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segunda-feira, 27 de março de 2017

Consumidores devem ficar atentos a ofertas de planos de internet fixa com limite

27/03 - HardSoft


Os consumidores que forem assinar novos contratos de internet fixa devem ficar atentos para as condições oferecidas pelas empresas. A limitação do uso da banda larga fixa está proibida pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) desde abril do ano passado, mas o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) diz que continua recebendo reclamações de consumidores sobre a oferta de pacotes com franquia de dados pelas operadoras.

Além de ficarem atentos aos contratos, os consumidores devem reunir documentos para se prevenir de futuras cobranças, orienta o Idec. “Questionem isso por telefone, peguem o protocolo, ou acessem pela internet o espaço do consumidor e faça um download do contrato. Documente isso para depois contestar judicialmente, caso as empresas comecem a querer cobrar isso de forma retroativa, o que seria um absurdo”, diz o pesquisador em telecomunicações do Idec, Rafael Zanatta.

Segundo ele, o Idec ainda não recebeu reclamações de clientes que tiveram a internet reduzida ou cortada. “Ou seja, aparentemente as empresas estão cumprindo [a proibição de estabelecer franquia de dados], até porque está todo mundo em cima desse assunto”, comenda Zanatta.

Proibição

O Idec aposta que a pressão popular possa fazer com que o Congresso Nacional aprove um projeto de lei proibindo as empresas de limitarem a internet fixa. O PLS 174/2016, que trata do assunto, foi aprovado pelo Senado na semana passada, mas ainda tem que passar pela análise da Câmara dos Deputados.

“Há uma demanda popular muito forte pela proibição por lei federal. Existe um consenso entre as lideranças políticas de que esse é um tema importante e, em um momento em que o Legislativo está desgastado, é provável que eles aprovem rapidamente para dar uma resposta dizendo: 'olha, fizemos alguma coisa por vocês'”, diz Zanatta.

Enquanto isso, a aplicação de franquia continua proibida pela Anatel, até que o assunto seja deliberado pelo Conselho Diretor. Neste momento, está aberta uma consulta pública sobre o assunto, que já recebeu mais de 2,8 mil contribuições, com a participação de 17 mil pessoas.

Depois da consulta, que termina em abril, as contribuições serão analisadas pela área técnica da agência e votada pelos conselheiros. A previsão do Idec é que o assunto só vá para a pauta da Anatel depois de outubro. “A Anatel não pode liberar até que ela termine o processo de consulta pública e tenha uma posição final sobre o assunto”, esclarece Zanatta.

Operadoras

A Vivo informou que cumpre integralmente a decisão da Anatel de não adotar práticas de redução de velocidade, de suspensão de serviço ou de cobrança de tráfego excedente após o esgotamento de eventual franquia de internet fixa. A NET também disse que atende integralmente a medida cautelar da Anatel.

A TIM diz que oferece o serviço de banda larga fixa apenas no Rio de Janeiro e em São Paulo e não possui franquia de dados nos seus planos de internet fixa. A Oi não comentou o assunto.

O Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) considera que a proibição da oferta de planos com franquia para o acesso à internet em banda larga fixa trará significativos prejuízos à maioria da população brasileira. Para a entidade, o projeto aprovado no Senado interfere na livre iniciativa. “Uma eventual proibição eliminaria a possibilidade de adoção de diversas tecnologias adequadas a áreas remotas, inviabilizando o atendimento da população local”, diz o SindiTelebrasil.

Edição: Denise Griesinger

Por: Sabrina Craide – Repórter da Agência Brasil

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Senado aprova projeto que altera regras do setor de telecomunicações

07/12 - Laís Lis, Do G1, em Brasília


A Comissão Especial do Desenvolvimento Econômico do Senado Federal aprovou, na terça-feira (6), o projeto de lei que permite transformar as concessões de telefonia fixa em autorizações. Sob o regime de autorização, as empresas terão menos obrigações. O projeto segue agora para sanção presidencial.

A mudança, defendida pelas empresas, permitirá a exclusão de obrigações que hoje precisam ser atendidas, como a instalação e manutenção de telefones públicos. As empresas argumentam que a alteração é essencial para a continuidade dos investimentos.

A proposta prevê que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vai analisar o pedido para transformar a concessão em autorização, mas, para isso, as empresas terão que cumprir requisitos específicos, como a garantia da prestação de serviço em áreas sem concorrência e a continuidade dos contratos já assumidos.

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terça-feira, 21 de junho de 2016

Preço da banda larga fixa cai 71% em 6 anos no Brasil, diz Anatel

21/06 - G1


O preço médio da banda larga fixa caiu 71% em seis anos, apontou a Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) em seu relatório anual referente ao ano de 2015.

A agência usa como base de comparação o cálculo do preço médio mensal pago por 1 Megabit por segundo (Mbps) por serviços de comunicação multimídia (SCM). Para chegar aos valores, usa como indicadores o número de usuários por faixa de velocidade, taxa média de transferência de dados e a receita das prestadoras.


sexta-feira, 10 de junho de 2016

Anatel fará consulta pública sobre limite à internet de banda larga fixa

10/06 - G1


A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) anunciou que fará consultas públicas sobre o limite no acesso a dados para banda larga fixa pelas operadoras. Nesta quarta-feira (08), a agência demonstrou apoio ao pedido das empresas de telecomunicações em audiência pública conjunta na Câmara dos Deputados, segundo a Reuters.

As consultas públicas deverão durar por 60 dias e incluir "reuniões públicas com diversas entidades e especialistas, com o objetivo de reunir subsídios para futura deliberação do Conselho Diretor a respeito do assunto", disse a Anatel em nota.


sexta-feira, 20 de maio de 2016

Anatel aprova plano de investimentos da Oi em troca de multas não pagas

20/05 - G1

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou na quinta-feira (19) a troca de multas não pagas pela operadora Oi por um programa de investimentos  de R$ 3,2 bilhões, com duração de quatro anos. O acordo ainda será avaliado pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

De acordo com a agência, a Oi deverá ofertar o serviço celular de terceira geração (3G) em mais 681 municípios atendidos atualmente pela tecnologia 2G e expandir a cobertura em outros 159 já atendidos por 3G.


sexta-feira, 13 de maio de 2016

Operadoras devem ter ao menos um plano de internet ilimitada, diz portaria

13/05 - G1


O ministério das Comunicações publicou uma portaria no Diário Oficial da União desta quinta-feira (12) estabelecendo que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) adote algumas medidas junto às operadoras de internet de banda larga para controlar a limitação do acesso de clientes.

O texto, já em vigor, pede que o órgão regulador crie mecanismos para que cada operadora tenha pelo menos um plano com franquia de dados ilimitada dentre as ofertas de serviços aos consumidores.


segunda-feira, 18 de abril de 2016

Anatel impede redução ou corte de internet fixa sem aviso ao consumidor

18/04 - G1 / Reuters


A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicou no "Diário Oficial da União" desta segunda-feira (18) uma norma que impede as empresas de banda larga fixa de reduzirem, cortarem ou cobrarem tarifas excedentes de consumidores que esgotarem franquias de dados sem que haja ferramentas que ajudem os clientes a ter informações sobre seus planos.

A medida, publicada pela Superintendência de Relações com Consumidores da agência, cita operadoras do país incluindo Telefônica Brasil, que utiliza a marca Vivo, Oi e Claro, do grupo América Móvil. Essa orientação já estava presente em outros regulamentos da Anatel.


sexta-feira, 15 de abril de 2016

Ministério cobra da Anatel ação para evitar "abusos" em planos de internet

15/04 - G1 / Laís Alegretti


Diante da informação de que operadoras pretendem acabar com planos ilimitados de internet fixa, o Ministério das Comunicações cobrou da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) medidas para garantir que as empresas respeitem os direitos dos consumidores e os contratos vigentes.

Tem gerado polêmica a informação de que as operadoras querem oferecer planos de internet fixa com limite de download, em que o serviço pode ser suspenso quando o usuário atinge uma determinada quantidade de arquivos e dados baixados. Atualmente, o serviço é cobrado de acordo com a velocidade de navegação contratada.


quarta-feira, 13 de abril de 2016

Franquia de dados da internet fixa no Brasil gera críticas em redes sociais

13/04 - G1


A mudança na oferta de internet fixa, que passou a ser oferecida em franquias, como já ocorre nos pacotes de celular, fez brasileiros reclamarem nas redes sociais. Para a Anatel, a alteração não viola regras, mas tem de respeitar condições.

O grupo no Facebook chamado “Movimento Internet Sem Limites” recebeu mais de 180 mil “curtidas” desde que foi criado no sábado (9). Outra das iniciativas é o abaixo-assinado online “Contra o Limite na Franquia de Dados na Banda Larga Fixa”, que deve ser encaminhado às operadoras Vivo, GVT, Oi, NET, Claro, à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e ao Ministérios Público Federal. A meta da petição, criada no fim de março, é reunir 600 mil assinaturas. Até a publicação desse texto, havia reunido 350 mil.


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Brasil perde 22,9 milhões de linhas de celular em 2015

01/02 - G1 / Helton Simões Gomes


O Brasil fechou o ano de 2015 com o fim de 22,9 milhões de linhas de celular, segundo informações divulgadas pela Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) nesta sexta-feira (29).

O G1 já havia registrado em dezembro do ano passado a queda recorde do setor, mas somente até outubro. Com os dados para todo o ano disponíveis, é possível agora ver com maior precisão o recuo histórico, nunca antes registrado.


segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Cade aprova acordo para compartilhamento de redes 4G

14/12 - G1 / Fábio Amato


O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrição, um acordo firmado entre TIM, Oi e Vivo para compartilhamento de parte de suas redes dedicadas à prestação do serviço de banca larga móvel de quarta geração (4G). A decisão foi publicada na edição do Diário Oficial da União desta segunda-feira (14).

As redes a serem compartilhadas pelas três operadoras são para o 4G na faixa de 2,5 GHz (giga-hertz). As empresas conquistaram o direito de explorar esse serviço ao arrematarem lotes de frequência no leilão feito pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em 2012.


terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Efeito WhatsApp e crise "matam" 10 milhões de linhas de celular no Brasil

08/12 - G1 / Helton Simões Gomes


Mais de 10 milhões de linhas de celular deixaram de existir no Brasil em cinco meses de 2015. Uma queda dessa proporção é inédita no setor de telecomunicações móveis brasileiro, quinto maior do mundo. Para as operadoras, os causadores da derrapada são a crise econômica e o “efeito WhatsApp”, que faz clientes preferirem chats para se comunicar em vez de terem mais de uma conta em diferentes operadoras.

Os acessos móveis cresceram mês a mês no Brasil até maio deste ano, quando chegou a 284 milhões de linhas - a única exceção desde 2005 foi um pequeno deslize em julho de 2006. Até outubro, porém, a base diminuiu 3%, segundo dados divulgados na quinta-feira (3) pela Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel).


terça-feira, 13 de outubro de 2015

WhatsApp se prepara para se defender das operadoras de telefonia móvel

13/10 - Dane Avanzi


Com mais de 800 milhões de usuários em todo o mundo, o WhatsApp, fenômeno no mercado de aplicativos genericamente denominados OTT - Over the Top, nem de longe dá a impressão de que chegou ao seu apogeu. Ao contrário, demonstra que ainda tem muito fôlego para crescer. Nada mau para um aplicativo lançado em 2009, apenas na versão iOS.

Adquirido por Mark Zuckerberg no início de 2014, por US$ 16 bilhões de dólares, o WhatsApp enfrenta agora o maior desafio de sua história: confrontar-se com a fúria das empresas de telefonia móvel - e seu poderio político e financeiro - que tem perdido receitas decorrentes de ligações de voz e envio de SMS's, por conta do aplicativo. Agora com versão também para a web, o WhatsApp pretende ampliar ainda mais seu espaço na atenção dos usuários, que poderão acessar sua conta também de seu computador pessoal.

Com o DNA da inovação nas veias, o WhatsApp se prepara para a batalha melhorando ainda mais. Lançou semana passada uma atualização para smartphones da plataforma Android e iOS com diversas funções que tornarão o aplicativo ainda mais prático e funcional aos usuários. Dentre as principais, as novas ferramentas permitem ao usuário deixar muda a conversa com contatos específicos e reduzir o uso de dados nas ligações quando estiver em locais com sinal ruim. A nova versão do aplicativo trouxe também a correção de alguns erros.

Afora as melhorias acima mencionadas, o WhatsApp está se preparando para um possível bloqueio de seus serviços por parte das operadoras de telefonia móvel. Ao que parece, o primeiro país que pode impor limitações é a Itália, já que a equipe de tradução de software naquele país recebeu pedidos para adicionar frases na versão italiana do aplicativo, avisando a possível restrição.

Aqui no Brasil, o ex-Ministro de Comunicações Ricardo Berzoini, se posicionou a favor das empresas de telecomunicação e contra o WhatsApp, alegando que o aplicativo não gerava divisas para o erário público. Tal pensamento, além de ser desconectado da realidade é sofismático, haja vista todos os consumidores usuários de planos de dados pagarem indiretamente todas as taxas de Fistel, inerentes a ativação e fruição do serviço. Acertadamente, o presidente da Anatel, João Resende, classificou o WhatsApp como serviço de valor adicionado, sendo sua utilização mero desdobramento do uso, gozo e fruição do serviço contratado. Ou seja, exercício regular de direito do usuário.

Para a sorte dos usuários satisfeitos com a qualidade do serviço, a tecnologia e a inovação avançam independente da burocracia e da preocupação da classe política em geral com o bem estar do povo brasileiro. Assevere-se que os titãs da inovação, tem em seu pensamento primordial fazer algo para melhorar a vida das pessoas, sendo o lucro decorrente de seu sucesso, mera consequência de um circulo virtuoso.

Quiçá um dia, o Estado hoje incapaz de garantir os direitos básicos ao cidadão brasileiro, reencontre seu caminho ao lembrar a finalidade para a qual foi criado, qual seja, o bem estar comum. Ouso pensar que os titãs da inovação tem muito a ensinar à classe política brasileira no que tange a ética, a meritocracia e a competência. Será por isso que a inovação incomoda tanto alguns setores da política brasileira?

Dane Avanzi é advogado, empresário de telecomunicações e presidente da Aerbras - Associação das Empresas de Radiocomunicação do Brasil.

Sobre a Aerbras:
www.aerbras.com.br / (11) 2219 0130
A Associação das Empresas de Radiocomunicação do Brasil - Aerbras - é uma entidade sem fins lucrativos que reúne as associações dos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. O principal objetivo é integrar as empresas do setor e aumentar a projeção dos associados no mercado nacional, além de promover a radiocomunicação no Brasil em encontros, palestras, feiras e congressos.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Operadoras móveis no Brasil preparam petição contra WhatsApp

20/08 - G1 / Reuters


Operadoras de telecomunicações no Brasil pretendem entregar a autoridades locais em dois meses um documento com embasamentos econômicos e jurídicos contra o funcionamento do aplicativo WhatsApp, controlado pelo Facebook, disseram à Reuters três fontes da indústria.

Uma das empresas do setor estuda também entrar com uma ação judicial contra o serviço, afirmou uma das fontes. O questionamento a ser entregue à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) será feito contra o serviço de voz do WhatsApp, e não sobre o sistema de troca de mensagens do aplicativo, disse a mesma fonte.



quinta-feira, 30 de julho de 2015

Acessar internet sem franquia de dados e rastreamento em propaganda

30/07 - G1 / Altieres Rohr

Acesso à internet mesmo sem franquia de dados no celular
Olá, tenho visto muitos apps (de Android e iOS) que usam VPN para acessar a rede de dados das operadoras de celular quando acaba o crédito para acesso, gostaria de saber se isso é ilegal, se há algum pronunciamento das operadoras (ou da Anatel) quanto a isso, ou se trata apenas de uma falha aberta no sistema deles que permite a navegação até que eles consertem.
Cito como exemplos de apps Psiphon, OnoVPN, etc.
Victor Souza

Victor, a coluna procurou as operadoras e a Anatel. Confira a íntegra das respostas abaixo. As operadoras se manifestaram por meio do SindiTelebrasil, a associação das empresas de telecomunicação do Brasil. Em resumo, o acesso não é permitido e, segundo as operadoras e a Anatel, o usuário pode ser responsabilizado por qualquer prejuízo causado pelo acesso indevido, conforme especificado em contrato.


quarta-feira, 15 de abril de 2015

Ligação de orelhões da Oi em 15 estados será gratuita, diz Anatel

As ligações locais feitas para telefones fixos em orelhões da Oi em 15 estados não poderão ser cobradas a partir desta quarta-feira (15). A decisão foi tomada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), depois que a operadora não atingiu o patamar mínimo de disponibilidade nesses estados.

A medida vale para os estados de Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sergipe.

Para continuar lendo: http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/04/ligacao-de-orelhoes-da-oi-em-15-estados-sera-gratuita-diz-anatel.html

Escrito por: G1

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Anatel abre consulta para discutir neutralidade da rede

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) abriu nesta terça-feira (31) uma consulta pública para discutir com a sociedade a regulamentação da chamada neutralidade da rede, prevista no Marco Civil da Internet. Contribuições podem ser feitas até 4 de maio por meio do site da agência, por email e também por correspondência.

Em seguida, a Anatel vai analisar as contribuições feitas e preparar um relatório, que terá que ser aprovado pelo conselho diretor. O documento, então, será encaminhado à Presidência da República, para subsidiar a confecção de um decreto que irá estabelecer a regulamentação da neutralidade da rede.

Para continuar lendo: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2015/03/anatel-abre-consulta-para-discutir-neutralidade-da-rede.html

Escrito por: Fábio Amato (G1)

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Anatel libera venda do 1º smartphone da Xiaomi, a "Apple da China"

A Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) autorizou a venda nesta quinta-feira (11) do primeiro smartphone da fabricante chinesa Xiaomi, apelidada de "Apple da China", dada a semelhança entre seus dispositivos e os da empresa dos Estados Unidos. 

Com isso, o Redmi Note 4G pode ser o primeiro smartphone da Xiaomi a chegar ao mercado brasileiro. O documento expedido pela agência é o certificado de homologação, necessário para atestar que aparelhos de radiofrequência estejam de acordo com as regras e apenas com o qual a comercialização desse tipo de produto é permitido.

Para continuar lendo: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2014/12/anatel-libera-venda-do-1-smartphone-da-xiaomi-apple-da-china.html

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Empresas terão que entregar 80% da velocidade contratada na banda larga

A partir deste sábado (1º), ficam mais rigorosos os limites mínimos da velocidade de banda larga fixa e móvel que deve ser entregue pelas operadoras aos seus clientes. Pela regra definida pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), esse o mínimo passa a ser de 80% da velocidade contratada. 

Isso significa que, num plano de 10 MBps (megabits por segundo), a média mensal da velocidade fornecida pela operadora deve ser de 8 MBps, no mínimo.

Para continuar lendo: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2014/10/empresas-terao-que-entregar-80-da-velocidade-contratada-na-banda-larga.html

Escrito por: Fábio Amato

terça-feira, 14 de outubro de 2014

App da Anatel usa qualidade da internet para ranquear operadoras

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) começou a mostrar a qualidade do sinal de celular oferecido pelas operadoras de telecomunicações nas cidades brasileiras em um aplicativo para aparelhos móveis. 

Disponibilizado no domingo (12), o app “Serviço Móvel” já está disponível para smartphones que rodam Android. A agência disponibilizará a versão para iOS nesta terça-feira (14), durante a feira de tecnologia Futurecom.

Para continuar lendo: http://g1.globo.com/tecnologia/tem-um-aplicativo/noticia/2014/10/app-da-anatel-usa-qualidade-da-internet-para-ranquear-operadoras.html