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segunda-feira, 4 de julho de 2016

Play Festival incentiva a saúde por meio de games a preços populares

04/07 - InformaMídia


Campanha da UZ Games disponibiliza jogos a preços acessíveis para combater o estresse, desenvolver a criatividade e o raciocínio

O que games tem a ver com saúde? Muita coisa! Engana-se quem pensa que os jogos tornam as pessoas mais sedentárias ou reclusas. Hoje, há uma imensa variedade de títulos que propõe exatamente o contrário. Por meio da diversão, crianças, jovens, adultos e até idosos, espantam o estresse, desenvolvem a criatividade, se exercitam, interagem e estimulam o raciocínio. Pensando nisso, a UZ Games, maior franquia de lojas de games do Brasil, está lançando o Play Festival, uma campanha para incentivar a diversão a preços super promocionais: a partir de R$ 29,90. Há opções para todos os tipos de consoles e inclusive lançamentos.

Diversos estudos científicos comprovam a eficácia dos games em um uso terapêutico. Não se trata apenas de relaxar e se divertir, mas de equilibrar a rotina e estimular o cérebro. A Universidade de Rochester, por exemplo, apontou que jogos de ação ajudam a desenvolver a tomada de decisão no jogador, que se torna capaz de decidir 25% mais rápido do que outras pessoas, sem ficar nervoso e impreciso. Isso ajuda tanto na vida profissional quanto pessoal

Além disso, o psicólogo C. Shawn Green, da Universidade de Wisconsin, mostrou que os games ajudam a desenvolver diversas habilidades, o que altera o funcionamento do cérebro. É como um exercício físico, que estimula o desenvolvimento da musculatura corporal, só que no cérebro. No caso dos games, dá para desenvolver tanto a mente quanto o próprio corpo, já que há inúmeras opções de jogos de dança e esporte, onde o jogador se mexe de verdade.

Ao todo são mais de 150 títulos de games, além de acessórios, equipamentos e colecionáveis. Tem para todos os gostos, idades e perfis de público. “Nossa intenção com o Play Festival é disseminar a cultura dos games a preços populares, proporcionando o entretenimento e o desenvolvimento cognitivo das famílias brasileiras, que estão cada vez mais interessadas em jogar e se divertir juntas”, pondera João Mendes, Diretor de Operações da UZ Games.

A campanha acontece em todas as lojas da rede até 31 de julho. Entre os destaques estão JustDance 2016, Metal Gear Solid V: The Phantom Pain, Guitar Hero Live, Disney Infinity 2.0, Rabbids Invasion, Call of Duty Black Ops 3, The Witcher 3: Wild Hunt e muitos outros.

Sobre a UZ Games:
A UZ Games é a maior e mais tradicional rede de franquia especializada em games do país. Fundada em 1984, a empresa possui mais de 65 unidades espalhadas em todas as regiões do Brasil. A companhia se posiciona como a melhor opção em entretenimento por ser uma profunda conhecedora do mercado e do perfil do gamer brasileiro. Suas parcerias com desenvolvedoras garantem a distribuição de lançamentos em tempo recorde, colocando o país na vanguarda mundial do mercado de games.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Inscrições para Prêmio Sanepar de Tecnologias Sustentáveis até 15 de junho

09/06 - Sanepar e USCS


Estudantes e pesquisadores de graduação, pós, mestrado e doutorado disputam R$75 mil em prêmios

Encerram-se na próxima semana as inscrições para o primeiro Prêmio Sanepar de Tecnologias Sustentáveis (PSTS), promovido pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). O último prazo é 15 de junho. O concurso distribui R$75 mil em prêmios para os seis melhores trabalhos de estudantes de graduação, especialização, mestrado ou doutorado que tenham desenvolvido pesquisas sobre eficiência energética no saneamento. As pesquisas selecionadas serão publicadas em livro. As inscrições devem ser feitas pelo site: http://premio.sanepar.com.br

Segundo a Sanepar, a intenção é estimular a pesquisa sobre energia e saneamento e buscar soluções sustentáveis para conservação, racionalização e produção de energia, um dos principais insumos do setor de saneamento. Na Sanepar, por exemplo, em 2014, com cerca de 11 milhões de clientes, foram consumidos 682,9 gigawatts-hora (GWh) de energia elétrica a um custo de R$206 milhões. Em 2015, o consumo de energia foi de 676,7 GWh, mas a Sanepar pagou R$390,8 milhões, o que corresponde a 89% a mais do que no ano anterior.

PRÊMIO – O prêmio em dinheiro, de R$ 75 mil, será dividido entre os vencedores conforme as categorias de premiação. As inscrições estão abertas em duas categorias: uma para graduação e especialização e outra para alunos de mestrado e doutorado. Os resultados finais serão conhecidos em 23 de janeiro de 2017, quando a Sanepar comemora 54 anos de fundação.

BOAS PRÁTICAS - A empresa também lançou um concurso interno para estimular e selecionar as boas práticas de seus empregados em relação ao tema da eficiência energética no saneamento. Os três trabalhos selecionados também serão publicados em livro.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Medisafe se engaja no combate do H1N1 no Brasil

27/04 - Medisafe


Após campanha para combater o Zika Virus, o aplicativo dá dicas dos locais de vacinação e divulga informações sobre o vírus

O Medisafe, app líder de gerenciamento de remédios, usado por cerca de 2,9 milhões de pessoas no mundo, ganhou hoje uma atualização com informações de prevenção, vacinação e tratamento do H1N1 (Influenza A). O surto do vírus, que já vitimou até o momento 153 pessoas no Brasil somente em 2016, acontece geralmente no inverno. Mas, esse ano, o surto foi detectado mais cedo e é motivo de forte preocupação entre a população brasileira.

O aplicativo Medisafe irá disponibilizar os locais para vacinação em redes públicas e particulares. Além disso, o usuário também poderá encontrar informações sobre os sintomas, formas de tratamento, dicas de prevenção e uma lista de medicamentos completa.

Segundo o último boletim publicado no dia 11 de abril de 2016 pelo Ministério da Saúde, o Estado de São Paulo teve 60% do total de óbitos no país, o que fez com que as campanhas de vacinação de algumas cidades fossem antecipadas.

Normalmente, o H1N1 é confundido com a gripe comum por causa dos sintomas. Mas a diferença está na intensidade deles, já que o H1N1 deixa a pessoa mais debilitada. A prevenção e a vacinação anual são importantes porque o vírus sofre mutações e o sistema imunológico humano ainda não está preparado para combatê-lo. Idosos, crianças, pessoas com presença de comorbidades e gestantes têm maior risco de desenvolver complicações ao contrair a doença e por isso estão no grupo prioritário para vacinação. 

“A chegada antecipada do H1N1 no Brasil, que normalmente não é problemática antes do inverno, surpreendeu a todos, e por isso nós atualizamos o Medisafe para colocar a informação à disposição da população o quanto antes”, comenta Jonathan Michaeli, porta-voz do Medisafe. “O Brasil é o segundo maior mercado em que atuamos, então resolvemos atuar o quanto antes neste sentido para ajudar a população".

Antes do avanço da epidemia do H1N1, o Medisafe inseriu informações para ajudar no combate da epidemia do Zika Vírus, por meio de funcionalidades que permitiram monitorar aplicações de repelentes, como também conteúdo esclarecedor sobre a doença.

Conheça o aplicativo Medisafe
O Medisafe foi lançado em maio de 2013, e desde então já conta com uma base de usuários de 2,8 milhões de pessoas que, juntas, tomam 330 milhões de doses corretamente desde que começaram a usar o aplicativo. 

14% dos usuários do aplicativo moram no Brasil, formando o maior contingente de usuários da América Latina; seguidos pelo México (4%).   

O Medisafe foi criado por dois irmãos a partir de um drama pessoal: o pai deles tomou por engano uma dose extra de insulina por não ter lembrado que já havia tomado a dose diária. Isso quase lhe custou a vida. Eles perceberam que isso era um problema bastante comum e muito custoso, e então passaram a trabalhar em formas de desenvolver uma tecnologia que ajudasse as pessoas a enfrentarem este desafio.  

O Medisafe personaliza a experiência de cada indivíduo, levando em consideração cada situação – por exemplo, medicamentos, condições médicas –, usando uma combinação de alertas, informações, dicas motivacionais, suporte, descontos e outras ferramentas. 

Sobre o Medisafe
O Medisafe é uma plataforma de gestão personalizada de medicamentos, que ajuda os pacientes a controlarem as doses, horários e a monitorarem seus tratamentos. O aplicativo é mais do que o organizador de pílulas, pois ajuda a gerenciar agendas complicadas de horários para a tomada de medicamentos, permite que mais pessoas sejam informadas e possam monitorar pacientes, além de enviar conteúdos específicos para condições especiais. O  Medisafe tem cerca de 3 milhões de usuários que gerenciaram mais de 330 milhões de doses de medicamentos através de seus smartphones iOs ou Android, bem como tablets. O aplicativo conta ainda com mais de 110 mil comentários de usuários, com uma média de 4,5 a 5 estrelas no iTunes e no Google Play.  

sexta-feira, 15 de abril de 2016

O chip que fez um tetraplégico tocar guitarra

15/04 - G1 / BBC


Uma cirurgia para implante de um chip no cérebro fez um homem paraplégico mover os dedos pela primeira vez desde a paralisa.

Ian Burkhart, de 24 anos, é tetraplégico há quase seis, por causa de um acidente durante um mergulho que atingiu sua coluna vertebral. A lesão afetou os movimentos dos braços na parte inferior aos cotovelos e as pernas.


ONG leva unidades móveis de saúde a Congresso, por meio de óculos de realidade virtual

15/04 - CIES Global


CIES Global, organização que presta atendimentos médicos especializados, participa do 30º Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo.

Nos últimos três dias, entre 13 e 15 de abril de 2016, a organização não governamental CIES Global, participa de congresso de saúde, apresentando suas unidades móveis, como a Carreta da Saúde, usando óculos que simulam o visitante estar dentro dos consultórios itinerantes, em 360 graus. O CIES, atende, diariamente, na cidade de São Paulo, 3 mil pessoas que estão na fila de espera do SUS (Sistema Único de Saúde), em especialidades médicas como ultrassonografia, ecocardiografia, endoscopia, colonoscopia, além de cirurgias de varizes por laser, catarata e pterígio, entre outras.

Roberto Kikawa, médico fundador da organização, ressalta que o CIES tem termo de OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), ou seja, uma organização criada por iniciativa privada e que tem como prioridade facilitar o acesso dos pacientes aos atendimentos médicos. A parceria com a Secretária de Saúde Municipal de São Paulo, no programa Hora Certa Móvel, já existe há três anos e, segue em operação com unidades de atendimentos na zona Norte, Sul, Leste e Centro-Oeste da cidade. Já no sul do País, os atendimentos contínuos são feitos em Joinville, desde 2015 e vão até o final de 2016. O CIES está ainda em fase de globalização, iniciando suas operações na Colômbia, Paraguai, EUA e Índia.

“Ao longo dos últimos oito anos, nossa organização se carecterizou por extrema transparência administrativa, permitindo à Secretárias de Saúde diminuírem o tempo de espera por exames, consultas e cirurgias. Já empresas podem participar usando leis de incentivo, responsabilidade social ou doação”, explica Roberto. “Por isso a feira é tão importante, por colocar em contato iniciativas que auxiliam a sociedade com empresas que os apoiam para que realizem suas missões. Assim, governo, ONG/ OSCIP, empresas e sociedade civil viabilizam, juntos, ações fundamentais para resolver os gargalos da saúde do Brasil”, conclui Kikawa.

Considerado o maior centro médico sobre rodas do mundo, o CIES possui mais de 90 unidades móveis de atendimento, tendo atuado em 7 estados do Brasil e 32 municípios, para os mais diversos tipos de ações e localidades. Leva mobilidade estrutural qualificada de alta tecnologia e praticidade. Todas as unidades são climatizadas e equipadas com aparelhos de diagnóstico de alta eficácia e grande tecnologia. “Dispomos de uma equipe de profissionais gabaritados para atender as especialidades médicas oferecidas, levando carinho, segurança e saúde aos pacientes. Tudo com aprovação dos órgãos reguladores de saúde, como a ANVISA e sociedades médicas”, ressalta Roberto Kikawa.

Sobre o CIES Global
Criado em 2008, o CIES Global(Centro de Integração de Educação e Saúde) é um Projeto inovador de saúde integrada à educação, destinado à população de alta vulnerabilidade social com um método inovador pela gestão compartilhada, que envolve e mobiliza governo, empresas, sociedade civil e comunidades que já atendeu mais de 1 milhão de pessoas. Os atendimentos são autossustentáveis e baseados na tabela do SUS.  Para realizar os atendimentos à população, desenvolveu unidades móveis de atendimento médico adaptáveis a diversas situações e localidades: Carretas da Saúde, Vans da Saúde, Boxes da Saúde e Ônibus Visão de Futuro. Foi vencedor do Prêmio Empreendedor Social da Folha de São Paulo e Fundação Schwab além de outros prêmios como Dom (do grupo Fleury) em 2013, Dr. Cidadão (da Associação Paulista de Medicina) e Cidadão Sustentável em 2012 e Empreendedor Social Ernst Young Terco em 2011.  www.ciesglobal.org

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Por que os hospitais são o novo alvo dos hackers?

11/04 - Cisco do Brasil


Grupo de Segurança da Informação da Cisco, o Talos, identifica variante de ransomware - espécie de vírus que sequestra dados - especialmente voltado para a área da Saúde

Os hospitais se tornaram o novo alvo dos hackers. O grupo de Inteligência de Segurança da Informação da Cisco, Talos identificou uma variante de ransomware - uma espécie de vírus que sequestra dados - especialmente voltado para a área da Saúde. Os hackers fizeram várias vítimas nos EUA no último mês (como o Centro Médico Presbiteriano de Hollywood e o Hospital Metodista de Kentucky) e há indícios de que a ameaça já chegou ao Brasil.

Ao que tudo indica, essa variante (chamada de “Samsam”) se infiltra nos servidores através das redes e criptografa toda a base de dados dos hospitais, incluindo prontuários de pacientes, lista de visitantes, etc. Para descriptografar os dados é preciso uma chave, liberada pelos hackers mediante um pagamento (que gira em torno de milhares de dólares).

Mas por que atacar justamente hospitais?
O ransomware é o modelo mais utilizado pelos criminosos - e com sucesso, já que muitas empresas não têm outra saída a não ser pagar para ter seus dados de volta. Segundo o Relatório Anual de Segurança da Cisco, essa forma de ataque movimenta em média US$ 34 milhões por ano, tornando-a um negócio lucrativo. O que os hackers agora perceberam é que eles podem lucrar ainda mais ao apontar seus “canhões” para o setor da Saúde.

“Os hospitais têm uma base de dados valiosa, com prontuários de pacientes, histórico de doenças e medicamentos, etc. Sem esses dados, eles não podem agendar consultas, realizar procedimentos médicos ou atender urgências”, afirma Fernando Zamai, Engenheiro Consultor de Segurança da Cisco. Ou seja: sem sua base de dados, os hospitais praticamente param. E os hackers perceberam que eles estão mais dispostos a pagar pelo resgate desses dados – e a pagar altos valores.

Além disso, esses ataques afetam as redes dos hospitais, que dependem delas para se comunicar. Os hospitais também guardam informações pessoais de seus clientes e podem ser penalizados por entidades de classe caso os dados vazem. Por fim, o próprio setor da Saúde não costuma investir pesado em Segurança para a infraestrutura (como o setor financeiro, por exemplo), o que o torna um alvo mais atraente para os criminosos.

Como este vírus se infiltra na infraestrutura?
Segundo Fernando Zamai, existem várias formas de executar o ataque incluindo o roubo das credencias administrativas de terceirizados, para daí então se infiltrar nas redes. Além disso, o ambiente hospitalar concentra uma grande movimentação de pessoas facilitando que alguém não autorizado tenha acesso direto a uma porta aberta (um switch ou um roteador desprotegido), conectando um laptop e executando o arquivo contendo o malware”, afirma o especialista.

Essa variante de ransomware não tem um vetor de ataque focado no usuário, como o fishing (e-mail com arquivo suspeito que procura “fisgar” o destinatário). O “Samsam” ao entra na infraestrutura se comunica com a rede de comando e controle do hacker que se escondem na Internet usando técnicas avançadas como a criação dinâmica e aleatória de domínios e também movimentam-se lateralmente pela infraestrutura comprometida buscando outros pontos de infecção. Quando a equipe de TI do hospital percebe, a ameaça já infectou diversas máquinas e criptografou os dados sensíveis.


Qual é o prejuízo para os hospitais?
No caso do Centro Médico Presbiteriano de Hollywood, os diretores preferiram o meio mais rápido de resolver o problema, pagando US$ 17 mil (cerca R$ 68 mil) para reaver os dados. Já o Hospital Metodista de Kentucky se recusou a pagar e usou cópias de backup, demorando cinco dias para voltar a operar (parcialmente). O pagamento é feito em “Bitcoins”, uma moeda digital que torna impossível saber quem são os verdadeiros autores do ataque.

No Brasil, um ataque de ransomware a hospitais poderia ser catastrófico. Segundo outro estudo recente da Cisco, as empresas brasileiras usam menos sistemas de defesa do que empresas de outros países, estando também atrasadas na adoção de políticas padronizadas como a ISSO 27001. O corte geral nos orçamentos de TI dos últimos anos também pode deixar os hospitais ainda mais vulneráveis aos ataques dos hackers.

Qual é vacina para esse ataque?
Fernando Zamai, engenheiro de segurança da Cisco do Brasil, afirma que, como as ameaças hoje são amplas e dinâmicas, a Segurança de TI também deve ser ampla e dinâmica. “A nova variante de ransomware pode entrar por várias brechas e adquirir vários formatos, o que requer sistemas de Segurança em toda a infraestrutura”, explica o especialista. Ou seja: já não basta ter um firewall e um antivírus para proteger as redes - é melhor saber o que passa por elas e monitorar o tráfego de dados.

Uma das soluções é analisar as requisições de resolução de nome (como o OpenDNS), que identifica o ransomware no momento em que ele tenta se comunicar com o servidor de comando e controle do hacker e bloqueia sua atividade. A adoção do serviço é simples e rápida, totalmente na nuvem e existem pacotes de proteção gratuitos. Outra solução é adotar equipamentos capazes de reconhecer automaticamente os usuários e seus dispositivos, permitindo o acesso de acordo com perfis e políticas previamente estabelecidas.

Um item obrigatório aos administradores de TI é a pratica de realizar backup dos dados e de forma frequente. Ter um backup integral e constante do banco de dados pode evitar que os hospitais, que dependem das informações, tenham de pagar o resgate no caso de um ataque de ransomware. Porém, Zamai lembra que isso pode não ser suficiente: “as novas ameaças podem danificar até mesmo cópias guardadas em diversos lugares”.

Sobre a Cisco
A Cisco (NASDAQ: CSCO) é líder mundial em Tecnologia da Informação, que ajuda empresas a aproveitarem as oportunidades do amanhã, demonstrando que coisas surpreendentes acontecem quando se conecta o que antes estava desconectado. Para informações sobre a Cisco, acesse http://www.cisco.com.br. Para notícias sobre Brasil, acesse: http://americas.thecisconetwork.com/site/index/lang/pt/.

terça-feira, 22 de março de 2016

Portal mapeia ocorrências do Aedes aegypti no País

21/03 - Radar Aedes


O Radar Aedes monitora as redes sociais e traça um panorama da presença do mosquito que transmite dengue, zika e chikungunya. Objetivo é ser um hub de informações para ajudar no combate ao inseto

Os últimos surtos de dengue, zika e chikungunya no Brasil aumentaram ainda mais a preocupação das pessoas e os cuidados em relação ao Aedes aegypti, mosquito que transmite essas doenças. Pensando nisso, a PromonLogicalis, provedora de serviços e soluções de tecnologia da informação e comunicações na América Latina, desenvolveu o Radar Aedes, um portal que reúne informações geolocalizadas sobre as ocorrências do mosquito em todo o País com o apoio da população. O objetivo é ser um hub de informações sobre o tema e, desta forma, ajudar no combate ao inseto.

Para formar a base de dados, a companhia monitora redes sociais em busca de informações postadas sobre o mosquito e as doenças. Em uma segunda etapa, irá também integrar, por meio de APIs, informações de aplicativos de terceiros desenvolvidos com o mesmo fim. Todas as menções relacionadas ao mosquito são apresentadas em um mapa online, facilitando assim, a visualização das ocorrências.

Qualquer um pode compartilhar informações, basta ativar a localização do GPS do seu dispositivo móvel e publicar dados e fotos sobre contaminações, ocorrências do mosquito e potenciais locais de reprodução com a hashtag #RadarAedes no Twitter. É importante que o post seja público.

É possível, ainda, ajudar via WhatsApp. O usuário deve enviar a palavra “Menu” para o número (31) 97155-6310 e selecionar a opção que mais se aproxima da informação que ele deseja compartilhar – sejam focos de reprodução, casos de doença ou visualização do mosquito. Em cada caso, ele receberá instruções de como proceder.

“Acreditamos que a análise dos dados disponíveis pode auxiliar na identificação das regiões mais afetadas e, com isso, ajudar a priorizar ações públicas de saneamento e combate ao mosquito. Por isso, contamos com a ajuda de todos para formar o maior banco de dados possível contra o Aedes aegypti”, afirma Fabio Hashimoto, diretor de tecnologia da PromonLogicalis e responsável pelo projeto.

A base de dados completa pode ser acessada em www.radaraedes.com.br.

Parcerias
Para aperfeiçoar cada vez mais a plataforma, a PromonLogicalis tem firmado alianças com empresas de diversos setores. Além da TerraVision, responsável pela captação de dados via WhatsApp, o Radar Aedes em breve passará a contar com informações da Climatempo. O portal de meteorologia desenvolveu um índice de probabilidade de ocorrência do mosquito, com base na previsão do tempo e dados históricos, que está sendo integrado à ferramenta, a fim de ajudar na prevenção de criadouros.

Há também o apoio do Grupo Assa, empresa de consultoria e outsourcing de serviços, que disponibilizou recursos para ajudar em todo o processo de desenvolvimento das plataformas envolvidas no projeto. A companhia ajudará, ainda, a realizar um plano de comunicação, com o dever de estender a campanha a seus clientes e parceiros. Finalmente, a ENOX On-Life participará do projeto ao divulga-lo por meio de sua plataforma de autenticação wi-fi distribuída em sua rede de estabelecimentos credenciados.

As empresas que quiserem fazer parte dessa causa podem entrar em contato pelo e-mail queroapoiar@radaraedes.com.br. Quanto mais pessoas e organizações se envolverem no projeto, melhor direcionado serão os esforços de combate ao mosquito.

terça-feira, 15 de março de 2016

Prêmio nacional distribui R$ 75 mil para pesquisas sobre energia e saneamento

15/03 - Sanepar


Sanepar quer estimular a busca por soluções sustentáveis para o principal insumo do setor: a energia elétrica

Estudantes de graduação, especialização, mestrado ou doutorado que tenham desenvolvido pesquisa sobre eficiência energética no saneamento podem concorrer aos R$ 75 mil do Prêmio Sanepar de Tecnologias Sustentáveis (PSTS). As inscrições vão até 15 de junho e devem ser feitas pelo site: http://premio.sanepar.com.br

Serão premiados os seis melhores trabalhos acadêmicos com valores em dinheiro e com a publicação de um livro, previsto para ser lançado em 2017. O Prêmio está em sua primeira edição e é promovido pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Segundo o presidente da Sanepar, Mounir Chaowiche, a empresa pretende estimular a pesquisa na área e encontrar soluções sustentáveis para a conservação, a racionalização e a produção de energia, um dos principais insumos do setor de saneamento.

“De modo geral, todas as empresas de saneamento possuem instalações que demandam alto consumo de energia, o que gera muitos custos. Portanto, esse prêmio, que busca soluções sustentáveis para a relação energia e saneamento pode ajudar todo o setor”, diz Chaowiche. Ele informou que a Sanepar, com cerca de 11 milhões de clientes, consumiu 682,9 gigawatts-hora (GWh) de energia elétrica em 2014 a um custo de R$ 206 milhões. Em 2015, o consumo de energia foi de 676,7 GWh, mas a Sanepar pagou R$ 390,8 milhões, 89% a mais do que no ano anterior.

O diretor de Meio Ambiente da Sanepar, Glauco Requião, explica que a discussão atual sobre a questão enérgica se deve às incertezas sobre sua disponibilidade e devido aos significativos aumentos tarifários. “É imprescindível pensar em ações que reduzam impactos ambientais, que minimizem emissões de gases de efeito estufa e que permitam um uso mais inteligente dos recursos financeiros pelas companhias de saneamento”, explica.

PRÊMIO – As inscrições estão abertas em duas categorias: uma para graduação e especialização e outra para alunos de mestrado e doutorado. Os resultados finais serão conhecidos em 23 de janeiro de 2017, quando a Sanepar comemora 54 anos de fundação.

quarta-feira, 2 de março de 2016

A tecnologia está ajudando a combater o Zika

02/03 - Medisafe

A atual epidemia de Zika que se alastra a cada dia pelo mundo, vem despertando nas empresas de inovação a vontade de ajudar a facilitar o controle e a diminuição da ameaça de epidemias.

Não é por acaso que o time de desenvolvimento do HealthMap teve um papel fundamental no monitoramento do vírus Ebola quando começou a mapear todos os eventos relacionados ao vírus e com isso, pode ver graficamente fatos que não eram visíveis antes com tal facilidade. O mapa ampliou sua audiência de forma nunca imaginada por seus criadores, dada a enorme relevância da informação que ele passou a disponibilizar. 

Outro caso é o Google, que em 2009 investiu em uma spin-off chamada Google Flu Trends e passou a seguir as pesquisas relacionadas à gripe ou palavras correlatas para passar informações às autoridades sanitárias sobre potenciais epidemias. Isto porque o buscador percebeu que antes de consultar um médico, as pessoas consultam o Google para saber mais sobre seus sintomas, checar informações.

No caso do  Zika, que tem se espalhado de maneira assustadora no Brasil, já surgiram alguns aplicativos que procuram facilitar a vida das pessoas e ajudar no combate às doenças. 

Um deles é o AntiZika - um aplicativo que ajuda a mapear os focos do mosquito Aedes Aegypti. Ele uniu a possibilidade fotografar focos do mosquito que são georeferenciados e assim ir formando um banco de dados que pode ser acessado pelos agentes de saúde para que o combate seja mais eficaz.Toda vez que uma pessoa colabora com o AntiZika, ela ganha um ponto que o aplicativo usa para posicionar a pessoa em um raking dos maiores colaboradores do mapeamento de focos de larvas do mosquito Aedes Aegypti.

O Medisafe, que já conta com cerca de 300 mil usuários no Brasil, adaptou algumas de suas funcionalidades para poder ajudar as pessoas a se prevenirem contra o mosquito. Usando este aplicativo, a pessoa é alertada regularmente sobre o horário de passar o repelente que escolheu seguindo as instruções de uso de cada um. A funcionalidade está disponível para usuários no mundo inteiro em inglês e só o Brasil conta com esta facilidade na língua local. 

Sobre o Medisafe
Medisafe é uma plataforma em nuvem líder na gestão dos medicamentos, ajudando os pacientes a controlar doses, horários e a monitorar seu tratamento. O aplicativo é mais do que o organizador de pílulas, pois ajuda a gerenciar agendas complicadas de horários para a tomada de medicamentos, permite que mais pessoas sejam informadas e possam monitorar pacientes, além de enviar conteúdos específicos para condições especiais. O Medisafe tem cerca de 2,6 milhões de usuários que gerenciaram mais de 250 milhões de doses de medicamentos através de seus smartphones iOs ou Android, bem como tablets. O aplicativo conta ainda com mais de 90 mil comentários de usuários, com uma média de 4,5 a 5 estrelas no iTunes e no Google Play. 

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Uso excessivo de celulares e computadores pode ser fobia

25/02 - FASM


Uso excessivo de celulares e computadores pode ser fobia. Saiba se você é um nomofóbico.

A crescente utilização da internet por meio de dispositivos móveis, intensificados pela facilidade, dinamicidade e praticidade na aquisição e disseminação de informaçōes, compartilhamento de dados, realização de operações financeiras, compra de produtos, serviços e outros, se faz cada vez mais presente na vida cotidiana.

Introjetados na sociedade contemporânea, os celulares, smartphones e computadores tornaram-se “necessários” na sociedade, que até em alguns casos podem ser comparados a ingestão de alimentos.

Conforme dados da consultoria IDC Brasil, estima-se que, neste ano, mais de 30% das operações financeiras sejam realizadas por meio de soluções móveis, aplicativos que possibilitam a realização de pagamentos e diversos serviços bancários, além da compra de presentes, dentre outras ações.

Conhecida como “Nomofobia”, a fobia ou medo de permanecer isolado e desconectado do mundo virtual é um dos grandes males da sociedade atual.

Os sintomas da abstinência do uso de aparatos tecnológicos e internet no convívio social é tão grave que em até alguns casos, podem ser comparados com a abstinência de drogas como álcool e o cigarro.

Para o professor e psicólogo da Faculdade Santa Marcelina (FASM), Breno Rosostolato, é necessário e urgente discutir com profundidade o problema da dependência desses aparelhos, uma vez que o uso desses dispositivos fazem parte de um fenômeno social cada vez mais comum e rotineiro na relação das pessoas com a informatização.

O perigo é tão iminente que algumas correntes psicológicas cogitam que o vício do uso de dispositivos móveis e da internet podem ter uma correlação com a Síndrome do Pânico. “A pessoa acometida pela síndrome não consegue sair de casa sem o aparelho, com medo de passar mal na rua e não ter um contato imediato para ajuda. Convence-se que o aparelho é imprescindível e indispensável para se sentir segura” – alerta.

De acordo com Rosostolato, embora o uso da tecnologia seja importante e essencial na contemporaneidade, fundamental é entender o cerne da questão, que pode estar associada ao prazer.

“O uso indiscriminado e demasiado de aparelhos conectados a internet pode estar associado a banalização do prazer, que em algum momento, irá causar problemas e dificuldade na vida da pessoa viciada”.

O especialista ainda destaca que se o indivíduo não têm controle de suas ações, acessa a internet constantemente, verifica mensagens, e-mails, redes sociais e outras funções com frequência, chega atrasado em compromissos, não realiza as refeições em horários habituais, perdendo o controle dos próprios horários, ou mesmo não conclui atividades simples do dia a dia devido ao uso do celular, talvez sejam indícios e alertas de dependência, pois conforme explica, o vício é ritualístico, ou seja, a pessoa está condicionada a usar o aparelho para sentir-se bem, fazendo da ação uma rotina e um hábito.

“A repetição desse comportamento transforma-se em um movimento automático, concretizando e sedimentando o estado de dependência”, afirma.

Em consequência da preocupante situação, o psicólogo salienta que é imprescindível que as pessoas e familiares que percebam algum indício de Nomofobia em um indivíduo, procurem atendimento clínico profissional, a fim de não comprometer seu cotidiano e os relacionamentos sociais. 

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

App encontra lugares com comida saudável

23/02 - App Comidável / George Wilson dos Santos Sturaro 


Comidável foi idealizado por casal que tinha dificuldade para encontrar lugares com opções saudáveis em Curitiba

Motivados pela dificuldade em encontrar estabelecimentos que servissem comida saudável, o ex-professor e agora empreendedor George Wilson dos Santos Sturaro e a gestora Thais Scharfenberg decidiram criar um aplicativo para celular e tablete que pudesse facilitar a vida de pessoas que, assim como eles, buscam uma alimentação mais saudável. “Tínhamos dificuldade tanto no dia a dia quanto durante viagens. Em conversas com amigos e colegas de trabalho, constatamos que eles tinham o mesmo problema. Daí surgiu a ideia do Comidável. Rabiscamos o primeiro esboço do app há pouco mais de um ano”, conta George.

O casal, então, buscou profissionais especializados para desenvolver a ideia e chegaram no aplicativo, que acaba de ser lançado nas plataformas App Store e Google Play Store. O app, que é gratuito, é o primeiro no país que contempla as principais necessidades e preferências dos adeptos da alimentação saudável e de quem precisa seguir uma dieta especial. “Não existe nenhum outro app que junte diversos serviços, como busca de restaurantes, feiras e delivery orgânico”, conta Thais.

Desenvolvido para ser facilmente utilizado, com apenas um clique é possível ter acesso às diversas categorias de estabelecimentos: restaurantes, cafés, lojas ou delivery de refeições. A seguir, você informa a subcategoria: fitness, funcionais, leves, naturais, orgânicos, sem açúcar, sem glúten, sem lactose, veganos ou vegetarianos. Com base nessas informações, o Comidável gera uma lista de opções, exibidas por ordem de proximidade. “Clicando num dos estabelecimentos da lista, você acessa uma página com informações detalhadas: localização no mapa, dias e horários de funcionamento, faixa de preço, modo de pagamento etc. E, ao clicar no mapa, o app abre o Google Maps e insere automaticamente o endereço do estabelecimento escolhido”, explica George.

O aplicativo, que também permite a busca por feiras e serviços de delivery de alimentos orgânicos, já começou a cadastrar estabelecimentos de Curitiba e deve, em breve, estar disponível em São Paulo, no Rio de Janeiro e em outras capitais e grandes cidades. “Em menos de um mês, já estamos com mais de 60 estabelecimentos cadastrados, entre restaurantes, cafés, lojas, serviços de delivery e feiras. Até o final de março a ideia é termos em torno de 100 apenas em Curitiba. 

Os estabelecimentos que quiserem cadastrar-se no aplicativo devem entram em contato pelo site (www.comidavel.com.br) ou pela página no Facebook (www.facebook.com/comidavel).

O aplicativo pode ser baixado gratuitamente na App Store e na Google Play Store. 

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Cirurgião cria "Uber" de consultas médicas em Brasília

19/02 - G1


Um cirurgião do Distrito Federal criou um aplicativo de celular para consultas médicas semelhante ao Uber. Por valores entre R$ 200 e R$ 400, o usuário do "Dokter" aciona um clínico geral ou pediatra. Cerca de 2 mil clientes já estão cadastrados para usar o serviço. Atualmente, há 30 médicos disponíveis para atendimento online.

O serviço funciona 24 horas por dia, em todos os dias da semana. O usuário aponta a localização e chama o profissional. O aplicativo aciona o médico mais próximo para o atendimento, que chega em no máximo uma hora.


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Cientistas criam orelha e mandíbula para implante em impressora 3D

17/02 - G1


Um grupo de cientistas criou uma impressora 3D para fabricar estruturas de cartilagem, osso e músculo destinadas a transplantes.

O grupo, que já conseguiu produzir uma orelha com o novo material, está testando a técnica em animais de laboratório, e espera conseguir empregá-la em humanos no futuro. Os resultados preliminares foram descritos estudo publicado nesta segunda-feira (15) pela revista “Nature Biotechnology”.


sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Estudante cria robô para medir nível de CO2 em lugares perigosos

28/01 - G1 / Helton Simões Gomes


Um estudante de Vitória, no Espírito Santo, levou à Campus Party um robô criado para entrar em grandes tubulações e medir os níveis de gás carbônico, um trabalho perigoso exercido atualmente por seres humanos.

O técnico em eletrônica Bruno Becalli, de 32 anos, voltou para as cadeiras universitária para estudar engenharia elétrica.


segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Serrana, SP, usa drone para mapear focos de Aedes em imóveis fechados

25/01 - G1


A Vigilância Sanitária de Serrana (SP) começou a usar um drone para realizar o mapeamento de focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, do zika vírus e da chikungunya. O objetivo é facilitar a fiscalização em imóveis fechados e também naqueles em que os moradores impedem a entrada de agentes.

O diretor da pasta, Guilherme Montanari, afirma que está aplicado multas aos donos de locais flagrados com potenciais criadouros ou reincidentes. Entre eles está uma unidade desativada dos Correios, que possui focos de Aedes. A empresa foi multada em R$ 23 mil, mas ainda pode recorrer.


quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Paraense cria jogo on-line que ensina a combater mosquito da dengue

20/01 - G1


Um estudante paraense de 21 anos desenvolveu um jogo on-line que ensina crianças e jovens a combater o mosquito Aedes aegypti de forma divertida. Renan Felipe Souza faz o curso de técnico em informática no Instituto Federal de Educação do Pará (IFPA) em Altamira, no sudoeste do Pará, município que aparece nas estatísticas do Ministério da Saúde (MS) como o terceiro do estado com maior número de casos de dengue confirmados no ano passado, quando foram registradas 256 ocorrências da doença.

"Tentei trazer um divertimento e um aprendizado, e não ficar preso somente no educativo, mas sim no lúdico, unindo ao educativo. Com certeza a criança vai ver o jogo, vai recolher uma garrafa ali e vai chegar dizendo "Olha, pai, uma garrafa, que deve ter um foco de dengue ali"", detalha.


terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Pacemaker RX: Aplicativo gratuito para smartphones, iPads e tablets

08/12 - Bruno Valdigem


O aplicativo possui uma interface entre o dispositivo e o médico que assiste o portador de marca-passo.

Criado pelo cardiologista Bruno Valdigem, doutor em cardiologia pela Universidade Federal de São Paulo/Escola Paulista de Medicina e com título de especialista em cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o Pacemaker RX é essencial para médicos que atuam em pronto-socorro ou que cuidam de pacientes com marca-passo. O aplicativo permite ao usuário saber a empresa fabricante de um marca-passo apenas por uma imagem de RX, com perguntas simples e práticas, através do sistema Xray ID (identificação de Raio X).

O Pacemaker RX possui uma ampla galeria com os modelos mais utilizados no mercado para comparar e aperfeiçoar a identificação. Com isso, o médico é capaz de encurtar o tempo entre a chegada do paciente e a identificação do aparelho, ganhando minutos vitais.

Integrado ao sistema Pace Translator, decodifica as nomenclaturas de funções básicas de um marca-passo, que são complexas e variam de fabricante para fabricante, para uma linguagem simples e usual, ideal no auxílio aos médicos que não possuem grandes conhecimentos em eletrofisiologia.

O Pacemaker RX é híbrido (on e off line), porém funciona totalmente offline: as informações se encontram dentro do aplicativo, sem necessidade de conexão a nenhum servidor, o que possibilita muito mais praticidade ao usuário.

O App Pacemaker RX pode ser baixado, gratuitamente, em smartphones (iOS e Android) e em iPads e tablets. Na versão iOS, está disponível em inglês e português.

Confira os dados e baixe o App Pacemaker RX:

Dr. Bruno Valdigem é doutor em cardiologia pela Universidade Federal de São Paulo/Escola Paulista de Medicina, tem título de especialista em cardiologia pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. Habilitado pelo departamento de estimulação cardíaca artificial da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular (SBCCV) e membro atuante na Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC). Site: http://brunovaldigem.com.br

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Após 4 meses de "detox da web", estudante de Suzano lança livro

07/12 - G1 / Douglas Pires


O livro "146 dias sem ela" tem 178 páginas distribuídas em 17 capítulos. Lá consta o relato do estudante de jornalismo Rômulo Cabrera, de 25 anos, que ficou mais de quatro meses sem se conectar à internet, longe das redes sociais e telefone celular. "Muita coisa mudou na minha vida. As pessoas passaram a se interessar mais por essa história. Nunca imaginei que minha 'loucura' fosse aguçar o interesse das pessoas", define o estudante de jornalismo.

Durante o tempo em que ficou desconectado, o jovem voltou a utilizar meios antigos de comunicação como telefones públicos e envio de cartas pelo correio.


segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Com impressora 3D em casa e R$ 10, brasiliense faz próteses para crianças

30/11 - G1 / Raquel Morais


Diretor de uma imobiliária online, um cientista da computação de Brasília decidiu sair da zona de conforto e integrar um projeto social para ajudar crianças amputadas por meio da confecção de próteses com impressora 3D. Aparelhos que custariam R$ 3 mil em lojas saem a R$ 10. O material usado é o plástico ABS – o mesmo de capacetes de escaladores –, e o tempo de produção é de 22 horas. Ele não tem intenção de comercializar as peças, que ainda estão em fase de testes. 

Marcos Roberto Oliveira conta que instalou a impressora 3D no escritório que tem em casa para desenvolver peças para veículos elétricos, como skates e bicicletas, em um projeto que desenvolve com o primo. Pesquisando na internet mais utilidades para o equipamento, se emocionou ao achar o vídeo de uma criança que havia ganhado uma prótese.


terça-feira, 24 de novembro de 2015

Level Up e o Hospital do GRAACC se unem para combater e vencer o câncer infantil

24/11 - Level Up


Jogadores poderão aumentar a causa ao adquirir itens dentro de SMITE, ajudando a tornar a entrada de 2016 mais feliz para milhares de crianças brasileiras com câncer

Referência no tratamento e pesquisa do câncer infanto-juvenil na América Latina, o GRAACC - Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer é uma organização sem fins lucrativos que nasceu com a missão Garantir a crianças e adolescentes com câncer, dentro do mais avançado padrão científico, o direito de alcançar todas as chances de cura com qualidade de vida. Atualmente, a instituição alcança índices de cura de cerca de 70%, semelhante ao de países desenvolvidos, como os Estados Unidos, por exemplo.

Para tornar o ano novo das mais de 3 mil crianças e adolescentes atendidos pelo GRAACC mais feliz, a Level Up, referência em jogos online no Brasil, começa hoje uma campanha que permitirá aos fãs de SMITE a contribuírem com um fundo de auxílio destinado ao Hospital. O valor será destinado a manter as mais de 26 mil consultas, 1,6 mil cirurgias, 37 transplantes de medula óssea e 11 mil sessões de quimioterapia que a organização realiza anualmente.

A iniciativa beneficente partiu da publicadora em meados de outubro. A Hi-Rez Studios, desenvolvedora do jogo, abraçou a causa e criou o Baú das Boas Festas. Este item dentro do jogo contém aparências exclusivas e especiais para diversos personagens, criadas sob o tema da infância e das alegrias de fim de ano. Para cada baú adquirido, a Level Up doará uma parte do valor arrecadado ao Hospital do GRAACC para combater e vencer o câncer infantil no Brasil.

Segundo Henrique Fajardo, gerente de SMITE na Level Up, esta é uma oportunidade única para os jogadores ajudarem a milhares de crianças a superar a doença, enquanto conquistam Aparências muito raras. “Alguns dos itens são exclusivos, justamente para incentivar os fãs a se juntarem a esta batalha tão nobre”, conclui.

Ao adquirir o baú, os jogadores recebem premiações de maneira aleatória. O baú, que custa 400 Gemas (a moeda eletrônica do jogo), já está à venda e ficará disponível até 04/01/16. O valor total será anunciado ainda em janeiro e o montante entregue ao Hospital do GRAACC em fevereiro de 2016.


Sobre o GRAACC
Referência no tratamento e pesquisa do câncer infanto-juvenil na América Latina, uma das mais respeitadas e bem-sucedidas ONGs do País, o GRAACC - Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer é uma organização sem fins lucrativos que nasceu com a missão Garantir a crianças e adolescentes com câncer, dentro do mais avançado padrão científico, o direito de alcançar todas as chances de cura com qualidade de vida. Atualmente, a instituição alcança índices de cura de cerca de 70%, semelhante ao de países desenvolvidos, como os Estados Unidos, por exemplo.

O GRAACC foi criado em 1991, atendendo em uma casa dentro do conceito hospital-dia, no qual os pacientes recebiam assistência e voltavam para as suas casas. Em 1998, a instituição fundou o Instituto de Oncologia Pediátrica - IOP, unidade administrada pelo GRAACC em parceria técnico-científica com a Unifesp - Universidade Federal de São Paulo. Localizado na Rua Botucatu, 743, com 11 andares em uma área de 4.200 m2, trata-se de um Centro de Referência no tratamento câncer infanto-juvenil, atendendo crianças e adolescentes de todo o Brasil - 40% deles vêm de fora.

Com o IOP, o GRAACC garante assistência de alto nível. Dos equipamentos à equipe médica, o paciente que passa pelo hospital do GRAACC tem à disposição a mais alta tecnologia e uma excelente infraestrutura. O hospital realiza, em média, mais de 24 mil consultas, 1.500 procedimentos cirúrgicos, 36 transplantes de medula e 10 mil sessões de quimioterapia. Com um orçamento de R$ 84 milhões anuais, atende, aproximadamente, 360 novos casos por ano. Mais de cinco mil crianças e adolescentes já foram assistidos pela instituição - especializada em casos de alta complexidade, como tumores do sistema nervoso central, tumores ósseos, leucemias e outras neoplasias que necessitam de transplante.

Expansão
Por estar no limite técnico de ocupação e com o objetivo de ser referência em ensino e pesquisa na América Latina, o GRAACC está ampliando as instalações de seu hospital. O pontapé inicial foi dado com a doação de um terreno de 4.191 m² pela Prefeitura de São Paulo. As obras para a ampliação do hospital do GRAACC começaram em outubro de 2011. Os investimentos estão estimados em R$ 100 milhões para erguer um complexo com cerca de 16 mil m² de área.

As obras acontecerão em diferentes fases, sendo que a primeira unidade, com seis andares e dois subsolos, já foi inaugurada no final de 2013. O complexo todo tem previsão de conclusão até 2015. Entre as diferentes formas de ajudar financeiramente o projeto de expansão do GRAACC está a captação de recursos por meio do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente - Fumcad (http://fumcad.prefeitura.sp.gov.br). O fundo permite a destinação de parte do imposto de renda de pessoas físicas e jurídicas para projetos que garantem os direitos fundamentais da população infanto-juvenil, como o GRAACC. Pessoas físicas podem destinar até 6% de seu imposto de renda devido e pessoas jurídicas até 1%.

Parte dos recursos para a construção da primeira fase de expansão do GRAACC já foram doados pelas seguintes empresas: (segue lista anexada) Revista Sorria, Editora Mol, Droga Raia, União Química, Bio Lab, Gearbulk, RedeCard, Bradesco, Santander, Colgate-Palmolive, Prefeitura Municipal de Barueri, Prefeitura Municipal de São Paulo, Grupo Orsa, Eurofarma, Mckinsey& Company, Credit Suisse Hedging-Griffo, Credit Suisse Hedging-Griffo Corretora, Banco Itaú, ABBOTT Laboratórios do Brasil, CSN, Atlas Schindler S/A, BPN Brasil, Central Nacional UNIMED, Suzano Papel e Celulose, Dormas Sistemas de Controles para Portas, Vogler Ingredientes, Lâmpadas Golden e Local Frios.

Parcerias
O sucesso do GRAACC se deve, sobretudo, às consistentes parcerias que estabeleceu ao longo dos anos: com a Unifesp-Escola Paulista de Medicina, que dá o suporte técnico e científico e garante o conhecimento, ensino e pesquisa; os empresários, que participam da gestão e do financiamento; a sociedade civil (milhares de pessoas fazem doações para o GRAACC mensalmente) e os voluntários - 400 que atuam em 18 setores e mais de três mil voluntários que trabalham em eventos pontuais de mobilização para a causa e captação de recursos financeiros.  A gestão eficiente rendeu a certificação de qualidade de seu voluntariado, ISO 9001, entregue recentemente pelo ABS Quality Evaluation - QE, um dos líderes mundiais em certificação. Anualmente, o GRAACC é auditado pela KPMG.

Pesquisas
A instituição tornou-se referência em ensino e no desenvolvimento de pesquisas clínicas, cirúrgicas e biológicas do câncer infantil, sempre com o objetivo de aumentar o índice de cura e contando com o suporte técnico/científico da Unifesp - Escola Paulista de Medicina. De olho no conceito do futuro, que será a medicina individualizada, os dirigentes do GRAACC têm relações estreitas e permanentes com o hospital internacional St. Jude (wwwstjude.org), em Memphis, nos Estados Unidos, reconhecido por suas descobertas na área. O St. Jude compartilha com a comunidade científica e médica do GRAACC seus avanços em pesquisas de novos medicamentos e métodos laboratoriais.

A instituição realiza estudos clínicos, biológicos e genéticos, com parceiros nacionais e internacionais. A equipe da área é composta por médicos, monitores, coordenadores e estagiários. O objetivo é que as pesquisas dêem acesso precoce a terapias inovadoras e possibilitem melhorar ainda mais o atendimento, tornando-se importante benefício para o tratamento do câncer infantil.

O GRAACC tem um banco de dados com pacientes sobre pesquisas e descobertas do osteossarcoma (um tipo de tumor ósseo), responsável por 7% dos casos de câncer infantil. Reconhecido pelo seu trabalho na evolução do tratamento do osteossarcoma, o GRAACC recebeu o Prêmio Saúde 2006 e 2010, categoria Saúde da Criança e Instituição do Ano, da Revista Saúde. Pelo trabalho de pesquisa sobre craniofaringioma, um tumor no cérebro, recebeu o prêmio A.J. Raimondi ISPN, da International Society of Pediatric Neurosurgery, Inglaterra, em 2007. Em 2008 e 2010, foi reconhecido com o maior prêmio em oncologia pediátrica do País, o  Rhomes Aur.

Tratamento integral
O GRAACC tem uma equipe multidisciplinar que une esforços para aprimorar continuamente os serviços prestados aos pacientes e familiares, humanizando o atendimento hospitalar e oferecendo tratamento integral, como forma de manter a adesão ao tratamento e minimizar os efeitos tardios da doença. Dentro do suporte oferecido, estão: apoio psicológico, de assistência social e de serviço social.

Constatada a doença, o primeiro atendimento que a família do paciente recebe é do serviço social do GRAACC, que esclarece todos os direitos do paciente (transporte público gratuito, resgate do fundo de garantia, entre outros). Esse serviço desenvolve, por meio de uma equipe multidisciplinar, projetos que trazem benefícios a seus pacientes: Clínica da Dor, acompanhamento constante da dor durante o tratamento; Projeto Perna Amiga, junto com empresas parceiras, faz doações de próteses; e Projeto Profissionalizante, de encaminhamento profissional dos ex-pacientes, entre outros.

Uma vez que 40% dos pacientes atendidos residem no interior paulista ou em outros Estados, o GRAACC oferece acomodação em Casa de Apoio - a Casa Ronald McDonald São Paulo, uma área de 2.200 m2 de área construída e 30 apartamentos, sendo cada um exclusivo para o paciente e seu acompanhante, salas de estar, cozinha equipada, lavanderia e jardins, garantindo assim conforto e qualidade de vida.

O GRAACC inovou, ainda, com o projeto Escola Móvel que, desde 2000, tem trazido até seus pacientes um ensino de qualidade, por meio de professores qualificados, seguindo a grade curricular da escola de origem da criança, para garantir que não fique defasada em relação aos colegas da mesma turma e idade que freqüentam aulas fora do hospital. Neste período, já foram atendidas pelo projeto mais de 25 mil crianças e adolescentes da educação básica e da educação infantil, com idades entre 4 e 23 anos. Ao todo o grupo tem 12 professores e dois coordenadores, entre profissionais das áreas de português, matemática, história, pedagogia, entre outras.

Outro projeto do GRAACC é a Formação e Intervenção de Aprimorando em Pedagogia Hospitalar, que tem o objetivo de formar professores especializados em pedagogia hospitalar para atuar em classes hospitalares dentro da rede pública ou em projetos de hospitais. Esse treinamento e capacitação profissional buscam multiplicar conhecimento e promover impacto na assistência à saúde do País.

Pós-tratamento
Também dentro da filosofia de tratamento integral, o GRAACC criou a Clínica Multiprofissional de Atendimento aos Pacientes Fora de Tratamento - CForT, que dá apoio aos pacientes (fora de tratamento há no mínimo 2 anos). A CForT tem caráter multidisciplinar e envolve as áreas de enfermagem, médica, nutrição, fonoaudiologia, fisioterapia, psicologia, assistência social e educação.

Após o tratamento, quando o paciente volta ao hospital para exames de rotina, ele passa por essas áreas, recebendo atendimento completo, com o intuito de prevenir efeitos tardios, sejam eles físicos ou emocionais. O projeto é sustentado por três pilares: reinserção do paciente à sociedade, trabalho emocional com as famílias e lembranças do tratamento (traumas). Um dos principais objetivos da CForT é mudar o quadro de vitimização do paciente, na tentativa de mostrar que ele tem condições de levar uma vida normal.

História
A iniciativa da organização foi do Dr. Sérgio Petrilli, então chefe do setor de Oncologia do Departamento de Pediatria da Escola Paulista de Medicina; Jacinto Antonio Guidolin, engenheiro voluntário, e Lea Della Casa Mingione. Tudo começou com a transferência do Setor de Oncologia Pediátrica do Hospital São Paulo para uma casa, com atendimento dentro do conceito hospital-dia, no qual os pacientes recebiam atendimento médico e assistencial e voltavam para suas casas.

O constante trabalho na luta contra o câncer infantil e por resultados positivos convenceram colaboradores e idealizadores de que muito mais poderia ser feito. A mobilização do setor privado e de outras organizações resultou, em 1998, na inauguração do hospital do GRAACC. O hospital é totalmente equipado e dispõe de área de internação (enfermarias, UTI e centro cirúrgico), laboratórios (hematologia e imunofenotipagem, citogenética, biologia melocular e criopreservação) e de suporte (reabilitação e prótese, controle da dor, brinquedoteca terapêutica e assistência social), além de área de nutrição, psicologia, enfermagem, odontologia e assistência social.

O hospital do GRAACC possui uma brinquedoteca, uma das primeiras do País em hospitais, a Brinquedoteca Terapêutica Senninha, na qual crianças e adolescentes aproveitam para brincar enquanto aguardam uma consulta, um exame ou algum procedimento médico. A brinquedoteca recebeu mais 26 mil crianças em 2011.

Em 2004, o GRAACC inaugurou, em parceria com a Fundação Orsa, a primeira quimioteca do Brasil, espaço lúdico criado para garantir à criança e ao adolescente bem-estar em uma das fases mais traumáticas do tratamento do câncer: o tratamento quimioterápico. Com 300 m2, divididos de acordo com a faixa etária dos pacientes, o espaço disponibiliza 31 postos, garantindo atendimento individualizado, duas salas de coleta de sangue e sala especial para pacientes transplantados.

O hospital tem um moderno Centro de Diagnóstico por Imagem, com equipamentos de alta tecnologia como ressonância magnética, tomografia computadorizada, densitometria óssea, ultrassom com doppler e raio X. Com essa estrutura, o GRAACC pode oferecer a melhor qualidade em diagnóstico para os pacientes de dentro e de fora da instituição.

Sobre a Level Up
A Level Up é uma empresa que nasceu em 2002 com a missão de vivenciar experiências inesquecíveis, seja por meio de seus jogos, do trato com a comunidade ou no atendimento ao consumidor. Atua no Brasil desde 2004, onde se tornou a principal operação do grupo, contando com mais de 180 colaboradores e um universo de mais de 1,5 milhão de usuários ativos por mês. Recentemente, a multinacional se expandiu para o restante do mercado Latino-Americano, com escritório sediado na Colômbia.
A empresa conta com equipes especializadas no relacionamento com seus jogadores e com a comunidade, além de especialistas no gerenciamento de uma ampla linha de títulos dos mais variados gêneros, universalizando o conceito de diversão, banindo os comportamentos tóxicos e combatendo diariamente práticas negativas, como os hacks, que comprometem a diversão dos jogadores.
A Level Up investe continuamente no desenvolvimento do cenário competitivo eletrônico brasileiro, com pesadas iniciativas nos e-sports em diversos de seus títulos. Além disso, também promove parcerias com os principais produtores de games do mundo, viabilizando a oferta dos melhores e mais aguardados títulos em português.

Sobre SMITE
SMITE é a arena dos deuses, um jogo de ação online que tem a mitologia como tema. Desde seu lançamento na Europa e nos Estados Unidos em março de 2014, o jogo se estabeleceu rapidamente como um dos três maiores jogos de arenas competitivas, com mais de quatro milhões de jogadores. Hoje, o jogo figura entre os mais jogados na China e América Latina. Oferecendo a visão em terceira pessoa e mais modos de jogo que qualquer outro do gênero, SMITE garante uma experiência única, repleta de ação e que coloca o jogador no meio de uma competição alucinante.

Sobre a Hi-Rez Studios
Hi-Rez Studios é uma desenvolvedora com sede em Atlanta fundada em 2005, com o objetivo de criar entretenimento interativo online de qualidade excepcional. Hoje ele é um dos maiores estúdios de games do sudeste dos EUA. Seus jogos incluem o shooter estratégico Global Agenda, o aclamado Tribes: Ascend, e SMITE, a Arena dos Deuses. Agora, preparam o lançamento de Paladins, seu novo FPS. Para mais informações, visite www.hirezstudios.com.