. As atualizações corrigem falhas de segurança conhecidas pelo desenvolvedor do App.

10. Leia as informações de acesso que os aplicativos solicitam ao serem instalados em seu dispositivo e avalie a coerência. Por exemplo: um aplicativo de localização não necessita do acesso aos contatos do seu telefone para indicar o melhor caminho para um destino

11. Se você perceber que algum dos seus serviços não está funcionando adequadamente em determinada rede, desconecte-se imediatamente.

Sobre a iBLISS 
A iBLISS é uma consultoria de Segurança da Informação Estratégica para o Negócio. Fundada em São Paulo em 2009, conta com um time de 15 especialistas com vasta experiência em projetos de segurança da informação de alta criticidade. Oferece consultoria em inteligência cibernética, gerencia e monitora a segurança de mais de 50.000 ativos/mês, além de fornecer serviços como testes de invasão, avaliações de segurança de aplicações, baselines e monitoramento de ameaças para 60 clientes. 

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Software AG discute os desafios da Transformação Digital das empresas em Brasília e Belo Horizonte

18/04 - Software AG


Os Roadshows contarão com palestras de executivos, apresentação de soluções e cases nos dias 26 e 27 de abril

Nos dias 26 e 27 de abril, a Software AG realizará o anual Roadshows em Brasília e Belo Horizonte, respectivamente.O encontro, direcionado a profissionais e clientes de diversos segmentos, tem como objetivo de discutir o novo cenário digital e os desafios da transformação dos negócios das empresas.

Os eventos estão divididos em duas etapas, segundo temas distintos. Na parte da manhã, o Roadshow será dedicado àplataforma para processamento transacional baseada em Adabas&Natural, que permite que as organizações desenvolvam e modernizem suas aplicações de missão crítica, preservando escalabilidade, eficiência e robustez, além de proporcionar agilidade para inovação.

Das 8h45 às 11h30, esse módulo do evento conta com palestras de Guido Falkengerg, vice-presidente de Produto e Marketing global da Software AG e de Luciano Pimenta, gerente de Pré-Vendas da Software AG para a América Latina.

Já na parte da tarde, os presentes poderão conhecer os benefícios e diferenciais da Digital Business Platform (DBP)para a transformação digital de suas empresas. Com o objetivo de suportar as estratégias de negócios e TI das companhias, a plataforma da Software AG possibilita a centralização de todas as informações relevantes de uma empresa em um único ambiente, permitindo assim uma análise completa, detalhada e segura de suas operações.

A transformação é um tema importante para as empresas uma vez que elas ambicionam tornarem-se digitais, com foco no cliente e com melhor vantagem competitiva. Isso pode ser alcançado a partir da visibilidade em tempo real das próprias operações comerciais, identificando possíveis gargalos e com processos de negócios automatizados e otimizados, reagindo de modo dinâmico às mudanças no ambiente de negócios. 

Entre os principais temas que serão abordados no seminário estão “Decisões Estratégicas - otimização de custos, visibilidade e controle do ambiente de TI” e “Como melhorar o tempo de resposta às ameaças e diminuir perdas por fraudes”.

Interessados em participar do evento podem mandar um e-mail para: infobrasil@softwareag.com.

Sobre a Software AG
A Software AG permite que os clientes inovem e se diferenciem no mundo digital. Seus produtos ajudam as empresas na combinação de sistemas existentes locais e na nuvem em uma única plataforma, que otimiza e digitaliza seus negócios. A combinação de gestão de processos, integração de dados em tempo real e análise em uma Plataforma de Negócios Digital permite que os clientes impulsionem a eficiência operacional, modernize os seus sistemas e otimize os processos para a tomada de decisões mais inteligentes. Com mais de 45 anos de inovação voltada ao cliente, a empresa é classificada como líder em muitas categorias inovadoras de TI. A Software AG tem mais de 4.300 funcionários em 70 países e teve receita total de € 873 milhões em 2015.Saiba mais sobre a empresa em www.softwareag.com

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Marketing digital: como não deixar sua empresa afundar na crise

08/04 - Daniel Galvão


Muito já se falou sobre a crise e como além de tudo ela pode representar uma oportunidade para alguns, gerando matéria prima para atender novas e antigas necessidades do público consumidor. Não é a toa que muitos especialistas estão trabalhando dia e noite atrás de fórmulas para sair da crise, ou usá-la em seu proveito.

Curiosamente, muitos não percebem que já temos ferramentas à disposição há muito tempo, e essa é mais uma questão de aplicação, algum investimento e criatividade, não de encontrar fórmulas mágicas, há muito perdidas ou escondidas.

De acordo com o Relatório Focus, divulgado pelo Banco Central do Brasil, em outubro de 2015, a perspectiva de crescimento da economia brasileira para o ano de 2016 é de -3%. É o pior ano para o PIB brasileiro desde antes do Plano Real, em 1990, quando se registrou uma contração de 4,20%. Sem dúvida alguma a crise é real, e os cintos serão apertados como não são há muito tempo.

Curiosamente há muitos trabalhadores desse mercado atual que jamais lidaram com uma crise. Talvez por isso é que muitos estão perdidos, acreditando que há algo mágico a ser descoberto para lidar com o problema. O cenário é mesmo assustador.

O Brasil perdeu o selo de “bom pagador” ao ter seu grau de investimento rebaixado pela agência de risco Standard and Poor, e aliado a isso há instabilidade política atual que tem impulsionado, cada vez mais, a alta do dólar. Isso tudo sem falar do desemprego que não para de crescer. O pessimismo faz parte das manhãs do brasileiro, e isso o cega para as oportunidades.

A cegueira mais clássica é a do Corte de Gastos. A fim de poupar, evitar prejuízos, as empresas param de investir, justamente no momento em que o investimento é mais necessário e ainda mais crucial para manter a estabilidade da empresa. Às vezes a escolha é remar sem parar para não sair do lugar, pois mesmo que você não vá para frente, ao menos não vai para trás.

Um dos primeiros investimentos a serem cortados é o de marketing. É uma contradição quase surreal pensar que retirar a visibilidade da sua marca é algo que vai ser positivo. Marcas gigantescas podem se dar ao luxo de poupar em algumas ações de marketing, por um tempo, pois suas imagens estão gravadas no cotidiano do consumidor de forma absurda, mas até mesmo ela sofreriam com o tempo e o desgaste, afinal novos consumidores surgem a  todo momento e antigos param de comprar a todo minuto, também.

Marcas de PMEs, sobretudo, não podem se deixar cair no esquecimento jamais! O corte de gastos é uma solução paliativa, e não é que eu esteja dizendo para gastarem tanto quanto gastavam em momentos de bonança, mas simplesmente não há como parar.

Nesse caso, o melhor caminho é ponderar e ser assertivo nos investimentos. O mundo digital é onde, atualmente, mais se tem retorno do consumidor, pois essa geração é cada vez mais conectada. Sendo assim é importante garantir que a sua empresa esteja com uma estrutura financeira e operacional focada nas melhores oportunidades de negócios, e que os gastos em marketing sejam feitos com base no melhor retorno possível.

Com um estudo acertado e uma análise crítica, os investimentos podem ser melhor direcionados e trabalhados, e campos como o mundo digital, podem ser melhor explorados, já que são, obviamente, o campo fértil dessa geração. Isso trará saúde financeira para seus investimentos.

Estratégia é fundamental, é a base. Conhecimento e criatividade são as matérias primas para a construção, e o mundo digital o campo fértil. Una essas ferramentas e ai sim aplique bem o seu dinheiro, invista onde o retorno vai trazer saída e proveito, transformando a crise em oportunidade.

Além do mais você irá aproveitar diversas brechas, como a ausência de concorrência no marketing digital, já que muitos preconceitos são partilhados entre empresas. Você estará no lugar certo, poderá evidenciar sua marca como criadora de conteúdo, poderá usar o Big Data para melhorar a experiência do seu consumidor criando diferenciais no atendimento e ainda conseguirá medir tudo isso em tempo real. Além disso, essa estratégia é mais acessível que o marketing convencional.

Não existe fórmula mágica, existe apenas estratégia e trabalho duro, mas com isso bem direcionado, os esforços e o trabalho terão um norte, e com certeza, com as milhares de ferramentas disponíveis, haverá retorno. A visibilidade criada no campo certo garantirá que sua marca não seja esquecida.

Quem é lembrado sobrevive. Concentre-se em ser lembrado nos lugares certos, pelas pessoas certas; o consumidor é seu objetivo, por isso não se afaste dele, traga-o cada vez mais para perto. Faça da crise uma oportunidade, você consegue!

Daniel Galvão é publicitário especializado em mídias digitais e fundador da Mango Digital.

Sobre a Mango Digital: www.mangodigital.com.br / (11) 3424-3250 

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Governo vai entregar 370 mil kits de TV digital no DF e Entorno

01/04 - G1 / Lucas Nanini


O Ministério das Comunições informou nesta quarta-feira (30) que vai distribuir gratuitamente 370 mil conversores para TV digital a famílias de baixa renda do Distrito Federal e de nove cidades do Entorno durante o processo de desligamento do sinal analógico em Brasília, previsto para ser concluído em 26 de outubro deste ano.

Segundo a pasta, o gasto com o kit contendo conversor e antena será de R$ 73,6 milhões – R$ 40 milhões com os 160 mil beneficiários do Bolsa Família e R$ 33,6 milhões com os inscritos no CadÚnico, cadastro do governo para ingresso em programas sociais. A diferença nos valores se deve ao tipo de equipamento usado.


segunda-feira, 28 de março de 2016

Webedia reformula a marca TudoGostoso e apresenta novas soluções ao mercado publicitário

28/03 - GamePlan / Webedia


Com 167 mil receitas para os mais diversos paladares, o site é a maior comunidade do segmento no País e possui 15 milhões de usuários únicos

Ao adquirir o TudoGostoso no final do ano passado por R$ 49 milhões, um dos principais objetivos da Webedia (webedia.fr), grupo francês que detém sites verticais líderes no Brasil como AdoroCinema e IGN, era expandir a marca TudoGostoso para outros devices, além do mercado latino. Como parte desta estratégia, o grupo anuncia a reformulação do TudoGostoso, além de apresentar novas soluções publicitárias e editoriais, como o canal “Chefs TudoGostoso”, que inaugura uma área especial dentro do site.

O canal recém-lançado foge do comum e eleva a comida do dia-a-dia ao nível profissional, uma vez que serão preparadas por um time de chefs fixos e convidados que são referências na gastronomia. “Será um ambiente totalmente preparado pelo editorial, desde a criação das receitas junto aos chefs até as fotos e vídeos com grande qualidade, o que sempre foi uma demanda do mercado”, explica Michele Gonzaga, diretora de publicidade do TudoGostoso.

Nesta nova fase, o TudoGostoso conta com formatos exclusivos da Webedia, que possibilitam a personalização completa da página e profunda imersão no conteúdo do anunciante. O anúncio dessas novidades foi feito ontem (23/03) em um evento gastronômico para os fãs do TudoGostoso, assim como influenciadores, anunciantes e mercado publicitário.  

“A reformulação do TudoGostoso vem acompanhada do slogan “Onde nascem todas as receitas”, um posicionamento que incentiva a criação de novas receitas pelos usuários e também pelas marcas”, reforça Renato Paiva, vice-presidente comercial da Webedia no Brasil.

Líder absoluto no segmento, atualmente o TudoGostoso recebe mais de 90% da sua audiência proveniente de buscas por receitas realizadas na internet brasileira. É desta forma que a marca consolida sua posição como maior audiência na categoria “Lifestyle” do ranking da comScore divulgado no começo de março/2016. Com todas essas mudanças, a Webedia ampliou sua equipe, principalmente no que se refere aos times de conteúdo em vídeo e social media.

O novo layout do TudoGostoso já está no ar, assim como o canal Chefs TudoGostoso. Acesse em www.tudogostoso.com.br

Sobre a Webedia         
Fundada em 2007, a Webedia (www.webedia.fr) uniu-se, em 2013, com a Fimalac, companhia de investimentos liderada pelo bilionário Marc Ladreit de Lacharriere, acionista da agência de classificação de risco de crédito Fitch Ratings. O grupo lançou desde 2012 vários sites verticais hoje líderes no Brasil, como AdoroCinema (www.adorocinema.com), IGN (br.ign.com), PurePeople (www.purepeople.com.br) e PureBreak (www.purebreak.com.br). Em agosto de 2015, a Webedia anunciou a compra por R$ 49 milhões do maior site de culinária do Brasil, o TudoGostoso (www.tudogostoso.com.br). Todos os seus verticais na internet brasileira somam mais de 36,6 milhões de visitantes únicos por mês (comScore, janeiro de 2016).