Mostrando postagens com marcador Cisco. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cisco. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Miami Ad School / ESPM adota telepresença da Cisco para aulas entre São Paulo e Rio de Janeiro

30/06 - Cisco do Brasil


As companhias aéreas estimam que cerca de 11 mil pessoas utilizam diariamente a ponte aérea entre São Paulo e Rio de Janeiro, as duas maiores metrópoles do Brasil. Para driblar a necessidade de deslocamento entre as duas cidades e otimizar tempo de seus docentes, a Miami Ad School / ESPM implantou em 2015 um sistema de telepresença da Cisco nas salas de aula. Além de evitar os trâmites que envolvem uma viagem – deslocamento até aeroporto, filas, check-in, etc – a ideia é reduzir despesas de passagens e hospedagem, mas sem afetar sua excelência acadêmica.

A instituição está utilizando uma solução baseada nos dispositivos Cisco TelePresence® SX20 Quick Set. Um dos principais diferenciais do dispositivo é a configuração rápida, que transforma qualquer tela plana em um terminal de telepresença em minutos. A solução também oferece qualidade de vídeo de alta definição em três opções diferentes de câmera, se adaptando a diferentes tamanhos de sala de reunião e otimizando o investimento.


Paulo Marsula, diretor de TI da ESPM, explica que era difícil conciliar a excelência acadêmica com a agenda de alguns professores, profissionais com importantes cargos em agências de propagada ou de design, que trabalhavam em São Paulo e precisavam lecionar no Rio de Janeiro, e vice-versa. “Os custos com locomoção e hospedagem, agenda com muitos compromissos, além da rotina cansativa da ponte aérea exigiram uma solução diferente que não prejudicasse a experiência acadêmica dos alunos e professores”, afirma Paulo Marsula.

A Miami Ad School/ESPM chegou a testar outras soluções de colaboração, mas a iniciativa não se mostrou atraente devido à perda de qualidade de vídeo e voz. A Cisco rapidamente identificou junto à Miami Ad School/ESPM a demanda por melhoria no serviço e, atuando junto com a Added - parceiro especializado em Educação e Colaboração com foco em aumento de produtividade -, conseguiu implementar a Cisco TelePresence® SX20 Quick Set.

“O aumento imediato na qualidade da interação entre professores e alunos foi o fator-chave para a escolha da solução Cisco SX20”, afirma Marcos Silva, diretor comercial da Added.

O primeiro teste foi realizado em janeiro de 2015, em salas da ESPM, em São Paulo. Como os professores gostaram da dinâmica da aula e aprovaram, o passo seguinte foi levar um dos dispositivos para o Rio e avaliar se a resposta dos docentes se mantinha. Outra dúvida era saber se a qualidade da videoconferência iria se manter a mesma, já que a filial carioca da Miami Ad School/ESPM não tinha disponível um link de Internet igual ao de São Paulo. “Para a nossa surpresa, a qualidade se manteve excelente. Isso porque o sistema usa apenas 2 Mbps de banda larga durante o processo”, afirma Amadeo H. Magedanz, gerente de infraestrutura de TI da ESPM.

O feedback positivo dos professores e alunos foi imediato. A solução em vídeo full HD da Cisco, que utiliza duas telas – uma na qual o docente visualiza a sala de aula e outra na qual se visualiza o conteúdo da matéria -, fez com que a aula parecesse presencial.

Segundo Ana Claudia Plihal, Diretora Comercial da Cisco, o investimento na tecnologia avançada das soluções de telepresença não é alto se bem adequado à realidade do cliente e comparado aos resultados obtidos. “Atualmente, é possível se adquirir um produto de qualidade e com uma excelente relação custo-benefício “, explica Ana Claudia.

Além da característica de imersão, o gerente de TI da ESPM lembra que a promessa de facilidade de adaptação dos professores à nova tecnologia também influenciou a adoção da plataforma. Segundo ele, o próprio docente leva cerca de cinco minutos para ligar o sistema e iniciar a aula para São Paulo e Rio de Janeiro. “Ele não sente a necessidade de um técnico em TI para operar o dispositivo”, afirma Magedanz. O sucesso do projeto é medido pela sua utilização: o sistema da Cisco está sendo demandado com uma frequência maior que a planejada pela Miami Ad School/ESPM, de acordo com Magedanz. “A experiência do usuário foi a melhor possível”, afirma.

Sobre a Miami Ad School/ESPM
Presente no Brasil desde 2002, a Miami Ad School/ESPM é fruto da parceria da Miami Ad School, localizada nos Estados Unidos, com a ESPM, duas escolas inovadoras e sempre interessadas em oferecer a melhor experiência acadêmica a seus alunos. Reconhecida internacionalmente, a Miami Ad School/ESPM é considerada hoje uma das melhores escolas de criação publicitária do mundo e, em 14 anos de existência, seus alunos já ganharam importantes prêmios internacionais e nacionais.

Sobre a Cisco
A Cisco (NASDAQ: CSCO) é líder mundial em tecnologia que tem feito a Internet funcionar desde 1984. Nossas pessoas, produtos e parceiros ajudam a sociedade a se conectar com segurança e a aproveitar hoje as oportunidades da transformação digital do amanhã. Descubra mais em: https://newsroom.cisco.com/home. Para notícias sobre Brasil, acesse: http://americas.thecisconetwork.com/site/index/lang/pt/. Siga a Cisco no Twitter em @CiscoDoBrasil. 

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Cisco investe US$ 10 milhões em programa global de bolsas de estudo em Segurança Digital

20/06 - Cisco do Brasil


Empresa intensifica esforços para prover capacidade técnica necessária para manter organizações seguras e produtivas na era digital

A segurança digital oferece a base essencial e necessária à proteção das empresas para que elas possam gerar confiança, operar com agilidade, agregar valor e crescer. Entretanto, pesquisas apontam que haverá, no mundo, uma escassez de dois milhões de profissionais de segurança digital até 2019. Para ajudar a suprir esta necessidade de competências na área, a Cisco está lançando o Global Cybersecurity Scholarship - um programa global de bolsa de estudos em segurança digital com investimento de US$ 10 milhões, além de anunciar atualizações em seu portfólio de certificações em segurança.

Global Cybersecurity Scholarship - Programa global de bolsas de estudo em segurança digital
- Para resolver o déficit de talentos em segurança digital, a Cisco planeja investir US$ 10 milhões, durante dois anos, em um programa global de bolsas de estudo em segurança digital, aumentando a disponibilidade de talentos com proficiência crítica nessa área.
- A Cisco oferecerá capacitação, mentoria e certificação alinhados à função de um analista de segurança.
- Cisco oferece este programa com parceiros-chave (Cisco Authorized Learning Partners), a partir de agosto de 2016. Este curso tem como objetivo resolver o déficit de competências críticas que existe atualmente no setor, proporcionando a disponibilidade de talentos necessária ao mercado de trabalho para enfrentar os desafios atuais e futuros de segurança de rede.

Atualizações no portfolio de certificações
- A Cisco está anunciando a adição de uma nova certificação Ciber Ops ao seu portfólio de certificações de segurança, além de atualizar a certificação CCIE (Cisco Certified Internetwork Expert) em Segurança.
- A certificação CCNA (Cisco Certified Network Associate)  Cyber Ops é dirigida à função do analista de segurança que trabalha em um Centro de Operações de Segurança (SOC – Security Operations Center) para monitoramento de sistemas e detecção de ataques. O curso apresenta aos profissionais de TI algumas das competências necessárias para trabalhar em um SOC, oferecendo conhecimento sobre como as respostas podem ser coordenadas.
- A certificação CCNA Cyber Ops amplia as opções de certificação existentes da Cisco para o nível de associado, incluindo a denominada CCNA Security, que foca na função de administrador de segurança de rede.
- A atualização da certificação CCIE Security aborda novas competências em nível avançado e o conhecimento necessário para o preparo dos funcionários de segurança para tecnologias e ameaças de segurança em constante evolução. Esta revisão inclui avaliações sobre as mais recentes tecnologias de segurança, incluindo proteção avançada contra ameaças e malware, última geração de IPS (Intrusion Prevention System), virtualização, automação e intercâmbio de informações. Inclui ainda uma nova abordagem de avaliação com o objetivo de garantir que os candidatos demonstrem conhecimentos e habilidades em tecnologias em evolução, como Programação de Rede, Cloud e Internet das Coisas (IoT).

Para Jeanne Beliveau-Dunn, vice-presidente e gerente geral de serviços da Cisco, "a segurança digital é essencial para o sucesso no mundo digital. Muitos CEOs, em todo o mundo, nos contam que sua capacidade de inovação é freada pelas preocupações com a segurança no mundo digital. Isso gera uma grande demanda futura por um conjunto de habilidades que, atualmente, não existe em grande escala. A Cisco desenvolve este programa de bolsas para impulsionar o aumento de novos talentos. Isso inclui a oportunidade de diversificar a indústria de segurança de TI, atingindo pessoas em todo o mundo, incluindo os mais velhos, as mulheres e jovens iniciando suas carreiras, inspirando-os a entrar na profissão de segurança digital. Este é apenas um começo em termos de capacitação, treinamento e reeducação da força de trabalho de TI, para que eles possam se transformar nos profissionais de segurança necessários para resolver a atual escassez de talentos.
- Para mais informações e para inscrever-se no programa global de bolsas Cisco Global Security Scholarship, visite: http://www.cisco.com/go/securityscholar.
- Para informações sobre a certificação CCNA Cyber Ops em Segurança Digital visite: www.cisco.com/go/ccnacyberops.

Mídias sociais:

Sobre a Cisco
A Cisco (NASDAQ: CSCO) é líder mundial em Tecnologia da Informação, que ajuda empresas a aproveitarem as oportunidades do amanhã, demonstrando que coisas surpreendentes acontecem quando se conecta o que antes estava desconectado. Para informações sobre a Cisco, acesse http://www.cisco.com.br. Para notícias sobre Brasil, acesse: http://americas.thecisconetwork.com/site/index/lang/pt/. 

terça-feira, 7 de junho de 2016

Cisco Visual Networking Index prevê que o tráfego IP quase triplicará em 2020

07/06 - In Press Porter Novelli / Cisco do Brasil


Crescimento será impulsionado por mais de um bilhão de novos usuários de Internet e 10 bilhões de novos dispositivos e conexões nos próximos cinco anos.

De acordo com o estudo Cisco Visual Networking Index (VNI) para o período de 2015 a 2020, o tráfego IP global quase triplicará, a uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 22%, nos próximos cinco anos. Haverá mais de um bilhão de novos usuários na comunidade global da Internet, que passará de três bilhões em 2015 para 4,1 bilhões, em 2020. A transformação digital, com base na adoção de dispositivos pessoais e na implantação de conexões máquina-a-máquina (M2M), terá um impacto ainda maior no aumento de tráfego. Nos próximos cinco anos, as redes IP globais irão suportar até 10 bilhões de novos dispositivos e conexões, passando de 16,3 bilhões em 2015 para 26,3 bilhões em 2020. Haverá 3,4 dispositivos e conexões per capita em 2020, superando os 2,2 per capita registrados em 2015.

Avanços na Internet das Coisas (IoT) continuam impulsionando o aumento de tráfego IP e o crescimento tangível do mercado. Aplicações como vídeo vigilância, medidores de energia inteligentes, monitores de saúde digitais e uma série de outros serviços M2M têm implicado em novos requisitos de rede e um aumento considerável de tráfego. Mundialmente, as conexões M2M devem aumentar quase três vezes, de 4,9 bilhões em 2015 para 12,2 bilhões em 2020, o que representa quase metade (46%) do total de dispositivos conectados. A área de saúde é o segmento que apresentará crescimento mais rápido (cinco vezes mais) de conexões M2M, aumentando de 144 milhões em 2015 para 729 milhões em 2020. O segmento de domicílios conectados terá o maior volume de conexões M2M no período, subindo de 2,4 bilhões em 2015 para 5.8 bilhões em 2020 - quase metade de todas as conexões M2M.

Os serviços de vídeo e de conteúdo permanecem líderes absolutos em relação a todas as outras aplicações. O vídeo será responsável por 79% do tráfego global da Internet em 2020, superando os 63% registrados em 2015. O mundo vai chegar a três trilhões de minutos de vídeo transmitidos via Internet por mês em 2020 - o que equivale a cinco milhões de anos de transmissão por mês ou cerca de um milhão de minutos de vídeo transmitidos por segundo. E a Internet irá suportar também maior qualidade: conteúdos em HD e ultra-HD representarão 82% do tráfego de vídeo na Internet em 2020, superando os 53% registrados em 2015.

Com a crescente dependência das redes de banda larga fixas e móveis, as preocupações relacionadas à segurança tornaram-se prioridade entre provedores de serviços, agências governamentais, empresas e consumidores. Pela primeira vez neste estudo, a Cisco colaborou com a Arbor Networks para quantificar as ameaças, tanto atuais como futuras, de ataques DDoS (Distributed Denial of Service), que são capazes de paralisar sistemas de Internet, ao inundar servidores e dispositivos de rede com tráfego de várias fontes IP. Os novos estudos relacionados a DDoS sugerem que este tipo de invasão chega a 10% do tráfego de Internet de todo um país, durante a ação. Nos próximos cinco anos, estima-se que os ataques DDoS irão aumentar de 6,6 milhões para 17 milhões. Estas primeiras conclusões ressaltam a necessidade de medidas de segurança mais abrangentes para a proteção de dados e para diminuir a exposição das redes a tais riscos.

"A transformação digital já está acontecendo para bilhões de usuários consumidores e corporativos em todo o mundo", afirmou Doug Webster, vice-presidente de marketing para provedores de serviços da Cisco. "A inovação é essencial para que a Cisco e seus clientes provedores de serviço possam oferecer serviços e experiências de alta qualidade, escaláveis ​​e seguras em qualquer tipo de infraestrutura de rede de banda larga."

Principais previsões para o Brasil
- O tráfego IP no país crescerá cerca de três vezes entre 2015 e 2020, a uma taxa anual composta de 21%, atingindo 4.4 exabytes por mês em 2020 (acima do 1.7 exabyte por mês registrados em 2015).
- Em 2020, o equivalente em gigabyte de todos os filmes já feitos cruzará redes IP do Brasil a cada 1 hora.
- O tráfego de Internet no Brasil vai crescer 2,5 vezes entre 2015 e 2020, a uma taxa CAGR de 20% e atingindo 3,5 exabytes por mês em 2020 (acima do 1,5 exabyte por mês registrado em 2015).
- O tráfego da Internet no Brasil em 2020 será equivalente a 397x o volume de toda a Internet brasileira em 2005.
- O tráfego de vídeo IP no país atingirá 3,7 exabytes por mês em 2020, acima do 1,2 exabyte por mês registrado em 2015.
- O vídeo IP representará 85% de todo o tráfego IP em 2020, acima dos 67% registrados em 2015.
- O tráfego de vídeo na Internet brasileira vai crescer 3 vezes entre 2015 e 2020, a uma taxa de crescimento de 26%, atingindo 3.0 exabytes por mês em 2020 (acima dos 955 petabytes por mês em 2015).
- O tráfego de jogos na Internet vai crescer 6 vezes entre 2015 e 2020, a uma taxa de crescimento anual de 42% e atingindo 3.0 exabytes por mês em 2020 (acima dos 955 petabytes por mês em 2015).
- No Brasil, 51% de todos os dispositivos conectados na rede em 2020 serão móveis.
- A velocidade média da banda larga fixa no país vai crescer 2,3 vezes, de 2015 a 2020, passando de 8,5 Mbps para 19,5 Mbps.

Resultados de 2015 no Brasil       
- O tráfego IP no país atingiu 1,7 exabyte por mês em 2015, acima do 1,3 exabyte por mês registrado em 2014.
- O tráfego médio da Internet brasileira cresceu 36% em 2015, atingindo 1,5 exabyte por mês.
- Em 2015, o equivalente em gigabyte de todos os filmes já feitos cruzou a Internet a cada 4 horas.
- O tráfego de vídeo IP no país representou 67% de todo o tráfego IP em 2015, acima dos 63% em 2015.

Principais conclusões globais, projeções de tráfego global e tendências para adoção de serviço
1.) Crescimento estável do tráfego IP e da Internet
- O tráfego IP global deverá atingir 194,4 exabytes por mês em 2020, superando os 72,5 exabytes por mês registrados em 2015. A taxa anual global atingirá 2,3 zettabtyes em 2020, acima dos 870 exabytes em 2015.
  2.3 zettabytes equivalem a 12 horas de streaming de música realizados todos os dias, durante um ano, per capita; ou 33 horas de streaming de vídeo ultra HD realizado por todas as pessoas no mundo.
- O tráfego de Internet em horário de pico está aumentando com mais rapidez que o tráfego médio da Internet. O tráfego em horário de pico aumentará quase 5 vezes (4,7 vezes) entre 2015 e 2020, atingindo 2,6 Pbps em 2020. Já o tráfego médio da Internet irá triplicar durante o mesmo período.
- Em todos os fusos horários, o “horário nobre” da Internet ocorre entre 21 horas e meia-noite.

Tráfego IP por macro região
- Ásia-Pacífico: 67,8 exabytes/mês em 2020; taxa CAGR de 22%, um crescimento três vezes maior
- América do Norte: 59,1 exabytes/mês em 2020, taxa CAGR de 19%, crescimento duas vezes maior
- Europa Ocidental: 28,0 exabytes/mês em 2020; taxa CAGR de 20%, crescimento duas vezes maior
- Europa Central: 17,0 exabytes/mês em 2020; taxa CAGR de 27%, crescimento três vezes maior
- América Latina: 11,6 exabytes/mês em 2020; taxa CAGR de 21%, crescimento duas vezes maior
- Oriente Médio e África: 10,9 exabytes/mês em 2020; taxa CAGR de 41%, crescimento seis vezes maior.

2.) Adoção de IPv6 suporta a transformação digital mundial
- Mundialmente, 48,2% de todos os dispositivos e conexões de rede fixa e móvel serão habilitados para IPv6 em 2020, superando os 23,3% em 2015.
- Mundialmente, 34% do total do tráfego de Internet será gerado via IPv6 em 2020. O tráfego IPv6 crescerá 16 vezes de 2015 a 2020, a uma taxa CAGR de 74%.

3.) Velocidades de banda larga fixa duplicadas
- As velocidades de banda larga globais irão praticamente duplicar, passando de 24,7 Mbps em 2015 para 47,7 Mbps em 2020.

4.) Tráfego de smartphone irá superar o Tráfego de PC
-  O modo como os usuários consumidores e corporativos acessam as redes IP e a Internet têm mudado: do acesso via PCs para o acesso via dispositivos móveis. Em 2020, 71% do tráfego IP total será originado de tablets, smartphones e TVs, bem acima dos 47% registrados em 2015.
- Em 2020, os smartphones serão responsáveis por 30% do tráfego IP total, enquanto o tráfego proveniente de PCs irá cair para 29%.

5.) O vídeo continua dominando o tráfego de Internet (com novas tendências emergentes)
- O volume de vídeo na Internet irá quadruplicar entre 2015 e 2020.
- O tráfego de vídeo de usuários consumidores representará 82% do total do tráfego da Internet nessa categoria em 2020, superando os 68% registrados em 2015.
- Já o tráfego de vídeo de usuários corporativos representará 66% do tráfego corporativo da Internet em 2020, acima dos 44% em 2015.
- O tráfego de vídeo vigilância quase dobrou no ano passado e será dez vezes maior em 2020.
- O tráfego de realidade virtual quadruplicou no ano passado e será 61 vezes maior em 2020.

6.) Tendências na adoção de serviços: para domicílios, corporações e consumidores
- Os jogos online apresentarão o crescimento mais rápido entre os serviços de Internet domiciliar, passando de 1,1 bilhão de usuários em 2015 para 1,4 bilhão de usuários em 2020.
- Os serviços móveis baseados em localização (LBS) apresentarão a maior taxa de crescimento entre os serviços para consumidores, crescendo de 807 milhões de usuários em 2015 para mais de 2,3 bilhões de usuários até 2020.
- A videoconferência em desktop ou dispositivo pessoal será o serviço corporativo de Internet com taxa de crescimento mais rápida, passando de 95 milhões de usuários em 2015 para 248 milhões de usuários em 2020.

7.) Expansão global da rede Wi-Fi
- Globalmente, o total de pontos de acesso Wi-Fi públicos (Hot spots), incluindo pontos domiciliares, aumentará 7 vezes, de 64 milhões em 2015 para 432 milhões em 2020.
- Globalmente, os pontos de acesso domiciliares aumentarão de 57 milhões em 2015 para 423 milhões em 2020.
- A expansão do acesso Wi-Fi permitirá uma variedade de escala e oportunidades de otimização para as operadoras de rede: mais offload móvel, serviço de voz sobre Wi-Fi onipresente (VoWiFi), cidades inteligentes, transporte conectado e diversas estratégias de Internet das Coisas (IoT). Esta tendência também reforça recursos quad-play e oferece maior acesso aos serviços de TV Everywhere.

8.) Usuários consumidores e corporativos preferem as redes móveis às fixas
- Em 2015, a rede Wi-Fi e os dispositivos móveis conectados foram responsáveis por 62% do tráfego de Internet (Wi-Fi: 55%; celular: 7%; fixo: 38%). Em 2020, a rede Wi-Fi os e dispositivos conectados às redes móveis serão responsáveis por 78% do tráfego de Internet (Wi-Fi: 59%; celular: 19%; fixo: 22%).

Metodologia do estudo Cisco VNI
O estudo Cisco “VNI Global Forecast and Service Adoption for 2015-2020” baseia-se em previsões de analistas independentes e estudos do uso de dados móveis do mundo real. Sobre essa base são feitas as estimativas da própria Cisco com relação ao tráfego IP e a adoção de serviços. A metodologia detalhada pode ser acessada no relatório completo. Ao longo dos seus 11 anos de história, o estudo Cisco VNI tornou-se uma referência altamente reconhecida sobre o crescimento da Internet. Governos, agências reguladoras, pesquisadores acadêmicos, empresas de telecomunicações, especialistas em tecnologia, analistas e a imprensa especializada no setor confiam nos dados deste estudo anual como referência para o planejamento do futuro digital.

Webcast do Cisco VNI Global Traffic Forecast Update
A Cisco convida a imprensa, analistas e blogueiros a participar de um webcast com a equipe Cisco VNI para analisar o impacto global do crescimento do tráfego para provedores de serviços e seus clientes, consumidores e empresários. A sessão está marcada para terça-feira, 14 junho, às 08:00 (Horário do Pacífico), e pode ser acessada ao inscrever-se no Cisco VNI Complete IP Traffic Forecast Update (2015-2020).

Imagens de apoio

Recursos de apoio
- Acesse a ferramenta VNI Complete Forecast Highlights
- Siga as notícias e atividades do Cisco VNI no Twitter: #VNI e @CiscoVNI.
- Para mais informações, notícias e atividades sobre os provedores de serviços da Cisco, visite o Blog SP360

Sobre a Cisco
A Cisco (NASDAQ: CSCO) é líder mundial em Tecnologia da Informação, que ajuda empresas a aproveitarem as oportunidades do amanhã, demonstrando que coisas surpreendentes acontecem quando se conecta o que antes estava desconectado. Para informações sobre a Cisco, acesse http://www.cisco.com.br. Para notícias sobre Brasil, acesse: http://americas.thecisconetwork.com/site/index/lang/pt/.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Cisco e Parque Tecnológico São José dos Campos anunciam cooperação estratégica

01/06 - Cisco do Brasil


Acordo prevê a elaboração e implementação de um projeto de “Smart Campus” no Parque, com serviços de conectividade, colaboração e nuvem para fomentar a inovação aplicada ao mercado

A Cisco e o Parque Tecnológico São José dos Campos, entidade brasileira que reúne centros empresariais e instituições de ensino e pesquisa, anunciam um acordo de cooperação estratégica que prevê a  criação de um modelo de Smart Campus – que oferecerá um portfólio de serviços de conectividade, vídeo conferência e ambiente de colaboração em nuvem para fomentar a produtividade e eficiência em projetos de pesquisa e inovação aplicada ao mercado. O projeto inclui ainda soluções de segurança e vídeo vigilância, além da automação de iluminação, energia elétrica e estacionamentos, seguindo modelos e boas práticas internacionais de Smart Campus.

A cooperação deve representar um diferencial competitivo para o Parque, tanto para prover melhores condições de eficiência operacional, sinergia e produtividade para as empresas e instituições já residentes e associadas, como para atrair novas organizações para o Parque.

O projeto será desenvolvido em quatro etapas, seguindo metodologia internacional da Vertical de Educação e Pesquisa da Cisco para a América Latina. A primeira etapa tratará do alinhamento da visão estratégica sobre o uso de tecnologias no Parque. A segunda incluirá uma análise técnica da base legada, comparada com as competências desejadas e avaliando também as possibilidades do uso de cloud computing. Já na terceira etapa, prevê-se um estudo de engenharia, apontando as soluções necessárias para atender as demandas levantadas pela análise técnica da etapa anterior. Por fim, na quarta etapa, será entregue um roadmap para a implantação, com a arquitetura proposta adequada às realidades de prazos e recursos de orçamento disponíveis.

Dentre as tecnologias previstas para o portfolio de serviços de Smart Campus, as tecnologias de colaboração terão prioridade. A ideia é criar um grande ambiente colaborativo, para que usuários, empresas e instituições do Parque possam trabalhar e interagir mais facilmente entre si, com suas matrizes e com o ambiente externo, agilizando o co-desenvolvimento de novas soluções. O pacote de colaboração será utilizado também em treinamentos online, acompanhado por soluções básicas de conectividade e mobilidade através de uma infraestrutura de nuvem compartilhada entre pesquisadores economizando recursos e estimulando a sinergia nas cadeias de valor.

Criando referências

A partir desse estudo e modelo Smart Campus, será possível expandir o uso da tecnologia para os principais prédios e para o entorno do Parque Tecnológico. Dentre os cenários de soluções previstos estão: a Smart+Connected Buildings, que otimiza o consumo de energia elétrica através do controle via rede IP;  Smart+Connect Lighting, que monitora dados de sensores para automatizar a iluminação pública e a sinalização das ruas; e, Smart+Connected Parking, solução que reúne e distribui dados para a gestão inteligente de estacionamentos e do tráfego; além de grande ênfase em um Ambiente de Colaboração na núvem para a troca de experiências.


A equipe de trabalho será composta por membros do Parque Tecnológico, da Cisco, da Dalcon (integradora parceira da companhia na região) e do Centro de Inovação da Cisco no Rio de Janeiro. Atuando como agente catalisador de Inovação já bem estabelecido no ecossistema brasileiro, o Centro conta com espaços de integração e simulação de ambientes que podem ajudar nos testes das aplicações.

As conversações para um acordo de cooperação estratégica se iniciaram em 2015, quando em visita ao Parque Tecnológico representantes da Vertical de Educação da Cisco compartilharam experiências, boas práticas mundiais e casos de uso da infraestrutura de TI em outros parques pelo mundo, como o da Universidade de Conventry, na Inglaterra, por exemplo; no qual observou-se que a oferta de serviços virtualizados de TI aumentou a capacidade dos parques de atrair e reter os melhores institutos de ensino e pesquisa e facilitou a integração entre academia e indústria – todos resultados que o próprio Parque Tecnológico São José dos Campos almejava.

Citações de Apoio

Elso Alberti Junior, Diretor Técnico e de Operações do Parque Tecnológico São José dos Campos

“Considerando que a Cisco é ícone mundial em sistemas de informação, com hardwares e softwares sempre nos limites da tecnologia, ter a companhia como parceira é, antes de mais nada, motivo de orgulho para o Parque Tecnológico São José dos Campos. O projeto de implantação do Smart Campus traz a perspectiva de dotar o Parque de um diferencial para as empresas e instituições residentes, empresas incubadas e empresas dos clusters de TIC e aeroespacial, além de ser um forte elemento de atração de novas instituições. Na verdade, o projeto poderá colocar o Parque num patamar superior em termos de vanguarda tecnológica, algo totalmente desejável para esse tipo de empreendimento, provendo às empresas novas facilidades operacionais sem necessidade de grandes investimentos em TI”.

Ricardo Santos, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da vertical de Educação da Cisco no Brasil e América Latina

“Para a Cisco é um privilégio e uma oportunidade inestimável poder cooperar com o Parque Tecnológico São José dos Campos, em sua estratégia pioneira de criar um ambiente de pesquisa e inovação com foco em produtividade, eficiência operacional e resultados que venham a beneficiar o mercado e a sociedade. Acreditamos que o modelo de Smart Campus permitirá ao Parque se tornar uma referência internacional em prover às suas empresas e institutos residentes ou associados um ambiente inovador sustentável e de grande potencial de benefícios para o país”.

Sobre o Parque Tecnológico São José dos Campos
Credenciado pelo Governo do Estado de São Paulo em 2010, o Parque Tecnológico ocupa uma área de 25 milhões de m² em São José dos Campos, cidade-sede de um dos maiores complexos aeroespaciais da América Latina. Abriga importantes companhias e instituições deste setor, tais como Embraer, Boeing, Airbus Group e o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), além de empresas dos segmentos automotivo, saúde, têxtil, TIC, entre outros. Desde sua criação, o Parque Tecnológico já recebeu R$ 1,89 bilhão em investimentos públicos e privados. Atualmente, são mais de 300 empresas e instituições vinculadas à organização – 60 empresas residentes, 32 incubadas, 116 associadas ao APL Aeroespacial e de Defesa, 66 associadas ao APL TIC Vale e 30 microempresas em Galerias do Empreendedor; seis universidades parceiras; três laboratórios multiusuários. Acesse www.pqtec.org.br

Sobre a Cisco
A Cisco (NASDAQ: CSCO) é líder mundial em Tecnologia da Informação, que ajuda empresas a aproveitarem as oportunidades do amanhã, demonstrando que coisas surpreendentes acontecem quando se conecta o que antes estava desconectado. Para informações sobre a Cisco, acesse http://www.cisco.com.br. Para notícias sobre Brasil, acesse: http://americas.thecisconetwork.com/site/index/lang/pt/.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Prefeitura do Rio, Cisco, Embratel e Comitê Rio 2016 formam primeira turma do programa “Técnico Cidade Olímpica”

24/03 - Cisco do Brasil


Parceria com a Secretaria de Ciência e Tecnologia capacita técnicos de redes nas comunidades do Rio

Mais de 200 jovens do Rio de Janeiro concluíram o programa “Técnico Cidade Olímpica”, iniciativa de capacitação de técnicos de redes desenvolvida pela Prefeitura do Rio, através da Secretaria de Ciência e Tecnologia da Cidade do Rio de Janeiro (SECT), em parceria com as empresas Cisco e Embratel e com o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, por meio do Programa de Sustentabilidade “Abraça Capacitação”. Foram mais de 1.200 horas de aulas presenciais ministradas nas Naves do Conhecimento em um total de 76 turmas. A cerimônia de graduação foi realizada ontem (terça-feira), na Arena Carioca Fernando Torres, no Parque de Madureira, Zona Norte do Rio de Janeiro. 

Com o objetivo de promover a inserção no mercado de trabalho na área de tecnologia e a geração de renda a jovens das comunidades cariocas, a expectativa é que os formandos estejam preparados para atuar com parceiros de tecnologia da Rio 2016 durante os Jogos, sendo absorvidos pelo mercado de trabalho.  As aulas foram ministradas nas oito Naves do Conhecimento instaladas nas zonas Norte e Oeste da cidade do Rio de Janeiro.

O curso está ajudando ainda a aumentar a inserção de mulheres em um setor que tem uma presença majoritariamente masculina. A primeira fase de capacitação do programa contou com um total de 33 alunas aprovadas. A aluna Edna Felix sempre sonhou em trabalhar na área de TI e está muito empolgada com a conclusão do curso: “Sinto que finalmente conseguirei ingressar na área de TI e terei a chance de ter um emprego melhor para ajudar no sustento da minha família”. Já o estudante Alexandre Pinheiro está radiante com a chance de poder trabalhar como técnico de rede durante os Jogos: “Sou muito grato. Os professores foram ótimos. Esta iniciativa contribuiu muito para o meu crescimento profissional e pessoal e ainda tem a possibilidade de trabalhar em um evento com a grandiosidade dos Jogos Olímpicos”. 

A parceria entre a Prefeitura e a Cisco com o projeto Naves do Conhecimento também contemplou a criação de espaços multiuso, equipados com as mais modernas tecnologias de colaboração em 4 naves (Triagem, Madureira, Padre Miguel e Nova Brasília). Foram instaladas mais de 3 toneladas de equipamentos de infraestrutura de conectividade e soluções de colaboração da Cisco, capazes de revolucionar a forma como as pessoas recebem e compartilham conhecimento.

Outro fruto desta parceria foi a criação do maior laboratório do programa Cisco Networking Academy do Brasil na Nave do Conhecimento de Triagem, onde também foram formados os 12 novos instrutores Cisco no Rio. O objetivo é facilitar o acesso à informação e contribuir para a inclusão social de jovens de baixa renda por meio da conectividade e do uso de novas tecnologias. 

O objetivo desta parceria é concentrar esforços na construção de um legado social duradouro para o Rio de Janeiro. A Cisco é apoiadora oficial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos e primeira parceira do Programa “Abraça Capacitação”, desenvolvido pelo Comitê Organizador Rio 2016 para incentivar o empreendedorismo social. “Tecnologia é uma área com várias possibilidades de desenvolvimento de carreira e profissionais deste setor estão sendo muito requisitados pelo mercado, principalmente com a chegada de um evento com a proporção dos Jogos. Queremos transformar a vida das pessoas e as cidades por onde passamos, compartilhando conhecimento e promovendo a inclusão por meio da tecnologia”, afirma Rodrigo Uchoa, diretor de novos negócios e coordenador do projeto Rio 2016 na Cisco.

“A parceria com a Cisco e o Rio 2016 permite que a cidade do Rio de Janeiro construa um legado social com a capacitação e qualificação de jovens para o mercado de TI, além de consolidar um caminho de legado tecnológico pela primeira vez nos jogos Olímpicos e Paralímpicos”, destaca Franklin Dias Coelho, secretário de Ciência e Tecnologia da Cidade do Rio de Janeiro.

“Temos uma importante missão de fazer com que os valores Olímpicos e as atitudes positivas transcendam os Jogos e sejam inspiração para o comportamento cotidiano das pessoas, das empresas e da sociedade. Por isso é importante contar com um parceiro como a Cisco nesta jornada e desenvolvimento de um legado social e transformador para o Rio”, diz Tânia Braga, gerente geral de Sustentabilidade do Rio 2016”.

A metodologia, ferramentas e conteúdos utilizados no “Técnicos Cidade Olímpica” são os mesmos do programa global Cisco Networking Academy, complementados por conteúdos desenvolvidos para capacitação de profissionais que atuarão no suporte às tecnologias de rede implementadas para a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos no Rio. Esta formação também permitirá aos jovens entrar no mercado de TI, independentemente de serem contratados para trabalhar nos Jogos. O programa global Cisco Networking Academy conta com mais de um milhão de estudantes ativos em mais de 10 mil centros de treinamento no mundo. Motivada pelos Jogos Rio 2016, a Cisco está expandindo o programa no Rio de Janeiro e também em outras regiões do Brasil, onde atualmente já conta com mais de 300 academias. A meta é dobrar o número de estudantes, de 25 mil para 50 mil até 2017.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Google, Netflix e Microsoft se unem para criar novo formato de vídeo

03/09 - G1

Um grupo de sete companhias de tecnologia se uniram para formar a Alliance for Open Media, uma entidade voltada a criar um novo formato de vídeo que tenha tecnologia aberta. O anúncio foi feito nesta terça-feira, 1º, por Amazon, Cisco, Google, Intel, Microsoft, Mozilla e Netflix.

Os gigantes tentarão desenvolver um novo tipo de conteúdo capaz de aliar alta qualidade de vídeo, áudio, imagem e que seja capaz de ser transmitido por streaming para todo tipo de dispositivo de forma mais ágil.