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segunda-feira, 13 de junho de 2016

F5 Networks garante a segurança do Vivo Aplicação Web Segura

13/06 - GAD Comunicação


Oferta de serviços gerenciados de segurança da operadora conta com Firewall de Aplicação Web da F5 Networks para proteger os sistemas missão crítica de empresas pequenas e médias (PME) de todo o Brasil; meta é ajudar este segmento a vender seus produtos e serviços pela Internet de forma segura e sustentável

Gigante de telecomunicações que faturou, em 2015, R$ 42,1 Bilhões, a Vivo é líder neste mercado no Brasil. Uma de suas principais divisões é a Vivo Empresas, com a missão de atender as demandas digitais de micro, pequenas e médias empresas. A Vivo Empresas possui o mais completo portfólio de conexão, voz e dados para o segmento, com mais de 1.000 canais de vendas exclusivos em todo o Brasil. A empresa conta com mais de 1,2 milhão de clientes no país. Vale destacar que o Brasil possui cerca de 9 milhões de empresas neste segmento – um mercado potencial responsável por 27% do PIB brasileiro (dados do Sebrae, Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas empresas, de 2014). 

Empenhada em ajudar esse universo a avançar para o e-Commerce, a divisão Vivo Empresas lançou o Vivo Aplicação Web Segura, uma oferta de serviços de segurança da informação. A meta é criar caminhos digitais para o mercado PME brasileiro potencializar seus ganhos de forma sustentável e segura. “Na Internet importa menos o tamanho da empresa e mais a qualidade dos serviços digitais oferecidos de forma automatizada e massificada”, diz Alfredo Caballero Diaz, Gerente de Produtos de Dados Avançados da Vivo. “Com ajuda da tecnologia da F5 Networks, garantimos que as PME contem com a segurança necessária para suportar seus processos produtivos na Web, passando a conquistar mais clientes e gerar mais negócios já em 2016”. 

Firewall de Aplicação Web é proteção contra cibercriminosos

Dentro da oferta Vivo Aplicação Web Segura, a missão da tecnologia F5 Networks é defender as aplicações da PME de ataques e violações. O Firewall de Aplicação Web da F5 Networks – WAF, Web Application Firewall – evita que cibercriminosos consigam atingir os dados e os sistemas críticos que estão por trás dos serviços e produtos dessas empresas. Ataques à aplicação podem inviabilizar a continuidade dos negócios da PME.

A presença de uma tecnologia como esta na oferta Vivo Aplicação Web Segura atesta o compromisso da Vivo com a segurança, o desempenho e a integridade da camada de aplicação dos ambientes de TI do segmento PME. “Nossa oferta vai muito além da infraestrutura de comunicação”, aponta Diaz. “Enxergamos as demandas de TI das PME de uma forma holística, em que todos os elementos deste ambiente têm de ser igualmente protegidos contra ciber criminosos”.

A contratação do F5 Networks Big-IP ASM (Application Security Management), o Firewall de Aplicação Web integrado ao serviço Vivo Aplicação Web Segura, é feita por empresa e por número de aplicações. É gerenciada pelos SOCs (Security Operation Centers, Centros de Operação de Segurança) da provedora de serviços. Os SOCs da Vivo atuam 24x7x365 e contam com o selo de qualidade em segurança ISO 27001.

“A tecnologia F5 Networks está, na verdade, inserida dentro de uma oferta de serviços de alto nível provida pelos experts da Vivo”, diz Guilherme Gonçalves Cintra, Gerente de Produtos de Segurança da Informação da Telefonica Vivo Brasil. Consciente da falta de conhecimento técnico vigente no universo PME brasileiro, a Vivo construiu uma abordagem alinhada com esta realidade. “Levamos conhecimento sobre segurança da informação para esse universo e adotamos uma postura consultiva em que, na prática, o gerente de cada projeto, em cada PME, é um profissional da própria Vivo que foi treinado e capacitado pela F5 Networks”.

POC examinou as características da tecnologia F5 Networks

As características do mercado PME nortearam os testes para a seleção de fornecedores de Firewall de Aplicação para o serviço Vivo Aplicação Web Segura. “Realizamos uma POC (Proof of Concept, prova de conceito) para determinar qual tecnologia seria capaz de melhor atender às demandas da segurança das aplicações das PME”, detalha Cintra. “As simulações realizadas eram muito próximas dos ambientes de produção deste universo; ao final do dia, os testes mostraram o valor que a F5 Networks poderia aportar à nossa oferta Vivo Aplicação Web Segura e aos negócios deste segmento”.

Um dos diferenciais do Firewall de Aplicação Web da F5 Networks é trazer suporte nativo e sempre atualizado a um grande número de protocolos de aplicações, algo essencial para garantir a eficácia do Vivo Aplicação Web Segura em qualquer PME, independentemente do tipo de aplicação usada ou de sua vertical de negócios. Isso garante que o Firewall de Aplicação Web vai ser configurado corretamente, atuando de modo a evitar falsos positivos que possam prejudicar o desempenho da aplicação Web e o próprio andamento dos negócios. O Firewall de Aplicação Web da F5 Networks é extremamente zeloso, bloqueando todos os acessos a aplicações que apresentem um comportamento suspeito. Por essa razão, antes que uma PME possa usufruir desta tecnologia, é necessário configurar a solução de modo a “ler” os protocolos das aplicações da empresa e aprender a identificar o que é um acesso seguro, o que é um ataque.

Templates criados pela F5 Networks atendem universo PME

Como o Vivo Aplicação Web Segura é uma oferta padronizada e pré-formatada para o universo PME, a solução foi a F5 Networks construir diversos templates (padrões) que realizassem essa filtragem para um perfil muito variado de empresas. “Essa característica da nossa oferta garante a massificação do Vivo Aplicação Web Segura sem que se perca em qualidade de serviços”, explica Diaz. Esses templates deveriam pré-configurar o Firewall de Aplicação Web para trabalhar, por exemplo, com plataformas como o Microsoft Office 365, Totvs ou SAP, portais Linux, etc. “Os scripts pré-configurados e sempre atualizados do Firewall de Aplicação Web da F5 Networks nos ajudam a ganhar tempo de projeto e a otimizar a entrega de serviços de segurança às PME”, enfatiza Cintra.

Todas as POC para seleção do Firewall de Aplicação da oferta Vivo Aplicação Web Segura aconteceram dentro dos SOC (Security Operation Center) da própria Vivo. “Ao final do processo de seleção, os testes realizados mostraram que, com ajuda dos templates do Firewall de Aplicação da F5 Networks, é possível desenhar e ativar o projeto de segurança de aplicações Web de uma PME usuária do Vivo Aplicação Web Segura em poucos dias”. 

Outro critério de escolha do Firewall de Aplicação Web do Vivo Aplicação Web Segura era a escalabilidade desta plataforma. “A flexibilidade da oferta F5 Networks garante isso”, diz Cintra. Hoje as soluções F5 Networks estão instaladas no novo data center da Vivo localizado em Santana do Parnaíba, o mais moderno do grupo e referência em sustentabilidade, especialmente no uso racional de energia e água, e podem facilmente ser escaladas para suportar um maior número de PME usuárias do Vivo Aplicação Web Segura. “Essa característica mutável do mercado determinou que, mais do que um relacionamento entre fornecedor e cliente, mantenhamos com os profissionais da F5 Networks uma forte relação de parceria”, resume Diaz.

Vivo Aplicação Web Segura com WAF F5 Networks em todo o Brasil

A oferta Vivo Aplicação Web Segura atende desde empresas com 4 aplicações Web – sistemas capazes de realizar até 600 TPS, transações por segundo – até empresas com 10 aplicações Web. Esse patamar de clientes do Vivo Aplicação Segura exige serviços capazes de dar conta de até 1600 transações por segundo.

O plano inicial da Vivo Empresas é, nos próximos anos, levar o Vivo Aplicação Web Segura até um grupo de 1200 PME que já trabalhem com aplicações digitais via Internet. “Essas empresas tanto já podem ser clientes dos serviços de telecomunicações Vivo como podem não pertencer a este grupo”, ressalta Cintra. A meta da empresa é primeiramente atender PMEs localizadas no Estado de São Paulo e, mais adiante, levar esta bandeira a todo o Brasil.

Varejo, pequenas seguradoras e empresas de microcrédito, pequenos bancos e financeiras, empresas de logística e faculdades são algumas das verticais a serem atendidas pelo Vivo Aplicação Web Segura. “Empresas que estejam se preparando para o e-Commerce são um claro foco da nossa oferta – nós nos posicionamos como um evangelizador deste mercado, uma fonte de cultura, tecnologia e serviços que ajudará as PME brasileiras a romper fronteiras e realizar negócios via a Web”, diz Cintra. 

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Cade aprova acordo para compartilhamento de redes 4G

14/12 - G1 / Fábio Amato


O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrição, um acordo firmado entre TIM, Oi e Vivo para compartilhamento de parte de suas redes dedicadas à prestação do serviço de banca larga móvel de quarta geração (4G). A decisão foi publicada na edição do Diário Oficial da União desta segunda-feira (14).

As redes a serem compartilhadas pelas três operadoras são para o 4G na faixa de 2,5 GHz (giga-hertz). As empresas conquistaram o direito de explorar esse serviço ao arrematarem lotes de frequência no leilão feito pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em 2012.


terça-feira, 13 de outubro de 2015

WhatsApp se prepara para se defender das operadoras de telefonia móvel

13/10 - Dane Avanzi


Com mais de 800 milhões de usuários em todo o mundo, o WhatsApp, fenômeno no mercado de aplicativos genericamente denominados OTT - Over the Top, nem de longe dá a impressão de que chegou ao seu apogeu. Ao contrário, demonstra que ainda tem muito fôlego para crescer. Nada mau para um aplicativo lançado em 2009, apenas na versão iOS.

Adquirido por Mark Zuckerberg no início de 2014, por US$ 16 bilhões de dólares, o WhatsApp enfrenta agora o maior desafio de sua história: confrontar-se com a fúria das empresas de telefonia móvel - e seu poderio político e financeiro - que tem perdido receitas decorrentes de ligações de voz e envio de SMS's, por conta do aplicativo. Agora com versão também para a web, o WhatsApp pretende ampliar ainda mais seu espaço na atenção dos usuários, que poderão acessar sua conta também de seu computador pessoal.

Com o DNA da inovação nas veias, o WhatsApp se prepara para a batalha melhorando ainda mais. Lançou semana passada uma atualização para smartphones da plataforma Android e iOS com diversas funções que tornarão o aplicativo ainda mais prático e funcional aos usuários. Dentre as principais, as novas ferramentas permitem ao usuário deixar muda a conversa com contatos específicos e reduzir o uso de dados nas ligações quando estiver em locais com sinal ruim. A nova versão do aplicativo trouxe também a correção de alguns erros.

Afora as melhorias acima mencionadas, o WhatsApp está se preparando para um possível bloqueio de seus serviços por parte das operadoras de telefonia móvel. Ao que parece, o primeiro país que pode impor limitações é a Itália, já que a equipe de tradução de software naquele país recebeu pedidos para adicionar frases na versão italiana do aplicativo, avisando a possível restrição.

Aqui no Brasil, o ex-Ministro de Comunicações Ricardo Berzoini, se posicionou a favor das empresas de telecomunicação e contra o WhatsApp, alegando que o aplicativo não gerava divisas para o erário público. Tal pensamento, além de ser desconectado da realidade é sofismático, haja vista todos os consumidores usuários de planos de dados pagarem indiretamente todas as taxas de Fistel, inerentes a ativação e fruição do serviço. Acertadamente, o presidente da Anatel, João Resende, classificou o WhatsApp como serviço de valor adicionado, sendo sua utilização mero desdobramento do uso, gozo e fruição do serviço contratado. Ou seja, exercício regular de direito do usuário.

Para a sorte dos usuários satisfeitos com a qualidade do serviço, a tecnologia e a inovação avançam independente da burocracia e da preocupação da classe política em geral com o bem estar do povo brasileiro. Assevere-se que os titãs da inovação, tem em seu pensamento primordial fazer algo para melhorar a vida das pessoas, sendo o lucro decorrente de seu sucesso, mera consequência de um circulo virtuoso.

Quiçá um dia, o Estado hoje incapaz de garantir os direitos básicos ao cidadão brasileiro, reencontre seu caminho ao lembrar a finalidade para a qual foi criado, qual seja, o bem estar comum. Ouso pensar que os titãs da inovação tem muito a ensinar à classe política brasileira no que tange a ética, a meritocracia e a competência. Será por isso que a inovação incomoda tanto alguns setores da política brasileira?

Dane Avanzi é advogado, empresário de telecomunicações e presidente da Aerbras - Associação das Empresas de Radiocomunicação do Brasil.

Sobre a Aerbras:
www.aerbras.com.br / (11) 2219 0130
A Associação das Empresas de Radiocomunicação do Brasil - Aerbras - é uma entidade sem fins lucrativos que reúne as associações dos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. O principal objetivo é integrar as empresas do setor e aumentar a projeção dos associados no mercado nacional, além de promover a radiocomunicação no Brasil em encontros, palestras, feiras e congressos.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Vivo, TIM, Claro e Oi não podem bloquear Internet em São Paulo

13/05 - Luís Osvaldo Grossmann / Convergência Digital


A Justiça de São Paulo deu liminar favorável ao Procon-SP e proibiu, em caráter liminar, que Vivo, Tim, Claro e Oi bloqueiem o acesso à Internet móvel ao fim da franquia de dados. No caso de descumprimento, foi fixada multa diária de R$ 25 mil. A decisão do TJSP vale apenas para o estado de São Paulo.

Para o juiz Fausto José Martins, da 3ª Vara da Fazenda Pública do TJSP, “centenas ou milhares de consumidores foram surpreendidos com a interrupção do citado serviço, depois de esgotada a denominada franquia”. Segundo ele, ficou configurada “conduta lesiva” por parte das operadoras.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Vivo e Oi mudam cobrança por uso de internet no celular

A operadora de telefonia móvel Oi passa a implantar, a partir do dia 1º de dezembro, a nova medida que corta a internet dos clientes pré-pagos e plano controle que atingirem os limites da franquia dos pacotes de internet para celular. A medida vale para celulares de todo o país. 

Com a mudança, os consumidores que antes continuavam utilizando a internet com velocidade reduzida após o fim da franquia agora terão de contratar um pacote adicional para seguir navegando pelo celular. A mudança afeta apenas os planos pré-pagos e Oi Controle. A Oi afirmou ver o novo modelo de cobrança adicional como “uma tendência mundial”.

Para continuar lendo: http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/11/vivo-e-oi-mudam-cobranca-por-uso-de-internet-no-celular.html