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quinta-feira, 6 de julho de 2017

Empresário prevê crescimento de operações com moedas virtuais; Receita alerta para dificuldade de fiscalização

06/07 - HardSoft


O número de brasileiros que usam moedas virtuais pode chegar a um milhão até o fim do ano. Essa é a estimativa do diretor-executivo da FlowBTC, uma plataforma de negociação de moedas digitais, Marcelo Miranda. Ele participou, na quarta-feira (5), da primeira audiência pública promovida pela comissão especial que analisa o assunto.

Segundo Miranda, hoje entre 200 mil e 250 mil pessoas têm ou já tiveram moedas virtuais no Brasil. “Esse volume está crescendo bastante e a gente estima que até o final desse ano pode beirar um milhão de pessoas que têm bitcoin ou tem uma carteira de bitcoin”.

Essas transações financeiras virtuais são complexas e, apesar do número expressivo de participantes, não têm nenhuma regulamentação no Brasil.

A comissão especial analisa um projeto do deputados Aureo (SD-RJ) que submete o uso de moedas virtuais e os programas de milhagem de companhias aéreas à regulamentação do Banco Central e à fiscalização do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (PL 2303/15).

Aureo e o deputado Lucas Vergilio (SD-GO) esclarecem, no entanto, que o objetivo não é prejudicar o crescimento da tecnologia mas, sim, dar segurança aos consumidores e aos que querem investir nessas moedas.

“[Queremos] dar a possibilidade de um crescimento com consistência e de não deixar, até pela falta de informação, consumidores brasileiros serem lesados”, explica Aureo.

"O Brasil tem tecnologia financeira de última geração e têm empreendedores de fintech que estão dispostos a assumir certos riscos para desenvolver esse setor. O que falta realmente são as regras claras do jogo", concorda Miranda.

Imposto de Renda
Hoje, as pessoas físicas já são obrigadas a declarar as moedas virtuais no Imposto de Renda. Mas o responsável pela área da fiscalização da Receita Federal, Iágaro Jung, lembra que o controle feito pelo Banco Central e pela Receita são diferentes.

O Banco Central, explica Jung, vai dizer como devem ser praticadas essas operações, como controlar, monitorar e regular esse processo. Já o aspecto tributário diz respeito à Receita Federal. Nesse caso, o desafio é estabelecer como controlar as informações desses processos para garantir que tudo seja declarado ao órgão de forma correta.

Na avaliação de Jung, a utilização desse tipo de dinheiro virtual fragiliza o sistema tributário e pode favorecer crimes como os de sonegação, corrupção, extorsão mediante sequestro e lavagem de dinheiro. Por exemplo, na Operação Lava Jato, uma das formas de identificar quem são as pessoas é justamente seguindo o dinheiro, rastreando essas operações financeiras. Se essas operações são praticadas com moeda virtual em alguns casos fica muito difícil identificar a prática desse crime.”

Regulamentação questionada
O economista e autor do livro “Bitcoin - a Moeda da Era Digital”, Fernando Ulrich, no entanto, ressaltou que os pagamentos feitos com bitcoins são lícitos. “O problema é a infração, a contravenção em si e não a tecnologia utilizada”, disse Ulrich.

Para o economista, antes de mais nada é preciso discutir se a regulamentação é necessária. “Eu sempre rogo que a gente primeiro entenda como funciona, entenda as nuances dessa tecnologia, antes de se apressar e acabar tentando impor uma regulação que só vai atravancar e impedir algo que pode ser muito benéfico para a sociedade de se desenvolver”.

De acordo com o plano de trabalho apresentado pelo relator do PL 2303/15, deputado Expedito Netto (PSD-RO), a comissão especial ainda deve fazer outras dez audiências públicas para debater o assunto.

Reportagem - Leilane Gama
Edição – Natalia Doederlein

Por Agência Câmara Notícias

terça-feira, 25 de abril de 2017

Ransomware: O que são? Onde habitam? Veja sete dicas para se proteger

25/04 - HardSoft


Por definição, ransomware é um tipo de malware, ou seja um software mal-intencionado, que restringe o acesso ao sistema infectado e cobra um valor de "resgate" para que o acesso possa ser reestabelecido. A técnica recebe tal denominação por ‘ransom’ significar resgate em inglês.

A expressão surgiu primeiramente por volta de 1989, mas a partir dos anos 2000 foi que o vírus ganhou mais força, se popularizando entre os criminosos. Para ter uma ideia do caos virtual, segundo o jornal britânico The Guardian, aproximadamente 40% de todas as empresas já sofreram ataques entre os meses de agosto de 2015 e de 2016.

O custo médio devido a um vazamento chega a R$ 4.5 milhões, conforme dados do Ponemon Institute reportado no IBM cost of breach 2016. Já em fraudes relacionadas às vulnerabilidades de TI, a Association of Certified Fraud Examiners (ACFE) aponta prejuízos financeiros que chegam a 5% do faturamento anual das empresas. No Brasil, país latino-americano mais visado por essa ameaça, conforme aponta levantamento do Kaspersky Lab. Outro ponto de alerta é que os atacantes permanecem em média 242 dias sem serem identificados no ambiente e TI, sendo que outros 99 dias são necessários, em média, para que seja feita a contenção do ataque.

Os especialistas tratam como o crime perfeito, visto as dificuldades de identificação e rastreio imposta pelos infratores. Tais obstáculos advém das técnicas de navegação utilizadas, que são da rede Tor (The Onion Router) e dos pagamentos dos resgates, normalmente realizados através de dinheiro virtual, o bitcoin.

Sendo este um mal invisível e real no cenário corporativo mundial, listo sete dicas práticas e usuais para proteger sua empresa de uma invasão promovida por hackers.

    1. Realizar backups frequentes, se não for possível em todo o sistema, então pelo menos em arquivos importantes. Uma estratégia interessante é duplicar esses backups em diferentes locais, como mídia externa (USB, HD externo, CD, DVD) e em algum ambiente em cloud. Os backups não devem se sobrepor e sim manter um histórico, tendo permissão de escrita e de leitura apenas e não de modificação.
    2. Melhorar regras de spam no servidor de e-mails da empresa bloqueando e-mails que contém links ou anexos maliciosos.
    3. Desconfiar de mensagens aleatórias enviadas e personalizadas mesmo que sejam enviadas de amigos ou familiares. Sempre verificar com o remetente a procedência da mensagem.
    4. Habilitar no seu sistema operacional a opção de enxergar as extensões dos arquivos, evitando clicar em extensões EXE, VBS, SCR.
    5. Manter o navegador da web atualizado, mitigando dessa maneira a “presença” de criminosos para explorem as suas vulnerabilidades .
    6. Utilizar softwares antivírus robusto e com tradição no mercado. Sabemos que há diversos softwares no mercado com qualidade para nos manter protegidos e a escolha deve ser baseada sempre com o apoio de um especialista.
    7. Ao sofrer um ciberataque, desconecte-se imediatamente da internet/rede da empresa e procure pelo ransomware a fim de removê-lo. Feito isso entre em contato com algum especialista a fim de reverter a situação. Não aconselhamos o pagamento do resgate, visto que financiando o crime não há certeza absoluta de que os arquivos serão descompactados.

O alerta serve para todos os segmentos da economia que, em pequena ou grande escala, evolui sem exceção rumo à tendência digital. Porém, vale ressaltar que deve haver uma atenção maior aos líderes de TI do varejo e do mercado atacado distribuidor pela profusão de informações valiosas que percorrem em seus sistemas, indo de dados cadastrais pessoais, como nome e endereço, até números de cartão e contas bancárias, que são considerados um terreno irresistível a ser explorado pelos cibercriminosos.

*Henrique Ribeiro é Analista de Prevenção a Ataques Cibernéticos da Reposit.

Por: Image Comunicação

segunda-feira, 27 de março de 2017

Sequestro de dados: uma ameaça aos escritórios contábeis

27/03 - Airton Guerner* / HardSoft


Imagine você chegando no seu escritório para trabalhar. Como é início de mês, tem de finalizar as importações, começar a gerar as guias e transmitir as obrigações do período, pois os clientes já estão cobrando.

Ao tentar acessar o sistema, percebe várias mensagens de erro e não encontra mais as informações que estavam lá no dia anterior.

Todo o trabalho de importação, ajustes, conferência, assim como todo o histórico das empresas durante todo o tempo que esteve com o escritório, simplesmente desapareceu.

Obviamente, você tenta contato com suporte técnico que após analisar o problema, passa o diagnóstico: o seu escritório foi vítima de um sequestro de dados.

Como coordenador de uma equipe que presta suporte a escritórios contábeis, tenho me deparado mais e mais com esta mesma história. Mas afinal o que é sequestro de dados?

O sequestro de dados é uma prática criminosa que vem crescendo exponencialmente em todo o mundo. 

Se valendo de brechas na infraestrutura de TI das empresas, os criminosos utilizam programas chamados de "ramsonwares" que é a fusão das palavras inglesas "ransom" (resgate) e "malwares"(software malicioso).

Apesar do nome “sequestro de dados”, o golpe não envolve transferência dos dados do computador, o que o programa faz é criptografar arquivos importantes como banco de dados, documentos e imagens. Ao final ele deixa uma mensagem de "resgate" com instruções de como efetuar o depósito dos valores para que se recupere o acesso as informações.

Como o meu escritório foi infectado?
Existem várias formas, mas a mais comum é pela caixa de e-mail. Através de mensagens falsas, geralmente com temas atuais e recorrentes no dia a dia do escritório como "Aviso de CND Negativa", "Novas Leis de tributação", "Segue notas fiscais", os usuários são induzidos a abrir os anexos que na verdade são executáveis com extensões PDF, JPG e outras de aparência inofensiva, e assim iniciar a infecção.

O vírus Cryptowall por exemplo, utiliza o JavaScript como parte de um anexo de e-mail, que baixas executáveis disfarçados como imagens.

Depois de instalado, o programa começará a procurar por arquivos de dados como: (Xls, wpd, wb2, txt, tex, swf, SQL, tf, RAW, ppt, png, pem, pdf, pdb, PAS, odt, obj, msg, mpg, mp3, lua, key, jpg, hpp, gif, eps, DTD, doc, der, CRT, cpp, cer, bmp, bay, avi, Ava, ass, asp, js, py, PL, dB). Ele faz isso varrendo todas as unidades conectadas incluindo unidades removíveis e mapeamentos de rede.

Note que o programa foca apenas nos arquivos que contenham “informação”. Ele não afeta a instalação do sistema operacional.

Nas pastas que continham os dados podem ser encontrados arquivos .TXT, .HTML e .PNG com informações sobre o que aconteceu com seus dados e qual o procedimento para recuperá-los. O arquivo .URL é um atalho para um site onde você informará o recibo de pagamento afim de obter a senha que permitirá descompactar os arquivos.

Comumente, os sequestradores pedem que o resgate seja pago em Bitcoins, que é uma moeda virtual aceita em todo o mundo. Um dos motivos para esta escolha, é que as transferências de Bitcoins podem ser feitas diretamente de uma pessoa para outra de forma anônima, impedindo assim o rastreamento. Atualmente um (1,00) Bitcoin equivale a três mil novecentos e dezessete reais (R$ 3.917,00) e vários bancos, incluído os brasileiros, convertem o Bitcoin em reais.

Exemplo de mensagem com instruções para o pagamento do resgate dos dados do CTB-Locker:

Fonte: http://www.abctec.com.br/sequestro-da-dados-alerta-aos-nossos-clientes-e-parceiros-comerciais/
É possível descriptografar estes arquivos sem pagar o resgate?
É um pouco mais complicado que isso. Apesar dos arquivos estarem basicamente compactados, a tecnologia de criptografia utilizada é muito avançada e demanda muito empenho e recursos para conseguir descobrir estas senhas. Para piorar, na mesma velocidade que elas são quebradas, surgem novas variantes dos vírus com tecnologias mais complexas.

A forma mais rápida e segura para se recuperar os dados afetados, com garantia de integridade e retomar a rotina de trabalho é através da cópia de segurança ou backup.

Implementar uma rotina de backup não é algo complicado, difícil ou caro de se fazer, exige apenas disciplina e planejamento.

O primeiro passo é definir os arquivos que serão salvos e sendo um escritório contábil, há muita coisa:
1. Notas fiscais eletrônicas(xml);
2. Recibos de entregas(SPED, DCTF, EFC, etc…);
3. E-mails;
4. Recibos de pagamentos;
5. Sistemas(Fiscal, Contábil, Folha de pagamento);
6. Contratos;

Em seguida, defina a ferramenta que será utilizada. Existem vários aplicativos gratuitos que executam muito bem esta função, um dos mais conhecidos é o Cobian Backup.

É fácil de configurar, é gratuito, e já está na sua 11.0. São quase 17 anos de experiência. Possui muitos recursos úteis, como criptografia, você pode programar ações antes e depois do backup, possibilidade de salvar a cópia nas nuvens entre outros.

Existem vários tutoriais na internet que ensinam como configurar esta ferramenta, basta acessar o Youtube e pesquisar.

Por fim algumas regras que devem ser levadas a sério ao se implementar uma rotina de backup eficiente:

Tenha quantas cópias possíveis – De nada adianta o backup estar no mesmo HD que os dados originais. Qualquer problema com ele comprometerá o backup também. Salve uma cópia em mídia externa como DVDs, Pendrives, Hd Externos e nas nuvens. De preferência, deixe cópias fora do escritório também;

Verifique a integridade das cópias – Não deixe para verificar se o backup foi feito correto somente quando precisar dele. Sempre que possível tente recuperar alguns arquivos aleatoriamente para checar se as cópias estão sendo feitas corretamente;

Tenha sempre um servidor reserva – Nunca se sabe quando você vai precisar dele. Mesmo que você tenha a cópia dos arquivos, em caso de um ataque virtual, será necessário fazer uma varredura ou até formatar o servidor antes de recuperar os dados. Isso demanda tempo. Com um servidor reserva, o seu escritório pode ficar operacional em poucas horas. 

O backup não previne apenas danos causados pelos ramsonwares. Falhas elétricas, problemas no HD, roubo, incêndio e funcionários insatisfeitos também podem causar muitos estragos ao escritório contábil.

E se eu não tiver backup?
Neste caso é melhor rezar, literalmente. Mas ainda há uma esperança.
Muitas empresas da área de segurança e redes vem pesquisando soluções e disponibilizando ferramentas gratuitas para tentar auxiliar aqueles que foram afetados a recuperarem os arquivos sem ter de pagar o resgate. Vale a pena conferir.

Kaspersky Lab
A Kaspersky Lab, desenvolvedora russa do antivírus Kaspersky, desenvolveu um portal que fornece informações e ferramentas para tentar recuperar os arquivos criptografados por alguns ransomwares conhecidos.

Talos TeslaCrypt Decryption Tool
O grupo de segurança da Cisco fez uma análise detalhada do TeslaCrypt, uma variante do CryptoWall, que foi recentemente descoberto. Além disso, eles disponibilizaram uma ferramenta que irá auxiliar na recuperação de seus arquivos.
Site: http://blogs.cisco.com/security/talos/teslacrypt

Existem outras duas ferramentas que podem ajudar a recuperar seus arquivos que foram criptografados pelo TeslaCrypt. Confira os links abaixo.


Força conjuta
O website "No-More-Ransom" é uma iniciativa da Polícia Nacional de Crimes de Alta Tecnologia da Holanda, do Centro Europeu de Cibercriminalidade da Europol e duas empresas de segurança cibernética: Kaspersky Lab e Intel Security. O objetivo é ajudar as vítimas de ransomware a recuperar seus dados criptografados sem ter que pagar os criminosos.

TrendMicro
A TrendMicro também tem uma ferramenta que consegue remover a criptografia de alguns tipos de ransomwares e tem sido atualizada constantemente. Atualmente a ferramenta suporta o CryptXXX, TeslaCrypt, SNSLocker, AutoLocky, BadBlock, 777, XORIST, XORBAT, CERBER, Stampado, Nemucod, Chimera, LECHIFFRE e MirCop.

DropBox e Google Drive
Se os seus arquivos no DropBox ou Google Drive foram criptografados por um ransomware, eles oferecem uma opção de você recuperar os arquivos para uma versão mais antiga, confira nos endereços abaixo:

Recuperando os arquivos deletados.
Como mencionei, após criptografar os dados, o vírus deleta os arquivos originais. 

Ao se deletar um arquivo, ele não necessariamente deixa de existir. Ele continuará no seu computador, mas estará inacessível e invisível ao Windows. 

Isto porque o Windows remove apenas o endereço do arquivo deletado na tabela de alocação de arquivos e libera a área do disco que ele usa para gravação de novos dados. Enquanto essa área não é sobrescrita por novos arquivos, existe a possibilidade de recuperação das informações que estavam gravados nessa área.

Alguns programas que podem recuperar estes arquivos: 
1. Recuva;
2. Disk Drill;
3. QPhotoRec;
4. Power Data Recovery;
5. DiskDigger;
6. iCare Data Recovery Free

Vale lembrar que este método não é garantia de que seus arquivos serão recuperados integralmente. Vai depender também dos tipos de dados que você deseja recuperar.

Arquivos menores como documentos, fotos, e-mails e planilhas tem mais chance de serem recuperados desta forma. O mesmo não se aplica a bases de dados de sistemas.

A única solução que permite a recuperação integral é a cópia de segurança ou backup.

Conclusão
Prevenção ainda é a melhor solução. Atitudes simples podem evitar uma grande dor de cabeça que pode inclusive causar o fechamento do escritório.

Use sempre software original e procure mantê-lo atualizado. Programas piratas podem vir acompanhados de vírus e outras pragas virtuais;

Use antivírus e firewall confiáveis e os mantenha sempre atualizados;

Não abrir e-mails com anexos suspeitos, como por exemplo, com a extensão “.exe”.;

Desconectar da rede ou desligar a energia quando desconfiar que o ransomware está sendo executado, para interromper o processo de criptografia dos arquivos;

Habilitar o recurso de restauração do sistema, o que permitirá reverter a um estado prévio e sem a infecção.

Habilitar a função de exibição das extensões dos arquivos. O ransomware pode se disfarçar de arquivo com alguma extensão confiável, como um PDF. Vendo o nome completo do arquivo, é possível identificar um *.pdf.exe, por exemplo


*Airton Guerner - Coordenador Suporte ao cliente - Escrita Fiscal na SCI Sistemas Contábeis, Apresentador do programa de televisão HardSoft, MBA em Governança de TI - ICPG, Pós Graduação em Consultoria e Implantação de Software - ICPG, Bacharel Sistemas de Informação - Uniasselvi.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

CoinBR explica a alta histórica do Bitcoin

01/06 - CoinBR


Desvalorização do Yuan chinês levou a moeda digital a passar a marca dos US$ 500 nos últimos dias

A cotação do Bitcoin chegou a um valor acima de US$ 500 nos últimos dias e vem se mantendo com tendência de alta. Em 2016, foi a primeira vez que isso aconteceu, já que a moeda digital se manteve estável na média de US$ 450. A CoinBr, referência em serviços de blockchain no Brasil e na América Latina, explica os motivos da alta no Bitcoin.

“Um ajuste de apenas 0,3% na cotação do Yuan chinês realizado no último dia 26 de maio levou a uma alta na demanda pela moeda digital, com o valor atingindo o máximo de US$ 550 por unidade na maior casa de câmbio de bitcoins do mundo, a OKcoin, da China”, explica Safiri Felix, CEO da CoinBr. A última vez que o valor do Bitcoin passou dos US$ 500 foi em novembro de 2015.

A desvalorização do Yuan em relação ao dólar feita pelo Banco Central da China levou a moeda local ao nível mais baixo dos últimos cinco anos. “Com Yuan baixo e 95% das negociações de bitcoin do mundo ocorrendo na China, ficou claro que o preço ia subir, e subiu”, comenta Felix.

No Brasil, o Bitcoin segue comercializado acima de R$ 2.000,00, refletindo a crescente demanda local, com o mercado movimentado acima de R$ 1 milhão diariamente.

Além do Yuan valendo menos, o protocolo Bitcoin se prepara para mudanças em junho, com a redução pela metade na capacidade mundial de mineração de bitcoins. Essa redução de capacidade é prevista e ocorre a cada 4 anos.

O e-book Guia básico sobre Bitcoin está disponível para download gratuito em: https://www.coinbr.net/blog/wp-content/uploads/2016/02/GuiaBTC.pdf

Para entender a alta do bitcoin e o futuro das moedas digitais, entre em contato com a GamePlan – marilu@gameplan.com.br.

Sobre a CoinBR
A CoinBR é referência em serviços de blockchain no Brasil e na América Latina e atua nas áreas de mineração, câmbio, soluções e incentivos relacionados a Bitcoin e moedas digitais. Fundada em 2013, a empresa tem escritórios em São Paulo e Florianópolis e produtos incluem a compra e a venda de bitcoin, mineração e gerenciamento de carteira eletrônica via aplicativos (iOS e Android) e o primeiro caixa eletrônico de Bitcoin do Brasil. Saiba mais em coinbr.net.

terça-feira, 22 de março de 2016

CoinBR realiza 1o Bitcoin Summit em São Paulo

22/03 - GamePlan


Evento em 8 de abril terá Andreas Antonopoulos, um dos maiores especialistas em bitcoin do mundo, como keynote speaker

A CoinBR, referência em serviços de blockchain no Brasil e América Latina, realiza em 8 de abril a 1a edição do Bitcoin Summit, evento que pretende entender e discutir os desafios e perspectivas do bitcoin e aplicações de blockchain no Brasil. O keynote de abertura será feito por Andreas Antonopoulos, maior referência em bitcoin no mundo.

Antonopoulos é consultor e autor do livro “Mastering Bitcoin”, considerada umas das mais abrangentes obras técnicas sobre o assunto já publicadas. Fundou vários negócios envolvendo bitcoin, além de ter lançado projetos open-source ao longo de sua carreira de empreendedor de tecnologia.

“Antonopoulos é a principal autoridade em bitcoin no mundo hoje. A presença confirmada dele no 1o Bitcoin Summit da CoinBR mostra nosso comprometimento com a comunidade brasileira de bitcoin”, comenta Safiri Felix, CEO da CoinBR. Antonopoulos (@aantonop) também já participou de inúmeras conferências sobre bitcoin e auxilia empresas e governos a discutirem aspectos relevantes que envolvem o desenvolvimento da tecnologia.

A agenda do 1o Bitcoin Summit também inclui três painéis de discussão durante o dia:
- Blockchain e suas questões legais e regulatórias
- Aplicações corporativas do blockchain
- Impactos econômicos e oportunidades relacionadas ao bitcoin.

O 1o Bitcoin Summit será realizado no Golden Tulip Hotel (Al. Santos, 85, Jardins – São Paulo, SP) das 14h-19h. As inscrições já estão abertas, custam R$ 200 por participante e podem ser feitas no site do evento: http://summit.coinbr.net/. O pagamento pode ser feito em bitcoin ou por transferência bancária.

Sobre a CoinBR         
A CoinBR é referência em serviços de blockchain no Brasil e América Latina e atua nas áreas de mineração, câmbio, soluções e incentivos relacionados a Bitcoin e moedas digitais. Fundada em 2013, a empresa tem escritórios em São Paulo e Florianópolis e produtos incluem a compra e venda de bitcoin, mineração e gerenciamento de carteira eletrônica via aplicativos (iOS e Android) e o primeiro caixa eletrônico de Bitcoin do Brasil. Saiba mais em coinbr.net.

segunda-feira, 14 de março de 2016

CoinBR lança livro sobre Bitcoin

14/03 - GamePlan


Primeiro e-book ensina o básico sobre moedas digitais para o consumidor final

A CoinBR, referência em serviços de blockchain no Brasil e América Latina, lança seu primeiro livro eletrônico sobre Bitcoin para educar o consumidor sobre como funcionam as moedas digitais. O e-book, chamado “Guia Básico sobre Bitcoin”, pode ser baixado gratuitamente em http://bit.ly/CoinBR-eBook.  

“Nosso conceito com o eBook é levar, em linguagem simples e acessível, o mundo do bitcoin ao público que ainda não conhece as moedas digitais”, explica Safiri Félix, CEO da CoinBR. O livro eletrônico conta como surgiu o bitcoin, como ele funciona e também explica o que é blockchain e mineração de moedas digitais.

“O Guia Básico é o primeiro de uma série de e-books que a CoinBR vai lançar sobre moedas digitais e blockchain. Acreditamos que a educação é o melhor caminho para ampliar ainda mais a adoção e uso do Bitcoin no Brasil e na América Latina”, afirma Félix.

O download do livro pode ser feito em http://bit.ly/CoinBR-eBook

Sobre a CoinBR    
A CoinBR é referência em serviços de blockchain no Brasil e América Latina e atua nas áreas de mineração, câmbio, soluções e incentivos relacionados a Bitcoin e moedas digitais. Fundada em 2013, a empresa tem escritórios em São Paulo e Florianópolis e produtos incluem a compra e venda de bitcoin, mineração e gerenciamento de carteira eletrônica via aplicativos (iOS e Android) e o primeiro caixa eletrônico de Bitcoin do Brasil. Saiba mais em coinbr.net.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Mango Digital é a primeira agência de marketing digital brasileira a aceitar Bitcoins

17/02 - Mango Digital

Vantagens do uso da moeda virtual refletem as tendências do mercado publicitário digital

Desde novembro de 2015 a Mango Digital, agência especializada em marketing de performance, tem aceitado Bitcoins como forma de pagamentos de seus clientes. Para uma agência que se propõe a trabalhar como especialistas focados em uma estratégia de marketing full digital, isso é apenas um passo natural, já que o próprio mercado tente ao aumento das possibilidades digitais.

A tecnologia que possibilita o uso de moedas totalmente digitais sem lastro físico já não é novidade. Os famosos Bitcoins já são aceitos em diversos estabelecimentos como substitutos para o dinheiro de papel ou transações bancárias através de cartão.

“Até o dinheiro está se tornando digital, e há uma lógica por traz de seu uso, afinal não passamos a aceitar Bitcoins apenas para parecer inovadores, há razões, e inovações, reais e tangíveis do porque esse ser um bom investimento para muitas pessoas”, explica Daniel Galvão, fundador da Mango Digital. “Queríamos deixar nosso trabalho ao alcance desses investidores, tanto nacional, como internacionalmente.”

O Bitcoin traz consigo diversas vantagens para seus usuários, já que você exclui dos gastos as taxas bancárias, tem um investimento pensado diretamente na moeda que rege o mercado, o dólar, o que a exime de reajustes criados pela desvalorização de moeda nacional, e acima de tudo, alcança clientes fora do Brasil com maior facilidade, já que todos falam a mesma língua comercial.

Além disso, essa é uma tendência que a agência já vem seguindo. “Nossos clientes estão buscando não ter seu patrimônio desvalorizado devido aos problemas da economia nacional, e, além disso, estamos buscando clientes de forma global, agora, e o Bitcoin, com certeza, torna isso mais simples”, conta Galvão.

A empresa simplesmente passou a emitir uma nota fiscal junto com o boleto da sua conta de BitCoins, fazendo com que os valores caiam direto na sua conta investimento.

A moeda digital tem menor custo, maior rentabilidade e maior sigilo dos dados. Seu único risco real é o mesmo que já afeta qualquer moeda do mundo, uma desvalorização repentina, baseada no dólar, o que a torna, ainda assim, muito segura se comparada com outras moedas.

Bitcoin é uma das primeiras implementações do conceito chamado criptomoeda descentralizada, descrito originalmente em 1998 por Wei Dai. Apesar de digital, o Bitcoin não deixa de ser considerada um ativo, no sentido econômico do termo, porém ao contrário das moedas normais, ele se destaca por suas propriedades tecnológicas superiores e a neutralidade da rede, já que nenhum administrador ou programador pode controlar a emissão de Bitcoins, evitando causar inflação e deflação

Isso suaviza possíveis instabilidades financeiras causadas por políticas econômicas de bancos centrais.

A novidade está disponível para qualquer cliente da Mango.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Empresas de mineração de Bitcoin são acusadas de fraude nos EUA

03/12 - G1 / Altieres Rohr


A Securities and Exchange Comission (SEC), agência do governo dos Estados Unidos equivalente à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) do Brasil, abriu processo contra duas empresas de Bitcoin, GAW Miners e ZenMiner. A SEC acusa as empresas de operaram um esquema de pirâmide e enganar investidores com a complexidade técnica da atividade.

O Bitcoin é uma moeda virtual criptográfica. O sistema consegue atrair adeptos principalmente por três motivos: a capacidade transferir dinheiro de forma semianônima para qualquer pessoa no mundo, proteção contra riscos de moedas locais instáveis e o ganho que pode ser obtido com a chamada "mineração". A mineração é o processo computacional que valida as transações na rede do Bitcoin e quem contribui com esse processo ganha da rede o direito de gerar uma pequena quantia de novos Bitcoins, obtendo lucro.


segunda-feira, 6 de abril de 2015

Casa de câmbio de bitcoin financiada pelo Google será fechada

Uma casa de câmbio da moeda virtual bitcoin apoiada pelo braço de investimento do Google e por uma famosa aceleradora de startups de Nova York vai encerrar suas atividades em Abril, ainda nesta semana.

A plataforma Buttercoin vai deixar de funcionar neste sábado (11). Ao final do expediente (às 3h), as contas que tiverem saldo em dólar terão as quantias transferidas para as contas bancárias vinculadas. Já as que tiverem saldo em bitcoin, terão esses valores convertidos para a última cotação de dólar registrada no site antes de serem movimentados para as contas.

Para continuar lendo: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2015/04/casa-de-cambio-de-bitcoin-financiada-pelo-google-sera-fechada.html

Escrito por: G1

segunda-feira, 16 de março de 2015

IBM estuda adotar tecnologia do bitcoin para principais moedas

A IBM está considerando adotar a tecnologia por trás do bitcoin, conhecida como cadeia de blocos, para criar um sistema digital de dinheiro e pagamento para as principais moedas, segundo uma pessoa familiarizada com o assunto.

O objetivo é permitir que pessoas transfiram dinheiro ou façam pagamentos instantaneamente usando essa tecnologia sem um banco ou um agente de compensação envolvido, economizando em custos de transação, disse a fonte.

Para continuar lendo: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2015/03/ibm-estuda-adotar-tecnologia-do-bitcoin-para-principais-moedas.html

Escrito por: Reuters

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Primeira casa de câmbio de bitcoin regulada pelo governo abre nos EUA

A Coinbase, que até então desenvolvia uma carteira virtual para bitcoins, lançou nesta segunda-feira (26) a primeira casa de câmbio da moeda virtual regulada por autoridades do mercado financeiro dos Estados Unidos.

Dado seu caráter descentralizado, que o faz ser emitido por operações matemáticas realizadas por computadores e não por decisões de um Banco Central, o bitcoin não é regulado por instituições financeiras e não circula por contas bancárias, à exemplo de moedas adotadas por estados como o dólar ou o real.

Para continuar lendo: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2015/01/primeira-casa-de-cambio-de-bitcoin-regulada-pelo-governo-abre-nos-eua.html

Escrito por: G1

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Bitcoin despenca e valor fica abaixo de US$ 200 pela 1ª vez desde 2013

A cotação da moeda virtual Bitcoin despencou nos últimos dois dias e chegou a atingir nesta quarta-feira (14) o valor de US$ 173,63, menor avaliação desde 2013, de acordo com o site especializado Coindesk. No momento da publicação desta reportagem, a moeda era cotada a US$ 183,16.

De acordo com o Coindesk, a última vez que o Bitcoin cruzou a linha dos US$ 200 foi em outubro de 2013. Em seguida, a moeda sofreu um surto de valorização e chegou a ser avaliada em mais de US$ 1.200 ainda naquele ano.

Para continuar lendo: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2015/01/bitcoin-despenca-e-valor-fica-abaixo-de-us-200-pela-1-vez-desde-2013.html

Escrito por: G1

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Microsoft passa a aceitar bitcoins na compra de apps, músicas e games

Sem fazer alarde, a Microsoft começou a aceitar nessa semana a moeda virtual bitcoin como meio de pagamento por seus conteúdos digitais aplicativos, músicas e games para Xbox.

A companhia é uma das primeiras das gigantes do mundo da tecnologia a aceitar os bitcoins em algum momento do processo de pagamento por seus produtos. Em setembro, o processador de pagamentos PayPal passou a aceitar a moeda, mas apenas para bens digitais. Em julho, a Wikimedia, fundação responsável pela Wikipédia, começou a receber doações com a moeda digital, assim como a Dell, fabricante de computadores, a introduziu nas compras para consumidores e pequenos negócios dos Estados Unidos.

Para continuar lendo: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2014/12/microsoft-passa-aceitar-bitcoins-na-compra-de-apps-musicas-e-games.html

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Pesquisadores desenvolvem meio de identificar usuários do Bitcoin

Pesquisadores da Universidade de Luxemburgo identificaram uma fragilidade no protocolo do Bitcoin que permite mapear os endereços IP de usuários vinculados a transferências em tempo real. Como no Bitcoin todas as transferências são públicas, identificar o endereço IP ligado a uma transferência pode levar à identificação dos usuários envolvidos. 

O estudo foi realizado por um trio de pesquisadores. Alex Biryukov, Dmitry Khovratovich e Ivan Pustogarov desenvolveram um experimento para provar a possibilidade de identificar os endereços a partir da teoria. Segundo eles, apenas alguns computadores e cerca de 1,5 mil euros (R$ 4,6 mil) em servidores e custos de internet são suficientes para realizar o ataque.

Para continuar lendo: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2014/11/pesquisadores-desenvolvem-meio-de-identificar-usuarios-do-bitcoin.html

Escrito por: Altieres Rohr

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Holandês implanta chips nas mãos para poder armazenar bitcoins

O empresário holandês Martijn Wismeijer, especializado em bitcoins, decidiu implantar dois chips nas mãos para armazenar esta moeda virtual. 

Os chips, protegidos por estruturas de vidro "biocompatíveis", medem 12 mm x 2 mm, e foram injetados com seringas por um especialista. Ele publicou um vídeo que mostra como foi o procedimento. Os chips são dotados de sistema NFC, que permite trocar dados entre dispositivos sem a necessidade de que sejam tocados diretamente e podem armazenar, cada um, até 888 bits de informação. 

Para continuar lendo: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2014/11/holandes-implanta-chips-nas-maos-para-poder-armazenar-bitcoins.html

Escrito por: AFP

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Reddit recebe aporte de US$ 50 mi e decide dar 10% das ações a usuários

Um grupo de investidores composto por ícones do mundo da tecnologia e pelos dois “intrusos” da música, o rapper Snoop Dogg e o ator e líder da banda 30 Seconds to Mars, Jared Leto, realizou um aporte de capital no fórum na internet Reddit de US$ 50 milhões. 

Além das duas celebridades, o dinheiro saiu do bolso de personalidades da tecnologia como Sam Altam, presidente da Y Combinator (primeira incubadora de startups), Alfred Lin, da Sequoia Capital (maior fundo de investimento em startups) e Marc Andreessen, membro do conselheiro de diretores do Facebook.

Cantores e atores dando suporte financeiro a startups não é uma novidade. Ashton Kutcher já apostou seu dinheiro no Secret, AirBnB, Spotify, Foursquare e Uber. O inusitado do negócio anunciado nesta terça-feira (30) é o que os investidores pretendem fazer: doar 10% das cotas do Reddit será distribuído entre os usuários do site. 

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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

PayPal vai começar a aceitar a moeda virtual bitcoin em pagamentos

O PayPal, que gerencia um sistema de pagamento eletrônica, anunciou nesta terça-feira (23) que começará a aceitar a moeda virtual bitcoin para algumas transações realizadas em sua plataforma. 

A integração foi concluída para uma ferramenta chamada “PayPal Payment Hub”, que é uma alternativa voltada para receber pagamentos apenas de bens digitais. Com isso, as pessoas que tiverem bitcoins em suas carteiras virtuais poderão comprar games, músicas, vídeos, ebooks e outros conteúdos.

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